• No results found

Perspektiver på krisetiden og bemanninger

Como sugestões de trabalhos complementares para subsidiar e dar continuidade ao estudo desenvolvido, propõem-se as seguintes abordagens:

- Avaliação do custo do risco para o fechamento de mina. A maioria dos estudos de viabilidade é focada em uma série de indicadores, sendo os financeiros predominantes. É amplamente reconhecido que o custo de fechamento pode ser substancial. O orçamento para o fechamento, particularmente nos estágios iniciais da vida de uma operação, objetiva

124

o aprovisionamento adequado para o fechamento. As informações contextuais, no documento sobre garantias financeiras, devem dar ao usuário um entendimento razoável do porque do custo de fechamento e da necessidade de adequação do aprovisionamento. Tais informações se constituem em elementos críticos no planejamento de fechamento.

- Para a norma NBR ISO 31000:2009, GESTÃO DE RISCOS, risco é descrito como a possibilidade de acontecer algo que terá um impacto nos objetivos. Em inglês, o uso da palavra “risk”, normalmente, tem uma conotação negativa e entende-se risco como algo a ser minimizado ou evitado. Nessa definição da NBR, que é mais genérica, considera-se que as atividades envolvendo riscos podem ter tanto resultados positivos quanto negativos. Nessa pesquisa, pouco se falou das oportunidades no planejamento do fechamento de mina, sendo o foco maior a redução de riscos com consequências negativas. Entretanto, sugere-se uma abordagem de gestão de riscos identificando e priorizando as oportunidades (ou os riscos ‘positivos’), com poucas mudanças no processo.

125

REFERÊNCIAS:

ALMEIDA, M. R. Avaliação dos Mecanismos de Garantia Financeira para fins de Fechamento de Mina e o seu Impacto na Viabilidade de Projeto de Mineração de Grande Porte no Estado de Minas Gerais. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Ouro Preto – Junho 2006.

ALMEIDA, M. R.; LIMA, H. M. Garantia financeira para fins de fechamento de mina e o seu impacto na viabilidade de uma mina. Estudo de caso de uma mina de grande porte. Revista Escola de Minas. v.61 n.2, Ouro Preto, 2008.

ANDERSON, D. M. Management environmental liability during mine closure and post- closure utilization or property transfer. Mine Closure: Creating Productive Public and Private Assets, Nevada, 1995.

ANDERSON, K. Using financial assurances to manage the environmental risks of mining projects. Environmental Policy in Mining: Corporate Strategy and Planning for Closure. In: WARHURST, A.; NORONHA, L. London, Lewis Publishers: 1999. p.283-293.

ANDREWS, R. L. N. Environmental impact assessment and risk assessment: learning from each other. In: WATHERN, P. (Org.). Environmental impact assessment: theory and practice. London: Unwin Hyman, 1988. p.85-97.

ANZMEC Strategic Framework on Mine Closure. Canberra, The Australian and New Zealand Minerals and Energy Council. 1999.

ANZMEC/MCA Strategic Framework for Mine Closure, Australian and New Zealand Minerals and Energy Council, Canberra, and Minerals Council of Australia, Canberra. 2000.

ANZMEC Strategic Framework on Mine Closure. The Australian and New Zealand Minerals and Energy Council (ANZMEC). Disponível em www.natural- resources.org/…/csr/docs/csr/.2002. Acesso em 20 mar. 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT NBR 5462:1994 – Confiabilidade e Mantenabilidade. Rio de Janeiro, 1994.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT NBR ISO 31000:2009 – Gestão de Riscos – Princípios e Diretrizes. 2009.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT NBR ISO 31010:2012 – Gestão de riscos – Técnicas para o processo de avaliação de riscos. 2012. AS/NZS 4360:1999 – Australia Standard on Risk Management, Standards Association of Australia, Sydney, 1999.

126

AUSTRALIA. Mine closure and completion. Leading Practice Sustainable Development Program for the Mining Industry. Australian Government Department of Industry, Tourism and Resources. 2006.

AUSTRALIA. Minerals council of Australia, Risk Communication in the Australian Minerals Industry: Principles, Tools and Opportunities, Canberra. 2007.

AUSTRALIA. Risk assessment and management – Leading practice sustainable development program for the mining industry – Australian Government – Department of Resources Energy and Tourism – May 2008.

AUSTRALIA. Guidelines for preparing mine closure plans. Government of Western Australia. Department of Mines and Petroleum. Environmental Protection Authority. June 2011.

BACCARINI, D. Risk Management Australian Style – Theory vs. Practice. In: Project Management Institute Annual Seminars & Symposium; Nashville, Tennessee, USA. Nov 2001. p.1-10.

BASTIAS, H. H. Introducción a la ingeniería de prevención de perdidas. Conselho Regional do Estado de São Paulo da Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes. São Paulo. 1977. 290 p.

BENTEL, G. N. Key closure planning considerations. In: Mine closure 2009. FOURIE, A. B.; TIBBET, M. Mine Closure 2009. Perth. Australian Centre for Geomechanics, 2009. p.41-54.

BITAR, O. Y. Avaliação da recuperação de áreas degradadas por mineração na região metropolitana de São Paulo. São Paulo. Tese (Doutorado) – Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Minas, 1997.

BITAR, O. Y.; ORTEGA, R. D. Gestão Ambiental. In: OLIVEIRA, A. M. S.; BRITO, S. N. A. (Ed.) Geologia de Engenharia. 1.ed. Associação Brasileira de Geologia de Engenharia. São Paulo. 1998. p.499-508.

BOLGER, P. M.; DUSZAK, Z.; KOCZKODAJ, W. W.; MACKASEY, W. O., “Ontario Abandoned Mine Hazards Prioritizing – Na Expert Systems Approach” 15th Annual Meeting Association of Abandoned Mine Land Programs, Jackson, Wyoming, USA, 1993. p.370-387.

BOWDEN, A. R.; LANE, M. R.; MARTIN, J. H. Triple Bottom Line Risk Management: Enhancing Profit, Environmental Performance and Community Benefit, John Wiley & Sons. 2001.

BRANDT, W. Avaliação de cenários futuros em planos de fechamento de minas. Recuperação de Áreas Degradadas, Viçosa. MG. 1998.

127

BRASIL. Departamento Nacional da Produção Mineral. Código de Mineração (versão atualizada). Brasília, DF. 1996.

BRASIL. Departamento nacional da Produção Mineral. Portaria 237/2001. Institui Normas Reguladoras de Mineração. Brasília, DF. 18 out.2001.

BRASIL. Departamento nacional da Produção Mineral. Portaria 12/2002. Altera a Portaria 237/2001. Brasília, DF. 22 jan. 2002.

BRODIE, M. J.; ROBERTSON, A. M.; GADSBY, J. W. Cost effective closure plan

management for metal mines. 1992. Disponível em:

http://www.robertsongeoconsultants.com/papers/metal mines.pdf. Acesso em 14 nov.

2010.

CARPENTER, R. A. Risk Assessment. In: VANCLAY, F.; BRONSTEIN, D.A. (Orgs.), Environmental and social impact assessment. Chichester: John Wiley & Sons, 1995. p.193- 219.

CARTER, T. G.; MACKASEY, W. O.; STEED, C. M. “Coodinated Approach to Remediation of Abandoned Mine Hazards”, Proc. Mining and Environment Conference, Subbury, Ontario, Canada, 1995. p.1-10.

CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Manual de Gerenciamento de Áreas Contaminadas. 2.ed. São Paulo, 2001.

CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Manual de orientação para a elaboração de estudos de analises de riscos. São Paulo, 2003. 120p.

CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução CONAMA Nº 1, de 23 de janeiro de 1986. Brasília, 1986.

COWAN, W. R.; MACKASEY, W. O.; ROBERTSON, G. A., The policy framework in Canada for mine closure and management of long-term liabilities: a guidance document. Prepared for: NAOMI (National Orfhaned/Abandoned mines initiative). Onatario. November, 2010.

COPAM – Conselho Estadual de Política Ambiental. Deliberação Normativa nº 127, Estabelece diretrizes e procedimentos para avaliação ambiental da fase de fechamento de mina. Minas Gerais. Novembro, 2008.

CURI, A. Controle ambiental na mineração. Belo Horizonte: IETEC Instituto de Educação Tecnológica, 2001. 29p.

DAHLSTRAND, A. “Closure concerns at Sonora mining's Jamestown Mine.” Mining Engineering 1995. 47(3): p.236-239.

DE CICCO, M. G. A. F.; FANTAZZINI, M. L. Os riscos empresariais e a gerência de riscos. Proteção – suplemento especial nº 1, São Paulo. fevereiro – março, 1994.

128

DE CICCO, M. G. A. F. Auditoria basea em riscos – Como implementar a ABR nas organizações: uma abordagem inovadora. Série Risk Management. Risk Tecnologia. Fevereiro 2007.

DE CICCO, M. G. A. F. Gestão de riscos – Diretrizes para a Implementação da ISO 31000:2009. Série Risk Management. Risk Tecnologia. Dezembro 2009.

DETR. Environment Agency and Institute for Environment and Health Guidelines for Environmental Risk Assessment and Management, Revised Department Guidance. London. 88 s. 2000.

DTLR 2001. Multi-Criteria Analysis: A Manual. London, Department for Transport, Local Government and the Regions. Disponível em: http://www.dtlr.gov.uk/about/multicriteria. Acesso em 15 mar. 2010.

DU PLESSIS, A.; BRENT, A. C. Development of a risk-based mine closure cost calculation model. The Journal of the South African Institute of Mining and Metallurgy, v. 106, 2006. p.443-450.

EC 2004. Refence Documento on Best Available Techniques for Management of Tailings and Waste Rock in Mining Activities. European Commission, Directorate – General JRC Joint Research Centre, Institute for Prospective Technological Studies, Technologies for Sustainable Development, European IPPC Bureau. 551 s. July 2004.

EPA 2000. Introduction to Phytoremediation. EPA/600/R-99/107. U.S. Environmental Protection Agency, National Risk Management Research Laboratory. 72 s.+ liitt. 2000. EXXARO KZN SANDS. Draft Risk Assessment and Mine Closure Plan. Hillendale Mine Closure. February 2008.

FELICIANO, W. C. Análise de riscos como ferramenta de gestão ambiental. Conselho Regional de Química. 2008.

FOX, F. D. Kennecott Minerals Sustainable Development - A Focus on the Flambeau

Mine. Salt Lake City, Utah. 2002. 12p. Disponível em:

http://www.minerals.org.au/_data/assets/pdf_file/0007/10123/Fox_Fred5A1.pdf. Acesso em 09 fev. 2011.

GRIFFITH, J. J. Recuperação conservacionista de superfícies mineradas: uma revisão de literatura. Viçosa, Boletim Técnico SIF (2), 1980. 51p.

GRIMA, A. P.; TIMMERMAN, P.; FOWLE, C. D.; BYER, P. Risk management and EIA: research needs and opportunities. Hull: Canadian Environmental Assessment Research Council, 1986.

129

GUIMARÃES, R. B. Desenvolvimento de um Aplicativo para Estimativa de Custo de Fechamento de Mina. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Ouro Preto – Setembro 2005.

HARTMAN, H. L. Introduction to mining. In: HARTMAN, H. K. (ed). Mining Engineering Handbook. Littleton. Society for Mining Metallurgy, and Exploration, Inc. (SME).1992.

HARTMAN H. L.; MUTMANSKY J. M. “Introductory Mining Engineering” – Second Edition – John Wiley & Sons, Inc. 2002.

HEIKKINEN, P. M.; NORAS, P.; SALMINEN R. “Mine closure handbook” – Environmental Techniques for The Extractive Industries – 2008.

HILSON, G. M. Introduction to this special issue, ‘Improving Environmental, Economic and Ethical Performance in the Mining Industry’: Part 1: Environmental Management and Sustainabl e Development. Journal of Cleaner Production v.14, 2006. p.225-226.

IBRAM, Mineração e Meio Ambiente, IBRAM, Belo Horizonte, 1987.

ICMM. International Council on Mining and Metals, Sustainable Development Principles. 2003. Disponível em www.icmm.com/icmm_principles.php. Acesso em 11 jun. 2011. ICMM. Conselho Internacional de Mineração e Metais. Planejamento para o fechamento integrado de mina: Kit de ferramentas. 2008.

IEC/FDIS 31010:2009. Risk Management – Risk assessment techniques – International Standard. 2009.

IIED. International Institute for Environment and Development. Breaking New Ground: Mining, Minerals, and Sustain-able Development. Earthscan, London. 2002.

INFOESCOLA. Mapa da Austrália. Disponível em

www.infoescola.com/australia/geografia-da-australia/ Acesso em 26 mar. 2012.

JACKSON, N.; CARTER, P. The perception of risk. In: ANSELL, J.; WHARTON, F. Risk: analysis assessment and management. England: John Wiley & Sons, Ltd.,. ISBN 0- 471-93464-X. 1992. 220p.

KATES, R. W. Risk assessment of environmental hazard. Chichester: John Wiley & Sons, 1978.

KCGM. Kalgoorlie Consolidated Gold Mines Pty Ltd. Conceptual Mine Closure Strategy. July 2006.

KNOLL, R. Planning for mine closure: Responsability of regulators, community or industry? In: Minerals Council of Australia Environmental Workshop, Sidney 1998.

130

KOSKENSYRJÄ, M. Ympäristöriskien analysointi. Disponível em http://turva.me.tutfi/Kurssit/3105010/02-03/koskensyrja2003.pdf. Acesso em 05 jul. 2009. LAURENCE, D. Classification of Risk Factores Associated With Mine Closure. School of Mining Engineering, UNSW – University of New South Wales – Australia, 2001a.

LAURENCE, D. A Continuous Improvement Approach. School of Mining Engineering, UNSW – University of New South Wales – Australia, 2001b.

LAURENCE, D. Optimisation of the mine closure process. Journal of Cleaner Production v. 14: 2006b. p.285-298.

LAURENCE, D. Why Do Mines Close? In Mine Closure 2006, A.B. Fourie, M. Tibbett (eds). Mine Closure 2006. Perth, Australia, Perth. 2006a, p.83–94.

LIMA, H. M. “Aspectos Técnicos Y Metodológicos Del Cierre De Minas. Ordenamiento Y Cierre De Minas. R. B. Torres and P. Carrión. Guaiaquil, Imprenta Mistral: 2005. p.51- 94.

LIMA, H. M.; COSTA, F. L.; FLORES, J. C. C. “Plano de recuperação de áreas degradadas versus plano de fechamento de mina: um estudo comparativo.” Revista da Escola de Minas - REM 59(4): 2006.

LIMA, H. M.; CUNHA, M., F.; FLORES, J. C. C. Overview of mine closure in minas gerais, brazil. Revista Escola de Minas. v. 64. 2011. p.205-211.

LIMA, H. M.; CURI, A. Mine closure principles. 10º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental, Ouro Preto, MG, Associação Brasileira de Geologia de Engenharia, 2002.

LONKA, H.; HJELT, M.; VANHANEN, J.; RAIVIO, T. Riskien hallinta Suomessa, Esiselvitys. Helsinki: Sitra, Sitran raportteja. 144s. 2002. Disponível em http://www.sitra.fi/julkaisut/raportti23.pdf. Acesso em 20 mar 2009.

MACDONALD, K. Section 1: environmental management, legal and policy issues in the mining industry. Journal of Cleaner Production v. 14: 2006. p.227-229.

MARTINS, C. G. Aplicação das Técnicas de Identificação de Riscos em Projetos de E & P. 2006, 93f. Monografia (Pós-Graduação - MBA em Engenharia Econômica e Financeira) – Universidade Federal Fluminense – UFF, Niterói, 2006.

MCHAINA, D. M. Environmental planning considerations for decommissioning, closure and reclamation of a mine. In: International Conference on Environmental Issues and Management of Waste in Energy and Mineral Production. Calgary, 2000.

MENEZES, M. P. Decommissioning of Mines and Zero Emission. Zero Emission and Technological Assessment in a Global World, IATAFI/CETEM/CNPq, Rio de Janeiro. 1997.

131

MILLER, C. G.; ELDON, D. Financial Assurance for Mine Reclamation, Decommissioning and Post-closure Obligations. 2nd International Conference on the Abatement of Acidic Drainage, Montreal, Montreal Quebec: Environmental Drainage Program. 1991.

MILLER, C. G. Financial Assurance for Mine Closure and Reclamation. ICMM - International Council on Mining & Metals – Ottawa, Canada - 2005.

MMSD - Mining for the Future. Appendix B: Mine Closure Working Paper. Mining, Minerals and Sustainable Development, Report No. 34, International Institute for Environment and Development / World Business Council for Sustainable Development. 22 s. 2002a.

MROUEH, U. M.; HEIKKINEN, P.; JARVA, J.; VOUTILAINEN, P.; VAHANNE, P.; PULKKINEN, K. Riskinarviointi kaivosten sulkemishankkeessa, 28/10/2005. VTT Prosessit. Projektiraportti PRO3/P3039/05. 2005.

MUDDER, T.; HARVEY, K. (1998). “Closure Concepts.” Mining Environmental Management 6(6): 1998. p.8-10.

NETO, S. E.; SANTOS, L. M. Recomposição ambiental e reversão de impactos sobre recursos hídricos em empresa mineradora de pequeno porte: estudo de caso da mina de quartzito da Sical Industrial. Agência Nacional de Águas – ANA – A Gestão de Recursos Hídricos e Mineração. 2006.

NSW. Department of Primary Industries – Risk management handbook for the mining industry. How to conduct a risk assessment of mine operations and equipment and how to manage the risks may 1997.

OLIVEIRA, A. M. S. O.; BRITO, S. N. A. “Geologia de Engenharia” Associação Brasileira de Geologia de Engenharia – São Paulo – 1998.

OLIVEIRA JÚNIOR, J. B. Desativação de Empreendimentos Mineiros: Estratégias Para Diminuir o Passivo Ambiental. Tese (Doutorado). Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.

OLIVEIRA JÚNIOR, J. B. Desativação de Mina: conceitos, planejamento e custos. Editora da Universidade Federal da Bahia, Salvador – BA – 2006.

ONTARIO. Ministry of northern development and mines. Rehabilitation of mines: Guidelines for proponents. Queen’s Printer for Ontario, 1995.

PACHECO, Jr. W.; PEREIRA, V. L. D. V. Apostila de metodologia científica. Florianópolis: Santa Catarina, 2003.

132

PLESSIS, A.; BRENT, A. C. “Development of a risk-based mine closure cost calculation model” – The journal of the South African Institute of Mining and Metallurgy – Volume 106 – June 2006.

PMI - Project Managemet Institute. A Guide to the Project Management Body of Knowledge: PMBOK guide. 3. ed. Pennsylvania, USA, 2004. 388p.

POLARIS METALS PTY LTD. Carina Iron Ore Project: Conceptual Mine Closure Plan, February 2010a. Disponível em http://polarismetals.com.au/. Acesso em 11 jan 2011. POLARIS METALS PTY LTD. Carina Iron Ore Project: Public Environmental Review, March 2010b. Disponível em http://polarismetals.com.au/. Acesso em 11 jan 2011.

POLARIS METALS PTY LTD. Carina Iron Ore Project: Mine Plan and Preliminary Closure Strategy. February 2011a. Disponível em http://polarismetals.com.au/. Acesso em 11 jan 2011.

POLARIS METALS PTY LTD. Carina Iron Ore Project: Project Environmental Management Plan. January 2011b. Disponível em http://polarismetals.com.au/. Acesso em 11 jan 2011.

RICKS, G. Mining and sustainable development – Environmental considerations in mine closure planning. Industry and Environment 20(4):21. 1997.

RIO TINTO BRASIL. Balanço social e ambiental 2001. Brasília, 2002. 42p.

ROBERTS, S.; VEIGA, M.; PEITER, C. Panorama do Fechamento de Minas e da Reabilitação nas Américas, IDRC-MPRI/UBC/CETEM, Vancouver, 2000.

ROBERTSON, A.; SHAW, S. Mine Closure – Closure Criteria and Indicators. Robertson GeoConsultants Inc. 2004. Disponível em

http://technology.infomine.com/enviromine/issues/cls_criteria.html. Acesso em 27 mar. 2010.

ROBERTSON, A.; SHAW, S. Mine Closure (infomine e-book). Disponível em http://www.infomine.com/publications/docs/E-ook%2002%20Mine%20Closure.pdf. 2003. Acesso em 14 de jan 2011.

ROBERTSON, J. D.; TREMBLAY, G. A.; FRASER, W. W. 1997. Subaqueous tailings disposal: A sound solution for reactive tailings. Fourth International Conference on Acid Rock Drainage: Vancouver, B.C. Canada, Proceedings, Vol. 3. 31-June1997. p.1029-1041. SÁNCHEZ, L. E. A desativação de empreendimentos industriais: um estudo sobre o passivo ambiental. Tese (Livre Docência) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo – São Paulo, 1998.

SÁNCHEZ, L. E. Recuperação de áreas degradadas pela mineração. Notas de aula. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 2000.

133

SÁNCHEZ, L. E. Mineração e meio ambiente. Tendências Tecnológicas Brasil 2015. Geociências e Tecnologia Mineral. Centro de Tecnologia Mineral. Rio de Janeiro, 2007. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental – conceitos e métodos. Oficina de Textos: São Paulo, 2008.

SASSOON, M. “Closure or abandonment?” In: Mining Magazine, august 1996. p.96-100. SASSOON, M. Environmental aspects of mine closure. In: Khanna, T (edited). Mine closure and sustainable development. London: Mining Journal Books Ltd, 2000. p.116- 123.

SELL, Ingeborg. Gerenciamento de riscos. Apostila do curso de Engenharia e Segurança do Trabalho. FEESC, Florianópolis, 1995.

SOUZA, M. G. Fechamento de Mina: Aspectos Legais. Disponível em http://www.ibram.org.br. IBRAM Notícias. 2005. Acesso em 20 mar. 2011

SOUZA, E. A. O Treinamento Industrial e a Gerência de Riscos – Uma Proposta de Instrução Programada. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Santa Catarina – Setembro 1995.

SRA. Society for Risk Analysis. Disponível em www.//sra.org. Acesso em 5 fev. 2011. SWART, S. J., PULLES, W., BOER, R. H., KIRKALDY, J., and PETTIT, C. Environmental risk assessment as the basis for mine closure at Iscor Mining – The journal of the South African Institute of Mining an Metallurgy – 1998.

TAVEIRA, A. L. S. Provisão de Recursos Financeiros para o Fechamento de Empreendimentos Mineiros. Tese (Doutorado). Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – São Paulo, 2003.

UNEP – United Nations Environment Programme, APELL for Mining: guidance for the mining industry in raising awareness and preparedness for emergencies at local level, Unep Division of Technology, Industry and Economics, Paris, 67 p.2001.

VALE, E. Fechamento de Minas – Módulo Econômico & Financeiro, I Jornadas Iberoamericanas Sobre Cierre de Minas, Universidade Internacional de Andalucia, 2000. VALE – GFM – Guia de fechamento de minas. Departamento de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Vale 2011.

VALE – INS – 0037 – Instruções para Análise e Gerenciamento de riscos – Vale – 2008. VILLAS BÔAS, R. C.; BARRETO, M. L. Cierre de Minas: experiências em Iberoamerica. CYTED/MAAC. Rio de Janeiro, 2000.

134

VTT. Riskianalyysin menetelmät. VTT Tuotteet já Tuotanto, 2003. Disponível em http://riskianalyysit.vtt.fi. Acesso em 14 jun 2009.

WARHURST, A. Environmental Regulation, Inovation, and Sustainable Development. Mining and Environment: Case Studies from the Americas. A. Warhurst. International Development Research Centre. Ottawa, 1999. p.15-47.

WARHURST, A.; NORONHA, L. Integrated environmental management and planning for closure: the challenges Mierals & Energy, Scandinavian University Press, V.14, 1999. p.6- 11.

WHARTON, F. Risk management: basic concepts and general principles. In: ANSELL, J.; WHARTON, F. Risk: analysis assessment and management. John Wiley & Sons, Ltd. ISBN 0-471-93464-x. England, 1992. 220 p.

WRIGHT, J. T. C.; GIOVINAZZO, R. A., Delphi – Uma ferramenta de apoio ao planejamento prospectivo. Caderno de Pesquisas em Administração. São Paulo, v.1, n.12, 2000.

135

TIPO DE RISCO:

AMBIENTAL

A

NEXO

I-F

ORMULÁRIO PARA

A

VALIAÇÃO DE

R

ISCOS

Unidade/Projeto Equipe Responsável Data Revisão

Riscos Amplos Subquestões Risco Identificado P C Nível de

Risco Causas Potenciais Conseq. Potenciais Tratamento de riscos NP NC Risco Residual I-1

Água Água superficial • Sedimentação • Efluente • Drenagem

• Drenagem ácida de mina (DAM\) • (DAM) / metais pesados • Salinidade

Água subterrânea • Contaminação (processamento químico)

• Rebaixamento do lençol freático Uso a jusante • Agricultura

• Bebida

• Ecossistema aquático Monitoramento

Ar Gás • Emissão de gás de efeito estufa • Outras emissões (por exemplo, SO2)

Poeira • Rejeitos

• Pilha de minério/estéril • Áreas reabilitadas

Sistemas de solos Impacto visual • Fechamento de acesso da comunidade à mina

• Estradas centrais ou principais • Áreas remotas

Infraestrutura • Construções, equipamentos, áreas construídas

• Estradas

• Estoques, depósitos, barragens, poços • Material de empréstimo

Solos • Contaminação

• Disponibilidade/adequação de camada superficial de solo

TIPO DE RISCO:

AMBIENTAL

A

NEXO

I-F

ORMULÁRIO PARA

A

VALIAÇÃO DE

R

ISCOS

Unidade/Projeto Equipe Responsável Data Revisão

Riscos Amplos Subquestões Risco Identificado P C Nível de

Risco Causas Potenciais Conseq. Potenciais Tratamento de riscos NP NC Risco Residual I-2 Reconformação/terraplenagem

Restabelecimento da flora • Simples • Complexo • Rara/significante Restabelecimento da fauna • Terrestre

• Aviária • Aquática

Cavas • Aberto

• Preenchido (usando material estéril) Subsidência

Lavra/exploração

Gerenciamento/Monitoramento

Rejeito/estéril Bota-fora ou pilha de estéril • Reconformação • Cobertura • Drenagem ácida • Topografia • Frequência sísmica • Clima

Barragem de Rejeitos • Reconformação • Cobertura • Drenagem ácida • Toxidade • Estabilidade • Base do solo • Ribeirinhos • Radiação

Materiais perigosos • Químico incluindo cianeto • Combustíveis, lubrificantes

Outros • Saneamento

TIPO DE RISCO:

AMBIENTAL

A

NEXO

I-F

ORMULÁRIO PARA

A

VALIAÇÃO DE

R

ISCOS

Unidade/Projeto Equipe Responsável Data Revisão

Riscos Amplos Subquestões Risco Identificado P C Nível de

Risco Causas Potenciais Conseq. Potenciais Tratamento de riscos NP NC Risco Residual I-3 • Lixo Patrimônio • Indígena • Não indígena

TIPO DE RISCO:

SAÚDE E

SEGURANÇA

A

NEXO

II-

F

ORMULÁRIO PARA

A

VALIAÇÃO DE

R

ISCOS

Unidade/Projeto Equipe Responsável Data Revisão

Riscos Amplos Subquestões Risco Identificado P C Nível de

Risco Causas Potenciais Conseq. Potenciais Tratamento de riscos NP NC Risco Residual II-1 Aberturas Poços verticais, poço para

ventilação, poço interior. Galeria de acesso, galeria de mina.

A céu aberto (Cava) • Reaterro (enchimento) • Cercada

• Diques

• Redução do ângulo de inclinação (reconformação)

Trincheiras para pesquisar veios Furo de sonda Retirada de água Subsidência Subsidência Carvão mineral Extração Colapso de pilar Exploração por desabamento

TIPO DE RISCO:

SAÚDE E

SEGURANÇA

A

NEXO

II-

F

ORMULÁRIO PARA

A

VALIAÇÃO DE

R

ISCOS

Unidade/Projeto Equipe Responsável Data Revisão

Riscos Amplos Subquestões Risco Identificado P C Nível de

Risco Causas Potenciais Conseq. Potenciais Tratamento de riscos NP NC Risco Residual II-2 Infraestrutura Construções e equipamentos

Segurança Aumento da segurança • Roubo