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Proposed amendments to the Domain Regulation

No que toca à análise quantitativa das edições escolhidas para esta pesquisa, criámos tabelas onde inserimos o nome da peça em questão, o seu género jornalístico, o tema, a secção onde se insere, a página em que foi publicado e o destaque de primeira página, no caso de ele existir, bem como o local onde se reporta a notícia. Estas categorias foram feitas por edição para cada um dos jornais na mesma tabela (ver Apêndices 21 a 67).

Foram analisadas um total de 6472 peças, distribuídas por 46 edições e por 12 meses (ver Apêndice 2). Seis destas 46 edições foram publicadas ao domingo, o que significa que do Diário de Coimbra existem resultados de 46 edições e do Diário As Beiras apenas de 40, visto este jornal não ser publicado neste dia da semana. Traduzido em número de peças, isto significa que foram analisadas 2776 peças referentes apenas ao

Diário de Coimbra e 2767 peças publicadas apenas no Diário As Beiras. Somando estes

valores com o número de peças iguais em ambos, obtemos um total de 3705 peças publicadas pelo Diário de Coimbra e 3696 peças publicadas pelo Diário As Beiras. O gráfico abaixo mostra a taxa das peças publicadas por cada um dos jornais e das peças publicadas por ambos sobre o mesmo tema.

Gráfico 1

Percentagem de peças dadas pelo Diário de Coimbra e pelo Diário As Beiras

DC 43% DB 43% Ambos 14%

Estes dados mostram que, se tivermos em conta que o Diário As Beiras tem menos seis edições, ele tem quase o mesmo número de peças que o Diário de Coimbra em 46

edições. As percentagens apontam para 43% de peças veiculadas por cada um dos jornais e apenas 14% de peças partilhadas por ambos.

Por isso analisámos estes mesmos dados para os dias da semana de segunda-feira a sábado, excluindo as peças publicadas ao domingo pelo Diário de Coimbra. As conclusões confirmam-se, sendo que o total de peças do Diário As Beiras (2767) é superior à do Diário de Coimbra (2346) (ver Apêndice 3).

Podemos portanto concluir que em cada edição o Diário As Beiras dá mais informação noticiosa, isto se tivermos em conta o número de peças em cada um. Claro que isto pode significar que o jornal dê menos espaço a cada um dos temas, mas quer de certeza dizer que o número de assuntos veiculados é maior.

O gráfico abaixo mostra as percentagens decorrentes do total das peças publicadas, excluindo os domingos. Atentando agora nestes dados percebemos a diferença em relação ao gráfico de cima onde os dois jornais têm a mesma percentagem apesar de terem sido analisadas menos seis edições do Diário As Beiras correspondentes aos domingos.

Gráfico 2

Total de peças dadas pelo Diário de Coimbra e pelo Diário As Beiras excluindo os domingos

DC 39% DB 46% Ambos 15%

Confirmamos aqui, mais uma vez, que quando equiparamos o número de edições analisadas por jornal, o Diário As Beiras fica em vantagem em relação ao Diário de

Coimbra no que toca ao número de peças, com as percentagens a revelarem 46% e 39%

3.6.1.1

Peças comuns

Os dados já apresentados permitem também tirar conclusões acerca da taxa de peças que são comuns aos dois títulos na mesma edição. Na realidade este número é baixo, considerando que falamos de dois jornais regionais que se reportam à realidade de um distrito e até mesmo de uma cidade. Falamos de um total de 929 peças num universo de 6472 (ver Apêndice 2), o que perfaz 14% desse mesmo universo, como verificamos no Gráfico 1. São, de facto números muito baixos e poderão significar, por exemplo, que o distrito de Coimbra é fértil em acontecimentos e um jornal diário não chega para cobrir todos os eventos, havendo por isso espaço para duas publicações diárias. Além disso, pode dar-se o caso de os jornais não situarem o seu conteúdo noticiosa apenas no distrito de Coimbra e veicularem bastantes informações de fora deste distrito, permitindo assim que seja baixa a taxa de coincidência nas peças apresentadas.

A verificar-se a última destas hipóteses por nós levantadas nesta fase da interpretação dos dados, um ou ambos os títulos virão a provar que não existe uma verdadeira vocação local. Como já aqui referimos, o papel da imprensa regional prende-se com a proximidade, com a identidade de uma comunidade e com os acontecimentos, pessoas e fontes que representam essas mesma comunidade. Como tal não faria sentido que um ou os dois títulos aqui estudados, enquanto “membros” da imprensa regional conimbricense, não estivessem ligados à identidade da sua implantação geográfica. Assim, procurámos saber mais acerca destas peças que os jornais dão em simultâneo, tentando perceber se elas tocam as mesmas temáticas de modo similar ou, em vez disso, utilizam géneros, destaques e número de fotos que variam. Assim, começámos por avaliar qual a taxa de peças que recorre ao mesmo género, ao mesmo número de fotos, à mesma secção dentro do jornal e aos mesmos destaques de primeira página, quando eles existem. Chegámos à conclusão que, num universo de 929 peças, são 234 aquelas que correspondem exactamente em todos estes itens ao mesmo tempo. Assim, no total das peças veiculadas pelos dois jornais, temos uma percentagem de 25% de peças coincidentes em todos estes itens. Tendo em consideração que falamos aqui de quatro factores diferentes, parece-nos que o facto de ¼ destas peças fazer corresponder esses mesmos factores será um sinal de proximidade entre as notícias veiculadas pelos dois jornais em simultâneo, ou seja, nas mesmas edições.

Num segundo momento quisemos avaliar cada um dos itens acima mencionados de forma isolada. Começámos pelo número de fotografias utilizadas nas peças veiculadas pelos dois jornais e contámos aqui como iguais as peças em que nenhum dos dois coloca imagens. Concluímos que em 628 peças de um total de 929 os dois jornais fazem a mesma opção em termos de imagem, ou seja, em 68% dos casos os títulos partilham a mesma escolha. As fotografias que acompanham as peças não definem o tratamento da informação no seu todo, mas ajudam-nos a perceber que o grau de destaque é semelhante nas notícias veiculadas pelos dois jornais.

No que diz respeito aos géneros, propusemo-nos perceber até que ponto, no mesmo tema, os dois títulos optavam pelo mesmo género jornalístico. A resposta foi 469 vezes num total de 929 peças, significando isto uma percentagem de cerca de 50% das peças. Metade das peças idênticas recorrem, por isso, ao mesmo género jornalístico, o que é, mais uma vez, um sinal de destaque semelhante. No entanto, se tomarmos em atenção que se tratam de 14% de peças veiculadas por ambos no total das edições analisadas, percebemos que apenas cerca de 7% dessas recorrem aos mesmos géneros jornalísticos. Também as secções em que os títulos inserem as peças no jornal foram analisadas. Neste campo convém destacar que foram feitas correspondências entre as páginas de Empresas & Negócios e Vida Empresarial, Autárquicas e Política, respectivamente do

Diário de Coimbra e do Diário As Beiras, visto que apesar dos nomes serem diferentes

a secção é a mesma. Além disso, o Diário As Beiras tem apenas uma secção denominada Região Centro, enquanto que o Diário de Coimbra conta com várias secções que correspondem a esta e cujos nomes são Figueira, Cantanhede, Mealhada, Penela, Arganil, entre outros, que variam de edição para edição. Também aqui efectuámos a mesma correspondência. Assim, no que toca a este item, concluímos que no âmbito das 929 peças noticiadas pelos dois títulos existe um paralelismo de 662 peças em termos de secção onde elas se incluem. Isto traduz-se numa taxa de cerca de 71%. Confirmamos, portanto, que as escolhas recaem maioritariamente sobre a mesma secção.

Por último averiguámos a questão das primeiras páginas dos jornais no que toca às peças noticiadas por ambos. Aqui existe uma distinção entre o tema de maior destaque na primeira página e as chamadas de primeira página. Assim, considerámos iguais as peças anunciadas nas capas dos jornais desde que correspondessem em termos dos

destaques acima mencionados. Aqui o universo é de 69 peças, ou seja, todas aquelas que têm qualquer espécie de destaque de primeira página. Obtivemos um total de 44 peças em que a correspondência é total, alcançando assim uma taxa de quase 64%. Mais à frente analisaremos mais pormenorizadamente esta questão das primeiras páginas. Analisados todos estes parâmetros em conjunto e separadamente, concluímos que em separado a taxa de peças com o mesmo número de fotos, género jornalístico, secção e lugar nas primeiras páginas resulta maior do que quando analisadas em conjunto. Claro que é mais difícil que dois jornais façam exactamente as mesmas opções no que toca a todos os itens considerados, por isso vamos aceitar que em todos os factores analisados em separados a taxa é sempre, no mínimo, de 50% de correspondência. Significa isto que, quando o Diário de Coimbra e o Diário As Beiras noticiam os mesmos assuntos, pelo menos em metade das vezes fazem opções muito semelhantes.

Isto leva-nos a concluir que não existe uma cobertura espacial uniforme, pois se a taxa de notícias dadas por ambos é de 14%, isso significa que os jornais em conjunto têm 86% de assuntos veiculados que o outro não publica, pelo menos não naquele dia. Claro que não podemos esquecer que deste total também fazem parte temáticas internacionais, mais gerais, e menos ligadas à região, mas estas também marcam presença na taxa de notícias dadas em simultâneo. Por isso, parece-nos interessante que aqui tenhamos explicado mais sobre os mecanismos de cobertura espacial da informação, quando acabamos por concluir que essa cobertura não é uniforme em nenhum dos títulos estudados.

Já compreendemos, portanto, que os jornais não veiculam maioritariamente a mesma informação e que as peças em comum representam uma taxa reduzida. Além disso, podemos também inferir que nas peças que os títulos veiculam em comum não fazem sempre as mesmas escolhas, até porque provavelmente faria menos sentido que assim fosse, quando no cômputo geral não se regem pelas mesmas regras.

3.6.1.2

Os géneros

No que toca aos géneros utilizados pelos dois jornais fizemos a contagem do total das peças veiculadas por cada um deles no âmbito dos 12 meses analisados. Em relação ao

Diário de Coimbra (ver Apêndice 4) existe uma prevalência de Notas e Notícias

peças. Em terceiro lugar temos a Notícia Breve, um género utilizado em 24% das peças. Menos significativas no cômputo geral são as restantes categorias: Reportagem (2%), Outros (1%), Entrevista (0,5%) e Inquérito (0,5%).

O gráfico abaixo mostra a diferença entre a utilização de géneros jornalísticos no Diário

de Coimbra. Gráfico 3 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 Breves Entrevista Inquérito Notas Notícias Outros Reportagens

Géneros utilizados pelo Diário de Coimbra

Podemos, através do Gráfico 3, compreender o peso que têm as Notas e as Notícias Desenvolvidas no Diário de Coimbra, sendo que as primeiras são as mais utilizadas pelo título. Além disso, percebemos ainda que o jornal não recorre frequentemente a reportagens nem a entrevistas, os géneros jornalísticos que implicam uma maior disponibilidade e tempo dispensado.

Reportando agora ao uso dos géneros jornalísticos no Diário As Beiras as conclusões não são muito diferentes das acima apontadas (ver Apêndice 5). Este jornal privilegia também as Notas e as Notícias Desenvolvidas, estando marcadas 47% e 29% das peças, respectivamente, das edições analisadas. As Notícias Breves foram atribuídas a 17% das peças, seguindo-se Outros (4%), Reportagem (2%), Entrevista (0,5%) e Inquérito (0,5%).

Gráfico 4 0 500 1000 1500 2000 Breves Entrevista Inquérito Notas Notícias Outros Reportagens

Géneros utilizados pelo Diário As Beiras

Olhando o Gráfico 4 é evidente a primazia da utilização das Notas em relação aos restantes géneros jornalísticos, ainda que as Notícias Desenvolvidas contem também com uma forte expressão. No entanto, esta expressão não é tão saliente como aquela que este género ocupa no Diário de Coimbra. Pareceu-nos, pois, que seria relevante compararmos o número de peças que reporta a cada género em cada um dos jornais. O Gráfico 5 mostra os resultados dessa comparação.

Gráfico5 555 0 500 1000 1500 2000 DC AB DC AB DC AB DC AB DC AB DC AB DC AB B re v e s E n tr e v is ta In q u é ri to N o ta s N o tí c ia s O u tr o s R e p o rt a g e n s

Géneros utilizados pelo Diário de Coimbra e pelo Diário As Beiras

Percebemos ao olhar para este gráfico que as Notas, enquanto género jornalístico, são as mais usadas pelos dois jornais, mas têm mais peso no Diário As Beiras. As

percentagens por nós apuradas, fazendo corresponder o número de cada género utilizado ao total de peças de cada jornal, dizem que, pelo contrário, as Notícias Desenvolvidas, ainda que ocupem nos dois títulos o segundo lugar no ranking dos géneros mais recorrentes, têm maior presença no Diário de Coimbra, tal como as Notícias Breves. As distinções comparativas entre os restantes géneros não são significativas, sendo apenas de salientar que o Diário As Beiras recorre mais a outros géneros que não os aqui categorizados do que o Diário de Coimbra. Além disso, mais uma vez aqui notamos a escassa quantidade de vezes que os jornais recorrem à realização de entrevistas e de reportagens. São géneros que implicam mais tempo e mais disponibilidade e, tendo em consideração a questão da falta de profissionais na imprensa regional, talvez não seja uma prioridade ocupar os poucos jornalistas existentes com géneros que exigem bastante deles em termos de tempo.

Não deixa de ser curioso que a maioria das peças publicadas pelos dois jornais tenham apenas um parágrafo. Ainda que as Notícias Desenvolvidas venham logo a seguir na tabela de contabilização de peças por géneros, isso não retira o peso que as pequenas informações assumem nestes títulos de imprensa regional. Devemos daí concluir que os jornais dão um grande peso à veiculação de informações sobre acontecimentos que estão para acontecer ou acontecem na cidade? De facto, tanto o Diário de Coimbra como o Diário As Beiras têm uma forte componente de agenda e em cada edição veiculam, sobretudo nas secções de Cultura, Coimbra e Região, os acontecimentos do dia, dando apenas nota de que eles estão a decorrer ou irão acontecer, com informações de data, hora e local. Isto não deixa de ser sinal de um serviço de proximidade em relação ao leitor.

Neste ponto de interpretação dos resultados a que chegámos, importa relembrar a distinção entre imprensa regional e nacional. Cagide (2000, p. 36) refere que na informação nacional ressaltam os interesses gerais da sociedade, enquanto que na regional existe um ângulo mais concreto e específico da comunidade em causa. Precisamente por ser um ângulo particular, os jornais de imprensa de proximidade podem permitir-se dedicar mais espaço aos pequenos apontamentos sobre os eventos da comunidade, não incorrendo tão facilmente quanto a imprensa nacional em “hiatos” de acontecimentos, visto que esta pretende abranger uma área maior. Também Barreiras Duarte faz uma consideração sobre a imprensa regional que nos parece encaixar nestas conclusões, dizendo que estes media têm “uma capacidade de gerar informação mais

útil e com impacto mais imediato no dia-a-dia das populações”. Esta questão das pequenas notas informativas é precisamente isso e estes pequenos apontamentos vêm, a nosso ver, preencher o espaço da comunicação individual feita boca a boca, uma afirmação de Sanfiz Raposo citada por Carlos Camponez (2002, p. 95). Assim, neste ponto da análise percebemos que, tanto o Diário de Coimbra como o Diário As Beiras, têm uma vocação regional no que toca à publicação de informações úteis sobre os eventos que fazem o dia-a-dia da comunidade.

3.6.1.3

As imagens

Outro dos tópicos que quisemos analisar foi a taxa de utilização de imagens de cada jornal. A contagem decorrente da análise diz-nos que, num universo de 3887 peças, o

Diário de Coimbra (ver Apêndice 6) utilizou 1733 imagens, ou seja, 45% das peças têm

pelo menos uma imagem, sendo que não podemos esquecer que algumas delas têm mais do que uma fotografia.

Quanto ao Diário As Beiras (ver Apêndice 7), num total de 3833 peças, contabilizámos 1778 fotografias, sendo que, em percentagem, estes dados significam que 47% das peças são acompanhadas de uma imagem, pondo-se aqui a mesma questão do número de imagens por peça.

Assim, pareceu-nos que o mais adequado seria efectuar uma média das imagens por edição (ver Apêndice 8). Os resultados dizem que cada edição do Diário de Coimbra conta com uma média de 0,48 fotografias por peça, o que significa que por cada duas peças o jornal utiliza, aproximadamente, uma imagem. O caso do Diário As Beiras é semelhante, sendo a média neste caso de 0,49 imagens por cada peça. Neste ponto os dois títulos coincidem, ou seja, fazem uma utilização similar da imagem nas suas edições, ainda que, como já dissemos, os dados não possam ser olhados como absolutos, visto que o número de imagens varia de peça para peça.

A questão da imagem não deixa de ser importante. Visto que o recurso a ela é sinal do ciclo de industrialização de que João Carlos Correia (1998, p. 158) fala quando se refere à imprensa nacional, não deixa de ser relevante verificarmos que os dois jornais estudados estão ligados à imagem. O autor (Correia, 1998, p. 158) defende que na comunicação social regional portuguesa “sobrevivem alguns traços típicos do jornalismo pré-industrial”. Correia não inclui o recurso à imagem na enumeração que

faz e que já aqui foi referida, mas a fotografia é, sem dúvida, resultado do processo de industrialização. Assim, o facto de nos dois jornais estudados cada duas peças publicadas corresponderem, aproximadamente, à utilização de uma imagem, parece-nos um sinal claro de um aspecto, pelo menos, em que estes títulos de proximidade já passaram pela fase de industrialização.

3.6.1.4

Os temas

Os temas previamente definidos em categorias foram outro dos pontos de análise deste trabalho. Quisemos avaliar quais as temáticas com mais destaque nos jornais e chegámos à conclusão que a maioria das peças nos dois títulos se insere na categoria de Cultura.

No que diz respeito ao Diário de Coimbra, de um total de 3705 entradas nas tabelas de análise, 24% enquadram-se na temática cultural (ver Apêndice 9). Desporto vem logo a seguir, somando 14% do total de entradas, e o terceiro tema no ranking do jornal é Polícia e Tribunais com 11%. No panorama das temáticas abordadas pelo Diário de

Coimbra seguem-se Educação (9%), Economia (9%), Política (8% ), Sociedade (8%),

Saúde (4%), Festas e Tradições (4%), Associativismo (3%), Ambiente (2%), Turismo (1%), Religião (1%), Outras (1%) e Ciência (1%).

Somando as percentagens dos três temas mais referenciados, totalizamos 49% das peças. Isto significa que quase metade das notícias veiculadas pelo Diário de Coimbra estão distribuídas por estas três categorias: Cultura, Desporto e Polícia e Tribunais. O Gráfico 6 mostra a distribuição dos temas.

Gráfico 6 0 200 400 600 800 1000 Ambiente Ass Ciência Cultura Desporto Economia Educação Festas Outras Polícia Política Religião Saúde Social Turismo

Temas das peças veiculadas pelo Diário de Coimbra

Série1 87 94 17 897 514 343 345 133 38 406 298 41 147 288 57

Ambient

e Ass Ciência Cultura

Desport o

Econom ia

Educaç

ão Festas Outras Polícia Política Religião Saúde Social Turismo

Não deixa de ser pertinente notar que, estando a maioria das peças do Diário de

Coimbra inseridas na temática de Cultura, o jornal apenas conta com uma página

dedicada a eventos culturais e essa secção publica quase sempre pequenas notas informativas sobre os espectáculos e, menos vezes do que seria de esperar, Notícias Breves ou Desenvolvidas.

Portanto, o que daqui podemos concluir é que o distrito de Coimbra tem uma panóplia de eventos culturais a decorrer e isso nota-se na quantidade de peças dedicadas nas suas edições à temática de Cultura. No entanto, o título dedica pouco espaço às mesmas, não