Kapittel 9: Informantene som elever og lesere
9.4 Lesere og ikke-lesere
9.4.1 Ikke-leserne
9.4.1.4 Silje – en ikke-leser med en overordnet strategi for lesing av fiksjonstekster
Uma das responsabilidades da enfermeira-chefe dos serviços de RM e TC2 é controlar a necessidade de produtos que são utilizados no acompanhamento e finalização dos exames e fazer os pedidos do mesmo junto ao almoxarifado central do HUOL.
De acordo com informações obtidas no MV2000i, dentre os pedidos feitos para RM e TC, estão: almofada para carimbo, água mineral, caneta esferográfica, clips para papel, cola para papel, copo descartável, corretor para erro datilográfico, disquete alta densidade, envelope tipo saco, etiqueta auto-adesiva, fita adesiva gomada e branca, fita para impressora, formulário contínuo 2 vias, grampo para grampeador, lápis grafite, lápis lumicolor, livro ata, livro de protocolo, papel contato, papel ofício para cópia xerográfica, pasta AZ, pasta plástica, pincel atômico e saco plástico transparente.
Alguns desses materiais fazem parte da seqüência de atividades de realização dos exames, uma vez que estes não são concluídos sem que seja emitido o laudo e devidamente entregue ao paciente, como, por exemplo: almofada para carimbo, caneta esferográfica, corretor para erro datilográfico, disquete, envelope, formulário contínuo, entre outros. E outros realizam suporte ao bom andamento da atividade, fazendo parte diretamente da
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Os serviços de RM e TC funcionam no mesmo andar do centro de diagnóstico por imagem. A estrutura montada naquele ambiente serve, portanto, a ambos os serviços, o que inclui além do espaço físico à limpeza, a lavanderia, parte da mão-de-obra, entre outros.
realização dos exames, já que fazem parte do direcionamento do paciente em sua chegada até a entrega do diagnóstico (laudos e filmes) aos mesmos.
Através do Sistema Controle de Estoque do MV2000i se buscou informação dos pedidos realizados pela chefe de enfermagem responsável pelos serviços de tomografia computadorizada e ressonância magnética, e não há separação entre os pedidos realizados para ambos. Dessa forma, foram analisados os pedidos mensais daqueles serviços, determinando-se qual a quantidade e o valor monetário do material de consumo disponibilizado mensalmente para a realização dos exames. E para confirmação da acurácia das informações verificadas, ainda se confirmou a quantidade pedida mensalmente com a enfermeira responsável.
Assim sendo, se chegou à conclusão que em média o custo mensal com material de consumo dos serviços de tomografia computadorizada e ressonância magnética é de R$ 483,73. É importante que este valor seja apropriado por serviço, encontrando-se o custo disponibilizado para a ressonância magnética; desse modo, tem-se que se realizar o rateio, onde será utilizado como direcionador de atividades o número de exames realizados, já que estes espelham fielmente os recursos despendidos para cada serviço. Para isso, tem-se a Tabela 1 e foi gerada ainda a Tabela 3 (média diária foi obtida considerando-se o funcionamento nos 20 dias úteis do mês), visualizando-se a média dos exames realizados mensalmente.
Tabela 3 – Número de Exames Realizados na Tomografia Computadorizada CDI/HUOL Mês/Ano Quantidade Média Diária
Outubro/2005 71 4 Novembro/2005 378 19 Dezembro/2005 122 6 Janeiro/2006 222 11 Fevereiro/2006 250 13 Março/2006 474 24 Abril/2006 224 11 Maio/2006 460 23 Junho/2006 260 13 Julho/2006 338 17 Média 280/mês 14/dia Fonte: Adaptada MV2000i.
Assim, tem-se a possibilidade de gerar a tabela 4.
Tabela 4 – Custo Mensal com Material de Consumo Proporcional aos Serviços de TC e RM CDI/HUOL SERVIÇO EXAMES PARTICIPAÇÃO CUSTO
RM 119 29,82% R$ 144,25
TC 280 70,18% R$ 339,48
TOTAL 399 100% R$ 483,73
4.2.1.2.1 Filmes
Os pedidos de filmes, aqui classificados também como materiais de consumo, dado o controle da enfermeira-chefe via almoxarifado central, também são realizados de forma única para os dois serviços aqui já citados (TC e RM). No entanto, foi possível se alcançar um controle apurado desta informação, uma vez que, é mantido na recepção o registro da quantidade de filmes utilizados em cada exame entregue aos pacientes.
Assim se verificou no livro histórico dos exames de Ressonância Magnética (contendo data do exame, nome do paciente, procedência – interno ou externo –, registro, tipo da RM, médico solicitante, quantidade de filmes, médico, técnico e assinatura), todos os exames realizados desde a incorporação do serviço na unidade hospitalar aqui em estudo, focando a análise na quantidade de filmes utilizados em cada um deles.
Para descrição dos dados, se verificou que não se fazia necessária a exposição da quantidade de filmes utilizada em cada exame, uma vez que isso se tornaria redundante. Assim, para que pudesse haver a melhor interpretação do que ocorre, se optou por usar a mediana, por sua capacidade de representar os dados visualizados (FREUND; SIMON, 2000). A mediana foi recomendada considerando-se a sua característica de medida de localização de tendência central, precisando-se “evitar a possibilidade de sermos enganados por valores muito pequenos ou muito grandes [...]” (FREUND; SIMON, 2000, p. 46).
Determinada a mediana por tipo de exame, se obtêm os números descritos na Tabela 5. Os valores foram obtidos através da análise dos exames que foram realizados durante o intervalo de tempo do estudo. Porém, para se chegar ao número que representa a quantidade de filmes utilizada no exame de RM, desconsiderando os diversos tipos, já que há uma tendência de comportamento bastante semelhante entre os mesmos, se optou por encontrar a mediana dos dados da Tabela 5, o que gerou as Tabelas 6 e 7.
Tabela 5 – Número de Filmes Utilizados por Tipo de Exame de RM CDI/HUOL TIPO MEDIANA (n° Filmes)
Abdômen 6 Angio RM 4 Braço 7 Coluna 3 Crânio 5 Fêmur 6 Joelho 5 Ombro 5 Ouvido 4 Pelves 5
Pescoço 6 Qualdril 6
Sela Túrcica 5
Tórax 5 Tornozelo 4
Fonte: Adaptada do Livro Histórico da Ressonância Magnética – CDI/HUOL.
Assim, tem-se na Tabela 6, na coluna de dados, o número de filmes utilizados por exame e na coluna seguinte a freqüência com que este número ocorre, visualizando-se que tanto o centro do conjunto de dados, quanto o número que ocorre com maior freqüência, é o número 5.
Tabela 6 – Freqüência da Base dos Dados da Tabela 5 VALORES (DADOS) FREQUÊNCIA
3 1 4 3 5 6 6 4 7 1 TOTAL 15 Fonte: Elaboração Própria.
Ratificando-se a questão, foram calculadas as medidas de localização dos dados da Tabela 5, o que gerou a Tabela 7, a qual permite se visualizar que em qualquer uma das medidas de localização o número 5 é o que representa fielmente o número de filmes utilizados por exame de RM.
Tabela 7 – Número de Filmes Utilizados no Exame de RM CDI/HUOL
NÚMERO REPRESENTATIVO
MÉDIA 5 MEDIANA 5
MODA 5 Fonte: Elaboração Própria.
Assim, as Tabelas 6 e 7 permitem verificar que o número que representa apropriadamente a quantidade de filmes utilizadas em um exame de Ressonância Magnética é o 5. Este fato é demonstrado por três das medidas de tendência central. Ou seja, tanto na verificação do número médio de ocorrência, quanto na verificação da ocorrência central, quanto ao número que ocorre com maior freqüência.
De modo a demonstrar a continuidade do número encontrado, se constituiu a Tabela 8, com base em análise única dos 1.152 exames que deram origem às medianas da Tabela 5, o que mais uma vez comprovou que o número 5 ocorre com maior freqüência entre os exames realizados, conforme Tabelas 6 e 7.
Tabela 8 – Freqüência dos Exames de RM CDI/HUOL - Analisados de 10/2005 a 7/2006 VALORES FREQÜÊNCIA 1 7 2 94 3 194 4 127 5 430 6 217 7 57 8 19 9 6 10 1 TOTAL 1152 Fonte: Elaboração Própria.
Assim, após a análise criteriosa de quantos filmes são utilizados na emissão de um diagnóstico na RM, chega-se aos valores expostos na Tabela 9.
Tabela 9 – Custo Incorrido com Filmes por Exame de RM CDI/HUOL Realizado PREÇO DE COMPRA DA PELÍCULA DE FILME PARA A RM NÚMERO UTILIZADO CUSTO NORMAL POR EXAME R$ 6,25 5 R$ 31,25
Fonte: Elaboração Própria.