• No results found

Chapter 1. Introduction

1.3 Main Questions and Methodology

Segue a tabela que indica os impactos do ponto de vista subjetivo e profissional causado pela inclusão de alunos autistas nas classes regulares dos sujeitos entrevistados.

Tabela 19: Impacto pessoal e profissional causado pela inclusão do aluno autista IDENTIFICAÇÃO FREQ. SUBCATEGORIAS TEMÁTICAS VERBALIZAÇÕES TOTAL P.E.C P.E.P 4 5

Novo “olhar” sobre os alunos autistas

“Hoje vejo cada aluno de modo diferente, com suas

limitações e habilidades” 9 P.E.C P.E.P 1 3 Aulas diversificadas

“Me preocupo em dar atividades diferentes, atrativas e que despertem o

interesse dos alunos.”

4 P.E.C P.E.P 2 1 Valorização da vida e da saúde

“Agora vejo a vida de modo diferente. Agradeço a Deus porque sou igual a maioria

das pessoas.” 3 P.E.C P.E.P 2 3 Valorização das conquistas dos alunos

“Sei o tanto que é difícil cada conquista, cada passo, cada

avanço. Valorizo tudo.”

5

P.E.C P.E.P

0 2

Nada mudou “Até o momento não mudei

nada... continuo igual.”

2

TOTAL 23 23

Como pudemos observar, pelas respostas dos educadores entrevistados, a maioria, vinte e um professores dos dois grupos, desenvolveu atitudes positivas ao iniciarem o atendimento aos alunos autistas.

Nove professores passaram a enxergar o autista com um “novo olhar”, quatro professores diversificaram suas aulas, três passaram a valorizar a vida e a saúde e cinco

professores aprenderam a valorizar as conquistas, respeitando ainda mais as potencialidades e limitações dos educandos. Apenas 2 (dois) professores das Escolas- Parque relataram não terem sido afetados pela inclusão de alunos autistas em suas classes, o que nos permite inferir que esses professores não se sentem implicados nesse processo e que os alunos autistas são “invisíveis” no dia-a-dia do seu fazer pedagógico.

Esses resultados nos permitem afirmar que a inclusão de alunos autistas no ensino regular provoca nos professores não só sentimentos, mas também atitudes positivas, tanto no âmbito pessoal quanto no profissional, o que nos leva a acreditar que a inclusão desses alunos, embora complexa, desafiadora e conflitante , pode ser tarefa educativa possível de se realizar, se o professor nela se implicar, subjetiva e profissionalmente.

Se o professor for capaz de refletir e ressignificar suas concepções e práticas, poderá tornar esse impacto, causado pela inclusão de autistas em sua classe, uma ferramenta que lhe dê suporte psíquico e pedagógico para lidar com essa inclusão, pois, como relata Almeida (1999a) há “a necessidade de uma postura reflexiva sobre a tarefa educativa, que supõe uma re-significação, a ser feita pelo professor, de sua atuação junto aos alunos” (p.64).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este capítulo traz considerações relacionadas aos objetivos desta pesquisa e suas possíveis contribuições.

Partindo dos objetivos propostos e da investigação das principais concepções dos professores regentes acerca da inclusão de alunos autistas no ensino regular, compreendeu-se como estas afetam as suas práticas pedagógicas e ajudam a pensar a inclusão de crianças com necessidades educativas especiais na escola. Observou-se que o discurso da maioria dos sujeitos entrevistados é favorável à inclusão desses alunos, embora seja evidente o mal- estar diante daquele cuja alteridade, cuja diferença, remete o educador ao exercício constante da impotência, da incapacidade, da angústia, marcas significantes da castração. Apesar da formação acadêmica de nível superior, esta não o autoriza, de “per si”, à implicação subjetiva no trabalho realizado com esses alunos.

Os dados da pesquisa mostram que os professores entrevistados parecem reproduzir o discurso “politicamente correto de inclusão para todos”, aderindo às opiniões e concepções educacionais vigentes e hegemônicas acerca deste tema, desdobramento de políticas reformistas da educação, nos âmbitos nacional e internacional (Almeida, 2006).

Todos os educadores das Escolas-Classe foram favoráveis e apenas dois professores das Escolas-Parque não concordaram com a inclusão de autistas em classes comuns.

Apesar de terem, supostamente, uma boa formação acadêmica, os dados sugerem que as concepções e práticas dos entrevistados sobre a inclusão escolar de autistas são limitadas e restritivas, enfocando principalmente os aspectos ligados à socialização e à democratização do ensino que são conseqüências desse processo e não suas finalidades únicas.

Cabe ressaltar que as representações dos professores sobre o processo de inclusão escolar, bem como sua compreensão acerca do autismo, permitem que se perpetue a idéia de que os autistas vivem em um mundo à parte, isolados da realidade e que, por tais motivos as práticas inclusivas se restringem a ações educativas de pouco impacto na subjetividade e no comportamento desses sujeitos.

Os resultados aqui obtidos também denunciam que o conceito de autismo girou em torno da reprodução do discurso médico, que enfatiza as características nosográficas do espectro e se fundamenta em causas orgânicas deterministas e conclusivas, justificando, assim, as dificuldades e as frustrações profissionais e subjetivas face ao aluno autista constituído em sua singularidade. Com o diagnóstico clínico de autismo, o professor se sente autorizado a não apostar no aluno, a não convocá-lo como sujeito de desejo.

Os dados relativos aos fatores que facilitam e dificultam a inclusão de autistas no ensino regular aparecem, em sua maioria, fazendo um contraponto entre si. Aparecem como fatores facilitadores: a informação, a formação específica, a presença de um professor auxiliar e o envolvimento da família; como fatores que dificultam, aparecem esses mesmos aspectos, mas em situação de falta, de ausência.

Ao investigar a opinião dos professores acerca das condições profissionais para a atuação em classe inclusiva com autistas, as queixas sobre a formação específica, foram reiteradamente repetidas.

Também as pesquisas de Beraldo (1999), Camelo (1999), Tesini (1999), Lima (2001), Rodrigues (2001), Machado (2003), Sant’Ana (2003), Aves (2005) e Tessaro (2005) constataram que a questão da formação do professor é uma queixa permanente.

Alves (2005), em seu estudo, aponta que essas queixas “remetem a um vazio e são geradoras de angústia e conflito: e nada mais acolhedor do que nos protegermos em cenários imaginários onde supomos que o outro é detentor de um saber e vai lhes dizer como agir” (p.83).

Voltolini (2005) apresenta que os professores

“ficam compelidos a expressar seu desconforto, sua má posição pela queixa que quase sempre toma a forma ecolálica do ‘não temos recursos, não temos especialização’. E ainda que venham os tais recursos e a tal especialização, embora inegavelmente cruciais para o processo de inclusão, provavelmente não cessarão a queixa, já que ela vem no lugar de uma verdade recalcada” (p.151).

Legnani e Almeida (2004) destacam que “uma das manifestações do mal- estar dos educadores é a busca voraz de teorias psicológicas passíveis de serem transformadas em ‘métodos didáticos rápidos e eficazes’ para combater os problemas educacionais” (p.113), o que foi corroborado nesta pesquisa.

Alves (2005) ainda relata que seus entrevistados também ressaltam a falta de informação e de preparo para lidar com alunos autistas inclusos, porém esta autora afirma que, “na verdade, esses professores possuem um saber inconsciente” (p.94). Mais uma vez, sugerimos a criação de um espaço de interlocução e de

escuta para que os professores possam verbalizar suas preocupações e angústias frente a este desafio, que é o processo inclusivo, e possam (des)construir seus saberes e certezas, aprendendo a conviver com as dúvidas e incertezas que perpassam todo ato educativo.

Almeida (1999a) destaca a relevância do dispositivo de escuta do educador quando afirma que o professor deve ocupar

“o lugar de Mestre, eu diria Mestre barrado, para que o ensino e a transmissão sejam possíveis e realizáveis. Estar na posição de um ser em falta que deseja o desejo de saber (de aprender) do aluno. Por ser esta uma posição dificílima de ser sustentada, atribuo a essa dificuldade grande parte daquilo que faz sintoma na educação e no educador. Por isto considero imprescindível que o educador seja escutado” (p.68).

O dispositivo de escuta das narrativas e queixas dos professores possibilita a circulação discursiva, a confrontação de desejos e angústias face o real da educação, permitindo que os professores ressignifiquem o percurso de seu fazer pedagógico. Ao mesmo tempo, abre-se a possibilidade de sair do lugar gozoso da queixa e de se interrogar a propósito da posição que o aluno autista ocupa na estrutura discursiva escolar. Estes remanejamentos subjetivos permitem que algo novo e criativo venha a acontecer, criando condições mais favoráveis ao advento de uma educação inclusiva do sujeito.

No dizer de Medeiros (2005), “é aí, no ponto onde o sujeito articula a sua conduta como estando sempre a uma certa distância em relação ao desejo final (...) que nós procuramos escutar a queixa (...)” (p.239). Continua a autora: “Interrogar a posição em que se encontram em relação a essa falta do objeto tem produzido uma desmistificação em relação aos ideais que, organizando uma certa imagem de escola e de psicologia, lhes produz ansiedade, medo, impotência” (p.239).

Quanto às práticas pedagógicas diárias, foi possível observar que a grande maioria, dezenove dos vinte e três professores entrevistados, realiza algum tipo de adaptação curricular, quer seja nas atividades, no atendimento ou nas avaliações dos alunos autistas, o que nos permite inferir que os professores se preocupam em oferecer atividades pedagógicas que levam em consideração as peculiaridades e limitações de seus alunos autistas e as suas próprias.

As dúvidas, os sentimentos, as queixas e as demandas dos professores são enfáticos e relevantes e não podem ecoar no vazio. É preciso que se acolham as questões que emergem repetidas vezes no discurso desses professores, que se percebem em sua maioria, despreparados, desamparados e incapazes. A inclusão escolar do aluno requer o acolhimento devido aos professores, que são os instrumentos fundamentais na sustentação do lugar social e de transmissão da cultura, que se pretende oferecer aos alunos autistas.

Os resultados da pesquisa tornam-se muito interessantes quando apontam para a congruência e semelhanças de concepções e práticas pedagógicas entre o grupo de professores das Escolas-Classe e o grupo de professores das Escolas- Parque, considerando que estes têm objetivos pedagógicos e educacionais diferenciados.

O discurso homogêneo a respeito da inclusão escolar não se deixa afetar por variável dessa natureza. Sua força e consistência, aliás, independem, na amostra investigada, de variáveis tais como idade, sexo, formação e experiência profissional, permitindo-nos deduzir que se trata de um discurso político-ideológico educacional ao qual os professores aderiram, consciente ou inconscientemente, de modo bastante significativo.

Mudar concepções, redimensionar práticas, atitudes e valores, no que se refere à inclusão escolar, implicaria, então, na des(re)construção de redes discursivas e na adoção de novos paradigmas na formação de professores.

Nas palavras de Almeida (1999b), “a re-significação da atuação profissional, passa, portanto, pela apropriação de referenciais

teóricos que levem em consideração os processos interativos, conscientes e inconscientes, constitutivos dos sujeitos em processo de ensino, de desenvolvimento e de aprendizagem, em uma perspectiva psicodinâmica e sócio-histórica, cujo foco não é o indivíduo, mas o sujeito em relação” (p.78).

A autora enfatiza, ainda, “a necessidade da formação e do desenvolvimento da atitude e da sensibilidade clínica na escuta do outro, seja do outro semelhante, na posição de sujeito da aprendizagem ou sujeito do ensino, seja do Outro institucional” (p.80).

Neste sentido, apoiada na psicanálise, a autora compara a educação com um “projeto ético que se apóia na práxis” (Almeida, 2003, p.186) e que promove a implicação do sujeito nos seus atos.

Dentre os “dispositivos clínico-éticos de formação” apresentados pela autora, tais como a atitude e a escuta clínicas, o uso de narrativas/relatos escritos, em suas diversas modalidades (Almeida, 2003) podemos acrescentar, ainda, a educação terapêutica, tal como proposta por Kupfer (2001).

A educação terapêutica considera a inclusão escolar como ferramenta auxiliar na reconstituição subjetiva do aluno autista. Entretanto, não existe um projeto educativo a priori e o que se sugere é a conciliação da criança com os ideais sociais e culturais, que passa necessariamente por sua circulação no ambiente escolar.

como por exemplo, os laços com as crianças e adultos, as leis, as regras, a possibilidade do interesse por tudo que tem a ver com o aprendizado são essenciais” (Assali, 2006, p.2).

O papel do educador, nas vicissitudes da constituição do sujeito, é o de fornecer aos alunos autistas inscrições primordiais, conteúdos ideativos, cultura humana, a partir de diversas linguagens, instituindo o simbólico em torno do real, diferenciando-se da educação formal, ocupando o lugar de Outro barrado, transmitindo, além de conhecimentos, valores, ideais e um saber existencial.

Quando há falhas na função materna e a primeira educação fundamental, a cargo da família, impossibilita a criança de se constituir no campo do Outro, no campo discursivo da linguagem, cabe à segunda educação, a cargo da escola, sustentar a função materna, instalando inscrições, por mínimas que sejam, para que o sujeito advenha, filiando-o à cultura humana.

Ao contrário do que os professores desta pesquisa demandam, melhor seria que estes se despojassem do seu saber, dos conhecimentos prontos e acabados, das especializações, e suportassem o não-saber-todo, a fim de permitirem-se a aventura do encontro com o inesperado, com a diferença, com o alter-eu.

A posição do educador, sobretudo quando atravessado pela ética da psicanálise, é a de oferecer mais do que a chance de aprender, é de ser operador de uma mudança radical, possibilitando que o aluno autista encontre seu lugar na escola, na classe regular ou na classe especial, ali vindo se inscrever ou advindo como sujeito. O que está em jogo, portanto, é a premissa do advento de um sujeito, e depois, então, como efeito, o de um aluno. Acreditamos, assim como Schorn (2006) e procuramos demonstrar com este estudo, que “é possível o entrelaçamento

entre o educativo e o terapêutico, desde uma proposta interdisciplinar orientada pelos princípios éticos da psicanálise” (p.3).

Os resultados desta pesquisa confirmam a necessidade de se ouvir os educadores envolvidos no processo de inclusão, pois dar voz a esses que são os protagonistas da educação inclusiva, juntamente com os alunos, significa apostar no professor e criar condições para que a educação terapêutica aconteça.

Os resultados deste estudo confirmam, ainda, a complexidade do processo de inclusão de autistas no ensino regular e apontam para a necessidade de se dar continuidade a outros estudos e pesquisas que levem em consideração esta temática.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Almeida, S. F. C. de (1999a). Psicanálise e educação: entre a transmissão e o

ensino, algumas questões e impasses. Anais do I Colóquio do Lugar de

Vida/LEPSI: A psicanálise e os impasses da educação, 63-69.

Almeida, S. F. C. de (1999b). O psicólogo no cotidiano da escola: re-significando

a atuação profissional. Em: Guzzo, R. S. L. (org.). Psicologia Escolar: LDB e

educação hoje. São Paulo: Alínea, 77-90.

Almeida, S. F. C. de (2001a). Psicanálise e educação: revendo algumas

observações e hipóteses a respeito de uma (im) possível conexão. Anais do III

Colóquio do Lugar de Vida/LEPSI. Acesso 29 de novembro de 2006, em http://www.proceedings.scielo.br

Almeida, S. F. C. de (2001b). Sintomas do mal-estar na educação: subjetividade e

laço social. II Colóquio do Lugar de Vida/ LEPSI. São Paulo: USP, 42-48.

Almeida, S. F. C. de (org.) (2003). A ética do sujeito no campo educativo. Em: Psicologia escolar: ética e competências na formação e atuação profissional. Campinas: Alínea, 179-194.

Almeida, S. F. C. de (2006). Inclusão escolar: do “politicamente correto” à

política ética do sujeito no campo da educação. Anais do IV Colóquio do Lugar de

Vida/LEPSI. Acesso 18 de julho de 2006, em http://www.proceedings.scielo.br.

Almeida- Verdu, A. C. M., Fernandes, M. C. & Rodrigues, O. M. P. R. (2002). A

inclusão de pessoas com necessidades educativas especiais: implementação de práticas inclusivas e aspectos de planejamento educacional. Revista

Interação em Psicologia. N. 6 (2), 223-231.

Alvarez, A. (1994). Companhia viva: psicoterapia psicanalítica com crianças

autistas, borderline, carentes e maltratadas. (Veronese, M. A.V. Trad.) Porto

Alves, M. D. (2005). As representações sociais dos professores acerca da

inclusão de alunos com distúrbios globais do desenvolvimento. Dissertação de

mestrado da Universidade Federal de Santa Maria. RS.

Amaral, L. A. (1994). Pensar a diferença/ deficiência. Brasília: Coordenadoria Nacional Para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - CORDE.

André, M. E. D. A. de (1995). Etnografia da prática escolar. Campinas, São Paulo: Papirus.

Assali, A. M. (2006). A inclusão escolar e acompanhamento terapêutico:

possibilidade ou entrave? Anais do VI Colóquio do Lugar de Vida/ LEPSI. Acesso 5

de novembro de 2007, em http://www.proceedings.scielo.br

Associação Americana de Psiquiatria (1994). Manual de diagnóstico e estatística

de distúrbios mentais (DSM IV). São Paulo: Manole. 3ª ed.

Assumpção Júnior, F. B. (2005). Diagnóstico diferencial dos transtornos

abrangentes de desenvolvimento. Em: Júnior Camargos. Transtornos invasivos do

desenvolvimento 3° milênio, pp. 16-20. Brasília: CORDE, 2ªed.

Bardin, L. (1988). Análise de conteúdo. Portugal: Edições 70.

Bastos, M. B. (2003). Inclusão escolar: um trabalho com professores a partir de

operadores da psicanálise. Dissertação de Mestrado. São Paulo: Universidade de

São Paulo.

Bastos, M. B. (2006). Transmissão da psicanálise a educadores: quando a

circulação da palavra implica um fazer-dizer. Anais do VI Colóquio LEPSI IP/FE-

Beraldo, P. B. (1999). As percepções dos professores da escola pública sobre a

inserção do aluno tido como deficiente mental em classes regulares de ensino.

Dissertação de Mestrado da Universidade Federal de São Carlos. São Paulo.

Berlinck, M. T. (1999). Autismo, paradigma do aparelho psíquico. Estilos da clínica, 4, (7), 30-42.

Bernardino, L. M. F. (2006). A intervenção psicanalítica nas psicoses não

decididas na infância. Anais do V Colóquio do Lugar de Vida/LEPSI. Acesso 18 de

julho de 2006, em http://www.proceedings.scielo.br.

Bettelheim, B. (1987). A fortaleza vazia. São Paulo: Martins Fontes.

Beyer, H.O. (2006). A educação inclusiva: ressignificando conceitos e práticas

da educação especial. Revista inclusão, v. 2, 8-12.

Bobbio, N. (1992). A era dos direitos. Rio de Janeiro: Campus.

Bosa, C. & Callias, M. (2000). Autismo: breve revisão de diferentes abordagens. Psicologia: reflexão e crítica, 13 (1). Acesso 21 agosto de 2006 em http://www.proceedings.scielo.br.

Brasil (1994). Declaração de Salamanca. Linha de ação sobre necessidades

educativas especiais. Brasília. CORDE.

Brasil (1996). Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Acesso 17 de abril de 2006, em: http://www.planalto.gov.br,

Brasil (2001), Resolução Nº/ 2001 CNE/CEB, de 11 de fevereiro de 2001. Diretrizes

nacionais para educação especial na educação básica. Brasília: Secretaria de

Educação Especial. Acesso 17 de abril de 2006, em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/res_b.pdf.

Brasil (2004). Direito à educação: subsídios para a gestão dos sistemas

educacionais: orientações gerais e marcos legais. Brasília: Ministério da

Brasil (2005). Documento subsidiário à política de inclusão. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial.

Camelo, A. I. F. (1999). Educação inclusiva: uma visão sobre as necessidades

dos docentes. Dissertação de Mestrado da Universidade Estadual do Rio Grande do

Norte. Natal.

Castro, M.F.P. (2005). A infância e a aquisição da linguagem. Em: www.comciencia.br/reportagens/2005/12/09.shtml.

Cavalcanti, A. E. & Rocha, P. S. (2002). Autismo: clínica psicanalítica. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2ª ed.

Classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde (1993). CID 10. São Paulo: Edusp. 10 ª edição.

Colli, F. A. G. & Kupfer, M. C. M. (2005). O Grupo Ponte. Em: Travessias inclusão escolar: a experiência do Grupo Ponte Pré-escola Terapêutica Lugar de Vida- USP. São Paulo: Casa do psicólogo, pp.29-34.

Crespin, G. (2004). A clínica precoce: o nascimento do humano. São Paulo: Casa do psicólogo.

Distrito Federal. Lei Orgânica do DF (1993). Acesso 19 de abril de 2006,

em:http://www.cl.df.gov.br/legislacao/legisementas/leiorganicadf/lodf_’1993-

00000.htm.

Distrito Federal (2001). 40 anos de educação em Brasília. Secretaria de Estado de Educação. Subsecretaria de planejamento e de inspeção de ensino.

Distrito Federal (2005). Resolução nº 1/2005 – CEDF, de 2 de agosto de 2005. Acesso 19 de abril de 2006, em:http://www.se.df.gov.br/gcs/file.asp?id=4764.

Dolto, F. (1984). A imagem inconsciente do corpo. São Paulo: Perspectiva.

Dolto, F. (1985). Seminário de psicanálise de crianças 2. (Meurer, J. L. Trad.) Rio de Janeiro: Guanabara.

Emílio, S. A. (2004). O cotidiano escolar pelo avesso: sobre laços, amarras e nós

no processo de inclusão escolar. Tese de doutorado em Psicologia. Instituto de

Psicologia da Universidade de São Paulo.

Fabrício, N. M. de C. & Bueno de Souza, V. M. de C. (2002). A inclusão escolar e a

nossa realidade educacional. Acesso 1 de maio de 2007 em

http://www.psicopedagogia.com.br.

Furini, A. B. (2006). Processo de inclusão na escola regular: panorama de

percepções. Revista Educação Especial, n.28.

Garcez, L. (2004). Da construção de uma ambiência inclusiva no espaço escolar. Dissertação de Mestrado em Educação. Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.

Gaskell, G. (2002). Entrevistas individuais e grupais. Em Bauer, M.W. & Gaskell, G. (orgs.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 64-89.

Gil, A. C. (1999). Métodos e técnicas de pesquisa social. SP: Atlas. 5ªed.

Glat, R., Magalhães, E. F. C. B de & Carneiro, R. (1998). Capacitação de

professores: primeiro passo para a educação inclusiva. Em: Marquesine,

Almeida, Tanaka, Mori & Shimazaki (orgs.). Perspectivas multidisciplinares em educação especial. Londrina: UEL, 373-378.

Haag, G. (1991). Autismo e psicose da criança. Em: Mazet & Lebovici (orgs.). Abordagem psicanalítica do autismo e das psicoses da criança. (Bernardino, L. M. F.