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Results & Discussion of the Synthesis of (+)-crucigasterin 277

Com o objetivo de organizar o estudo do meio ao Engenho São Jorge dos Erasmos e fomentar que tipo de abordagem seria desenvolvida no local, elencamos alguns questionamentos sobre o Engenho. As respostas possibilitaram conhecer o que eles já sabiam, o que deveria ser aprofundado e quais as principais dificuldades. As perguntas tinham por objetivo saber se eles conheciam o lugar, para que foi construído, quem, onde e quando foi construído e qual era a importância do local para os dias de hoje.

Outra razão importante para a realização do levantamento dos conhecimentos prévios foi gerar um discussão sobre o local, levantar hipóteses que seriam ou não comprovadas no dia do estudo do meio. Assim, não foram dadas respostas, visto que elas seriam ou não confirmadas por eles mesmos ao serem alocados na posição de pesquisador.

Na questão “Que lugar é esse?, as respostas foram variadas, mas a grande parte dos alunos soube informar que aquele local era um Engenho (45, em um total de 64). O resultado expressivo é explicado em razão d os alunos receberem um

material pedagógico sobre a história e geografia de Santos, em que o Engenho é uma das temáticas abordadas.

As demais respostas variaram muito e foram as seguintes: casa antiga, uma fábrica de moer açúcar, lugar onde se guardam ossos, um museu, uma casa, um lugar histórico e um armazém.

De um modo geral, as associações feitas demonstraram que os alunos possuíam uma noção sobre o local e que havia uma relação entre fábrica, açúcar, ossos e museu.

Na questão 2, “Para que foi construído?”, os alunos levantaram múltiplas hipóteses, sendo mais recorrente a associação do lugar como um espaço de pesquisa (13 respostas), as demais foram: para receber turistas, para colocar esqueletos, ossos e conchas, para entrar em contato com a natureza, para os Homens de Sambaqui viverem, para brincar, para visitar, para fazer piquenique, para moer cana, para o futuro, para servir de abrigo, para guardar coisas antigas, para os negros trabalharem, para fazer cana-de-açúcar, para alguém morar, para os escravos trabalharem.

Vale ressaltar dois pontos importantes, primeiro a dificuldade que os alunos possuem em compreender o tempo e a sua duração, pois, em muitas conversas em sala de aula, pudemos perceber que eles não compreendem que os Homens de Sambaqui viveram em uma temporalidade diferente dos indígenas, da chegada dos portugueses e da construção do Engenho, pois o passado é entendido como um bloco único e estático, e um segundo ponto, a frequente associação de ossos e esqueletos ao Engenho, que pode ser explicado pelo vídeo visto na escola sobre a escavação do cemitério.

Na questão 3 “ Quem o construiu?”, aparecem como respostas mais correntes: os portugueses (32) e os Homens de Sambaqui (13), as demais respostas foram: os trabalhadores, os escravos, meu tataravô, Pedro Álvares Cabral, Brás Cubas, os negros e os indígenas.

As duas respostas mais correntes justificam-se porque no primeiro bimestre, a presença dos Homens de Sambaqui no litoral paulista e a chegada dos portugueses são conteúdos trabalhados pelas professoras em sala de aula.

Na questão 4, “Onde foi construído?”, objetivamos conhecer se os alunos sabiam ou não que o Engenho estava localizado em Santos e, não em São Vicente, como muitos pensam, pois a região é um local de divisa entre os dois municípios.

A grande maioria respondeu Santos (31) ou Vila São Jorge (12), bairro onde está localizado o Engenho, e as demais respostas foram: São Vicente, em um lugar cheio de árvores e no terreno.

Acreditamos que o resultado pode ser explicado porque a maioria dos alunos reside no entorno do Engenho, em bairros como: Vila Maria, Vila São Jorge e Caneleira e, portanto, estão acostumados a percorrer suas ruas e avistar as ruínas. As demais respostas demonstraram soluções bem criativas, mas a cidade de São Vicente apareceu 7 vezes, o que comprova a confusão que existe, pois, no passado, o terreno onde está localizado o Engenho pertencia a São Vicente.

Na questão 5, “ Quando foi construído?”, os alunos deram as mais diferentes datações, portanto, tivemos como respostas mais frequentes: o ano de 1500 (14), devido à associação com o “descobrimento” do Brasil, anos atrás ( 11) e 1534 ( 9). As demais respostas foram desde o ano 2001 a 1020, evidenciando que os alunos dessa faixa etária ainda estão construindo a noção de temporalidade.

1) “Para achar coisas antigas” (Nathali).

2) Para estudar. (Antony, Natanael, Washington, Gabriela, Adriel) 3) “Bonito, para a gente estudar” (Sthefany)

4) “Para pesquisa.” (Paulo)

5) “Igual antigamente, só um pouco diferente. Para estudar e pesquisar” (Sandy)

6) “Ele é grande. Para aprender.” ( Vitória)

7) “Para moer a cana de açúcar, é um engenho.” (Fábio Aurélio, Albert).

8) “Para a gente ver.” (Tarcio) 9) “Está todo acabado.” (Larissa)

10) “Bom, hoje é um lugar diferente. Ele serve para estudar o passado.” Aline

11) “Serve de abrigo.” (Vinicius)

12) “Tem poucos muros e está pela metade. Serve pra estudar e pesquisar.” (Sara)

13) “Ele funciona. Serve para estudar.” (Victor)

14) “Legal, bonito e interessante. Para descobrir.” (Nicolly) 15) “Para o futuro.” (Vinicius, Kaique)

16) “Para visitar.” (Hiago, Igor)

17) “Para mostrar coisas antigas.” (Matheus, Felipe) 18) “Para as pessoas.” (Raquel)

19) “Ele se renovou.” (Fernanda)

20) “Um lugar onde os arqueólogos acharam objetos preciosos.” (Julio) 21) “Um lugar para entrar em contato com a natureza e com a nossa

história.” (Julia, Bianka e Geovana) 22) “Para passear.” (Alessandra)

23) “É um museu e serve para ver o passado.” (Anne, Yasmym) 24) “Ele está velho e serve para visitar.” (Manoleis)

25) “Cheio de mato e árvores e é para a gente jogar futebol.” (Alex) 26) “É uma escola. “Para ensinar.” (Vitória)

27) “Para ver ossos e conchas.” (Mariana)

28) “Cheio de matos e árvores. Para fazer piquenique.” (Beatriz) 29) “É um bom lugar.” (Higlison, Vinicius)

30) “Para guardar coisas.” (Victor Rodrigues, Luiz Miguel, Rafael, Isac, Vitor Hugo)

31) “Para brincar muito.” (Peterson, Richard) 32) “Para ver ossos.” (Gean, Kleber)

33) “Como museu” (Adilson)

Na última questão, “Como é esse lugar hoje? Para que ele serve?”, as respostas foram muito diferenciadas, mas interessantes, e demonstraram que os alunos tinham uma noção de que aquele lugar estava associado à pesquisa, às coisas antigas, a um lugar para visitar e estudar, como veremos a seguir:

Na última questão, “Como é esse lugar hoje? Para que ele serve?”, as respostas foram muito diferenciadas, mas interessantes, e demonstraram que os alunos tinham uma noção de que aquele lugar estava associado à pesquisa, às coisas antigas, a um lugar para visitar e estudar, como veremos a seguir:

1) “Para achar coisas antigas” (Nathali).

2) Para estudar. (Antony, Natanael, Washington, Gabriela, Adriel) 3) “Bonito, para a gente estudar” (Sthefany)

4) “Para pesquisa.” (Paulo)

5) “Igual antigamente, só um pouco diferente. Para estudar e pesquisar” (Sandy)

6) “Ele é grande. Para aprender.” ( Vitória)

7) “Para moer a cana de açúcar, é um engenho.” (Fábio Aurélio, Albert).

8) “Para a gente ver.” (Tarcio) 9) “Está todo acabado.” (Larissa)

10) “Bom, hoje é um lugar diferente. Ele serve para estudar o passado.” Aline

11) “Serve de abrigo.” (Vinicius)

12) “Tem poucos muros e está pela metade. Serve pra estudar e pesquisar.” (Sara)

13) “Ele funciona. Serve para estudar.” (Victor)

14) “Legal, bonito e interessante. Para descobrir.” (Nicolly) 15) “Para o futuro.” (Vinicius, Kaique)

16) “Para visitar.” (Hiago, Igor)

17) “Para mostrar coisas antigas.” (Matheus, Felipe) 18) “Para as pessoas.” (Raquel)

19) “Ele se renovou.” (Fernanda)

20) “Um lugar onde os arqueólogos acharam objetos preciosos.” (Julio) 21) “Um lugar para entrar em contato com a natureza e com a nossa

história.” (Julia, Bianka e Geovana) 22) “Para passear.” (Alessandra)

23) “É um museu e serve para ver o passado.” (Anne, Yasmym) 24) “Ele está velho e serve para visitar.” (Manoleis)

25) “Cheio de mato e árvores e é para a gente jogar futebol.” (Alex) 26) “É uma escola. “Para ensinar.” (Vitória)

27) “Para ver ossos e conchas.” (Mariana)

28) “Cheio de matos e árvores. Para fazer piquenique.” (Beatriz) 29) “É um bom lugar.” (Higlison, Vinicius)

30) “Para guardar coisas.” (Victor Rodrigues, Luiz Miguel, Rafael, Isac, Vitor Hugo)

32) “Para ver ossos.” (Gean, Kleber) 33) “Como museu” (Adilson)