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Offentlige tjenester – helse, utdanning og kultur

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5 Begrepet økonomisk aktivitet i støttereglene

5.3 Offentlige tjenester – helse, utdanning og kultur

Na última década, os avanços significativos na área da biotecnologia permitiram a compreensão da patogénese da psoríase e com ela o desenvolvimento de novos fármacos. A biotecnologia recombinante direcionada para as alterações imunopatogénicas da doença permitiu a introdução dos designados fármacos biológicos, que trouxeram uma nova esperança no tratamento da psoríase moderada a grave. A introdução de inibidores do TNF-α (anti-TNF-α) constituiu um dos marcos mais significativos no tratamento da psoríase nos últimos anos (Warren e Griffiths, 2010; Diamantino e Ferreira, 2011; Woo et al., 2017). Estes fármacos, para além da eficácia, apresentam um perfil de segurança com ausência de toxicidade, nomeadamente de nefro ou hepatotoxicidade (Diamantino e Ferreira, 2011).

Os agentes biológicos podem ser classificados em dois grupos, de acordo com o seu mecanismo de ação: os moduladores de células T (Efalizumab, Alefacept e Siplizumab) sendo que estes não têm aprovação pela Agência Europeia do Medicamento (EMA) e, no segundo grupo encontram-se os anti-TNF-α: os anticorpos monoclonais (Adalimumab, Etanercept, Certolizumab e Golimumab) e as proteínas de fusão (Etanercept), e os anti-IL12/23p40 (Ustekinumab e Briacinumab) (Diamantino e Ferreira, 2011).

Na atualidade estes fármacos são utilizados no tratamento de doentes que não respondem às terapias sistémicas ou são intolerantes às mesmas (Torres et al., 2010).

Na tabela 4 resumem-se os agentes biológicos e as suas caraterísticas essenciais e na figura 19 os seus principais alvos terapêuticos.

Tabela 4. Caracterização dos agentes biológicos (adaptado de Zamora e Rosa, 2014;

Cather et al., 2017; Duarte et al., 2017).

Classificação Nome Local de ação Via de

administração Indicação Inibidores do TNF-α Adalimumab Recetor p55 e p75 do TNF-α SC Psoríase crónica vulgar moderada a grave; AP Etanercept TNF-α solúvel e transmembranar SC Psoríase crónica vulgar moderada a grave; AP Golimumab TNF-α solúvel e

transmembranar SC Artrite psoriática

Certolizumab TNF-α solúvel e transmembranar SC Psoríase crónica vulgar moderada a grave; AR Anti-IL-12/23p40 Ustecinumab Subunidade proteica p40 das IL-12 e IL-23 SC Psoríase crónica vulgar moderada a grave Briacinumab Subunidade proteica p40 das IL-12 e IL-23 SC Psoríase crónica vulgar moderada a grave Moduladores das células T Efalizumab Porção CD11a do LFA-1 dos linfócitos T SC Psoríase crónica vulgar moderada a grave

Alefacept Recetor CD2 dos

linfócitos T IV ou IM

Psoríase crónica vulgar moderada a

grave

Siplizumab Recetor CD2 dos

linfócitos T IV ou IM

Psoríase crónica vulgar moderada a

grave IV - Intravenosa; IM - Intramuscular; SC - Subcutânea; AP - Artrite psoriática; AR - Artrite reumatóide; LFA-1: antigénio 1 associada à função leucocitária.

Figura 19. Mediadores da imunopatogénese da psoríase e locais de ação dos agentes

biológicos (adaptado de Diamantino e Ferreira, 2011).

Em termos de eficácia, estes fármacos mostraram resultados superiores aos medicamentos sistémicos convencionais. Este facto, juntamente com a maior tolerabilidade, menor toxicidade e a sua eficácia no tratamento da artrite psoriática, principal comorbilidade associada à psoríase, explicam o uso crescente destas terapias. Contudo, o tratamento deve ser individualizado, dependendo da gravidade e extensão das lesões, do perfil benefício-risco, das preferências do paciente e da resposta ao tratamento (Zamora e Rosa, 2014).

No que diz respeito aos efeitos adversos, este tipo de fármacos atua simulando moléculas humanas, como anticorpos ou recetores celulares, sendo esse um dos maiores problemas, devido à possibilidade de desencadear respostas imunitárias contra o fármaco. Estas são difíceis de prever, podendo significar apenas uma perda de atividade do mesmo, mas levando em alguns casos ao aparecimento de respostas sistémicas anafiláticas. Os efeitos adversos leves são os mais frequentes e raramente condicionam a suspensão do tratamento; no entanto, a ocorrência de efeitos adversos atribuíveis à

imunossupressão, apesar de rara, deve ser tomada em consideração (Zamora e Rosa, 2014).

A Food and Drug Administration (FDA) alerta ainda que o uso de efalizumab em pacientes com psoríase pode aumentar o risco de infeções graves e levar ao desenvolvimento de leucoencefalopatia multifocal progressiva, bem como de anemia e trombocitopenia, e ao agravamento da psoríase e transtornos do sistema nervoso central. Assim, os profissionais de saúde devem ter especial atenção na utilização deste fármaco e o mesmo não é recomendado a pacientes com idade inferior a 18 anos, nem com comprometimento do sistema imune (FDA, 2009).

A investigação para desenvolver os fármacos biológicos é muito longa e exigente, uma vez que a sua síntese é dificilmente reprodutível, daí que outra das desvantagens seja o elevado preço com que estes fármacos chegam ao mercado.

Conclusão

A psoríase é uma doença crónica e complexa, que tem sido objeto de diversos estudos na tentativa de se conhecer a sua fisiopatologia e de se descobrir um tratamento mais eficaz nesta doença. Nas últimas décadas, o reconhecimento das componentes imunológica e inflamatória na fisiopatologia da psoríase, dependentes da interação entre os fatores genéticos e ambientais, originou o aparecimento de novas terapêuticas que modificaram a vida de muitos doentes com formas de psoríase graves e refratárias.

O estudo da imunopatogénese da psoríase em associação com a toxicidade provocada pelas terapias clássicas impulsionaram a pesquisa e descoberta de novos tratamentos, nomeadamente dos agentes biológicos, que são uma nova ferramenta, mais eficaz e segura, em detrimento dos convencionais.

Contudo, continua a existir a necessidade de fármacos mais eficazes e seguros, com monitorizações mais simples ao longo do tratamento, o que conduzirá à pesquisa e ao desenvolvimento de novos fármacos no futuro, que poderão estar direcionados para os processos da etiopatogénese da doença.

Não existindo uma cura definitiva para a psoríase, mas apenas um conjunto de soluções que permitem o controlo da doença, o sucesso destas está dependente da adesão à terapêutica por parte do doente. Deste modo, esta adesão é um dos maiores desafios, no qual o farmacêutico, que muitas vezes acompanha mais de perto os pacientes, pode intervir de forma a informar adequadamente os doentes psoriáticos acerca da importância do cumprimento da mesma e da sua utilização da forma mais correta, garantindo assim o sucesso da monotorização farmacológica e a consequente melhoria da sua qualidade de vida.

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