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A identificação de comportamentos sedentários e a implementação de programas e actividades comunitárias que valorizem os tempos livres, pós-escola e de fim-de-semana, podem constituir-se como medidas preventivas promotoras de estilos de vida activos (Mota & Sallis, 2002).

Habitualmente, acredita-se que as crianças são intrinsecamente aptas para o movimento e, por isso, suficientemente activas; contudo, as investigações nesta área têm demonstrado que elas apresentam baixos níveis de participação em actividade física regular e mesmo em actividades espontâneas (Mota, 1997). Infelizmente, as crianças e os adolescentes não encontram oportunidades suficientes para atingirem um nível óptimo de actividade física habitual na sua vida quotidiana, nas actividades escolares ou na participação voluntária em actividades desportivas; os horários escolares revelam-se geralmente insuficientes para a obtenção de resultados eficazes em vários domínios da motricidade (Piéron, 1998).

Vários factores contribuem para o sedentarismo dos jovens; a redução dos esforços físicos na deslocação para a escola e os passatempos passivos, tais como: a televisão, os jogos electrónicos e os jogos de computador (e.g. Piéron, 1998; Vasconcelos & Maia, 2001). Esta situação leva a uma menor motivação pela actividade física e maior atracção pelas actividades de lazer passivas, surgindo, assim, um círculo vicioso de inactividade. Durante o seu quotidiano, as crianças não realizam actividade física em quantidade e intensidade suficientes para promover efeitos benéficos sobre a saúde; as alterações nos seus hábitos e o modo de viver o quotidiano, têm reflexo no seu processo de desenvolvimento, na óptica de um estilo de vida saudável (Vasconcelos & Maia, 2001).

Ser obeso, durante a infância, acresce outros factores de risco metabólicos que podem degenerar, em diversos problemas de saúde, ao longo da vida. As mudanças ambientais e de comportamento são provavelmente as que mais contribuem para o aumento deste tipo de problemas de saúde (Ekelund

et al., 2006). As recentes alterações no ambiente da nutrição, incluindo a grande aliança sobre a

conveniência de “fast food” e a falta de acesso a frutas e legumes contribui e agrava o alargamento da obesidade epidémica na infância.

Os hábitos alimentares podem ajudar a explicar o aumento da obesidade infantil nos EUA e noutros países industrializados. A pressão do tempo, induz frequentemente as famílias, a comerem alimentos

de elevado nível calórico, ricos em gordura e pobres em nutrientes (Sallis & Glanz, 2006). A exposição diária das crianças a uma frequência elevada de publicidade televisiva sobre alimentação e a existência de televisão no quarto, tem levado alguns investigadores a admitirem uma associação forte do risco de aumento da obesidade infantil (Pediatrics, 20025 citado por Neto, 2006a). A obesidade

infantil tem-se manifestado um problema de saúde comum, em rápido crescimento que alastra em todo o mundo industrializado, sendo já, considerada como uma das mais recentes epidemias à escala mundial (e.g. Ekelund et al., 2006; Neto, 2006a). A obesidade é considerada como o maior problema reversível de saúde no mundo, com mais de um bilião de pessoas com excesso de peso e 300 milhões de obesas: uma combinação explosiva de dietas hiper calóricas e comportamentos sedentários (Neto, 2006a).

A prevalência da obesidade na infância tem crescido durante os últimos anos; varia segundo alguns autores, entre 18% e 30% na população infantil e juvenil dos países industrializados do ocidente. Os dados para a população portuguesa parecem apontar no mesmo sentido; embora considerando diferentes valores critério, uma percentagem bastante elevada de alunos, apresenta valores indiciadores de obesidade, com particular ênfase nas crianças masculinas entre os 8 e os 10 anos (Mota & Sallis, 2002).

Um estudo alargado a diversos países da Europa – incluindo Portugal – procurou analisar uma associação entre ver televisão, a actividade física e os factores de risco metabólicos em crianças Europeias. Os investigadores (Ekelund et al., 2006) avaliaram cerca de 2000 crianças, em dois grupos de idade (9-10 anos e 15-16 anos) – 85% das crianças com peso normal, 12% com sobrepeso e 3% obesas – em três áreas (regiões) da Europa. Procederam a medições antropométricas – peso e altura – estimaram a massa corporal e mediram a pressão sanguínea. As crianças completaram um questionário acerca do tempo de exposição a ver televisão, do número de vezes que comiam enquanto viam televisão, mediram o nível de actividade física (usando acelerómetros) durante quatro dias. A análise dos dados permitiu aos investigadores verificarem que: (1) ver televisão está ligeiramente associado com o grupo de factores de risco – também a obesidade, visto que, as crianças que vêem mais televisão tendem a ter mais peso; (2) contudo, ver televisão não está relacionado com a actividade física; muitas das crianças mais activas não são necessariamente as que vêem menos televisão.

Estes resultados sugerem que, ver televisão não faz mal à saúde das crianças por substituir a actividade física, como normalmente se crê. O facto da associação entre ver televisão e o grupo de factores de risco metabólico, ser mediada pela obesidade, sugere que o comportamento alvo está em

comer, enquanto se vê televisão. Os investigadores encontram algumas evidências, em que comer, enquanto se vê televisão se associa ao sobre peso.

A limitação do estudo consiste na possibilidade das crianças não terem o cuidado de referirem os seus hábitos enquanto vêem televisão. A medição dos factores de risco foi feita apenas uma vez, tornando-se impossível dizer que ver televisão ou a falta de actividade física, são as causas do aumento dos factores de risco metabólicos. Sendo assim, estes resultados indicam que a promoção da actividade física é benéfica em relação aos factores de risco metabólicos, mas menos, em relação à obesidade infantil. Ver televisão e actividade física podem ser tratados como objectivos separados (são entidades separadas) para reverter a obesidade nas crianças.

Geralmente os estudos suportam a ideia que a actividade física reduz os riscos da aquisição de sobre peso. Numa amostra representativa nos EUA, durante 10 anos obtiveram-se resultados interessantes: homens e mulheres que eram activos, ganharam menos peso que outros inactivos. Os homens e mulheres que reduziram a sua actividade física aumentaram muito mais o peso do que aqueles que a actividade física não foi alterada (Sallis & Owen, 1999). Na generalidade, a actividade física parece ser um elemento fundamental no controlo do peso corporal; pelo aumento da energia dispendida e pela manutenção da massa muscular, a actividade física pode ser um coadjuvante importante, juntamente com a dieta, na manutenção de um peso corporal equilibrado (Mota & Sallis, 2002).

Sallis & Glanz (2006) têm encontrado muitas ligações entre o ambiente construído e a actividade física das crianças; detectaram evidências conclusivas de aspectos do ambiente construído que promovem a obesidade. Por exemplo, certos padrões de desenvolvimento, como a falta de passeios, distâncias longas para a escola e vias próprias para autocarros, desencorajam ir a pé ou de bicicleta para a escola; a eliminação de tais barreiras pode aumentar os valores de transformação activa. Para os autores, a investigação sobre o ambiente construído e a obesidade está ainda muito no início; as pessoas que tenham acesso a lugares seguros onde possam ser activas, contextos de habitação que dêem para caminhar e lojas locais que disponham de alimentos saudáveis, podem ser mais activos e comer mais comida saudável – dois tipos de comportamentos que conduzem a uma boa saúde e evitam a obesidade. Qualquer esforço para compreender e reduzir a obesidade deve considerar o ambiente construído.

A definição livre de ambiente construído, consiste na vizinhança, nas ruas, prédios, lojas, áreas de recreação, local onde se vive, trabalha, come, educa, diverte e brinca. A maneira como o ambiente construído é concebido pode afectar muitas decisões diárias. As pessoas que vão a pé para o trabalho ou escola, que comem frequentemente em restaurantes “fast food” ou levam os filhos aos parques,

associação entre actividade física habitual e nível de independência de mobilidade permitida, na vida quotidiana das crianças e jovens na cidade, explica uma parte do progressivo fenómeno de sedentarismo e obesidade infantil (Neto, 2006a).

Portanto, a mudança do ambiente construído, no sentido de incentivar a actividade física das crianças, pela recreação e deslocação/transportes – e a acessibilidade a comida saudável pode ajudar a solucionar, a longo prazo, a obesidade epidémica na infância (Sallis & Glanz, 2006).

Muitos autores (e.g. Sallis & Owen, 1999; Lopes et al., 2001;2003; Magalhães et al., 2002; Mota & Sallis, 2002; Sallis & Glanz, 2006) acreditam nos efeitos positivos da actividade física para a saúde – e nas consequências adversas de uma vida sedentária, com muitos factores de risco de doenças crónicas que se iniciam na infância – e também outros comportamentos activos em idades pediátricas que podem influenciar definitivamente o estilo de vida em adulto. A associação entre a má qualidade alimentar + sedentarismo = obesidade, cria uma epidemia generalizada com grandes consequências, a médio e longo prazo, para a saúde pública. O relativo baixo custo energético dispendido pelas crianças nas actividades de vida quotidiana (casa, escola, rua) implica um olhar mais atento no desenvolvimento de estratégias de investigação e de políticas públicas, de modo a ultrapassar este problema complexo da vida moderna (Neto & Marques, 2004).

O aumento progressivo de sedentarismo infantil é proporcional à diminuição da qualidade ambiental em termos de condições e oportunidades de jogo livre (Neto, 2006)6. Por sua vez, a redução de

oportunidades e tempo de jogo na infância e adolescência tem consequências inevitáveis no aumento do sedentarismo e nas patologias associadas com o aumento da obesidade, stress e doenças cardiovasculares. Um empobrecimento do repertório motor e dificuldades de adaptação a novas situações, são provavelmente, o resultado de uma diminuição de estimulação ocasional experiências informais em actividade física e relacionamento social – (Neto & Marques, 2004). As actividades físicas/desportivas informais, definidas na literatura por actividades não organizadas, não patrocinadas por escolas, clubes desportivos, entidades patronais, empresas ou por qualquer outra organização comercial ou não comercial, têm adquirido uma importância crescente no domínio da prática de actividade física das populações (Sallis & Owen, 1999).

Alguns dados parecem reforçar a necessidade de alterar as propostas de prática de actividade física quer nas crianças, quer nos adolescentes; nas actividades desportivas informais, a participação espontânea é um critério essencial, dado que estas actividades não são condicionadas por regras

6 Neto, C. (2006). O jogo e o tempo livre nas rotinas de vida quotidiana de crianças e jovens. Consultado em 30 Janeiro 2006 através

estabelecidas ou regulamentos oficiais, por formas de competição desportiva nem por serviços ou infra-estruturas disponibilizadas para o desporto de competição. O aumento da actividade física de intensidade moderada, durante o tempo livre, em muitos países industrializados, deve-se a uma escolha voluntária da maioria das pessoas, pela exigência e recurso, a habilidades motoras básicas.

As referências efectuadas na literatura, a propósito da maior probabilidade dos sujeitos sedentários, durante a adolescência, em permanecerem passivos e pouco activos, chegados à idade adulta, comprovam os resultados observados, referentes à participação em actividades informais. A percepção geral de muitas crianças e jovens é de que, as actividades propostas pelos clubes formais são muito monótonas, excessivamente regulamentadas e rígidas, para além de serem muito semelhantes às actividades desenvolvidas no contexto escolar (Mota & Sallis, 2002). Os mesmos autores (2002), realçam um outro problema a ser equacionado, no entendimento e promoção da actividade física das crianças e jovens que são, as suas (im) possibilidades de prática espontânea. Este é um factor particularmente relevante nos períodos de recreio escolar (recess time) e, nos momentos de tempo livre, normalmente associados aos parques ou espaços de lazer públicos (playground).

Alguns dados têm demonstrado que as crianças estão mais aptas a envolverem-se em actividades mais intensas, no decurso de actividades espontâneas, normalmente concretizadas em espaços não organizados/estruturados. Este facto parece ser comprovado pelas evidências, quando demonstram que o tempo dispendido no exterior é fortemente associado aos níveis de actividade física habitual.

Num estudo de Sleap & Warburton (19927 citados por Mota & Sallis, 2002) realizado com crianças

inglesas, com idades entre os 5 e os 11 anos, verificaram que a maior actividade das crianças se manifestava nos intervalos das aulas; as crianças eram muito menos activas em casa, onde viam bastante vídeo e televisão. Uma parte substancial da actividade física moderada ou vigorosa na qual se envolviam, não era escolhida voluntariamente, mas fazia parte de actividades inevitáveis, tais como, os trajectos casa-escola-casa.

Os intervalos escolares, enquanto momentos decorridos em espaços não organizados, onde as crianças se movem livremente e interagem com os seus pares, sem que sejam supervisionadas, parecem proporcionar uma excelente oportunidade de desenvolvimento de actividades físicas espontâneas. Existe uma grande variabilidade na actividade física durante os tempos de recreio, pois as crianças podem escolher livremente um comportamento sedentário ou activo, com diferentes intensidades (Mota & Sallis, 2002).

7 Ver em Sleap, M. & Warburton, P. (1992). Physical activity levels of 5-11 years old children in England determined by continuous

Os factores de envolvimento físico não podem ser descurados quando pretendemos analisar a influência sobre a prática da actividade física; podem de um modo significativo, afectar e influenciar as actividades de jogo livre, particularmente as actividades espontâneas. Diferentes estudos têm demonstrado que o tempo dispendido no exterior é a variável individual que melhor se associa com a actividade física em crianças e adolescentes (e.g. Sallis & Owen, 1999; Mota & Sallis, 2002; Cosco, 2006; Neto, 2006a; Hume et al., 2007).

O conceito de espaços comportamentais (behavioral settings) ajuda a compreender o potencial impacto do ambiente físico e social; trata-se de um conceito importante para perceber a actividade física, porque as actividades acontecem em lugares específicos. Diversos espaços concretos podem possuir características que tornem mais fácil ou difícil, a capacidade de dar condições às pessoas para serem activas (Sallis & Owen, 1999).

Resumindo, podemos afirmar que as variáveis do envolvimento são fundamentais na explicação da prática de actividade física. O ambiente físico tem a capacidade de facilitar ou condicionar o envolvimento numa prática mais frequente. As condições geográficas e sazonais, bem com a disponibilidade, acessibilidade e segurança, quer dos equipamentos, quer dos locais de prática, são decisivos nesta influência. No entanto, parece verificar-se um declínio na sua influência, da infância para a adolescência e idades subsequentes, à medida que os factores psicossociais assumem um papel mais marcado (Mota & Sallis, 2002).

Hume et al. (2007) desenvolveram um estudo com crianças de 10 anos (n=280), de estatuto socioeconómico baixo, pertencentes a três escolas básicas da área metropolitana de Melbourne (Austrália). Pretenderam com o estudo: (i) descrever e examinar as diferenças nas percepções das crianças, em relação ao seu ambiente próximo (ambiente físico e social); (ii) analisar as diferenças entre rapazes e raparigas; (iii) associar as percepções do ambiente e a frequência de andar a pé, com o nível de actividade física.

De um modo geral as crianças referiram percepções positivas dos ambientes físicos e sociais da vizinhança. Menos de 70% das crianças referem serem capazes de andar a pé e de bicicleta – a cada um dos 15 destinos da lista. Sobre os aspectos estéticos e de segurança da vizinhança, predominam percepções positivas, com dois terços a concordarem que a vizinhança é esteticamente agradável e menos de um terço refere a existência de muito lixo. Muitas crianças sentem a sua área segura. Mais de 60% das crianças concordam com o estado da sua zona (ambiente social) e mais de três quartos tinham amigos, com quem realizavam a pé e de bicicleta o trajecto para casa. Há diferenças significativas entre sexos, na percepção do ambiente: mais rapazes referem que tem acesso a pé e bicicleta pela vizinhança, que há muitos grafittis, que conhecem toda a vizinhança muito bem. Em

contraste, mais raparigas se sentem preocupadas com estranhos na sua vizinhança. Para crianças mais pequenas, o jogo de actividade física no exterior é uma força motivadora para produzir actividade física; este tipo de jogo tem revelado um significativo dispêndio calórico, em relação a outras actividades e jogos.

O factor motivador é o prazer que se entrelaça em estímulos físicos e sensoriais, possibilitados pelo ambiente envolvente (plantas, animais, objectos e equipamentos, etc.) e pelas interacções sociais com outras crianças e adultos (Cosco, 2006). As crianças realizam muita da sua actividade em programas estruturados ou não estruturados, no contexto da comunidade onde vivem. Diversos estudos indicam que a actividade estruturada – ex: Educação Física ou Clubes – não é suficiente para providenciar o nível adequado de actividade física, nestas fases etárias (Sallis & Owen, 1999). Os mesmos autores (1999) apresentam um modelo ecológico de influência sobre a actividade física (ver Quadro 3), com base na necessidade de distinguir as diferentes influencias dos ambientes físicos e sociais, das políticas e leis, no estudo de diversos espaços comportamentais (behavioral settings) e no conhecimento dos comportamentos individuais e de grupo.

Quadro 3 – Um modelo ecológico de influência sobre a actividade física (Adaptado de Sallis & Owen, 1999) Factores

Intra Pessoais

Factores de Ambiente Social

Factores de Ambiente Físico

Ambiente Natural Ambiente Construído

Demográficos Comportamentos sustentáveis tempo (clima) ambiente informação Biológicos Clima social geografia urbano/suburbano Cognitivo/Afectivo Cultura arquitectura Comportamentos Politicas governativas de

incentivo à actividade/inactividade Politicas governativas de recursos e infra-estruturas relacionadas com actividade/inactividade Transportes Entretenimento recreação

Nota: Os ambientes físicos e sociais necessitam ser considerados como chave dos “espaços comportamentais” (behavioral settings), tal como, a casa, a vizinhança, a escola, o local de trabalho, parques, facilidades de recreação e desporto e edifícios públicos

Diversos tipos de políticas e abordagens ambientais podem promover a actividade física ou a inactividade das populações. São necessárias intervenções específicas para se dirigirem a todos os espaços comportamentais (behavioral settings) nos quais essas actividades diárias acontecem (ex. segurança, áreas abertas destinada a piões e utilizadores de bicicletas, etc.); se forem construídos espaços verdes a ligarem zonas de habitação é normal que se encorajem os habitantes a andar a pé e de bicicleta.

Sallis & Owen (1999) destacam e sintetizam alguns aspectos relevantes do “cen|rio” comportamental da actividade física na população pediátrica: (i) os níveis de actividade física e dispêndio energético decrescem com a idade durante a infância e adolescência; (ii) os elementos do sexo masculino são mais activos do que os do sexo feminino; (iii) andar de bicicleta e desportos com bola, são as actividades mais praticadas; (iv) a maioria da actividade realiza-se fora da escola; (v) as crianças passam cerca de 2-3 horas/dia a ver televisão; (vi) a actividade física no verão é superior ao inverno;

(vii) os elementos do sexo masculino parecem participar em actividades de maior intensidade do que o sexo feminino; (viii) a actividade física em crianças caracteriza-se por períodos muito curtos de actividade intensa.