4.3 Sammenlikning av interaksjon på basen og på avdelingen i forhold til sosialisering
4.3.6 Roms betydning for interaksjon på basen og på avdelingen
H*- A idade dos sujeitos influência as motivações para frequentar o CCFE.
Para se averiguar se a idade dos sujeitos influenciava significativamente a motivação para frequentar o CCFE, procedeu-se à criação de uma nova variável que distinguiu os sujeitos em dois grupos, um incluindo os indivíduos mais jovens e o outro os indivíduos mais velhos (a partição da amostra em dois grupos teve em consideração idades inferiores ou superiores a 45 anos de idade, respectivamente).
Esta divisão baseou-se na análise descritiva, a qual revelou que 50% dos inquiridos tinham menos ou 45 anos.
Para testar se as referidas diferenças eram significativas utilizou-se o teste não-paramétrico Mann-Whitney (variáveis ordinais e nominais), que a nível descritivo (tabela 38) permitiu constatar que os sujeitos mais jovens tinham uma ordenação média de respostas mais elevada comparativamente aos sujeitos mais velhos (maior concordância na escala de Likert) em qualquer dos itens que constituem a motivação dos inquiridos para frequentar o CCFE (dez questões).
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Tese de Mestrado para a obtenção do grau de Mestre em MPA – Administração Pública, Especialização em Administração da Saúde.
A estatística calculada permitiu concluir que existe evidência estatística para afirmar que a motivação para frequentar o CCFE não diferia significativamente consoante a idade dos sujeitos (P-value > 0,05 =α)(tabela 38).
Tabela 38
Teste não-paramétrico Mann-Whitney para avaliar se a idade sujeitos influenciava significativamente a motivação para frequentar o CCFE
Item Grupo Etário N.º Média das
Ordens Mann-Whitney U P-value
Imposição legal <= 45 anos 24 19,42 122,000 0,439 > 45 anos 12 16,67
Motivação pessoal <= 45 anos 24 18,00 132,000 0,660 > 45 anos 12 19,50
Facilitar o desenvolvimento pessoal <= 45 anos 24 17,88 129,000 0,586 > 45 anos 12 19,75
Facilitar o desenvolvimento profissional <= 45 anos 24 19,83 112,000 0,246 > 45 anos 12 15,83
Colmatar falhas de conhecimentos <= 45 anos 24 17,75 126,000 0,531 > 45 anos 12 20,00
Plano de estudos atractivo <= 45 anos 24 18,21 137,000 0,801 > 45 anos 12 19,08
Aumentar oportunidades de progressão na carreira <= 45 anos 24 18,58 142,000 0,941 > 45 anos 12 18,33
Aumentar oportunidades de promoção na carreira <= 45 anos 24 17,77 126,500 0,525 > 45 anos 12 19,96
Aumentar salário <= 45 anos 24 16,25 90,000 0,059 > 45 anos 12 23,00
Ser reconhecido pelos colegas e chefe <= 45 anos 24 16,17 88,000 0,054
> 45 anos 12 23,17
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H**- O cargo que os Enfermeiros ocupam influência a motivação para frequentar o CCFE
Para se averiguar se o cargo que os Enfermeiros ocupam influenciava a motivação para frequentar o CCFE, utilizou-se o teste não-paramétrico Kruskal-Wallis.
Este revelou significâncias (P-value>0,05) que permitem afirmar que a motivação para frequentar o CCFE não difere consoante o cargo que os Enfermeiros ocupam(tabela 39).
Tabela 39
Teste não-paramétrico Kruskal-Wallis
Item Kruskal Wallis P-value
Imposição legal 5,441 0,142
Motivação pessoal 2,957 0,398
Facilitar desenvolvimento pessoal 2,262 0,520
Facilitar desenvolvimento profissional 0,398 0,941
Colmatar falhas conhecimentos 0,956 0,812
Plano de estudos atractivo 1,759 0,624
Aumentar oportunidades de progressão na carreira 5,013 0,171
Aumentar oportunidades de promoção na carreira 4,288 0,232
Aumentar salário 0,998 0,802
Ser reconhecido pelos colegas e chefe 2,338 0,505
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H1 – A realização do Curso de Complemento de Formação em Enfermagem permitiu a promoção dos Enfermeiros
O cruzamento das variáveis “Frequentou o Curso de Complemento de Formação em Enfermagem?” e “Após ter realizado o Curso de Complemento de Formação em Enfermagem promovido na carreira60”, revelou que existia um
predomínio de respostas discordantes à questão, isto é, 91,6% (n=33) dos Enfermeiros não foram promovidos após frequentarem o CCFE(tabela 40).
Tabela 40
Cruzamento das variáveis “Frequentou o CCFE” * “Fui promovido”
Pergunta Resposta Fui Promovido
Frequentou o
CCFE Sim
Discordo
totalmente concordo Não Não concordo nem discordo Concordo 26 (72,2%) 7 (19,4%) 2 (5,6%) 1 (2,8%)
Fonte: Elaboração própria.
H2 - A realização do Curso de Complemento de Formação em Enfermagem permitiu a progressão na carreira dos Enfermeiros
Para se testar H2, optou-se pelo cruzamento das questões do questionário construídas para o efeito, isto é o cruzamento das variáveis “Frequentou o Curso de Complemento de Formação em Enfermagem?” e “Após ter realizado o Curso de Complemento de Formação em Enfermagem progredi na carreira61”.
60
Variáveis de resposta exclusiva aos sujeitos que frequentaram o CCFE impedindo a realização de testes de hipóteses.
61
Variáveis de resposta exclusiva aos sujeitos que frequentaram o CCFE impedindo a realização de testes de hipóteses.
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A análise revelou que 80,5% (n=29) dos sujeitos com CCFE não progrediram na carreira(tabela 41).
Tabela 41
Cruzamento das variáveis “Frequentou o CCFE * “Progrediu na carreira”
Pergunta Resposta Progredi na Carreira
Frequentou o
CCFE Sim
Discordo
totalmente concordo Não Não concordo nem discordo Concordo totalmente Concordo 22 (61,1%) 7 (19,4%) 3 (8,3%) 3 (8,3%) 1 (2,8%)
Fonte: Elaboração própria.
H3 - A realização do Curso de Complemento de Formação em Enfermagem permitiu o aumento de salário dos Enfermeiros
A mesma análise mostrou que a totalidade dos Enfermeiros (n=36) com CCFE deram respostas discordantes à questão, isto é, não tiveram aumentos de salário após a conclusão do CCFE (tabela 42).
Tabela 42
Cruzamento das variáveis “Frequentou o CCFE * “Aumentou o salário”
Item Resposta Aumentou o Salário
Frequentou o CCFE Sim
Discordo totalmente Não concordo 28 (77,8%) 8 (22,2%)
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H4 - A realização do Curso de Complemento de Formação em Enfermagem permitiu o reconhecimento dos Enfermeiros
O cruzamento das variáveis “Frequentou o Curso de Complemento de Formação em Enfermagem?” e “Após ter realizado o Curso de Complemento de Formação em Enfermagem foi reconhecido colegas e chefe62”, permitiu concluir que
66,6% (n=24) dos sujeitos discordavam da questão, isto é não foram reconhecidos pelos colegas e chefe após a conclusão do CCFE(tabela 43).
Tabela 43
Cruzamento das variáveis “Frequentou o CCFE * “Foi reconhecido colegas e chefe”
Pergunta Resposta Foi reconhecido colegas e chefe
Frequentou o
CCFE Sim
Discordo
totalmente concordo Não
Não concordo nem discordo
Concordo 16 (44,4%) 8 (22,2%) 8 (22,2%) 4
(11,1%)
Fonte: Elaboração própria.
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Variáveis de resposta exclusiva aos sujeitos que frequentaram o CCFE impedindo a realização de testes de hipóteses.
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H5 – Os Enfermeiros com qualificação de Bacharel permaneceram com os mesmos cargos
Para testar se existiam diferenças significativas nos cargos ocupados pelos Enfermeiros com a qualificação de bacharel utilizou-se o teste não paramétrico de Wilcoxon. A nível descritivo observou-se que 20 indivíduos têm um cargo actual mais elevado que o cargo ocupado no ingresso enquanto que os restantes 19 mantiveram o mesmo cargo.
A estatística calculada (Z=-4,128; P< 0,05) permite concluir que o cargo actual dos bacharéis é significativamente diferente daquele que tinham no ingresso.(tabela 44).
Tabela 44
Teste não-paramétrico de Wilcoxon
Cruzamento Valores N Média das Ordens Z P-value
Cargo Atual – Cargo Ocupado no
Ingresso Ordens Negativas 0 0,00 -4,128 0,000 Ordens Positivas 20 10,50 Igual 19 Total 39
Fonte: Elaboração própria.
H6 - Os Enfermeiros Bacharéis ocupam melhores cargos que os Enfermeiros que realizaram o CCFE
Para testar se existiam diferenças significativas nos cargos ocupados actualmente pelos Enfermeiros com a qualificação de bacharel e os Enfermeiros que realizaram o CCFE utilizou-se o teste não-paramétrico de Mann-Whitney, a nível descritivo (tabela 45). Este teste permitiu constatar que os sujeitos bacharéis tinham uma ordenação média de respostas mais baixa na escala de resposta a que correspondem cargos como: a prestação de cuidados; a gestão; o apoio à gestão, quando comparados a indivíduos com CCFE.
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A estatística calculada permitiu concluir que existiu evidência estatística para afirmar que o cargo ocupado pelos Enfermeiros bacharéis não diferia significativamente quando comparado a indivíduos com CCFE (P-value> 0,05 =α) (tabela 45).
Tabela 45
Teste não-paramétrico Mann-Whitney para verificar H6
Média das Ordens Mann-Whitney U P-value
Cargo Atual
Enfermeiros Bacharéis 24,74
185,000 0,238 Enfermeiros que realizaram o CCFE 30,08
Fonte: Elaboração própria.
a) Verificação dos elementos que tem cargos de chefia/apoio à gestão/gestão e prestação de cuidados e que ainda são bacharéis
Através da análise de frequência e considerando apenas os indivíduos bacharéis (14 indivíduos), constatou-se que 3 têm cargos de “chefia” (21,4%), 8 (57,1%) com cargos de “prestação de cuidados”, 2 (14,3%) com cargos de “apoio à gestão” e 1 (7,1%) com cargo de “gestão”(tabela 46).
Tabela 46
Ocupação de cargos por parte dos bacharéis
Cargo Ocupado Frequência Percentagem Prestação de Cuidados 8 57,1 Gestão 1 7,1 Apoio à Gestão 2 14,3 Chefia 3 21,4 Total 14 100,0
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b) Verificação dos cargos ocupados dos elementos que frequentaram o CCFE e que são licenciados
Através da análise de frequência e considerando apenas os indivíduos licenciados, ou seja, que realizaram o CCFE (37 indivíduos), constatou-se que 4 têm cargos de “chefia” (10,8%), 16 (43,2%) com cargos de “prestação de cuidados”, 16 (43,2%) com cargos de “apoio à gestão” e 1 (2,7%) com cargo de “gestão”(tabela 47).
Tabela 47
Ocupação de cargos por parte dos licenciados
Cargo ocupado Frequência Percentagem
Prestação de Cuidados 16 43,2
Gestão 1 2,7
Apoio à Gestão 16 43,2
Chefia 4 10,8
Total 37 100,0
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