5.1 Rusmestringsenheter som følge av mote
5.1.1 Synet på rusmiddelmisbruk, rusmiddelmisbrukere og behandlingstilbud
Um contraponto aos macroprojetos pode ser o exemplo pontual do Shopping Itaquera, em São Paulo, ao lado da estação de metrô homônima, que teve acrésci- mo de 15% no fluxo de pessoas durante a Copa em comparação ao período de 12 de junho a 10 de julho de 2013 (SIMON, 2014).
Os efeitos positivos duradouros se devem às obras de mobilidade urbana, como viadutos e vias de acesso (Figura 6), diminuindo para vinte minutos o tempo do bairro de Itaquera ao Centro de São Paulo. Próximo à arena foi erguida uma Fa- tec, uma Etec e o novo Fórum. Somando as pessoas que trabalharão ali e as mais de 1.000 necessárias para manter o estádio, são quase 10.000 trabalhadores, prevê o subprefeito de Itaquera, Miguel Afonso Reis (SIMON, 2014).
O faturamento das lojas subiu 5%, sendo que alimentação e roupas esporti- vas cresceram além da média. Roberto Manna, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Itaquera, fala em fracasso econômico para a maioria dos comerciantes, visto que a região entre as duas estações de metrô que davam acesso à Arena Co- rinthians (Itaquerão) ficou ilhada. Para Manna, houve restaurante que perdeu 99% da clientela.
De acordo com Rodrigues e Legroux (2014), os investimentos em mobilidade urbana em função da Copa de 2014, com base em estudos realizados na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, reproduzem o modelo histórico que privilegia o se-
tor automotivo, além de orientar-se em função dos interesses do mercado imobiliário mais do que atender às necessidades de circulação da população.
Figura 6 – Passarela na Cohab 1 sobre a Avenida Radial Leste construída junto com o Itaquerão
Fonte: SIMON (2014)
Estudo feito pelo Ministério do Turismo em conjunto com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) verificou que visitantes de 203 nacionalidades afluíram ao Brasil no período da Copa de 2014, pernoitando em média doze dias e visitando 491 cidades, incluindo as sedes dos jogos. Hospitalidade (98%) e a gastro- nomia (93%) receberam a melhor pontuação.
O item segurança pública recebeu aprovação de 92% dos turistas. Transporte público e serviços relacionados (táxi, informações turísticas) receberam 90% de ava- liação positiva; e os serviços aeroportuários 80% (PORTAL DA COPA, 2015a).
Para efeito de balizamento e de parametrização para acreditar os resultados informados pelo governo federal, governos estaduais e municipais, que sediaram jo- gos da Copa de 2014, e em busca de opiniões externas – tanto de versões otimistas como céticas (Quadro 22 e Quadro 23) – que pudessem servir de contraponto a fim de obter uma visão panorâmica e um contraponto em termos de conquistas de metas e de recursos investidos, foram dispostas em forma de quadro avaliações de empresas de auditoria, consultoria, fundações entre outros experts.
A este estudo não importa fazer auditoria nas contas do governo, trabalho de que o TCU é encarregado. O que se quer é obter informações confiáveis para poder fazer uma avaliação o mais próximo possível da realidade. Não se trata por outro lado de desacreditar as publicações oficiais, mas, tendo em mente que métodos di- ferentes utilizados por consultorias, órgãos de fiscalização e institutos de pesquisa podem chegar a resultados diferentes, desejam-se considerar as várias opiniões em busca de um denominador comum.
Quadro 22 – Otimismo em relação aos benefícios e legado da Copa 2014
Fonte Benefícios em 2014 e legado
Joel Benin, assessor para Grandes Eventos do Ministério dos Esportes
3,6 milhões de empregos e movimentará R$ 65 bilhões em 2014. “(...) importante na área econômica”.
Consultoria Consórcio Copa
2014 “(...) impactos econômicos potenciais” de R$ 183,2 bilhões até 2019. Sendo R$ 47,5 bilhões de investimentos em infraestrutura e serviços ou gastos de turistas) e R$ 135,7 bilhões de lucro para as empresas.
Ernst & Young/Fundação Getú-
lio Vargas (FGV) “R$ 142 bilhões movimentados até 2014 e a geração de impressio-nantes 3,6 milhões postos de trabalho”. Fundação Instituto de Pesqui-
sas Econômicas (Fipe) “Mínimo de R$ 65 bilhões a serem movimentados pelo Mundial”. Mintel (consultoria britânica) “O faturamento de setores ligados aos eventos e ao turismo deve
somar R$ 639 bilhões em 2018, valor que representa crescimento nominal de 36% na comparação com o registrado no ano de 2013”. Mintel (consultoria britânica) “O faturamento da indústria de pacotes turísticos saltará de R$ 44
bilhões no ano passado para R$ 64 bilhões em 2018, o que repre- senta crescimento acumulado de 45%”.
Mintel (consultoria britânica) O setor de bebidas alcoólicas deve saltar de R$ 62 bilhões em 2013 para R$ 88 bilhões em 2018, alta de 42%.
Fonte: baseado em COSTAS (2014); NAKAGAWA (2014)
Quadro 23 – Ceticismo em relação aos benefícios e legado da Copa 2014
Fonte Benefícios em 2014 e legado
Universidade Federal de Minas
Gerais (UFMG) “Pela nossa estimativa, o total de empregos gerados pelo torneio seria de apenas 158.000”. Moody’s “Esses bilhões de reais movimentados ao longo de quatro anos
nas preparações para o evento não representam muita coisa em uma economia de R$ 4,8 trilhões como a brasileira”.
Capital Economics “As estimativas iniciais do governo (que acabaram sendo revistas) previam investimentos diretos em estádios e infraestrutura de R$ 23 bilhões até 2014 – menos de 1% do PIB”.
Capital Economics ”600.000 visitantes esperados pelo governo de fato desembarca- rem nos aeroportos brasileiros, devem gastar um total de US$ 3 bilhões (R$ 6,7 bilhões) – apenas entre 0,1% e 0,2% do PIB”. Neil Shearing, economista-chefe
da Capital Economics para Mer- cados Emergentes
“Aportes em aeroportos, redes de transporte e infraestrutura urba- na não chegam a 0,5% do PIB. (...) não deve ser expressivo”. Fonte: baseado em COSTAS (2014); NAKAGAWA (2014)
O portal de notícias G1 entrevistou empresas de consultoria e analistas inde- pendentes para quem a Copa de 2014 teve efeito praticante nulo ou insignificante
para a economia, ao contrário do que vinha sendo defendido pelo governo. Para Emerson Marçal, da FGV-SP, o efeito Copa não chegaria ao fim de 2014 (ALVA- RENGA, 2014).
A Fifa informou que a Copa do Mundo criou 700.000 postos de trabalho, mais de 300.000 permanentes, e junto com o governo federal distribuiu 30.000 ingressos a preços acessíveis para famílias de baixa renda e grupos indígenas (SPATUZZA, 2014). O economista Celso Toledo, da consultoria LCA, acredita que os muitos feriados em dias de jogos significaram menos horas trabalhadas, portanto, menor produção (ALVARENGA, 2014). O Quadro 24 faz uma comparação entre quem ganhou e quem perdeu com o Mundial de Futebol de 2014 no Brasil.
Quadro 24 – Impacto da copa na economia segundo o portal de notícias G1
Fonte: ALVARENGA (2014)
A reportagem responsabiliza o desaquecimento da economia, a pouca de- manda e os muitos feriados ao fato de muitos trabalhadores receber férias coletivas. O setor automotivo, por exemplo, teve no mês de junho de 2014, durante a realiza- ção do Mundial, redução de 33,3% em relação a junho de 2013 (ALVARENGA, 2014).
O turismo, no entanto, obteve resultados positivos, com o recorde de 700.000 turistas no mês de junho visitando o país –132% maior que um ano antes. O gover- no espera a visita de 600.00 turistas estrangeiros, De acordo com pesquisa divulga-
do no final de 2011, o Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turis- mo, “(...) 1,1 milhão de brasileiros viajarão pelo país ao longo do torneio. No total, a Copa do Mundo será responsável por 5,9 milhões de viagens, acredita o ministério” (GOVERNO..., 2014). Corrobora essa informação, com dados atualizados de julho de 2015, o Anuário Estatístico de Turismo 2015, do Ministério do Turismo, que infor- mou que o Brasil recebeu em 2014, pela primeira vez, o total de 6,4 milhões de turis- tas estrangeiros – “(...) expansão de 10,6% em relação ao movimento de 2013, quando haviam sido 5,8 milhões de turistas” (EM 2014..., 2015).
Outro dado importante é o balanço divulgado pelo Portal da Copa em 26 de janeiro de 2015, sobre os US$ 6,9 bilhões que os turistas gastaram no país, ou o equivalente, no câmbio do dia, quando o dólar estava cotado a R$ 2,5891;3 a R$
17,87 bilhões. São US$ 203 milhões a mais do que o alcançado em 2013. Os dados são de sexta-feira 23/01/2015: “Os dados do Banco Central mostram que em junho e julho - meses de realização da Copa, os visitantes internacionais gastaram US$ 1,5 bilhão no país, valor recorde que representou um aumento de 60% na comparação com igual período de 2013” (PORTAL DA COPA, 2015a).
Parece atestar essa informação balanço feito pela empresa MasterCard com respeito ao dinheiro gasto pelos visitantes estrangeiros com cartões de crédito da empresa no Brasil durante o Mundial, que foi 169% superior ao montante gasto em junho de 2013 (ALVARENGA, 2014). O que não se pode esquecer é que a econo- mia já vinha em rota descendente, e a Copa de 2014 representou apenas um fôlego a mais, não podendo ser responsabilizada pela falta de crescimento ou por outros in- dicadores negativos.
Também se deve levar em conta em análises que envolvem números oficiais dos governos que setores de oposição representados pela mídia, muitas vezes de propriedade de políticos, tradicionalmente combatem a situação com contrainforma- ção. Isso não é privilégio apenas de países pobres ou em desenvolvimento – vide caso Watergate nos EUA. Assim, uma análise acurada e fidedigna só pode ser al- cançada invocando-se inúmeros indicadores, relatos e opiniões contra e a favor. Alia-se a esses fatos a falta de pesquisas em quantidade, qualidade e independên-
3 “Perto das 15h59, a moeda norte-americana era cotada a R$ 2,5891, em queda de 0,01%.”
cia suficiente que possam coletar informações adequadas e isentas a fim de subsidi- ar análises.
Mobilidade urbana
Os investimentos em mobilidade urbana destinados às cidades-sede soma- ram mais de 50% do total previsto para a Copa de 2014, o que dá uma ideia do po- tencial transformador que projetos orientados em termos amplos, especialmente para a população com mais problemas de circulação, pode ter, com reflexos positi- vos em habitação. Dez cidades-sede tencionam realizar desapropriações e remo- ções em decorrência das obras para implantação de linhas exclusivas de ônibus (bus rapid transit), os BRT. O montante destinado a desapropriações residenciais e comerciais para dar lugar aos BRT é de cerca de R$ 1,5 bilhão, com a promessa de melhoria complementada com vias expressas para ônibus (RODRIGUES; LE- GROUX, 2014, p. 103).
Segundo estes autores, as áreas centrais das metrópoles carregam o valor simbólico de abrigar tradicionalmente moradias das classes dominantes, com mais possibilidades de emprego e qualidade em serviços urbanos, o que lhes aumenta o valor de venda. A falta de um sistema de transportes eficaz e a oferta centralizada de serviços públicos seguram no centro as classes mais abastadas e impedem o in- gresso das classes desfavorecidas. Assim, descuida-se da região metropolitana em termos de investimentos e infraestrutura. As propostas para a mobilidade urbana em função da Copa de 2014 não visavam melhorar a distribuição dos habitantes e do trabalho em termos metropolitanos (RODRIGUES; LEGROUX, 2014, p. 108):
(...) a oportunidade de superar o desafio de planejar e financiar infraestrutu- ras na escala metropolitana pode estar sendo desperdiçada em razão da concentração territorial das intervenções e da insistência no modelo rodoviário, reproduzindo práticas políticas concentradoras e antidistributivas, que tendem a acentuar as disparidades intrametropolitanas.
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio 2010 (PNAD), do IBGE, complementados com informações do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a Tabela 11 mostra as características de mobilidade urbana de quinze das principais regiões metropolitanas do pais e de aglomeração metropolitana.
Estudo da Fundação Dom Cabral mostra a situação, em junho de 2015, das obras de mobilidade urbana da Copa de Mundo de 2014 (Tabela 11).
Tabela 11 – Obras de mobilidade urbana ainda inacabadas
Mobilidade urbana – exatamente um ano depois da realização do Mundial, projetos que somam R$ 11 bi estão inacabados, es- tagnados ou nem saíram da prancheta. O transporte urbano, principal legado do tor- neio, só está com 21,4% das obras de gran- de porte concluídas. A previsão inicial em 2010 contemplava 48 obras de mobilidade urbana e 25 em aeroportos, passou para 51 projetos de mobilidade e 23 em aeroportos. Os atrasos encareceram as obras, que es- tão 33% superiores ao previsto. Em Cuiabá, o VLT partiu de R$ 700 milhões e está em R$ 1,5 bilhões (SEVERIANO et al., 2015). Aeroportos – a Infraero não terminou a tempo para a Copa as doze obras previstas. O Aeroporto de Campinas não teve amplia- ção do novo terminal concluída. Doze proje- tos ficaram prontos, os concessionários que assumiram os aeroportos em 2012 deram conta do recado (AMORA, 2015).
Justiça – R$ 532 milhões fora estimados inicialmente para a Arena Pernambuco. A Odebrecht Properties, gestora da obra, afir- ma que teve prejuízos por mudanças no cronograma, pleiteando uma diferença de R$ 257 milhões – o governo se recusou a pagar, e o caso está na Justiça (AMORA, 2015). Quase 90% do financiamento do VLT em Cuiabá (MT) já foi liberado, e uma CPI foi aberta para saber onde foi parar o dinhei- ro, visto que menos de 50% da obra foi construída (AMORA, 2015).
Fonte: AMORA/PORTAL DA TRANSPARÊNCIA (2015)
Tabela 12 – Características de mobilidade de quinze regiões metropolitanas brasileiras
Notas: 1) número de automóveis, camionetes e camionetas; 2) número de automóveis, camionetes e camionetas para cada 100 pessoas; 3) percentual de pessoas que levam mais de uma hora no trajeto de casa ao trabalho, segundo o Censo Demográfico 2010.
Fonte: RODRIGUES; LEGROUX (2014, p. 103)
O Quadro 25 traça uma síntese da dimensão transporte/mobilidade urbana. Quadro 25 – Síntese do transporte/mobilidade urbana
Transporte/mobilidade urbana
Transporte Das 50 metas do projeto de transporte (investimentos iniciais de US$ 5,4 milhões), 12 foram cortados, e o investimento baixou para US$ 3,6 bilhões. Do total de 45 projetos atualizados, 17 estavam em expansões estrada ao redor dos estádios.
BRT Embora os sistemas de Linha Rápida de ônibus (BRT) sejam permanentes e dois sis- temas monotrilhos foram projetados, nem todos foram concluídos a tempo para a Copa do Mundo. Com financiamento do governo federal, essas iniciativas talvez serão os le- gados sustentáveis duradouros mais importantes da Copa do Mundo, porque vão me- lhorar os serviços de transporte público de baixa qualidade nas cidades brasileiras. Aeroportos Os organizadores da Copa do Mundo também dizem que US$ 2,5 milhões estão sendo
investidos para expandir aeroportos nas doze cidades-sede. Fonte: baseado em SPATUZZA (2014)
Sustentabilidade
A discussão sobre a preservação do meio ambiente na Copa do Mundo de 2014 em ações de sustentabilidade desenvolvidas pela Fifa e os organizadores bra- sileiros ficaram relegadas a segundo plano.
A Arena das Dunas em Natal (RN) foi o nono estádio a receber a certificação LEED de sustentabilidade, concedida pelo US Green Building Council (USGBC),
requisito para que o BNDES liberasse financiamento para as obras e que deverá ser adotado pela Fifa nos próximos Mundiais. Os três estádios faltantes estão em processo de certificação, que vai da categoria “básica”, na qual foi contemplada a Arena das Dunas, à categoria “Platinum”. Mineirão (Platinum); Estádio Nacional de Brasília (Ouro); Maracanã, Beira-Rio, Arena Pernambuco e Fonte Nova (prata); e Arena da Amazônia e Castelão (básico) já foram certificados.
O Quadro 26 traz um resumo dos aspectos mais importantes em termos de sustentabilidade, que incluem até planos da Fifa para comprar créditos de carbono a fim de compensar os 27,5 milhões de toneladas de gases de efeito estufa que deve- rão ser contabilizados desde que o Brasil foi escolhido como país-sede.
Quadro 26 – Ações de sustentabilidade na Copa do Mundo de 2014 no Brasil
Item Ação
Sustentabilidade
Resíduos Garis no meio da multidão no São Paulo Fan Fest são as principais ações de susten- tabilidade da Copa do Mundo de 2014. Ao todo, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, mais de 700 catadores urbanos foram contratados em todo o país.
Reciclagem I O governo federal disponibilizou R$ 1 milhão para as cidades-sede lidar com os resíduos gerados na Fan Fest, estádios e arredores. Algumas cidades não fizeram plano de reciclagem a tempo de obter o financiamento.
Reciclagem
II De acordo com o US Green Building Council, em alguns estádios 20% do material de construção foi reciclado, até 90% do total de resíduos de construção foram reciclados, o consumo de água foi reduzido em 67% e um corte de 13% era previsto no consumo anual de eletricidade.
Energia Energia sus-
tentável Uma boa iniciativa do governo do Brasil foi organizar a campanha de sensibilização contra a exploração sexual em painéis solares no Estádio Mineirão (BH). Estádios em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife e Brasília instalaram painéis solares fotovoltaicos, que serão utilizados após a Copa do Mundo. Alguns estádios, no entanto, reduziram as ações de sustentabilidade, como os painéis solares, devido à falta de tempo.
LEED Em compromisso assinando com a Fifa, o governo brasileiro se comprometia a buscar a certificação LEED para as obras em todos os estádios, mas somente seis foram certificados, incluindo o velho Maracanã.
Emissão de carbono
Poluição Um total de 27,5 milhões de toneladas de CO2 durante o Mundial serão liberados na
atmosfera. Os gases de efeito estufa emitidos virão principalmente de viagens interna- cionais (50%) e viagens domésticas (33%).
Doação O governo federal criou um programa de doação de certificados de CO2 de empresas privadas, o que resultou na compensação de 394 toneladas de CO2 equivalente.
Compra A Fifa disse que vai compensar diretamente 247.000 toneladas, pelo que se julga di- retamente responsável, e vai comprar créditos de carbono em projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo no Brasil para um adicional de 79.000 toneladas de emissões produzidas pelos fãs.
Alimentos or-
gânicos O Ministério do Meio Ambiente construiu quiosques perto dos estádios onde os produ-tores de alimentos orgânicos locais podiam oferecer produtos, como forma de fortalecer programas de agricultura familiar no Brasil.