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2. BEGREPSAVKLARING OG TEORETISK RAMMEVERK

2.2 N ORMER OG FORVENTNINGER – ROLLEBEGREPET OG ROLLETEORI

LITERATURA GERAL EM PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO

No decorrer desta dissertação, observou-se que muitas características dos adolescentes estão de acordo com a literatura concernente.

Na fase da adolescência são muitas as mudanças que ocorrem na vida do individuo, inclusive no que diz respeito à religiosidade e o modo como esta se relaciona com os valores.

As religiões a que os jovens alegam pertencer são: cinco católicos, três espíritas, um protestante e um evangélico. Embora não se possa fazer uma análise passível de generalização, porque o grupo pesquisador se reduziu a um número muito pequeno – apenas dez sujeitos, e que não pode ser considerado representativo dos adolescentes da região, é interessante apontar a coerência entre a frequência das religiões predominantes nestre grupo de dez com a frequência das religiões no Brasil, e mais especificamente, no Triagulo Mineiro. Assim, por exemplo, registra-se o predomínio do Catolicismo no país, enquanto que dos jovens pesquisados, 50% pertencem a essa religião. O espiritismo vem logo na sequência, com três jovens adeptos, o que também está em consonância com o esperado na Região do Triângulo Mineiro, onde viveu o líder Francisco Cândido Xavier. E em terceiro lugar, aparecem evangélicos e protestantes, que de acordo com o último censo, constituem no segundo grupo religioso mais frequente no país. Isto ilustra que os adolescentes, mesmo que apresentando perspectivas críticas em relação a alguns aspectos de suas religiões de origem, tendem a preservar em suas identidades o sentimento de pertença às religiões de suas respectivas famílias, familiares ou comunidades a que estão vinculados.

Muitos outros aspectos que puderam presentes nos resultados desta pesquisa estão também em consonância com o que descreveram importantes teóricos da adolescência, conforme podemos ilustrar a seguir.

Em geral, o que foi encontrado nesta pesquisa exploratória aponta aspectos que estão em consonância com autores clássicos sobre adolescência, como Hall (1804, 2006) e Erickson (1976), mas também em consonâncias com as abordagens mais recentes, surgidas dentro da concepção moderna e num contexto social de preocupações sobre degeneração e progresso.

Erikson (1976) estabeleceu que, na adolescência, a personalidade se desenvolve considerando os interesses sociais, intelectuais, da identidade e dos objetivos da vida que se expande e, também quanto às experiências pessoais se aprofundam. Tais aspectos estiverem presentes nos depoimentos e nos questionamentos dos jovens pesquisados.

Pode se ter uma ilustração de que, como nos dias atuais, alguns dos problemas vividos pelos jovens são muito semelhantes em relação aos adolescentes do passado, indo, desde problemas sociais, familiares e também quando atravessam experiências difíceis, como as descritas no questionário e quanto tais situações o afetam.

Hall (1804) ilustrou características de jovens no início do século vinte e nas décadas que se seguiram, e podemos constatar que algumas delas estão presentes até os dias de hoje como a questão da “conversão do adolescente”. Nesta pesquisa, realizada na cidade de Frutal, foi observado que muitos adolescentes confirmam a religião dos pais enquanto outros se convertem a outras religiões, muitas vezes questionando os valores religiosos trazidos pelos seus pais. Alguns deles reconhecem também outros valores dentro do contexto religioso, antes mais tradicionais, atualmente questionam tanto as escolhas, quanto os valores religiosos familiares. Verifica-se também o quanto se projetam para o futuro, algumas vezes, repensando os valores familiares com um novo formato. Alguns, inclusive, já vivenciam essa nova estrutura familiar, por exemplo, os filhos de pais separados, de modo que eles mesmos busquem também maneiras diferentes de se adaptarem as estas mudanças, assim refletindo em suas próprias escolhas religiosas, dentre outras.

Os adolescentes aqui pesquisados demonstraram serem capazes de realizarem os questionamentos típicos do período em que elaboram sua própria identidade, tal como descrito por Erickson, mesmo quando fazem a mesma escolha religiosa dos seus pais, acrescentando valores modernos, por eles identificados, utilizando-se de informações pautadas em uma nova sociedade, fazendo uso da internet, tecnologias e conhecimento dentro destes contextos.

Erikson estabeleceu que os adolescentes por ele pesquisados a quarenta e seis anos atrás apresentaram características sociais relacionadas a uma identidade mais madura, enfatizou a busca de novos valores e que de um modo geral aparecem também no trabalho aqui. Onde se nota que adolescentes questionam valores, buscando fortalecer características de maior autonomia, independência e de adaptações às mudanças, já mencionadas. Um exemplo disso é o caso observado em relação às jovens pesquisadas que não querem casar e ter fillhos, ilustrando o quanto elas se diferenciam das mulheres mineiras, que são mais tradicionais. Isso mostra a possibilidade de uma convivência com valores religiosos a outros valores

mais liberais, renovados. Um outro exemplo, nesta mesma direção, é o modo como a maioria dos adolescentes referem-se à questão do casamento, em que seus pais desejam que eles se casem com pessoas da mesma religião, porém os adolescentes escolhem seus pares em outras religiões, diferentes de sua família, principalmente as meninas que algumas vezes se quer fazem planos de se casarem ou ter filhos. Enquanto isso, os meninos apresentam maior interesse pelo casamento e a pretensão de ter filhos.

A constatação acima mencionada aponta para outro aspecto muito interessante que se observou nesta pesquisa: é que o modo como a religiosidade se associa aos valores está muito em consonância com uma relação positiva no que diz aos valores éticos, mas não necessariamente mantém uma relação positiva com os valores moralistas ou tradicionais. Como exemplo desta relação positiva com os valores éticos, verifica-se a predominância, entre estes jovens entrevistados, que se descrevem como religiosos e, ao mesmo tempo, se autodescreverem como sendo obstinados e determinados em relação a si mesmo, o que pode ser confirmado no quanto estes jovens demonstraram o seu desejo acompanhado de um esforço concreto em passar no vestibular e seguir uma carreira profissional de sua escolha. Neste caso, então, observamos valores relacionados à persistência, dedicação, compromisso e formação profissional. Embora não se possa generalizar estes resultados, considerando-se o pequeno número de participantes e os possíveis viezes na escolha destes, todos voluntários, então essa tendência está em consonância com a perspectiva de ser a religiosidade um fator protectivo e impulsionador no desenvolvimento saudável do jovem adolescente.

Como se observou, tanto nas respostas ao questionário, como nas entrevistas, muitos destes adolescentes estão em pleno desenvolvimento de seu processo crítico, inclusive em relação ao contexto familiar e social em que vivem. Percebe-se também que a identidade sociocultural está mais presente em relação a sentir-se membro do país de origem do que do estado e deste mais do que a região específica onde residem, conforme as respostas mencionadas no questionário. Isto aponta para um maior enraizamento em termos de identidade cultural enquanto brasileiros, do que propriamente como frutalenses. Neste sentido também, não podemos afirmar que a religiosidade destes jovens, mesmo guardando relações com o seguimento de valores familiares, esteja associada a uma tendência bairrista ou algo semelhante.

Observa-se também que a religiosidade é importante em suas vidas, mas não o suficiente para fazer com que se sintam, enquanto identidade e sentimento de pertença, muito ligados a uma comunidade religiosa. Quanto ao papel da religião no dia a dia, predomina a confiança em Deus nas horas difíceis e a percepção de que a religião ajuda a manter a calma nesses momentos, especialmente para aqueles que alegam confiar muito em Deus.

Este último aspecto leva à reflexão de que os profissionais de psicologia deveriam, especialmente no atendimento ao jovem que tem uma formação religiosa de origem, voltar-se mais atentamente para a influência das questões religiosas, que geralmente são trazidas pelos adolescentes e, contextualiza-las em suas respectivas áreas de atuação. Afinal, podem encontrar na vivência subjetiva da religiosidade um importante aliado, especialmente no que diz respeito a poder ser um elemento coadjuvante nas estratégias de prevenção nas situações de riscos, na medida em que esta pode apresentar um fator protectivo. Neste sentido, embora as teorias contemporâneas não abordem este assunto e nos cursos de formação dos psicólogos o tema tende também a ser silenciado, como ilustraram as pesquisas de Freitas e Ancona-Lópes (2014; 2012; 2007; 2002) e Ancona-Lopez (2007; 2010) verificamos que aí se constata uma grande lacuna, a ser preenchida com mais pesquisas sobre o tema e respectivo aumento da literatura com impacto sobre a formação em Psicologia.

5.2 RELIGIOSIDADE DOS JOVENS EM MINAS GERAIS: UM DIÁLOGO COM O

ESBOÇO TEÓRICO PROPOSTO POR AMATUZZI

Para Amatuzzi (2000, p.15), é na “adolescência que a pessoa começa a questionar a religião dos pais juntamente com toda a identidade que lhe foi recebida”. O que se observou nos resultados desta pesquisa foi que, embora a família tenha grande influência na escolha religiosa dos filhos, os jovens também se mostraram questionadores.

Ao realizar este percurso, é preciso delimitar a abordagem do esboço da teoria do desenvolvimento religioso de Amatuzzi (2001a, p. 25) mencionada anteriormente, propondo um diálogo entre a teoria e a prática, em que foi fundamentada a referida pesquisa, buscando então, um modo de pensar

fundamentado na fenomenologia. Assim os resultados evidenciados mostram um conjunto de elementos que fundam a religiosidade e os valores dos adolescentes entrevistados. Em diversos momentos, eles se integram de modo dinâmico e compõem o viés singular com que os adolescentes concebem seus valores em diferentes contextos.

Nesse sentido, foi possível apreender a religiosidade e sua relação com os valores descritos como a base para a vivência retratada pelos adolescentes: a valorização dos vínculos familiares, com os amigos, com a comunidade, e demais referências da vida cotidiana, valores estes que foram apreendidos também na própria interação registrada entre os adolescentes pesquisados.

Neste sentido, pode-se verificar, in loco, a importânica do dialogo inter- religioso, a qual favorece as condições ideais do desenvolvimento religioso, tal como descrito por Amatuzzi:

A complexidade do tema se mostra, no entanto, na necessidade de articulação de três noções já por si complicadas: o desenvolvimento psicológico (desenvolvimento pessoal, conectado com o social, cultural, com fases definíveis ou não), representação (como componente do processo de conhecer, e que aqui entendo como distinto da simples imagem), e religião (como orientação básica de vida, polarizada ou não por uma ideia explicita de Deus, mas sempre relacionada com um horizonte último). Alé disso existem diferenças definíveis na intensidade da adesão

religiosa (algumas são “mais religiosas” que outras); diferenças também na concepção religiosa (algumas pessoas pensam a religião com ideias mais

adequadas a complexidade dessa experiência humana do que outras pessoas)AMATUZZI (2004, p. 91).

Este diálogo foi percebido durante a aplicação do questionário e entrevista, como um momento de escuta, de expor as suas ideias, discuti-las, renova-las e essencialmente uma oportunidade de dar voz a todos adolescentes. Tiveram abertura para perguntar, duvidar, aprender a se relacionarem em grupo, consigo mesmos, mas principalmente foi um momento de falar de Deus, expressar suas crenças e vivências.

Vimos que os adolescentes estão ligados nos acontecimentos cotidianos, sociais e culturais, gostam de ler e estudar muito. No tema sobre política, podemos observar que tais aspectos confirmaram o quanto os adolescentes são questionadores, reconhecem seus direitos e valores tanto nas questões religiosas quanto na política e, sobre vários fatores. De uma forma geral não confiam muito nos políticos e na política. Esta desconfiança generalizada pode ser contextualizada

no momento pelo qual atravessam as lideranças inseridas na política brasileira. Isto significa que, para eles, a fé não é cega: não é pelo fato de serem religiosos que fecham os olhos para os políticos, ou se tornem politicamente alienados.

O perfil deles é que são politizados, observam atentamente o mundo ao seu redor e, principalmente defendem os seus valores. Valores religiosos, relacionados à sociedade em geral, a família, amigos, estudos, casamento e filhos. Mas, pode-se também observar que, neste processo de politização, ainda mantêm algumas visões tradicionalistas, em especial em relação ao papel da mulher ocupando posições de liderança política.

De uma forma ou de outra, quando questionados sobre a escolha de parceiros e amigos da mesma ou de outras religiões, a maioria refere ter muita amizade com pessoas de outras religiões, o que demonstra que, mesmo valorizando a sua religião, os adolescentes não o fazem de modo proselitista ou maniqueísta.

Em relação ao contato com jovens de outras religiões, a grande maioria tem mais contato com jovens da religião católica. Em seguida, vem o contato com protestantes e, em terceiro, o contato com os espíritas. Porém a minoria também citou que poderia até ter amizade com pessoas de outra religião, mas que jamais se casariam, seguindo criteriosamente a mesma opinião de seus pais. Quando à questão do casamento com pessoas de outras religiões, a maioria concorda em muito. Este assunto ilustra que os adolescentes valorizam tanto os amigos, quanto a sua religião e, respeitam as demais e estão abertos para uma relação até mais íntima, como o casamento, com pessoas de outras religiões.

Seus pais também aceitam o casamento dos seus filhos com pessoas de religiões diferentes, porém refletem que a temática da religião e dos valores familiares destes adolescentes possui uma influência significativa na vida dos mesmos, quanto a seguirem suas crenças, como mencionado anteriormente.

Pode se levantar discussões a partir deste contexto que possivelmente numa cidade do interior, e num estado considerado conservador como o é Minas Gerais, talvez a influência da família ainda seja menos questionada do que entre os jovens das grandes capitais. O Estado pode ser reconhecido, ainda pelo fato de ser movido pela religiosidade e a fé e, estas características marcantes nos remetem às falas dos adolescentes mineiros pesquisados em Frutal. Em um diálogo sobre a experiência religiosa, a fé e seus simbolismos, Amatuzzi descreve:

Se assim for, mesmo que o símbolo nos remeta a algo transcendente, sua experiência é ainda uma experiência humana, e, portanto, passível de uma fé racional. Com efeito, diremos nós não poderíamos falar de uma experiência religiosa direta, no sentido estrito do termo, sem cair em contradição, pois tudo aquilo que pode caber na experiência de um ser humano, não pode ser transcendente. Através do símbolo, entretanto, podemos falar de uma experiência humana real, indireta AMATUZI (1999, p.189).

Nas diversas experiências relatadas, observam-se as relações entre o sentimento religioso e alguns valores como a valorização do sentimento de amor ao próximo, a solidariedade, a proximidade e coesão da família, dentre outros, descritas tanto no questionário, quanto na entrevista do adolescente.

Em vários depoimentos, verifica-se também o que Amatuzzi (2000, p. 15) afirma sobre ser a religião “incorporada através de histórias que são contadas pelos pais”.

Assim, por exemplo, uma adolescente que é da religião espírita, defende os seus valores familiares,

Minha família é muito unida, eu gosto do fato da minha família me apoiar em muitos aspectos, minha mãe sempre me apoiou a estudar, então isso é uma coisa que eu sou muito fiél a isso, o que eu não gosto, não tem algo que eu possa dizer assim. Eu não idealizo uma família assim, seria essa mesmo.

Um adolescente da religião protestante conta sobre a sua vivência religiosa e chega a quantifica-la, “não a vivência religiosa, mas a vivência com Cristo para mim é a coisa mais importante. Tendo em um grau de porcentagem, seria 100%”.

O depoimento de outro jovem da religião espírita, durante a entrevista, também ilustra o quanto ele percebe a religiosidade como tendo um papel transformador em sua vida:

Eu considero a religião fundamental na vida de qualquer pessoa, porem tem pessoas que pensam diferente, porque nem todos pensam iguais. A religião, por exemplo, é completamente importante pra mim, eu vejo dessa forma, que a religião ajuda a gente, por exemplo, eu penso assim, por exemplo, a decidir coisas, por exemplo, a religião ajuda a gente a pensar melhor, a gente a enxergar o mundo de outra forma, ou seja, nem todos são iguais, sempre tem aqueles que tem as diferenças, das diferentes religiões, acho que a religião ajuda tipo assim, a você se relacionar espiritualmente junto com as outras.

Tais depoimentos ilustram o exposto por Amatuzzi (1997), ao afirmar o papel salutar da experiência religiosa, para o jovem, tendo “uma repercussão direta na vida da pessoa. Ela é tal que transforma ou modifica a vida” (op. cit, p. 35). Uma outra jovem da religião católica, conta sobre como a religiosidade está presente nas atividades do seu cotidiano,

Então, tem o movimento. E eu ajudo, como se fosse uma catequese com as crianças, as crianças, as de quatro, que a gente vai ensinando elas e tal... é uma forma assim de amadurecer, assim de jogar a sementinha, e eu canto no coral da igreja e assim minhas atividades.

Outro adolescente católico conta sobre uma vivência do seu dia a dia, “eu ajudo os padres a fazer as festas da igreja, quermesses, essas coisas que é pra colaborar com a igreja mesmo”. Tanto este jovem, quanto a sua família vivenciam a religiosidade de forma bastante valorativa.

Tais depoimentos, dentre vários outros, ilustram o exposto por Amatuzzi (1999, p.125) ao apresentar seu esboço geral para o desenvolvimento religioso, articulando teoricamente questões mencionadas neste percurso, sobre a experiência e seus conceitos:

A pesquisa fenomenológica da experiência religiosa é um esforço de retorno a experiência básica para além de suas sistematizações. É um esforço de dizer sempre de novo a pureza original dessa experiência e seus desdobramentos.

Uma jovem da religião espírita, também conta, com entusiasmo, durante a entrevista, como vivência cotidianamente a sua fé,

Eu rezo toda noite...e eu vou todos aos domingos ao centro. Centro espírita, na verdade tem dia de quarta e sexta, aí domingo é tipo um estudo, aí eu por eu fazer cursinho a noite, eu ia, mas eu prefiro aos domingos, que é uma coisa mais descontraída, mais jovial.

Dessa forma, podemos concluir, a partir das experiências religiosas relatadas pelos participantes, que a maioria delas se apresenta em consonância com a concepção de desenvolvimento religioso de Amatuzzi (1999) e as características gerais na adolescência. Percebe-se, ainda, que os adolescentes entraram em

contato com suas experiências particulares. Algumas vezes se colocando no lugar do outro, em solidariedade aos problemas da pessoa em questão, ou também pelo fato de ter vivênciado situações semelhantes. Ao passo que ajudam outras pessoas e se ajudam, consequentemente estão modificando seu statos quo, adquirindo assim uma visão de mundo, expandindo suas próprias ideias no sentido de estabelecer um desenvolvimento pessoal.

Portanto, a experiência religiosa é um elemento vivo, transformador, que envolve a conversão, a maturidade, a confiança pela fé, a transcendência, a evolução do eu e, essencialmente a construção dos valores, muitos dos valores destes adolescentes são atribuídos à família, aos amigos, percebidos como um sentido para a vida, onde a religiosidade é um dos elementos que permeiam ou concatenam esse conjunto de valores.