3 Hard fysisk aktivitet
6.2 Nedsatt kjernetemperatur hos kadetter under stridskurset
Nos vários rascunhos estudados, notamos, com certa constância, pequenas frases, palavras ou desenhos rasurados nas folhas, que nos oferecem indícios das tendências do processo de criação de Diniz.
Em muitos casos, são pequenos registros feitos nas margens do papel, ao redor do desenho que ocupa o espaço central. Estas pequenas figuras mostram-se como estudos, esboços das possíveis modificações pensadas durante o processo, pelo profissional, em relação ao desenho original, que ocupa o centro da folha. A medida que os esboços tornam-se definitivos, são ampliados em outros espaços e substituem a concepção anterior (figura 52).
Os primeiros esboços sempre são feitas com traços finos, a lápis, e em papéis de gramatura mais fina do que os desenhos apresentados como arte final53.
Em um registro (figura 40 e 54), possivelmente o primeiro desenvolvido por Diniz para criar o CAA, notamos um desses pequenos desenhos no canto superior da folha. (figura 53)
Figura 52 - Neste registro do CAA, aparece um estudo, em tamanho pequeno, na parte superior da folha. Nele Diniz demonstra o caranguejo e arcos na torre (destaque à direita), que depois, serão apresentados com as mesmas características, na primeira arte final (figura 29).
Fonte: Acervo Raul Diniz
Figura 53 - Registro em tamanho pequeno, exposto no canto superior da folha, onde foi desenhado o possível primeiro rascunho do CAA.
Fonte: Acervo Raul Diniz
Nesse caso, diferente do anterior, as imagens registradas não foram aproveitadas para o CAA final. No entanto, podemos destacar deste registro, não utilizado, o aproveitamento de dois elementos em outro momento de seu processo de criação do desfile. O primeiro foi um carro de bois, a figura que aparecia à frente da frente do pequeno desenho. Este objeto, embora tenha sido ilustrado no desenho em tamanho maior, na mesma folha (figura 54), aparece neste esboço com traços extremamente fracos, o que sugere a indecisão de Diniz em agregá-los à alegoria. Contrariamente, a torre, que aparece atrás deste desenho, apresenta
traçado firme, o que demonstra a sua resolução em usá-la na construção do CAA, o que, de fato, aconteceu.
Um carro de bois não nos parece, a princípio, compatível com os relatos de Diniz expressos nos textos das sinopses. Neles, o artista relata a intenção de iniciar sua narrativa com a viagem dos portugueses pelo mar. Contudo, esse meio de transporte terrestre, aparentemente descartado pelo carnavalesco, aparecerá depois, na segunda alegoria do desfile (figura 58), para ilustrar o início da colonização de São Vicente e o primeiro engenho da região.
O segundo elemento descartado do desenho menor (figura 53) e que Diniz reaproveita em outro momento, foi a estrutura piramidal feita em tronco e os degraus, que aparecem na parte de trás do desenho. Esta mesma formação será usada pelo carnavalesco no CAA (figura 55) do carnaval do ano seguinte (2007), quando ele desenvolveu o tema “Força Brasil. O País que surge da tinta delira num carnaval de cores” na Escola de Samba X 9 Paulistana.
Figura 54 - Registro da alegoria desse carnaval. Carro de boi. Fonte: Acervo de Raul Diniz
Figura 55 - Alegorias do carnaval de 2007. À esquerda, o CAA, com estrutura em tronco de pirâmide e degraus nas laterais, assim como visto no registro do ano anterior. À direita, a segunda alegoria deste mesmo carnaval, também com degraus em sua lateral.
Fonte : Do próprio autor em nov.2006
Prosseguindo em nossa análise, ao fixarmos nosso olhar na torre do possível primeiro registro das alegorias (figura 40 e 56), podemos perceber outros elementos não incorporados à concepção final do carro, mas que foram reaproveitados em diferentes momentos do desfile.
Figura 56 - Desenho de parte da torre em um registro das alegorias do carnaval 2006. Em destaque, personagens apagados.
Fonte: Acervo de Raul Diniz
Por exemplo, observando atentamente o rascunho, notam-se traços apagados sob o desenho da torre. Por meio das marcas do sombreado, ali deixada, podemos identificar vários rostos, os quais, pelas indumentárias, é possível reconhecer alguns personagens: um soldado do período colonial brasileiro, um padre, uma índia e uma escrava. Muito embora rejeitados na concepção final do CAA, serão, mais tarde recuperados pelo artista e apresentados como motivos de outros carros alegóricos desse mesmo desfile (figura 57 e 58).
Figura 57 - Esculturas de índios e padre em processo de elaboração, no barracão da Vai-Vai. Elas serão acopladas a terceira alegoria do desfile de 2006.
Fonte: do próprio autor em jan.2006
Figura 58 - Segundo carro alegórico do carnaval de 2006, com o carro de boi à frente, e esculturas de escravas nas laterais
Fonte: do próprio autor em jan.2006
Também encontramos expostos nos registros, várias anotações verbais. Elas revelam novas intenções do artista, um inventário de possíveis escolhas (figura 59).
Essas anotações mostram o possível caminho que Diniz pretende seguir. São informações que se estruturam e identificam suas convicções, seu direcionamento, o conjunto de suas intenções. Da mesma forma que os esboços pictográficos, as anotações verbais nos registros são reveladoras das mensagens que o profissional pretende comunicar.
Figura 59 - Anotações expostas nos registros. Acima: “Cisne Branco em noite de lua”; à esquerda, “Torre de Belém ponto de partida de Cabral” e à direita, “Torre de Belém p/ de part p/ o mar tenebroso” (Torre de Belém, ponto de partida para o mar tenebroso).
Fonte: Acervo de Raul Diniz.
A frase onde ele faz menção à figura do cisne (figura 59), por exemplo, aparece no registro pictográfico da torre. Havia, entretanto, na frente desta construção, em traços muito leves, um desenho que indicava ser um jacaré. Isso revela que o profissional ainda buscava uma figura que incitasse a idéia do temor da navegação, para qual a figura do jacaré parecia mais adequada. A figura do cisne, todavia, se justifica neste momento de criação porque se relaciona com a imagem da navegação marítima, informação que o carnavalesco extraiu do verso da marcha da “canção dos marinheiros” (anexo 9):
Qual cisne branco em noite de lua Vai deslizando num lago azul, O meu navio também flutua
Nos verdes mares, de norte a sul. [...]
A canção, nesse momento do processo, ilustra parte da intenção do que Diniz pretendia comunicar. A busca da imagem de um cisne, que deslizasse no azul e traduzisse o que diz a canção, será concretizada na figura selecionada por ele no início de sua pesquisa (figura 28). Conforme visto no início deste capítulo, tal imagem será incorporada à primeira arte final do CAA (figura 29), mas não permanecerá.
Quanto às outras duas anotações, em ambas, ele faz menção à torre. Tal ênfase nesta idéia revela forte convicção da necessidade do uso desta imagem em seu processo de criação. Mas podemos perceber entretanto, certa indefinição quanto a forma de representação da caravela, outro ícone muito importante na concepção. No registro onde escreve a frase que cita Cabral (figura 59), Diniz se preocupa em fazer um esboço da embarcação à frente da torre, e outras duas nas laterais, em traços leves.
Devemos lembrar que Pedro Álvares Cabral foi citado na introdução da sinopse e relacionado à data de 1500. Nos relatos da história do Brasil, consta que a expedição deste comandante era composta de 13 embarcações. Possivelmente, este fato histórico tenha sido determinante na intenção de Diniz de colocar mais do que uma caravela à frente do CAA.
Embora vários registros expusessem a intenção de usar mais do que uma caravela na alegoria, essa idéia foi descartada. Já notamos, em vários exemplos, como Diniz tenta ser fiel às informações históricas e sua intenção era encenar a chegada da expedição de Martim Afonso em 1532 e não, a de Cabral em 150054. A pluralidade das caravelas no desfile, provavelmente, não apenas prejudicaria o impacto que ele pretendia causar através da performance, com a presença da comissão de frente no da embarcação, como também poderia confundir o público, evocando outros fatos históricos não pretendidos pelo enredo.55
A última anotação escrita (figura 59) faz menção ao rascunho onde ele desenha o dragão (figura 33). Nesta folha, havia, também, um pequeno desenho, exposto no canto do papel e em traços leves representando um tubarão. Parece-nos que o dragão não traduzia ainda sua intenção narrativa de representar o Mar Tenebroso e ele busca na figura do peixe “assassino” as possibilidades de materializar os enormes deste mar.
A imagem do tubarão passou por diferentes configurações na tentativa de que adquirisse aspecto de monstro marinho (figura 34), mas, no processo final do CAA, como já vimos, ele foi substituído pela figura mitológica.
Há que se mencionar, ainda, algumas palavras, escritas a lápis e com traços leves, em lugares estratégicos de algumas imagens. Um exemplo disso são as palavras brasão e coroa, escritas em uma arte que já estava desenhada à caneta (figura 60). As indicações a lápis revelam que Diniz modificaria o projeto em função de novas idéias.
54 Vale lembrarmos o atrito ocorrido entre o carnavalesco e um dos componentes da diretoria da Vai-Vai, (II
capítulo) onde houve o questionamento se seria São Vicente ou Porto Seguro a primeira cidade brasileira. A maior quantidade de caravelas, no desfile, possivelmente, poderia interferir na informação do fato e confundir o público.
55 A maior quantidade de embarcações poderia interferir na comunicação com o público, pois três caravelas era o
número de embarcações da comitiva de Cristóvão Colombo, no descobrimento da América, enquanto Cabral partiu de Portugal com 13 embarcações.
Figura 60 - Parte da arte (figura 41) feita à caneta por Diniz Em destaque, locais do desenho onde Diniz acrescentou, à lápis, as palavras coroa (a esquerda) e brasão (a direita).
Fonte: Acervo de Raul Diniz
A palavra brasão, escrita no topo da torre, indicava a pretensão de acrescentar ali um brasão da coroa portuguesa. Neste mesmo local da torre, a princípio, Diniz pretendia colocar uma ventana (figura 29). Depois, mudou de idéia e a substituiu por uma cruz de malta (figura 46). Já então, no final, é que se decidiu pelo brasão. Essa busca por símbolos portugueses (figura 61) revela a intenção de representação pretendida para Torre de Belém. O monumento seria a presença do país lusitano e o brasão, na verdade o “escudo português”, ratificava ainda mais esta idéia.
A cruz de malta, assim como o brasão português, já se mostravam presentes nesse carnaval desde as primeiras ilustrações elaboradas pelo carnavalesco, como vimos na capa da primeira sinopse (figura 62). A troca entre estes símbolos, no alto da torre ( figura 61) da cruz de malta para o brasão, faz com que os barbacãs ganhem a cruz como decoração e o tom vermelho se destaque sobre o dourado (figura 70).
No desenho da última arte final, notamos a presença de vários triângulos vermelhos, expostos na parte inferior das guaritas da torre. É interessante notar que este mesmo tipo de apresentação geométrica existe na parte superior do brasão da cidade de São Vicente (figura 63), marcando um vínculo indissociável com a nação portuguesa.
Figura 61 - A torre desenhada nas três artes finais e a sua construção, mostram parte do processo de criação do monumento que estava no CAA. Aqui podemos observar a sua busca de marcar a construção com um símbolo português.
Fonte: Acervo de Raul Diniz e a última imagem, do próprio autor em 25 fev.2006
Figura 62 - Capa da sinopse apresentada à diretoria. Para esta ilustração, Diniz insere a coroa portuguesa (a direita) e a cruz de malta (canto superior esquerdo). No canto inferior, à esquerda, ele aplica o brasão da cidade de São Vicente.
O vermelho, outra representação portuguesa, está presente nos símbolos expostos na capa da apresentação da sinopse (a cruz de malta, o brasão vicentino e português) (figura 62). Desta forma, as cruzes de malta, quando expostas nos barbacãs da torre (figura 70), substituindo os triângulos vermelhos (figura63), identificarão Portugal tanto pela cor, quanto pela imagem.56
Ainda na busca de símbolos que identificassem Portugal, Diniz aplica, na parte de trás da torre, uma cruz de malta tal qual a encontrada nas velas da caravela. O casco da embarcação virá decorado com flâmulas vermelhas, a mesma cor dos acessórios do figurino das composições, que ocupam a embarcação (figura 63). Desta forma, o carnavalesco usa o vermelho e marca a presença lusitana ao desfile que se sobressai como importante elemento narrativo, mesmo sendo as cores preta e o branco as oficiais da agremiação Vai-Vai.
Como vimos, pelas regras oficiais do desfile de carnaval, o CAA é responsável pela apresentação da escola, e deve trazer consigo o nome da agremiação. A Escola Vai-Vai tem como símbolo uma coroa (figura 64) e, portanto, deve estar presente, de alguma forma, no carro de abertura do desfile. Isso nos leva a deduzir que a palavra coroa, escrita no desenho do CAA, (figura 41), tinha o propósito de representar a Escola, que traz esta imagem na sua bandeira57 (figura 64).
No ano anterior, em 2005, Diniz havia construído uma coroa para o desfile e esta peça se mantinha em bom estado, no barracão da escola. Se ela fosse revestida e decorada, estaria pronta para ser usada.
56 As embarcações portuguesas vinham marcadas com a bandeira da Ordem de Cristo, cujo símbolo era a Cruz
de Malta, em seus mastros. A Ordem de Cristo foi uma ordem religiosa criada em Portugal pelo rei D. Dinis no ano de 1319. Ela acabou por substituir a famosa Ordem dos Cavaleiros Templários, extinta cinco anos antes pelo Papa Clemente V, que ordenou que seu grão-mestre, Jacques de Molay, fosse queimado vivo em uma praça pública próxima a Paris. Desta forma, ao substituir a Ordem dos Cavaleiros Templários, a Ordem de Cristo acabou herdando não apenas o poder político destes últimos, mas também grande parte das propriedades e riquezas destes. Durante a expansão marítima portuguesa, no século XVI, o grão-mestre da Ordem de Cristo era ninguém menos que o próprio rei de Portugal. Sendo todas as suas conquistas marcadas com a cruz da Ordem de Cristo.
http://www.simplicissimo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1621&Itemid=99999999 acesso em 08 jun de 2007.
57 Notamos que outras escolas, além da Vai Vai,, têm também em suas bandeiras, o símbolo da coroa.No Rio de
Janeiro temos a Grande Rio; Viradouro; Imperatriz Leopoldinense Império Serrano e a tradicional Mangueira. Em São Paulo, as escolas são Pérola Negra, Imperador do Ipiranga e Império da Casa Verde.
Figura 63- Em destaque, à esquerda, os triângulos vermelhos do brasão da cidade de São Vicente e, à direita, os expostos nas guaritas, a última arte final do CAA.
Fonte : Acervo de Raul Diniz
Figura 63- Parte de trás da torre com a cruz de malta (na concentração do desfile) e a cor vermelha na imagem da caravela, durante o desfile, com a cruz de malta presentes nas velas, nas flâmulas com os brasões portugueses e nas capas das fantasias das composições.
Figura 64- Um dos portões do barracão da Escola de Samba Vai-Vai, com o logotipo e a data de fundação da agremiação, e ao lado, capa da fantasia da ala da bateria, onde Diniz expôs a coroa da Vai-Vai.
Fonte: Do próprio autor, em 2006.
Figura 65 - Imagem da coroa pesquisada por Diniz Fonte: Acervo de Raul Diniz
Em seus registros, observamos várias tentativas de conceber uma forma de expor o símbolo da escola no CAA. De início, quando ele trabalha com a idéia do cisne, percebemos o objeto na cabeça da ave na primeira arte final (figura 29 e 32). Na concepção da torre, a figura da coroa será exposta no desenho, no mesmo local onde Diniz escreveu a palavra coroa (figura 41), digo, sobre a parte da frente da torre (figura 66). A decoração aplicada no desenho das coroas é sempre muito similar a uma imagem que encontramos em seus arquivos (figura 65), produto de suas pesquisas. Essa figura nos mostra que o carnavalesco busca um modelo de coroa tradicional para ser usada no CAA. Nessa etapa do processo, a coroa ainda não
aparece junto com as figuras dos bichos marinhos e nem com a caravela estilizada (figura 46), inspirada na que está no Monumento aos Descobridores (figura 43). No início, a coroa aparece nos esboços preliminares do CAA, junto da figura do Infante Dom Henrique ou, em outro momento, junto da caravela de contorno tradicional (figura 66).
Figura 66 - Registros do carnavalesco em que aparece a coroa no CAA Fonte: Acervo de Raul Diniz
Em outras tentativas, a coroa mudará de estilo e de posição. Ela passa a se apresentar na vela maior da caravela, e terá o mesmo desenho da que é usada no símbolo da Escola (figura 67).
Nesses registros mais definitivos, o autor descartou a torre da alegoria e escolheu, como elemento marinho, a imagem de Netuno e, noutro momento, a de Adamastor, em detrimento do cisne, jacaré e tubarão. A presença de Portugal só permaneceria na menor vela da embarcação, representada pela cruz de malta.
Com esta opção, o carnavalesco traria um CAA menos comprometido com os fatos históricos. Na verdade, uma proposta que o afastaria dos aspectos relatados na sinopse, nos quais os músicos se embasaram para compor a letra do samba que serviu de referência para Diniz desenhar as fantasias. É importante lembrarmos que, neste momento, quando ele desenha as alegorias, os músicos já estão compondo e as fantasias sendo produzidas.
Por fim, para apresentar a escola na entrada do desfile, Diniz resolve substituir a imagem da coroa, que viria na frente do CAA, por letras em ferro (figura 68) compondo o nome da agremiação. Desta forma, o CAA, cumpre sua função inicial de anunciar a Escola, como determina a regra da LIGA. As letras virão cobertas com o brilho do néon, pelas mãos do monstro marinho (figura 69). A estrutura da coroa já pronta, usada no carnaval do ano
anterior, acabou sendo decorada e exposta na parte de trás do último carro, fechando o desfile, em vez de abri-lo.
Figura 67 - Caravela com o símbolo da Vai-Vai na vela de maior tamanho. Parte do registro do CAA onde Diniz apresenta a imagem de Netuno à frente da alegoria.
Fonte: Acervo de Raul Diniz
Houve, ainda, a tentativa de decorar os barbacãs com coroas pratas, feitas em vacuoforme58- que a princípio acompanhariam os brasões, também feitos com este mesmo material e aplicados nas flâmulas vermelhas que decoraram a caravela (figura 70).
No CAA, a imagem da realeza permanecerá na alegoria por meio das coroas dos brasões que decoraram as flâmulas expostas na caravela. (figura 71)
58 Placas de acetato são moldadas com o vácuo e o calor emitidos em uma máquina específica. Os moldes
Figura 68 - Parte da última arte final, com o nome da escola à frente da caravela e ao lado, parte das letras com o nome da escola (VAI), , em ferro, no barracão, que depois serão soldadas, decoradas com luz neón para serem fixadas às mãos do monstro marinho.
Fonte: Acervo de Diniz e a segunda imagem do próprio autor em 18 fev.2006
Figura 69 - O nome da escola, nas mãos do monstro, pronto para entrar na avenida Fonte: Do próprio autor, em 25 fev.2006
Figura 70– Parte da torre com os barbacãs decorados. Em destaque, a coroa feita em vacuoform e o brasão na flâmula, presa à caravela, feita com o mesmo material.
Figura 71- A flâmula com o brasão que enfeita a caravela e em destaque, a coroa, que faz parte de seu formato. Fonte: Do próprio autor, em fev.2006