8 Resultater fra analysen av miljørisiko
8.2 Skadebasert miljørisikoanalyse – sjøfugl (Norge)
A análise da composição da matriz
C. glabrata em estudo,
suscetibilidade dos biofilmes
µg/ml que correspondem à mais baixa e mais alta Na matriz dos biofilmes foram quantificadas
Na quantificação de proteínas, matriz dos biofilmes analisados, seco. A figura 13 apresenta então a seco de biofilme, da matriz de
na presença das duas concentrações
Figura 13 – Representação gráfica da quantidade de proteína
biofilme (mgproteínas/gbiofilme), para biofilmes de três esti
562123) com duas concentrações de voriconazol ([voric]) padrão. (*Resultados com diferença significativa
referência com concentrações iguais ou superiores a 100 µg/ml e pelos biofilmes de 534784 e 562123 com concentrações iguais ou superiores a 400 e 80 µg/ml
matriz de biofilmes de C. glabrata na presença de
A análise da composição da matriz foi efetuada em biofilmes das três estirpes formados nas mesmas condições que nos testes de dos biofilmes. Usaram-se as concentrações de voriconazol de 10 e 1000 µg/ml que correspondem à mais baixa e mais alta concentração anteriormente testadas
biofilmes foram quantificadas proteínas, polissacarídeos e ergosterol. Na quantificação de proteínas, após determinação da concentraçã
analisados, normalizaram-se os resultados pelo apresenta então a quantidade de proteínas (mg) por grama da matriz de biofilmes de C. glabrata (ATCC 2001, 534784 e 5 na presença das duas concentrações de voriconazol usadas e controlo positivo
Representação gráfica da quantidade de proteína na matriz por grama de ), para biofilmes de três estirpes de C. glabrata (ATCC 562123) com duas concentrações de voriconazol ([voric]) e controlo positivo, e respetivos
(*Resultados com diferença significativa em relação ao controlo (P<0,05)
os biofilmes de C. iguais ou superiores a 400 e 80 µg/ml,
na presença de
biofilmes das três estirpes de nas mesmas condições que nos testes de riconazol de 10 e 1000 anteriormente testadas. proteínas, polissacarídeos e ergosterol.
a concentração destas na se os resultados pelo respetivo peso quantidade de proteínas (mg) por grama de peso , 534784 e 562123)
positivo.
na matriz por grama de peso seco de 2001, 534784 e respetivos desvios- em relação ao controlo (P<0,05)
Pela observação do gráfico da figura antifúngico (controlo positivo
quantidade de proteína semelhante se diminuição da quantidade de proteína diminuição foi apenas ligeira
baixa (10 µg/ml) e não estatisticamente significativ concentração de antifúngico mais alta
de proteína, verificando-se diminuição estatisticamente significativa controlo (P<0,05) na matriz dos biofilmes de
não nos de C. glabrata 534784.
diminuição de proteína em relação ao controlo foi de 84,4% para C. glabrata ATCC 2001
Relativamente à quantificação de polissacarídeos, tal proteica, normalizaram-se os resultados da
analisados pelo respetivo peso seco. A figura 14 polissacarídeos (mg) por grama de
glabrata (ATCC 2001, 534784 e 562123) na presença das d
voriconazol usadas e controlo
Figura 14 – Representação gráfica da quantidade de polissacarídeos na matriz por grama de
biofilme (mgpolissac./gbiofilme), para b
562123) com duas concentrações de voriconazol ([voric]) padrão. (*Resultados com dif
do gráfico da figura 13 verifica-se que
positivo), as matrizes dos biofilmes das três estirpes apresentaram proteína semelhante (P≥0,05). Com a presença de voriconazol
diminuição da quantidade de proteína na matriz dos biofilmes das três estirpes apenas ligeira quando em presença da concentração de antifúngico mais
ão estatisticamente significativa em relação aos controlos concentração de antifúngico mais alta (1000 µg/ml) teve maior impacto na quantidade
se diminuição estatisticamente significativa na matriz dos biofilmes de C. glabrata ATCC 2001
534784. Na matriz dos biofilmes desta última estirpe em relação ao controlo foi de 34,5% e nas outras duas de 58,3 e
ATCC 2001 e 562123, respetivamente.
Relativamente à quantificação de polissacarídeos, tal como na quantificação se os resultados da sua concentração na matriz dos biof espetivo peso seco. A figura 14 apresenta então a qu
g) por grama de peso seco de biofilme, da matriz de biofilmes de , 534784 e 562123) na presença das duas concentrações de usadas e controlo positivo.
Representação gráfica da quantidade de polissacarídeos na matriz por grama de ), para biofilmes de três estirpes de C. glabrata (ATCC 2001 concentrações de voriconazol ([voric]) e controlo positivo, e respetivos padrão. (*Resultados com diferença significativa em relação ao controlo (P<0,05)
se que na ausência de s das três estirpes apresentaram presença de voriconazol verificou-
rês estirpes. Esta quando em presença da concentração de antifúngico mais em relação aos controlos. A ior impacto na quantidade em relação ao ATCC 2001 e 562123 mas sta última estirpe, essa 34,5% e nas outras duas de 58,3 e como na quantificação matriz dos biofilmes apresenta então a quantidade de biofilme, da matriz de biofilmes de C. uas concentrações de
Representação gráfica da quantidade de polissacarídeos na matriz por grama de peso seco ATCC 2001, 534784 e
respetivos desvios- em relação ao controlo (P<0,05))
Observando os resultados apresentados na figura 14, verifica-se que na presença de voriconazol houve aumento da quantidade de polissacarídeos na matriz dos biofilmes das três estirpes. Além disso, embora se observe uma ligeira diferença entre a quantidade de polissacarídeos na matriz dos biofilmes de controlo das três estirpes (primeira barra em cada caso), esta não é estatisticamente significativa (P≥0,05). Com a concentração de antifúngico mais baixa (10 µg/ml) observou-se aumento ligeiro da quantidade de polissacarídeos na matriz dos biofilmes em relação ao controlo, mas que não é estatisticamente significativo. Com a concentração de antifúngico mais elevada (1000 µg/ml), houve aumento estatisticamente significativo (P<0,05) da quantidade de polissacarídeos nas matrizes dos biofilmes dos isolados clínicos mas não significativo em C. glabrata ATCC 2001. Na matriz dos biofilmes desta estirpe, esse aumento de polissacarídeos em relação ao controlo foi de 20,4% e na dos biofilmes de C. glabrata 534784 e 562123 de 40,4 e 43,2%, respetivamente.
Finalmente na quantificação de ergosterol determinou-se o conteúdo deste composto na matriz dos biofilmes analisados por HPLC (cromatogramas em anexo) e normalizaram-se os resultados pelo respetivo peso seco. A tabela 3 apresenta então a quantidade de ergosterol (mg) por grama de peso seco de biofilme, da matriz de biofilmes de C. glabrata (ATCC 2001, 534784 e 562123) na presença das duas concentrações de voriconazol usadas e controlo positivo.
Tabela 3 – Resultados da quantidade de ergosterol ([ergosterol]) na matriz, obtida por HPLC, para
biofilmes de três estirpes de C. glabrata (ATCC 2001, 534784 e 562123) na presença de duas concentrações de voriconazol (voric.) e o controlo positivo (sem antifúngico)
Estirpe [ergosterol] (mgergosterol/gbiofilme)
0 µg/ml voric. 10 µg/ml voric. 1000 µg/ml voric.
ATCC 2001 0,005 - 0,013 0,003 - 0,004 0,017 - 0,062
534784 0,006 - 0,136 0,004 - 0,125 0,028 - 0,164
562123 <0,005 - 0,010 <0,004 - 0,005 0,006 - 0,043
Observando os resultados apresentados na tabela 3, verifica-se que tanto nas matrizes dos biofilmes com as duas concentrações de voriconazol como nos de controlo positivo (sem voriconazol), o conteúdo em ergosterol foi de forma geral o maior em C.
glabrata 534784 e o menor em C. glabrata 562123. Verifica-se também que nas
matrizes dos biofilmes de todas as estirpes, a concentração mais baixa de voriconazol levou à diminuição ligeira dos extremos dos intervalos de conteúdo em ergosterol em relação aos dos controlos. Com a concentração de voriconazol mais elevada (1000 µg/ml) verificou-se o oposto, com um aumento ligeiro de ergosterol na matriz dos biofilmes da estirpe 562123 e significativo nas dos biofilmes de C. glabrata ATCC 2001 e 534784.