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Cultura

Identidade

Imagem

Sít

io

de Int

ernet

Clientes

Fornecedores

Sociedade

Estado

Concorrência

Accionistas

Identidade expressa os entendimentos da cultura Identidade espelha as imagens de outros Reflexão incute a identidade na cultura

Identidade expressa deixa impressões nos outros

Empregados

Empregados

Gestão

Accionistas

Cultura

Identidade

Imagem

Sít

io

de Int

ernet

Clientes

Fornecedores

Sociedade

Estado

Concorrência

Accionistas

Identidade expressa os entendimentos da cultura Identidade espelha as imagens de outros Reflexão incute a identidade na cultura

Identidade expressa deixa impressões nos outros

Empregados

Fig. 6.I I I : A int ernet com o espaço- atrium organizacional, m eio de int erm ediação entre stakeholders ( adapt ado do Modelo da Dinâm ica da I dent idade Organizacional de Hatch e Schultz) .

Na secção 5.1.1. foi salientada a natureza pública deste m eio, com im pacto no controlo detido sobre o tipo de inform ação que é lido por cada stakeholder ( Esrock e Leichty, 1999) . Então, o sítio de internet entendido com o “ espaço- atrium ” acent ua a fluidez de lim it es ent re

interior e exterior da organização, dando corpo à abertura ao exterior por parte das

em presas, que captam no espaço público os tópicos que utilizam para reflexão interna e devolvem - lhe, continuam ente, o entendim ento que deles fazem ( o que conduzirá, por fim , à acção em linha com o que é exigido por esse m esm o espaço público) , num processo análogo ao enunciado por Hatch e Schultz ( 2002) .

Tal com o nos antigos atrium s, os visitantes dos sítios de internet podem recolher im pressões sobre as em presas visitadas, fazendo uso das m ensagens que aí estão colocadas. Est as im pressões dão lugar às opiniões e auxiliam a criação de im agens sobre a em presa. São estas im agens que, por um lado orientarão a postura dos stakeholders em relação à em presa ( no papel de clientes, fornecedores, Estado, concorrência ou público em geral) e, por outro lado, perm itirão à em presa adaptar- se no seu processo de aj ustam ento com os desej os dos seus stakeholders. Note- se, no entanto, que esta im agem deverá ser tão próxim a quanto possível da “ im agem - obj ectivo” pretendida pela organização: para o

conseguir, a em presa deverá, tal com o o antigo proprietário, “ decorar” o sítio de int ernet em linha com a im agem de si que quer proj ectar.

Contudo, a nat ureza franqueada do “ espaço-atrium ” perm ite que diferentes stakeholders ( convidados) se encontrem no m esm o espaço. Tal com o nas recepções rom anas, onde diferentes convidados poderiam conversar entre si sobre o tratam ento que lhes era conferido pelo dono da casa, tam bém no “ espaço-atrium ” das em presas diferentes

stakeholders podem constatar – e sobre isso form ar opinião – qual o tratam ento que é dado

aos restantes. A natureza desse espaço im plica que as em presas não se preocupem apenas com o stakeholder que m ais o pode afectar ( o convidado principal) m as m ostrem atenção e cuidado perante todos, pois que a reacção do prim eiro será condicionada tam bém pelo tratam ento que é dado aos outros.

O m ecanism o de criação da “ im agem - obj ectivo” tem de entrar em linha de conta, então, não só com o stakeholder relevante ( o verdadeiro destinatário da m ensagem ) m as tam bém com os outros stakeholders, o que é facilitado pelo uso de um m eio com o a internet. Refazendo a figura 6.I é possível identificar o papel da internet neste processo:

Empresa (emissor) Stakeholder (objecto) Stakeholder (destinatário) Co m unica çã o p rim ár ia Comunicação intencional Internet feed ba ck feedback Comunicação primária Empresa (emissor) Stakeholder (objecto) Stakeholder (destinatário) Co m unica çã o p rim ár ia Comunicação intencional Internet feed ba ck feedback Comunicação primária

Trata- se do m ecanism o j á referido na secção ant erior, agora facilit ado pela exist ência de um m eio cuj as características forçam a partilha de inform ação. A em presa tem conhecim ento desta capacidade e da falta de controlo sobre a inform ação que é transm itida no “ espaço-atrium ” : a inform ação relat iva a um determ inado stakeholder pode ser lida por qualquer out ro. Est a caract eríst ica, m ais do que um obstáculo, é tom ada com o um a oportunidade pelas em presas j á que lhes perm ite com unicar com o stakeholder relevant e ( aquele que poderá exercer im pact o sobre si) por m eio de m ensagens relativas a um outro

stakeholder, transform ando a com unicação prim ária em com unicação intencional, que faz

acom panhar de com unicação específica tam bém para o st akeholder relevante ( destinatário) . O discurso em relação à concorrência ou às obrigações fiscais, identificados no capítulo anterior, são explicados por este m esm o m ecanism o.

Repare- se que a existência do “ espaço- atrium ” cria um autom atism o de adaptação entre a em presa e as exigências externas – os tem as em debate no plano da ética dos negócios, vistos no terceiro capít ulo – gerado por esta necessidade de resposta agora identificada. A exposição do sít io de internet , as facilidades de feedback im ediato que encerra e a falta de controlo da inform ação por sí veículada que lhe é inerente, tudo, força a em presa a estar atenta aos fenóm enos externos e à sua posição em relação a esses m esm os fenóm enos. É, então, um m eio barato da organização se “ obrigar” a estar virada ao exterior, um a posição que é, reconhecidam ente, benéfica para a sua sobrevivência no longo prazo e para o seu sucesso.

Paralelam ent e, é a internet , com o espaço aberto ao escrutínio externo, que pressiona as em presas a adoptarem posições perante os fenóm enos que ocorrem à sua volta. É nesse m eio que os seus diversos públicos “ esperam ” assistir rapidam ente a um a reacção da em presa. O efeito de tom ada de posição, referido no quinto capítulo, é, então um a consequência da exist ência do “ espaço- atrium ” , um espaço frequentado por diferentes públicos e que procura corresponder às suas expectativas particulares.

Esta natureza de espaço de partilha entre as diversas partes interessadas na organização confere um a relevância acrescida a alguns dos stakeholders. É o caso dos accionistas, m as especialm ente dos em pregados: estes possuem um papel sim ultaneam ente de produtores e de consum idores da inform ação veiculada. Tal com o os habitantes das residências rom anas, que recolhiam nas suas casas um a confirm ação da sua grandeza ao m esm o tem po que eram eles próprios a razão de ser dessa grandeza, tam bém os em pregados contribuem para a cultura que subj az aos conteúdos do sítio de internet e podem encontrar aí um m otivo de orgulho e confirm ação das suas atitudes perante a em presa. A internet m ostra- se, então, o local ideal para reforçar a im port ância dos em pregados com unicada pela em presas, pois dada a sua natureza pública configura- se com o o sublinhar de um com prom isso que estas assum em perante os prim eiros. Note- se que o facto de os em pregados pertencerem à em presa e, em sim ultâneo, à com unidade que a envolve conduz as em presas ao alinham ento entre palavra e acção, sob pena de sofrerem graves danos, correspondentes à divulgação da não correspondência por parte dos seus próprios m em bros.

Saliente- se então o papel fundam ental desem penhado pelos em pregados, papel potenciado pelo uso da internet com o veículo de com unicação em presarial para a área da responsabilidade social: j á foi notado que as em presas tom am os seus em pregados com o vector- chave para o seu sucesso; o facto de estes tam bém terem acesso à internet faz com que as em presas os posicionem com o alvo das suas m ensagens com o obj ectivo de colocar em m ovim ento os m ecanism os de confirm ação essenciais para um bom desem penho; a natureza dupla dos em pregados com o m em bros da em presa e m em bros da sociedade, observadores privilegiados da realidade que é com unicada pela internet , im plica que não deverá haver dissonância entre o que é com unicado pela em presa e as suas acções. Então, o uso da internet , a exploração das vantagens do “ espaço-atrium ” , eleva os em pregados à posição de garante da veracidade das declarações que são em itidas pelas em presas e é, por ele próprio, garantia dessa m esm a verdade.

O sít io de internet – o “ espaço- atrium ” das em presas – surge com o o m eio ideal para cum prir os obj ectivos da com unicação dos esforços de RSE: um a com unicação pública, partilhada e verdadeira que perm ite transform ar a “ acção” em “ valor” por m eio tanto do reforço da “ im agem - obj ectivo” alinhada com a identidade desej ada com o da consolidação de um a “ cult ura” que consubst anciará essa m esm a indentidade.

7 . Conclusões

7 .1 . Breve resum o

A presente investigação teve na sua génese a im portância crescente que a responsabilidade social tem vindo a tom ar no plano em presarial em term os globais e, consequentem ente em Portugal. Partiu- se da questão “ Qual a form a e o conteúdo das

m ensagens relativas a responsabilidade social das em presas que estão contidas nos sítios de int ernet das principais em presas a operar em Portugal?” com o duplo propósito de:

 identificar os objectivos da com unicação sobre RSE;

 explorar traços com uns de linguagem que definissem um a atitude tam bém com um relat ivam ente ao tem a da RSE.

Foram utilizados dois grupos de em presas, pertencentes a duas listas de referência publicadas anualm ent e em m eios de com unicação social de t eor económ ico e em presarial: ( a) Guia das Em presas Socialm ent e Responsáveis e ( b) 500 Maiores e Melhores 2003, num total de 19 em presas, o que perm itiu explorar a existência de diferenças entre os dois grupos.

O m ét odo de análise qualit at iva ut ilizado foi o que é defendido pela Grounded Theory. Este m étodo perm ite partir direct am ente dos dados para a construção da teoria, o que libert a a invest igação do condicionalism o de um a hipótese: são os próprios dados que fornecem as hipóteses e oferecem a possibilidade de conclusões contra um quadro teórico de que o investigador está m unido.

7 .2 . Conclusões

Deste processo interactivo resultou, com o principais conclusões, o seguint e:

 As categorias e tem as em ergentes dem onstram que o objectivo essencial da com unicação das em presas consiste no reforço da sua identidade, conform e definida por Hatch e Schultz ( 2002) , por via da criação de um a “ im agem - obj ectivo” que

satisfaça as exigências dos seus stakeholders e encerre o gap entre “ im agem ” e “ visão” ( Hatch e Schultz, 2001) .

 A internet transform a-se num “ espaço-atrium ” à im agem das antigas casas rom anas. Este espaço força a assunção de um discurso bi- focal, traduzido na necessidade de expressar explicitam ente um a form a de actuação quando o seu alvo j á a conhece ( os em pregados sabem com o são encarados pela em presa, não necessitando de ler isso no sítio de internet; os clientes têm registo das suas experiências com a em presa; alvos da acção social recebem efectivam ente esse apoio, independentem ente de estar referido no sítio de internet ) , onde obj ecto e destinatário do discurso são diferentes, form ando um a estrutura triangular com a própria em presa;

 O objectivo de reforço de identidade, baseado na criação de um a im agem positiva que exerça atracção sob os stakeholders, t em dupla int enção: at rair novos client es e em pregados e legitim ar a presença no m ercado, contribuindo para a sobrevivência no longo- prazo num cont exto onde a atit ude das em presas perante a com unidade em que se inserem é um a variável de crescente im portância nas decisões de em prego e consum o;

 A com unicação das actividades de responsabilidade social é fundam ental para a prossecução dos obj ectivos assum idos pelas em presas e, sobretudo, para a continuidade dessas m esm as actividades, sob perigo de se gerarem processos esquizofrenizantes na form ação da identidade da organização;

 A utilização da internet com o m eio de veiculação dos esforços de RSE confere aos em pregados o papel de garante da veracidade do que é com unicado e, por essa via, a garantia de que os conteúdos das m ensagens são verdadeiros;

 O “ espaço-atrium ” facilita um conhecim ento profundo dos tem as sensíveis a que as em presas têm de responder, de form a a satisfazer os seus stakeholders, dem onstrando um elevado nível de abertura ao exterior;

 O sector de actividade condiciona o discurso de RSE das em presas devido ao efeito de “ tom ada de posição” que é potenciado pela utilização do “ espaço-atrium ” ;

 A abordagem à responsabilidade social pelas em presas está orientada por objectivos claros e é encarada com o m ais um a variável com pet it iva ( pendor ut ilit arist a) , em bora o seu discurso sej a m arcadam ente kantiano ( essencialm ente na exposição de valores a que as em presas aderem ) ;

 As em presas dem onstram encontrarem -se no m eio da escala do relativism o ético, sendo notória a aderência à teoria integrativa dos contratos sociais de Donaldson e Dunfee ( 2002) .

Foram retiradas outras conclusões da investigação, tal com o se descrevem de seguida:  As em presas organizam a sua com unicação sobre RSE por stakeholders, o que vem

confirm ar o pressuposto j á levant ado por Snider et al. ( 2003) relat ivam ente à com unicação das em presas pelo canal int ernet ;

 Não existem diferenças relevantes na form a com o a RSE é abordada pelos dois grupos de em presas analisados: o discurso é organizado por stakeholders e os tem as abordados são sem elhantes e tratados de form a análoga;

 Existem diferenças de tratam ento da RSE entre o grupo constituído por em presas nacionais e o grupo form ado por em presas estrangeiras, nom eadam ente ao enfoque que é conferido nos sítios de int ernet e aos tem as que são abordados. As diferenças ao nível dos tem as são m ais notórias no que se refere aos stakeholders “ Sociedade” e “ Em pregados” e j ustificam - se por um a m enor exposição a tem as com o “ direitos hum anos” ou “ diversidade” . De igual form a, e a confirm ar a inst rum ent alização da com unicação para o processo de form ação de identidade, estas diferenças podem ser j ustificadas por um a m enor pressão dos seus públicos às questões não abordadas;  O discurso está vincadam ente dividido entre “ intenções” e “ factos” , correspondendo o

pelos stakeholders enquanto que o segundo reforça esse obj ectivo, dando- lhe consist ência de prova;

 As em presas conferem diferentes pesos aos seus stakeholders nas suas estratégias de com unicação, conform e a sua posição relat iva no plano de legit im ação ( quais os grupos que m ais são afectados pela acção da em presa) e no plano de condicionam ento da actividade ( quais os grupos que m ais podem afectar a em presa) . “ Clientes” e “ Sociedade” são os principais alvos da com unicação das em presas. Seguem - se a em presa ( e os accionistas) , os em pregados e os fornecedores. Estado e concorrência m erecem m enor atenção por parte das em presas;

 O discurso relat ivo ao stakeholder “ Em presa” está dividido em declarações para o público em geral e para os accionist as. Em relação ao prim eiro alvo, as em presas expõem o seu entendim ento sobre “ o que são” , “ o que fazem ” e “ onde pretendem ir” ; j á quanto aos accionistas, as em presas procuram definir os “ princípios de relacionam ento com os accionistas” , os seus “ obj ectivos de negócio” e a sua “ form a de act uação” ;

 O discurso em relação ao stakeholder “ Cliente” é m arcado pela dicotom ia “ o que som os” / “ com o pretendem os ser vistos” , com um a forte alusão a valores. As em presas procuram satisfazer as necessidades dos clientes não só a nível da oferta dos seus produtos e serviços, m as tam bém a nível de em penham ento em causas sociais e do am biente;

 O stakeholder “ Em pregados” é caracterizado, por sua vez, pela dicotom ia “ o que estam os dispostos a oferecer” / “ o que esperam os receber em troca” , sendo os principais t em as a im portância dos em pregados para a em presa, as condições que lhes são oferecidas e as exigências que se lhes pede;

 Um discurso tam bém pautado por valores m arca o tratam ento do stakeholder “ Em pregados” , onde as principais categorias identificadas foram as condições oferecidas e as exigências que se reclam am ;

 O stakeholder “ Sociedade” é alvo da m aior extensão de referências. As principais categorias identificadas foram : reconhecim ento da com unidade, am biente, desenvolvim ent o cultural e educacional, filant ropia e acções direct as, direit os hum anos, corrupção e HI V/ SI DA;

 O “ Estado” é o penúltim o stakeholder em t erm os de im portância relat iva, sendo o discurso caracterizado por questões de enquadram ento legal, enquadram ento político e cooperação;

 O stakeholder “ Concorrência” é o m enos referido pelas em presas. Princípios de relacionam ento, consciência da sua existência e factores de diferenciação são os tem as identificados.

7 .3 . Cont ribut o para a lit erat ura

A present e invest igação cont ribui para a lit erat ura exist ent e sobre ét ica e responsabilidade social das em presas em quatro aspectos. Prim eiro, revela a im portância da com unicação da polít ica de RSE para a const rução da ident idade organizacional, acrescentando detalhe ao m odelo de form ação da identidade organizacional desenvolvido por Hatch e Schultz ( 2002) ao m esm o tem po que faz incidir nova luz sobre o debate do pendor ut ilit arist a ou kant iano na abordagem à ét ica que é feit a pelas em presas.

Segundo, porque revela um novo aspecto da influência da internet nas organizações. Para além da perda de controlo da inform ação, apont ado por Esrock e Leicht y ( 1999) , a internet condiciona o com portam ento das em presas, estabelecendo m esm o um novo equilíbrio de forças entre os diferentes stakeholders ( com o é o caso dos em pregados)

Terceiro, fornece um quadro teórico de abordagem à com unicação da RSE, trazendo à evidência que a responsabilidade social é abordada profissionalm ent e, com o m ais um a variável no contexto com petit ivo em que as em presas se encontram . Este quadro teórico valida o est udo realizado por Snider et al. ( 2003) na m edida em que a categorização por

stakeholders em ergiu da investigação, não tendo sido assum ida, com o no caso do estudo

agora referido.

Por últ im o, est abelece um a clara diferença entre a abordagem à RSE realizada pelas em presas nacionais e as em presas estrangeiras a operar em Portugal, o que contribui para o estudo das organizações portuguesas e do seu estilo de gestão.

7 .4 . Lim it ações

Dado o m étodo seguido, a am ostra utilizada para a investigação é reduzida, especialm ente quando com parada com estudos quantitativos sobre a realidade em presarial. Contudo, os seus efeitos nas conclusões da investigação são m itigados pelo facto de não se procurar com provar um a teoria existente m as antes construir um a nova teoria.

O facto de nem todas as em presas seleccionadas disporem de sítios de internet com alusões a RSE reduziu ainda m ais a dim ensão da am ostra relevante, contudo tal contribuiu para a investigação por via da discussão das razões que conduzem as em presas à decisão sobre a utilização da internet.

A internet não esgot a as possibilidades de com unicação das em presas com os seus

stakeholders. No entant o, o est udo exclusivo da int ernet perm it iu isolar algum as

características de que este m eio se reveste, salientando a sua im portância para as em presas.

7 .5 . Fut uras invest igações

A investigação centrou- se na com unicação feit a pelas em presas através do canal internet. Contudo, existem outros m eios de com unicação com o exterior, que constituem inform ação pública, que poderia ser analisada para obter um m aior aprofundam ento das conclusões agora chegadas.

Da m esm a form a, ao investigar a com unicação das em presas, não se aborda directam ente o grau de desenvolvim ento ético das em presas. Para tal seria necessário

conduzir um a invest igação m ais ext ensa, incluindo dispor de inform ação não pública e de