5 Tolkninger og drøfting av funn
5.3 Kunnskapens betydning og videre forskning
profissional indicativos (IOELV) nos termos da diretiva 98/24/CE do Conselho e altera as directivas 91/322/CEE e 2009/161/CE. Os Es- tados-membros estão autorizados a fazer uso de um período de transição, com limite até 21 de agosto de 2023, no que diz respeito à aplicação em ambiente subterrâneo (minas e túneis) dos valores- -limite fixados pela presente diretiva para o monóxido de azoto, o dióxido de azoto e o monóxido de carbono. Embora durante esse período de transição os Estados-membros possam continuar a aplicar os valores-limite em vigor, em vez de aplicarem os estabe- lecidos nesta diretiva, há que desde já preparar a resposta a este desafio ao nível de métodos de execução de avanços, equipamento e metodologia de medição, entre outros.
O Bastonário, Carlos Mineiro Aires, abriu a sessão acompanhado pelo Presidente do Colégio Nacional de Engenharia Geológica e de Minas, Carlos Caxaria, e pela Coordenadora do Colégio na Região Sul, Te- resa Carvalho. Nesta fase de preparação para enfrentar esta situação, foram muito apreciadas as apresentações dos oradores convidados. Miguel Tato diogo, professor na FEUP e membro eleito na Região Norte, fez um enquadramento legal da nova diretiva, tendo sugerido que a Ordem dos Engenheiros tenha uma participação ativa como parceiro social na revisão de legislação a que esta diretiva certamente
vai obrigar. António Garcia, da EPOS, falou sobre os desafios e solu- ções em obras subterrâneas e Ricardo Vaz sobre o mesmo tema mas em relação a minas, apresentando o caso da mina de Neves-Corvo. Ainda sobre a mesma mina, Vasco Camacho debruçou-se sobre a importância da ventilação nos trabalhos subterrâneos. Na área dos equipamentos, contou-se com a participação de César Cardoso, da Cimertex, e de hugo dias, da Atlas Copco. Ambos os oradores apre- sentaram como solução mais eficaz a utilização de equipamento elétrico autónomo. A sessão encerrou com a participação de Pedro Bernardo, da Orica e Professor no IST, que evidenciou, no que se refere a emissão de gases, as características de alguns tipos de ex- plosivos. Não há forma de eliminar completamente os gases dos explosivos, pelo que as condições da qualidade do ar terão sempre que contar com o auxílio de ventilação forçada. Os trabalhos encer- raram com uma sessão de debate e o acordo dos palestrantes em repetir este evento na Região Norte, por ser tão premente levar a discussão deste tema junto de mais colegas.
As comunicações apresentadas estão disponíveis no Portal do En- genheiro, em www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/ dossiers/apresentacoes/seguranca-em-ambiente-subterraneo-o- -futuro-proximo
D
esde 2014 que a Mina de São domingosrealiza anualmente as Jornadas Inter- disciplinares. Esta iniciativa, promovida no âmbito do projeto UId/hIS/04209/2013, é organizada por diversas entidades – Instituto de história Contemporânea, Universidade de évora – Cehfcí, Faculdade de Ciências Sociais humanas, Fundação Serrão Martins e Câmara Municipal Mértola – e consegue mobilizar diversos atores num esforço con- junto de dinamização deste legado mineiro. Este ano o evento decorreu a 24 de no- vembro e teve como tema “Minas, Tecno- logias e Educação: Convergências”, estru- turado em duas sessões. A primeira, dedicada a “Recursos Minerais e Sociedade”, teve como oradores Pedro Nogueira, que apresentou um projeto que integra modelos metalogé- nicos aplicados ao estudo de recursos mi- nerais, Jorge Ferreira, que apresentou re- gistos do Boletim de Minas no período de
1964-1984 referentes à divulgação da ativi- dade mineira na Faixa Piritosa Ibérica, e Isabel Lousada, que enalteceu o papel de mulheres, escritoras e protagonistas que, para além de um nome, deixaram uma obra, evocando Mercedes Blasco. A segunda sessão, dedi- cada ao tema “Património Mineiro, da Ciência à Educação”, foi preenchida pelos oradores Ana Cardoso de Matos, que apresentou “Mina de São domingos – ambiente e paisagem, encruzilhadas interdisciplinares em perspe- tiva histórica”, Florbela Martins, que eviden- ciou as variadas potencialidades didáticas que uma saída de campo na Mina de São
domingos tem no ensino das Ciências, e João Matos, que esclareceu sobre a geodi- versidade em áreas mineiras da Zona Ossa Morena e como valorizar trilhos geológicos em minas abandonadas.
O evento contou ainda com a apresentação de um projeto comunitário desenvolvido com o objetivo de estudar e testar processos ino- vadores de tratamento de águas com metais pesados, entre as quais águas de drenagem ácida de mina. Na Estação de Tratamento de Águas Residuais da Mina de São domingos já está em funcionamento uma estação pi- loto onde se procede ao tratamento bioló- gico da água de drenagem ácida.
da parte da tarde foi realizado um passeio num percurso geológico e mineiro na Mina de Chança, sob orientação de João Matos, do LNEG, tendo o grupo crescido com a participação de jovens e professores do programa ERASMUS.
COLéGIO NACIONAL dE ENGENhARIA geolÓgiCA e De MiNAs
L
isboa foi a cidade escolhida para acolher a 33.ª Conferência Internacional de Ligas Metálicas Ferrosas (IFA), promovida pela Metal Bulletin. Este evento, que contou com a participação de 750 delegados de vários países, inovou na criação de uma sessão dedicada a mulheres na indústria mineira. Esta sessão teve como ora- doras convidadas Teresa Burguete, Vogal do Colégio Nacional de Engenharia Geo- lógica e de Minas, e Aimie Keeler, analista de mercado da Anglo American.33
International Ferroalloys Conference
• 13.º Almoço de Membros do Colégio de Engenharia Geológica e de Minas » ver secção Regiões » sUl
• A Engenharia Geológica e de Minas nas Universidades » ver secção Regiões » sUl
• Região Sul marcou presença nas XII Jornadas de Santa Bárbara » ver secção Regiões » sUl