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Offentlige  subsidier  og  støtteordninger  for  fornybar  varme

5.   Ressursgrunnlaget  for  biodrivstoffproduksjon  i  Norge

5.4   Fjernvarme  -­‐  Dagens  arena  for  biologisk  karbon

5.4.1   Offentlige  subsidier  og  støtteordninger  for  fornybar  varme

Muitas vezes utilizando-se até da violência física, o chamado Movimento Punk foi um dos mais viscerais, agressivos e inquietantes movimentos contraculturais da história, promovendo múltiplos reflexos no campo da produção musical. Neste sub- capítulo, falarei a respeito do surgimento destes ideais nos Estados Unidos, na Inglaterra e no Brasil. Os autores base serão Craig O’Hara (2005) e Goffman et Joy (2007).

Para Craig O’Hara (2005), o rock dos anos 1960 pode ser considerado com um pequeno embrião que possibilitaria o surgimento de um movimento radical e contestador uma década depois. Se o rock dos anos 1950 falava de amor e diversão, nos anos 1960 ele passa a enfocar questões políticas e críticas sociais, deixando de ser um subcultura e passando ao plano de uma contracultura. O Movimento Punk teve origem, basicamente, nos Estados Unidos e na Inglaterra. Embora, como vimos, seus ideais tenham sido gestados a partir de 1960 75 (e se quisermos pensar mais profundamente, eles já existiam sob certo aspecto desde o Dadaísmo), o Punk realmente vai ganhar força no final dos anos de 1970. O’Hara (2005) aponta que o Punk britânico era essencialmente um movimento composto de jovens brancos de classe operária desprivilegiada. Esse grupo acabou por utilizar o Punk como megafone para bradar ao mundo sua insatisfação com o sistema vigente (em termos políticos, econômicos e culturais). Estes primeiros punks repudiavam o conformismo e o status quo. Porém, o autor afirma que as primeiras manifestações, embora apresentassem claramente um discurso recheado de ódio e desespero, não possuíam um caráter de consciência política desenvolvido, podendo ser encarado como um “brado rebelde infantiloide”.

O Punk era visceral e áspero. Sua base estava ancorada no não-conformismo, colocando em xeque os modos de pensar predominantes. Conforme O’Hara, “O conformista não se questiona sobre aspectos como trabalho, raça, sexo e sobre si mesmo porque suas idéias são determinadas por aqueles que o cercam. Já o não-conformista não se apóia nos outros para determinar sua própria realidade.” (O’HARA, 2005, p. 34) Questionar o conformismo implica em questionamento de autoridade. Um comportamento anárquico é típico de um comportamento Punk. Os punks não respeitam autoridades de espécie alguma, uma vez que são encaradas como opressoras e castradoras da liberdade de expressão e pensamento. A autoridade é vista como causadora de malefícios.

Um dos antagonismos presentes na música punk é o de que, embora ela nasça em um ambiente hostil e marginal, como veremos adiante, acaba por invadir o

75 Artistas como The Who e Jimi Hendrix já apresentavam uma postura “violenta” ao final dos anos 1960,

quebrando seus instrumentos e produzindo um som visceral e distorcido. Exemplos (The Who e Hendrix, em vídeo) disponíveis nos anexos digitais da dissertação. (o)

mainstream, tornando-se igualmente produto de consumo midiático e cultural, justamente o que sempre repudiou. Como aponta O’Hara, “Os não-conformistas podem ser glorificados por historiadores ou idolatrados em filmes ou na literatura muito tempo depois do delito de não-conformismo.” (O’HARA, 2005, p. 34) Sobre a música em si, o autor afirma que

A música corporativa e as revistas de moda que baniram ou ridicularizaram o punk nos últimos vinte anos hoje aclamam muitas bandas pioneiras. [...] Os executivos da música corporativa, que antes tinham repugnância pelo punk, estão agora contratando novas bandas a torto e a direito numa tentativa de ganhar dinheiro com o som pungente, não-conformista. (O’HARA 2005, p. 35)

Em sua obra, O’Hara (2005) reforça a idéia de que embora o Punk seja comumente associado à música, ele não se limita à arte, sendo um estilo de vida e até um instrumento político. O autor compara o Punk ao Dadaísmo, ressaltando que existem semelhanças e diferenças. De semelhante, ele aponta que ambos são subversivos e questionadores. Porém, “o punk parece ser menos absurdo e abstrato em sua subversidade.” (O’HARA, 2005, p. 36) Voltando a Russolo (1913), O’Hara (2005) acredita que o Movimento Futurista tenha mais aspectos em comum com o Punk do que o Dadaísmo. A relação que o autor estabelece entre o Futurismo e o Punk é a de que ambos são movimentos interdisciplinares, envolvendo música, arte visual e representação teatral. Ambos rejeitaram as formas de arte tradicionais e pregavam o envolvimento da platéia, quebrando as fronteiras entre artista e espectador. No caso do Punk, essa interação era às vezes bastante violenta, promovendo espetáculos que mais pareciam um confronto do que uma comunhão. Nesse aspecto, conforme O’Hara (2005), era possível de se observar objetos sendo atirados pela platéia nos artistas e vice-versa. Mas, conforme as leituras realizadas para esta dissertação 76 , ainda que esta relação possa parecer agressiva e bizarra, proporcionava um sentimento positivo de pertencer a um grupo que utilizava a violência como forma de expressão, indignação e aproximação. Ainda que essa interação mencionada seja orgânica e nativa, com o passar do tempo seus ideais libertários começaram gradativamente a sucumbir ao mercado musical. Segundo O’Hara, “À medida que as platéias se tornam cada vez maiores, os concertos se tornam mais entretenimento do que interação.” (O’HARA, 2005, p. 39)

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Como em muitos outros momentos da história da música, cada estilo musical acaba se convertendo em tribo social, com códigos de comunicação particulares e signos adotados por seus participantes. A estética visual do Punk se caracteriza, principalmente, por roupas rasgadas, botas estilo coturno, cabelo moicano, jaquetas jeans e/ou de couro e utilização de alfinetes e rebites metálicos como adereços. Esta estética pode ser observada na imagem abaixo:

Fig. 21 – A Estética Punk 77

O’Hara (2005) destaca que o visual punk teve como berço o Futurismo, uma vez que este movimento adotava roupas ultrajantes, brincos e maquiagem para expressar sua indignação e reforçar seu caráter de anti-arte. O Punk tinha como ideal o encorajamento e valorização da expressão de criatividade pessoal. Assim sendo, frases de ordem como “pense por si mesmo”, “seja você mesmo”, “não aceite o que a sociedade lhe oferece”, “revolte-se contra o sitema”, “diga não às autoridades e desconfie delas”, “crie suas próprias regras” ou “viva sua própria vida” eram comumente pronunciadas. Tudo isso acabou convergindo para um lema de ordem comum: “Faça Você Mesmo” 78.

O’Hara (2005) dedica parte de sua obra para demonstrar que por inúmeras vezes o Punk foi retratado pela mídia como simples ato inconsequente juvenil, em uma análise

77 Fonte: <http://image.guardian.co.uk/sys-images/Education/Pix/pictures/2008/06/16/punks460.jpg>

acesso em 01/02/2010

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rasa, distorcida e equivocada, comparando o Movimento à rebeldia comum presente nos jovens que repudiam as gerações anteriores. De qualquer modo, o jovem é contestador por natureza. Esse aspecto é importante não só para o Punk, mas para os demais movimentos de contracultura. O erro consiste em fazer uma avaliação simplória. Assim como muitos jovens, os punks se questionavam sobre a vida e os valores impostos pela sociedade. Sua música rápida, agressiva e distorcida pareceu dar conta de converter essas inquietações em música e em arte.

A arte punk funcionava centrada nos ideais DIY. Isso significava que, como em uma cooperativa, todos uniam esforços para produzir e distribuir seus produtos artísticos de forma direta e marginal às majors. Eles próprios organizavam seus shows, gravavam e lançavam álbuns, publicavam livros e fanzines (G) e, inclusive, montavam suas próprias lojas de discos. A relação mítica explorada pelo rock perdia sua força no punk. Todos eram igualmente encorajados a montarem suas próprias bandas utilizando o que estivesse disponível, mesmo que isso implicasse em limitações técnicas, de equipamento ou talento artístico e musical. Porém, essas limitações eram muitas vezes superadas em prol de uma verdade artística legítima. O processo deveria permanecer sempre no plano marginal. Assinar um contrato com uma major, por exemplo, ainda que proporcionasse melhores condições de produção e, principalmente, propagação da mensagem de forma ampliada, não era uma atitude vista com bons olhos. Como aponta O’Hara, “Muitas dessas bandas pensam que o fim (alcançar um público maior) justifica os meios (fazer parte de uma grande gravadora). Essa idéia é freqüentemente rejeitada e condenada no punk.” (O’HARA, 2005, p. 152-153) Este pensamento tem como justificativa, dentre outros fatores, a questão de se render/vender ao sistema e gerar lucros aos “poderosos”. Tornava-se incoerente tomar parte justamente daquilo que estava sendo criticado, ainda mais que existia a chance de interferência na arte por meio de um A&R, por exemplo. Ainda que o Punk da virada da década de 1970 para 1980 não tivesse alcançado um sucesso estrondoso, assim que as majors perceberam seu potencial comercial para ser consumido por pessoas “de fora do movimento”, procuraram uma aproximação com estes artistas. Como coloca O’Hara:

É importante notar que, embora no passado o punk não tivesse um grande público nos EUA, o sucesso de várias bandas punks inglesas (principalmente Sex Pistols e The Clash) deixou as grandes gravadoras desesperadas para contratar o maior número possível de bandas “rebeldes” para lucrar em cima da onda punk. [...] Muitas bandas inglesas receberam propostas para assinar

contratos com a EMI. Essas bandas se recusaram a fazer concessões. (O’HARA, 2005, p. 155 – grifo do autor)

O’Hara (2005) aponta que, uma vez que as majors não conseguiam contratar as bandas por estas repudiarem o mercado mainstream, as grandes gravadoras adotaram outra estratégia de aproximação. Criaram uma série de selos aparentemente independentes e focados na filosofia DIY que na verdade serviam de fachada para comercialização e consequente aderência por parte desses artistas que se recusavam a entrar em um circuito comercial de massa. Mas, justamente por repudiarem o paradigma da Indústria Musical e fugirem constantemente da música enquanto negócio, os punks frequentemente viam-se em maus lençóis, pois as bandas não conseguiam sobreviver de sua arte, assim como as lojas de disco não conseguiam sobreviver de suas vendas minguadas, o que acarretava em um tempo de vida curto e efêmero para ambos.

Outro movimento igualmente contestador (principalmente no aspecto visual) contribuiu para os alicerces do Punk: o Glam Rock dos anos 1970 se caracterizava pela utilização de um visual andrógeno, “chocante” como foi o Punk posteriormente. Indo contra a cultura hippie do “paz e amor”, pregavam um som mais agressivo, rápido e sujo. A atitude era mais importante do que o resultado musical. Desse movimento, dois artistas de destaque foram o cantor/compositor David Bowie e a banda New York Dolls (o) (imagem disponível a seguir).

Fig. 22 – New York Dolls: androgenia e fúria 79

Goffman et Joy (2007) apontam também que o estilo de vida mítico-glamouroso de artistas mainstream como os Beatles e os Rolling Stones irritava uma parcela da juventude, pois “eles queriam se identificar com o rock, mas seus astros ricos pareciam ignorar a sua miséria.” (GOFFMAN et JOY, 2007, p. 357) Embora a banda norte- americana Ramones seja um dos personagens pioneiros e mais relevantes para a história do Punk, os britânicos do Sex Pistols conseguiram atingir uma sonoridade ainda mais poderosa, provocando uma catarse de grandes proporções. Ouvir a sua obra era um ato de rebeldia e prazer que funcionava simultaneamente como estímulo e anestésico, encorajando os jovens a escreverem a sua própria história e confortando-os de que não estavam sozinhos nessa caminhada. Como todo movimento de contracultura, o Punk propunha uma ruptura e transformação de pensamento:

À medida que os anos 1970 desaguaram nos anos 1980, um núcleo de grupos punks sérios e insubordinados de orientação anarquista desenvolveu instituições alternativas coerentes, hábeis e resistentes com as quais a esquerda hip só poderia sonhar. Selos musicais alternativos, clubes para apresentações, fanzines, clubes de troca de fitas cassete, vídeos e filmes independentes surgiram da estética punk. (GOFFMAN et JOY, 2007, p. 361)

79 Fonte: <http://www.bbc.co.uk/music/newyork/images/g_newyorkdolls.jpg> acesso em 01/02/2010.

A gravadora brasileira ST2 lançou em 2009 um documentário sobre a história do Punk no Brasil. Uma das primeiras bandas brasileiras chamada Restos do Nada possuía uma música homônima (o) que ilustra bem o pensamento punk daqueles tempos. Abaixo, transcrevo um trecho dessa canção extraída do DVD 80.

Nós somos a verdade do mundo 81 Somos restos de nada

Vivemos como ratos de esgoto Entre o lixo de tudo

A noite nós vagamos por aí Para ver o que resta de vocês Cuidado se você estiver só E encontrar com um de nós Nós não gostamos de nada

Porque não há mais nada do que gostar

Fig. 23 – Capa do LP “Restos do Nada”. Reprodução.

Conforme pode ser observado no documentário da ST2 (DVD, 2009) muitos adolescentes começaram a tocar utilizando instrumentos rudimentares, incluindo até sofas ou panelas como elementos percussivos. Se os britânicos e os americanos se voltaram contra o movimento hippie, os brasileiros repudiaram o movimento do Rock Progressivo, que apresentava canções longas, recheadas de virtuosismo e temas conceituais e épicos. Os punks brasileiros achavam que a música jovem não deveria ser assim. Pregavam um som mais cru e direto, calcado em canções de curta duração 82. Eram contra a polícia, religião, governo, família, tudo que estava estabelecido e legitimado. “Vamos destruir tudo para depois remontarmos com dignidade” (DVD, 2009), relata Ariel, um dos integrantes da banda Restos do Nada. A questão estética também é pauta do documentário, onde fica evidenciado que a idéia era chocar através do visual para chamar a atenção. A questão da violência gratuita e da falta de engajamento nos reais ideais do Movimento Punk e consequente participação baseada em uma percepção raza anteriormente apontada por O’Hara (2005) é identificável em muitos dos testemunhos presentes neste documentário. Assim como ocorreu em outros

80 Fonte: BOTINADA: A Origem do Punk no Brasil. DVD. São Paulo: ST2 Records, 2009.

81 Trecho da letra da canção “Restos do Nada” (lançada no LP “Restos do Nada”, Polygram, 1987).

Disponível para audição nos anexos digitais dessa dissertação. (o)

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países, no Brasil o caráter de cooperativa também foi adotado em todas as esferas, da produção à circulação do material sonoro.

Um dado que chama à atenção é que os punks do Brasil não só acusavam os integrantes do Rock Progressivo de exibicionistas virtuosos como ainda os achavam alienados e tipicamente conformistas. Porém, em 1982 a banda Pink Floyd – uma das mais expressivas do Movimento Progressivo – lançou o projeto intitulado “The Wall”, incluindo um álbum duplo e um filme. Nos anexos digitais, é possível assistir a uma cena deste filme (o) que mostra justamente o oposto: ainda que o som não seja tão visceral quanto o punk, trata-se de uma dura e clara crítica ao status quo.

Fig. 24 – “The Wall” (1982): crítica do Pink Floyd ao status quo. 83

A banda norte-americana Ramones, embora seja um ícone da cultura punk, por diversas vezes apresentou canções com um caráter muito mais pop/comercial do que contestador. Canções como “I Wanna Be Sedated”, “Pet Sematary” e “Poison Heart” (o) ilustram bem esta questão. Isso sem contar que os Ramones integram o quadro de artistas punks que assinaram contrato com grandes gravadoras. Os Sex Pistols também foram lançados por majors. Por outro lado, debocharam da cultura elitista, como pode ser comprovado através da audição de sua releitura promovida para a canção “My Way” (o), originalmente lançada pelo cantor Frank Sinatra (o).

Existe uma constância identificada nos materiais consultados sobre o Movimento Punk: o álbum “Never Mind The Bollocks” (1977) dos Sex Pistols é apontado como uma das obras mais importantes e expressivas desse movimento.

83 Fonte: <http://renangoulart.files.wordpress.com/2009/06/pink-floyd-another-brick-in-the-wall-0-03-35-

Álbum do Sex Pistols foi um marco para a geração punk.

Fig. 25 – Capa do álbum “Neve Mind Bollocks” (1977) dos Sex Pistols. Reprodução

Fig. 26 – punks 84

Como observarei adiante quando falar mais detalhadamente sobre as reconfigurações, ficará evidenciado a importância não só do Punk, mas como da Pop Art e do Dadaísmo para a produção musical contemporânea. A última colocação desde sub-capítulo diz respeito aos reflexos pré e pós Punk no que tange ao aspecto visual dos artistas. Bandas como Kiss e New York Dolls foram os precursores da estética visual “chocante” do Punk (lembrando que anteriormente os Futuristas já pregavam esse tipo de posicionamento). A estética visual e a sonoridade punk influenciaram a geração seguinte dos anos 1980 (com o estilo gótico – aonde a banda The Cure ilustra bem o caso) e 1990 com os movimentos Grunge e Emo Punk (G) e até artistas pop nos anos 2000.

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Na página seguinte, apresentarei uma pequena ilustração 85 desses reflexos no Brasil e em outros países, através de dez recortes, passando pelas décadas de 1970, 1980, 1990, 2000 e 2010. Posto isso, passarei ao último sub-capítulo da primeira parte deste estudo, no qual analisarei o álbum “Sgt. Peppers” dos Beatles 86 .

85 Elaboração: (PALUDO, 2010).

86 Os Beatles também contribuíram para os alicerces da sonoridade punk. Um exemplo é a faixa

Legendas e fontes da ilustração anterior: (1) Kiss <http://i63.photobucket.com/albums/h148/NYMetalMeister7569/beaeac9e.jpg> (2) Secos e Molhados <http://4.bp.blogspot.com/_F1eH_6RZlGs/SUBSgc_4mzI/AAAAAAAABKc/ juytR9wzMR4/s400/Secos_detalhe1.jpg> (3) Joelho de Porco <http://i31.tinypic.com/4vgz7c.jpg>

(4) Syd Vicious (Sex Pistols)

<http://www.musictimes.com.au/images/sid-vicious1.jpg> (5) Alice Cooper <http://blackliberal.files.wordpress.com/2009/05/alice-cooper.jpg> (6) The Cure <http://baroqueinhackney.files.wordpress.com/2008/11/the_cure.jpg> (7) Supla <http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2008/01/48_1645-supla.JPG> (8) Nirvana <http://melhordorock.web-blog.zip.net/images/nirvana.jpg> (9) My Chemical Romance <http://www.rtvchannel.tv/wp-content/uploads/2008/12/my-chemical-romance-1.jpg> (10) Lady Gaga <http://userserve-ak.last.fm/serve/_/13337373/Lady+GaGa.jpg>