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Hvordan kommer ADHD til uttrykk hos jenter?

In document Jenter og ADHD (sider 68-76)

5 Tolkninger og drøfting av funn

5.1 Hvordan kommer ADHD til uttrykk hos jenter?

Figura 1 Modelo estrutural

Torre residencial

Edifício comercial

N

o passado dia 6 de junho decorreram no Auditório da Sede da Ordem dos

Engenheiros (OE), em Lisboa, as 3.as Jornadas

da Especialização em direção e Gestão da Construção, dedicadas ao tema da “Reabili- tação Urbana – da Teoria à Prática”, com programa organizado em duas sessões de quatro oradores, a que assistiram 80 partici- pantes de diversas áreas de atividade. Ao Bastonário, Eng. Carlos Mineiro Aires, coube a abertura das Jornadas, tendo o seu encerramento contado com a participação do Secretário de Estado Adjunto e do Am- biente, Eng. José Mendes. O tema mereceu um debate profundo, que percorreu diferentes fases dos projetos de investimento em rea- bilitação urbana, bem como a apreciação do quadro legal e regulamentar aplicável, no- meadamente nos aspetos de reforço estru-

tural, assim como a apreciação de casos prá- ticos, onde se evidenciou o esbatimento fre- quente das fronteiras entre a conceção e a construção. Foi destacada a importância do tema face aos riscos específicos e não des- prezáveis evidenciados em algumas das ex- periências no setor, resultado de desajusta- mentos entre o quadro legal/normativo e as especificidades inerentes a este tipo de pro- jetos. Os empreendimentos de reabilitação urbana foram apontados como trabalhos de conceção particularmente exigentes em ma- téria de Engenharia, onde as fases de estudos preliminares devem assumir particular des- taque e esforço de consistência e coerência com os dados de prospeção e diagnóstico para garantir a otimização das decisões de conceção e a elaboração de projetos melhor adaptados a investimentos com a maximi-

zação de rendibilidade. Ficou demonstrado que a intervenção da Engenharia Civil na rea- bilitação urbana é mais relevante do que a “obra acabada” poderá revelar, pela particular complexidade dos temas que obrigatoria- mente surgem e pela especificidade dos riscos que as obras apresentam.

3.as Jornadas da Especialização em Direção e gestão da Construção

triaxiais não consolidados não drenados, granulometrias, ph e sulfatos).

de seguida, completei o relatório interpre- tativo dos resultados da campanha de pros- peção. A geologia do local era homogénea e consistia em 3.7m de depósitos de aterro, 3m de depósitos quaternários do Tamisa (cascalho e areia), 14.5m de argila de Lon- dres (argila rija), 16m de intercalações argi- losas e arenosas (Grupo de Lambeth), 11m de areias de Thanet (areia fina muito densa), e Cré (calcário poroso fraturado). O nível da água encontrava-se a 5m de profundidade e o perfil de pressão intersticial era sub-hi-

drostático. Estabeleci os parâmetros de di- mensionamento para cada estrato com base nos resultados dos ensaios e em correlações locais.

Executei uma análise de impacto do projeto nos túneis vizinhos usando programas de elementos finitos. A análise 2d foi ao de- talhe de modelar o revestimento dos túneis, ao passo que a análise 3d focou-se na in- teração entre os dois edifícios, nos efeitos 3d da escavação e nos assentamentos da torre. Previ movimento total máximo de 7mm a longo prazo no coroamento do túnel mais próximo. Os relatórios que produzi

foram revistos pelas entidades detentoras dos mesmos e aprovados, o que foi impor- tante para o desenvolvimento do projeto. O sistema de fundação da torre é um en- soleiramento de 2.5m de espessura, supor- tado em estacas de 1200mm e 1500mm de diâmetro fundadas nas areias de Thanet. Fui responsável por preparar a especificação da estacaria e mais tarde supervisionei esses trabalhos.

Na parte final do meu estágio, fui respon- sável pela revisão da monitorização dos tú- neis, pavimentos e edifícios adjacentes, papel que continua até aos dias de hoje. Gostaria de agradecer à Ordem dos Enge- nheiros pela distinção que me atribuiu. A aprendizagem que tive facilitou a transição para o mundo do trabalho, ainda que num ambiente competitivo e diferente de Por- tugal. O desejo de voltar permanece para um dia retribuir o que me foi ensinado e que é tão valorizado pelos meus superiores, que incessantemente procuram talento como o nosso.

Figura 2 Modelos em plaxis 2d e 3d

COLéGIO NACIONAL dE

ENGENhARIA

Civil

dirEção E GEstão da construçãoEspEcialização Em

InIcIatIvas RegIonaIs

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iNTRoDUÇÃo

Em 2015, o Governo português aprovou o “Compromisso para o Crescimento Verde”, um plano estratégico com vista ao desenvol- vimento sustentável da economia nacional através da promoção dos recursos endógenos e da eficiência energética. Parte dessa estratégia assenta na redução das emissões de gases com efeito de estufa, em especial no setor elétrico, que é responsável por mais de ¼ das emissões nacionais. Nesse sentido, foi estabelecida uma meta indicativa de que pelo menos 80% do consumo elétrico na- cional deve provir de tecnologias de produção elétrica de origem renovável, em 2030.

de facto, o aperfeiçoamento das tecnologias renováveis para a pro- dução de eletricidade torna-as cada vez mais custo-competitivas, o que, associado ao desenvolvimento de tecnologias de armazena- mento e de gestão autónoma das redes, torna, a prazo, interessante a aposta numa trajetória 100% renovável para o sistema elétrico. Nessa ótica, o trabalho realizado pretendeu validar o funcionamento do sistema elétrico nacional em cenários de forte penetração de energias renováveis que, tendencialmente, supram a totalidade do consumo elétrico nacional. Para conceber os cenários recorreu-se ao software EnergyPlan, uma ferramenta que simula a operação de sistemas elétricos numa base horária.

METoDologiA

O algoritmo desenvolvido (Figura 1) classifica o comportamento estocástico dos recursos renováveis para a produção de eletrici-

dade recorrendo a séries históricas e à sua integração na gestão do sistema, simula o comportamento de trocas internacionais, para além da operação custo-eficaz de meios de armazenamento. Como observável na Figura 1, os valores de potência do parque de centrais renováveis de produção dependente da disponibilidade de recurso foram cruzados com a distribuição adimensional da pro- dução de cada uma das tecnologias. A combinação destes dois parâmetros permitiu obter o mix de produção elétrica de origem renovável variável que estará disponível. Nos períodos em que a produção renovável variável é inferior ao consumo terá de existir uma forma fiável de suprir as necessidades elétricas.

A primeira opção consiste em captar o máximo das potencialidades do armazenamento elétrico existente. A segunda linha de investi- gação compreende uma melhor gestão da interligação com sistemas elétricos vizinhos, de forma a potenciar ganhos de mercado que re- sultam da disponibilidade de recurso renovável nos países vizinhos. O recurso a centrais térmicas clássicas é ativado nos períodos de menor recurso renovável.

CENARizAÇÃo E CoNClUsõEs

As cenarizações foram influenciadas pelo regime hidrológico e por diferentes tendências evolutivas do parque electroprodutor, que atendem às previsões do operador da rede de transporte nacional e de associações industriais europeias.

Na Figura 2 ilustra-se um dos diagramas de produção elétrica ob-

ENGENhARIA

ElETRoTéCNiCA

luiS FiliPe CameiRa FeRReiRa › [email protected]

Melhor estágio 2017

Tema: Cenarização sistema Elétrico 100% Renovável Portugal Continental

Autor: João Rodrigo graça gomes

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