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Sivilsamfunnsengasjement og frivillig arbeid

Esta análise objetiva o conhecimento de cada uma das variáveis, para se entender como foram avaliadas pela amostra pesquisada. Para tanto, utilizou-se o valor mínimo (mínimo), o valor máximo (máximo), a média e o desvio-padrão. O valor mínimo e o valor máximo dão ideia da amplitude dos dados, pois sua comparação atesta se coincidem com os extremos originais da escala utilizada que, neste caso, foi uma escala likert de “0” a “10”, com os extremos indicando o nível de discordância/concordância com as variáveis do questionário. Como medida de tendência central foi adotada a média, que revela o nível de concordância apresentado pelos itens do questionário, segundo a opinião dos entrevistados. Em associação com a média, utilizou-se o desvio-padrão, para se ter uma ideia da dispersão ou da variabilidade dos dados. Um desvio-padrão pequeno indica que os dados estão próximos da média e, portanto, tem-se um consenso entre os entrevistados. Os desvios-padrão maiores indicam que os dados estão mais distantes da média, refletindo em

uma maior divergência na opinião entre os entrevistados (ANDERSON, SWEENEY; WILLIAMS, 2007).

A Tabela 1 apresenta as variáveis de mensuração do construto Altruísmo. Observa- se que para todas as variáveis o valor mínimo observado foi “0” e o valor máximo “10”, o que coincide com os extremos da escala utilizada. As médias apresentadas por tais variáveis ficaram próximas e no geral elevadas (acima de 8,00), com exceção da variável 2

– Meu “companheiro brasileiro de ministério” ajuda os outros de forma egoísta somente por uma questão de ajudar, que possui sentido inverso e apresentou uma média muito

baixa (2,67). Os desvios-padrão foram relativamente elevados, indicando uma boa variabilidade das respostas.

TABELA 1

Estatística descritiva das variáveis de mensuração do construto Altruísmo

Variável n Mínimo Máximo Média Desvio-

Padrão

2 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" ajuda os

outros de forma egoísta somente por uma questão de ajudar. 149 0 10 2,67 3,59 8 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" defenderia

alguém caso pensasse que este (a) estivesse a ser tratado injustamente, mesmo que esta ação o tornasse impopular.

149 0 10 7,56 2,94

6 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" defende em público o direito das pessoas que estão em necessidade dentro da minha organização (igreja, agência missionária, país)

147 0 10 7,82 2,81

7 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" acredita que

o que ele faz traz muitos benefícios a outras pessoas. 148 0 10 8,28 2,47 3 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" ajuda os

outros mesmo que envolva um sacrifício pessoal. 150 0 10 8,43 2,33 5 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" ajuda os

outros, mesmo que não envolva nenhum ganho pessoal. 151 0 10 8,49 2,49 4 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" é autêntico

(verdadeiro). 150 0 10 8,51 2,48

1 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" possui

convicções morais fortes. 151 0 10 8,77 1,97 Fonte: Original desta pesquisa.

As estatísticas descritivas das variáveis do construto Delegação são apresentadas na Tabela 2, onde se pode verificar que para todas as variáveis o valor mínimo observado foi “0”. Com relação a todas as variáveis, o valor mínimo observado foi “0” e o valor máximo “10”, com exceção da variável 12 – Meu "companheiro brasileiro de ministério" quer que

eu tenha a autoridade que eu preciso para cumprir os meus deveres, que apresentou como

mínimo “1”. As variáveis apresentaram médias semelhantes. Somente a variável 11 - Meu

"companheiro brasileiro de ministério" correrá o risco das consequências de uma falha em favor de pessoas que trazem uma nova ideia apresentou uma média mais baixa (6,89) e

o maior desvio-padrão (3,43). Os desvios-padrão das outras variáveis foram relativamente elevados, indicando uma boa variabilidade nas respostas.

TABELA 2

Estatística descritiva das variáveis de mensuração do construto Delegação

Variável n Mínimo Máximo Média Desvio-

Padrão

11 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" correrá o risco das consequências de uma falha em favor de pessoas que trazem uma nova ideia.

150 0 10 6,89 3,43

9 - Meu líder confia poder a outros em nossa organização. 147 0 10 7,54 3,09 14 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" envolve

seguidores no planejamento e na tomada de decisão. 150 0 10 7,78 2,76 10 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" repassa tarefas

de uma maneira que desenvolva pessoas que possuam um potencial de liderança.

150 0 10 7,99 2,72

15 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" passa poder a

outros. 150 0 10 8,21 2,59

16 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" divide poder

com os outros para atingir as necessidades da organização. 150 0 10 8,30 2,68 13 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" oferece

escolhas para seus seguidores. 148 0 10 8,36 2,43 12 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" quer que eu

tenha a autoridade que eu preciso para cumprir os meus deveres. 150 1 10 8,46 2,42 Fonte: Original desta pesquisa.

A Tabela 3 exibe as estatísticas descritivas para as variáveis de mensuração do construto Humildade, que apresentaram valores mínimos e máximos coincidentes com a

escala utilizada, com exceção da variável 23 - A humildade do meu "companheiro

brasileiro de ministério" está alinhada com uma autoestima saudável, que apresentou

como mínimo “2”. As médias das variáveis foram semelhantes (entre 7,34 e 8,69) e os desvios-padrão elevados.

TABELA 3

Estatística descritiva das variáveis de mensuração do construto Humildade

Variável n Mínimo Máximo Média Desvio-

Padrão

18 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” não se gaba

das suas realizações. 148 0 10 7,34 3,67 19 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” não é focado

nele mesmo, mas nos colaboradores da organização. 151 0 10 7,54 3,07 20 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” aceita críticas

apropriadas (construtivas). 151 0 10 7,68 2,95 25 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” ficaria

desconfortável se somente ele representasse uma conquista que foi resultado do esforço do grupo.

151 0 10 7,77 3,11

26 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” consulta outros na organização (igreja, agência missionária, país) quando ele não tem todas as respostas.

151 0 10 8,40 2,37

17 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” é uma pessoa

humilde. 150 0 10 8,49 2,53

21 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” procura ajuda

de outras pessoas na organização caso necessário. 150 0 10 8,49 2,41 24 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” escuta com

respeito o que os seguidores (colaboradores) têm para dizer. 151 0 10 8,68 2,36 23 – A humildade do meu “companheiro brasileiro de

ministério” está alinhada com uma autoestima saudável. 149 2 10 8,69 2,12 22 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” acredita que

todas as pessoas são dignas de respeito. 149 0 10 8,77 2,15 Fonte: Original desta pesquisa.

As estatísticas descritivas das variáveis do construto Amor são exibidas na Tabela 4, que mostra que a única variável cujo valor mínimo não coincidiu com o da escala utilizada foi a 29 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" é gentil (mínimo de “1”). Essa foi também a variável que apresentou a maior média (9,02) e o menor desvio-padrão

(1,92). Já a variável 31 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" permanece tranquilo

no meio de agitação, apresentou a menor média (6,77) e o maior desvio-padrão (3,39).

Observa-se um comportamento diferenciado das variáveis deste construto, no que tange à média e ao desvio-padrão.

 

TABELA 4

Estatística descritiva das variáveis de mensuração do construto Amor

Variável n Mínimo Máximo Média Desvio-

Padrão

31 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” permanece

tranquilo no meio de agitação. 150 0 10 6,77 3,39 32 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” possui tato

quando confrontado com ira. 149 0 10 6,93 3,26 30 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” permanece

calmo no meio de turbulências. 149 0 10 7,44 3,12 36 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” cuida das

pessoas na organização (igreja, agência missionária, país) ainda que alguns trabalhadores não concordem com ele.

151 0 10 8,38 2,48

27 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” demonstra amor por seus colaboradores sempre fazendo as coisas certas, no momento certo e pelas razões certas.

150 0 10 8,40 2,50

34 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” demonstra

compaixão por todos independente de status ou posição. 147 0 10 8,47 2,37 33 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” encoraja seus

colaboradores de propósito. 150 0 10 8,61 2,23 35 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” é hábil para

perdoar. 150 0 10 8,64 2,18

28 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” é compassivo. 151 0 10 8,73 2,24 29 – Meu “companheiro brasileiro de ministério” é gentil. 150 1 10 9,02 1,92 Fonte: Original desta pesquisa.

 

A Tabela 5 exibe as estatísticas para os itens do construto Serviços. Verifica-se que todas as variáveis apresentaram como mínimo “0” e como máximo “10”, ou seja, os extremos da escala utilizada. As médias foram bem semelhantes, bem como os desvios- padrão, com exceção somente da variável 39 - Meu "companheiro brasileiro de ministério"

pode ser tão eficiente (boa) como seus membros", que apresentou uma média menor e um

desvio-padrão mais distante das outras variáveis.

TABELA 5

Estatística descritiva das variáveis de mensuração do construto Serviços

Variável n Mínimo Máximo Média Desvio-

Padrão

39 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" concordaria com a declaração, "uma organização (igreja, agência

missionária, país) só pode ser tão eficiente (boa) como seus membros".

151 0 10 7,52 2,99

42 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" modela (influencia) o ato de servir aos outros na organização (igreja, agência missionária, país) de forma intencional.

147 0 10 8,05 2,64

38 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" entende o serviço como o centro da liderança que serve seus

colaboradores.

151 0 10 8,13 2,51

41 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" compreende o

ato de servir como a função principal da liderança. 149 0 10 8,51 2,43 37 - A maneira como meu "companheiro brasileiro de

ministério" serve encoraja outros. 150 0 10 8,57 2,40 40 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" compreende

que servir a outros é mais importante. 149 0 10 8,70 2,28 Fonte: Original desta pesquisa.

 

As variáveis do construto Visão apresentaram comportamento semelhante à variáveis do construto Serviços, como pode ser verificado na Tabela 6. Seus valores mínimo e máximos são iguais ao da escala utilizada e as médias e desvios-padrão são semelhantes, com exceção da variável 48 – Meu "companheiro brasileiro de ministério"

identifica a necessidade dos colaboradores antes de planear um novo programa, que

TABELA 6

Estatística descritiva das variáveis de mensuração do construto Visão

Variável n Mínimo Máximo Média Desvio-

Padrão

48 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" identifica a necessidade dos colaboradores antes de planear um novo programa.

151 0 10 7,90 2,67

46 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" certifica que os funcionários têm uma imagem ideal do futuro da organização (igreja, agência missionária, país).

151 0 10 8,05 2,41

44 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" transmite aos colaboradores a importância da visão compartilhada para entender como a visão dos colaboradores encaixa na organização (igreja, agência missionária).

151 0 10 8,15 2,46

49 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" fala sobre sua visão da organização (igreja, agência missionária, país) considerando pessoas em potencial, ao invés de crescimento numérico (número de pessoas dentro das igrejas).

151 0 10 8,20 2,44

43 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" alinha sua

visão com os valores dos cooperadores. 150 0 10 8,21 2,34 45 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" conversa com

os colaboradores e questiona sobre suas esperanças e sonhos. 149 0 10 8,28 2,53 47 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" me vê como

uma pessoa necessária e digna no futuro da organização (igreja, agência missionária, país).

150 0 10 8,57 2,32

Fonte: Original desta pesquisa.  

As variáveis do construto Confiança, como mostra a Tabela 7, apresentaram como mínimo “0” e como máximo “10”, coincidindo com os extremos da escala. Entretanto, observou-se dois grupos de variáveis: as que apresentaram média inferior a 8,00 (variáveis 52, 53 e 54) e as com média superior a 8,00. Os desvios-padrão, por outro lado, foram semelhantes, variando entre 2,56 e 2,83.

TABELA 7

Estatística descritiva das variáveis de mensuração do construto Confiança

Variável n Mínimo Máximo Média Desvio-

Padrão

52 - A reputação do "companheiro brasileiro de ministério" é determinada pela quantidade de confiança dada aos seus colaboradores.

148 0 10 7,55 2,83

53 - Os "companheiros brasileiros de ministério" em minha organização (igreja, agência missionária, país) fazem o que eles dizem.

149 0 10 7,67 2,56

54 - Minha confiança em minha organização (igreja, agência missionária, país) se relaciona com a confiança do meu "companheiro brasileiro de ministério" em mim.

151 0 10 7,87 2,67

56 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" é mais receptivo para experimentar minhas habilidades, quando ele confia em mim.

150 0 10 8,11 2,69

55 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" demonstra confiança em mim, por estar aberto para receber contribuições minhas.

148 0 10 8,18 2,84

50 - A preocupação do "companheiro brasileiro de ministério" comigo contribui com minha preocupação para a organização (igreja, agência missionária, país).

150 0 10 8,34 2,59

51 - O nível de confiança do meu "companheiro brasileiro de ministério" em mim contribui para o meu cuidado com a organização (igreja, agência missionária, país).

149 0 10 8,38 2,56

Fonte: Original desta pesquisa.

Por fim, a Tabela 8 mostra as estatísticas descritivas dos itens de mensuração da Adaptação. Esse foi o grupo de variáveis que apresentou valores mais homogêneos de média e desvio-padrão. As médias, no geral, foram altas (acima de 8,00), e os desvios- padrão regulares, o que mostra algum nível de variabilidade nos dados.

TABELA 8

Estatística descritiva das variáveis de mensuração do construto Adaptação

Variável n Mínimo Máximo Média Desvio-

Padrão

59 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" demonstra

desejo de aprender outros idiomas (dialetos). 149 0 10 8,33 2,78 63 - A família do meu "companheiro brasileiro de ministério"

adaptou em meu país muito bem. 145 0 10 8,36 2,76 58 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" líder convive

bem com as diferenças culturais. 150 0 10 8,46 2,47 60 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" possui fluência

em minha língua (português). 151 0 10 8,52 2,61 62 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" adaptou em

meu país muito bem. 151 0 10 8,55 2,48 57 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" demonstra

interesse pela cultura e pela sociedade do meu país. 149 0 10 8,56 2,43 61 - Meu "companheiro brasileiro de ministério" possui

habilidade de comunicação. 149 0 10 8,92 2,20 Fonte: Original desta pesquisa.