4. Empiri
4.2 Resultater fra intervjuer
4.2.1 Generelt om opsjonsavtaler
4.2.1.2 Standardisering av opsjonsavtaler
Após o grande desafio de desenvolver a dissertação de mestrado, Estética Vibracional - Um Processo Multidimensional de Ampliação de Consciência, na Faculdade de Educação da UFRGS, onde foi possível sintetizar mais de vinte cinco anos de estudos e práticas, realmente não descansaria enquanto não cumprisse meu propósito: levar essa pesquisa, baseada na nova ciência, que implica ciência com consciência, a espaços além das fronteiras da universidade.
Esse momento traduz-se como uma nova oportunidade, isto é, esta pesquisa de doutorado se coloca como desafio, o desvelar de novos horizontes do saber. Mas é importante que se perceba que a concepção de mundo aqui colocada, não desconsidera outras formas de abordagens e de realidades, assim como, não pretende esgotar-se em si, até porque traz uma visão de mundo que ainda está se estabelecendo.
A “Rota da Ampliação da Consciência” em que a pesquisa está baseada se constitui a partir da teoria estudada no mestrado - Estética Vibracional um Processo Multidimensional de Ampliação da Consciência, e, de atividades propostas nos Seminários Vivenciais já realizados e nos que estão em andamento nos Cursos de Formação Multidimensional de Ampliação da Consciência por mim criados e desenvolvidos.
A partir da teoria da Estética Vibracional a prática é desenvolvida e a partir dela novas significações são geradas. Teoria e método se fundem na criação e o conhecimento é dado a partir do Movimento de Transcendência pelo Sensível, num processo de reversibilidade entre sensível e inteligível, em que o inteligível brota no sensível.
A partir dos Seminários Vivenciais em que se articula teoria e prática em doze módulos no nível I e dez no nível II, nesta pesquisa me detive apenas nos módulos do nível I, do Curso de Formação Multidimensional de Ampliação da Consciência, deixando o estudo do nível II possivelmente para o pós-doutorado.
Nas atividades vivenciais enfatizo a expressão dos níveis de consciência por meio do corpo físico e da Experiência Estética. Daí a importância do sensível explorado nesse estudo, que se dá por meio da expressão do corpo e da interação, desse, com os demais corpos e dimensões do campo vibracional, em interação, nos diversos níveis de consciência, criando forma no espaço bidimensional, tridimensional e multidimensional.
Segundo Cauquelin (2005, pág. 98):
A hermenêutica passa então a englobar a experiência estética e encontra legitimidade na experiência de constituição do sentido - constituição desenvolvida na confrontação permanente de si e do outro, do ser e do tempo, revelada pelas análises fenomenológicas e ilustrada de maneira exemplar pela experiência do jogo da arte.
A experiência do jogo da arte possibilita promover o sujeito que vivencia uma “Jornada de Transmutação”, oportunizada em cada módulo do curso, no qual, proponho vivências estéticas, corporais e simbólicas, tendo como caminho, a Arte Vibracional. Cada módulo trabalha um símbolo que sintetiza as vivências propostas; cada símbolo é um portal aberto à iniciação, um processo de ampliação de consciência o que pode significar a transmutação da energia que está em forma, à reprogramação de um novo padrão de informação, à transformação e ao renascimento do Ser para uma nova etapa do viver.
Cada símbolo é uma energia em potencial que evoca freqüências de ondas vibratórias, e que se constitui em forma e se destitui de forma, emana da Consciência Cósmica e a ela retorna. O símbolo transcende os limites da matéria densa e pode ser considerado como uma “Rota Arquetípica” - uma linguagem sintética de princípios universais a serem traduzidos.
A conexão com o símbolo implica revelação do que está no “subconsciente”, ou “inconsciente” para o “consciente”, do oculto para o manifesto. Sendo assim, é um caminho de ampliação da consciência. O símbolo se torna conhecimento revelado, manifesto, por meio da percepção intuitiva, quando os Campos de Energia Humanos e Cósmicos se tornam híbridos (Parode, 2007).
A “Rota de Ampliação da consciência“ se traduz por vinte e dois símbolos por mim criados para uma “Jornada Arquetípica” a ser vivenciada pelo sujeito, a fim de que esse possa compreender o seu momento, o grau de importância da vida, seu poder de realização e aonde pode chegar percorrendo essa “Rota”.
A referida Rota possibilita ao sujeito uma jornada de autoconhecimento, que implica conhecimento da vida e uma nova postura mediante ela. Propõe e permite ao sujeito transcender o “ego”, conectar a Consciência Cósmica, e ir além das dualidades para encontrar a Unidade, a Totalidade.
Assim, o desenvolvimento da consciência do Ser, que implica processo de conhecimento, envolve a abertura para uma cosmovisão. Nessa busca, o sujeito segue pela vivência dos vinte e dois arquétipos, que se constituem em XXII símbolos. Mas nesta pesquisa me atenho apenas aos XII símbolos, desenvolvidos durante o percurso dos XII módulos do nível I, do Curso de Formação Multidimensional e Ampliação da Consciência.
Os XII símbolos e as imagens do caminho revelam que o desenvolvimento simbólico da consciência passa por ciclos arquetípicos, que possibilitam a mudança pessoal e o crescimento coletivo. A proposta de uma “Rota Arquetípica” dada a partir de cada símbolo supõe o trânsito por todos os níveis de consciência, do eu pessoal ao transpessoal, implicando jornada de transformação individual e coletiva. As transformações são movimentos de um nível para outro, movimentos de transmutações internas que geram transformações externas.
A jornada inicia pelo autoconhecimento, que possibilita compreender o propósito da vida, o grau de importância da existência nessa dimensão e o poder de realização de cada ser. O autoconhecimento gera alteração de conduta do sujeito, que ao confrontar - se com sua sombra reconhece o que já não serve mais em sua vida. No processo de busca de sabedoria, transcende as dualidades, a individualidade, e se lança à Totalidade. A partir dessa metamorfose do Ser, os condicionamentos são vencidos e se estabelece a materialização de uma nova forma e de um novo padrão, que leva à ampliação da sua consciência.
O desenvolvimento da consciência, pela “Rota Arquetípica” dos doze símbolos permite ao sujeito transcender o ego, a máscara e a sombra para encontrar a Consciência Cósmica. O padrão de relação eu - comigo, eu - outro, outro - outro e nós- todos - juntos expressa a plenitude simbólica na inter-relação das polaridades, na superação dos dualismos tendo como ponto de partida o sensível que conduz o inteligível no processo de expansão da consciência.
Nessa “Jornada de Transformação” está implícita a supressão da idéia de unilateralidade da objetividade no processo de conhecimento, da ditadura da razão sobre o sensível e da linguagem verbal sobre as demais linguagens. A ênfase na objetividade em detrimento da subjetividade no processo de conhecimento ocorre basicamente em uma dissociação da Consciência Cósmica, da Centelha Divina, que se manifesta no sujeito como Inteligência Espiritual. A meta suprema do conhecimento é a Consciência Cósmica, origem de todas as coisas.