• No results found

KULTURMILJØ

In document og og Fjordane med Norges (sider 35-0)

A partir de 1998, a direção da entidade, com base nas diretrizes estabelecidas em seu planejamento estratégico desenvolve uma gestão voltada para a expansão das atividades, aliada à qualificação do trabalho, e à busca da sustentabilidade permanente de seus projetos.

No segundo semestre de 1997, foi formado um grupo de voluntários, pessoas ligadas a área da educação, para as quais foi solicitado o estudo e o projeto de uma escola. As instalações alugadas à Polícia Militar estariam sendo desocupadas a partir de janeiro de 1998, e diante deste fato, e tendo como objetivo que o imóvel continuasse gerando recursos para a entidade,

duas alternativas poderiam ser consideradas – a locação para terceiros ou a ocupação com alguma atividade própria, nas áreas da saúde ou educação, vislumbrando-se para o momento esta última alternativa como a mais viável, eis que um empreendimento na área da saúde careceria de mais longa maturação. Assim sendo passava à apreciação dos conselheiros o documento intitulado “Projeto Escola Cristã de Florianópolis”, resultado do trabalho desenvolvido em ação conjunta da AEBAS e o grupo de voluntários interessados. (Ata nº143, p. 73).

De posse do projeto conceitual, e tendo o imóvel desocupado, a AEBAS partiu para a organização da Escola Cristã de Florianópolis, que inaugurada em março de 1998,

iniciou suas atividades primeiramente voltada à educação infantil, expandindo o atendimento em 2000 ao ensino fundamental de primeira a quarta série, e em 2001, da quinta a oitava serie do ensino fundamental. A ECF, tinha como objetivos fundamentais e permanentes , “gerar recursos para a sustentação dos projetos da AEBAS na área da assistência social, implantar um projeto de educação voltado para a formação de pessoas socialmente responsáveis e implantar uma prática pedagógica tendo como referenciais de princípios a ética e os valores cristãos”. (AEBAS, Projeto Conceitual da ECF, 1997.)

Com a implantação da Escola Cristã de Florianópolis, a direção da AEBAS resgatou um dos sonhos que permeou a visão e o ânimo de seus fundadores, conforme pode ser observado em registros no ano de 1958, quando em reunião do conselho se cogitou pela primeira vez na Criação de um Colégio Evangélico,(Ata nº 22), tema novamente abordado na Ata 23 do dia 10.03.58, quando inclusive foram formadas três comissões para estudar o assunto. Na ata 44 da Assembléia Geral Ordinária dos Associados da AEBAS, realizada em Dezembro de 1960, cogita-se novamente da criação do Colégio Evangélico. Em 1963 o assunto retorna num programa de ações previstas para serem executadas no terreno da AEBAS no Estreito (Ata nº 61). E finalmente em 1976, se observa a direção novamente fazendo a proposta para a criação de um Colégio Evangélico, (Ata nº 133), idéia não aceita na época, pois a maioria dos associados, defendeu a manutenção dos esforços em torno do projeto de construção do hospital evangélico ou de uma maternidade, “conforme compromisso assumido com o público contribuinte” (Ata nº 134, p.48). A despeito da resistência nesta época, se percebe que por parte de muitos, este foi um sonho longamente acalentado , e que finalmente se concretiza no ano de 1998.

Fundada e implantada a Escola Cristã de Florianópolis, a direção da entidade, atendendo aos desafios propostos em seu planejamento estratégico, retomou o projeto de construção do Hospital Evangélico. Iniciou, buscando novamente a parceria da sociedade, formando uma comissão de voluntários, médicos, enfermeiros, administradores, engenheiros, assistentes sociais, e outros profissionais, os quais, numa ação conjunta com a direção da entidade, e após um semestre de muitas reuniões, estudos e debates concluíram em outubro de 1998, o Projeto conceitual do Hospital Evangélico de Florianópolis – Clinica Geronto- Geriátrica.

Para a concepção do Hospital Evangélico a AEBAS estaria fundamentada em alguns pressupostos e fatores determinantes: Primeiro, busca resgatar o ideal, a visão de seus fundadores, os quais sonharam com um empreendimento na área, que viesse efetivamente contribuir para a melhoria das condições de vida da comunidade; Segundo, a opção pelo idoso ocorre da visão de que este contingente necessita de ações concretas de atendimento qualificado, diferenciado que venham efetivamente contribuir para o resgate de uma vida digna, cidadã, prazerosa, se considerando que a velhice não é doença, mas apenas mais uma das crises vitais que resultam em novas formas de se relacionar com o meio. Terceiro, pelo fato da existência de espaço físico definido por uma extensa área de terreno urbano, que possibilitaria a implantação de um projeto na área da saúde, anexo a um projeto já existente de atendimento ao idoso, no terreno confrontante com a área da AEBAS. Em quarto lugar pela experiência da instituição em implantar, implementar e administrar projetos de cunho social, inclusive acessando recursos de terceiros e os administrando com a devida responsabilidade.(AEBAS, Projeto Conceitual do HEF, 1998)

Por se tratar de um empreendimento de alto custo e complexidade, as iniciativas foram acontecendo de forma mais lenta. Em 1999 a entidade recebeu o Projeto Arquitetônico, fruto de um trabalho de conclusão de curso de uma aluna de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Catarina, que , sabendo do projeto da AEBAS, e tendo como foco de pesquisa a arquitetura voltada para a terceira idade, resolveu por realizar o referido trabalho, que passou a constituir a proposta definitiva do projeto arquitetônico do HEF. Em outubro de 2000 o projeto do Hospital foi lançado à sociedade numa cerimônia pública quando também foi implantada sua diretoria voluntária e provisória.

No segundo semestre de 2000, foi realizada a segunda rodada de negociações e planejamento o que resultou no “Planejamento Estratégico da AEBAS 2001 – 2005”. Este documento resultou num plano de ação que em sua conclusão assinalava

A tarefa de construir uma sociedade justa, cidadã, humana, para muitos soa com uma utopia. Será utopia enquanto for o sonho de uns poucos, enquanto for a paixão de uma minoria. Será realidade quando este sonho for sonhado por muitos, quando esta paixão influenciar as ações da maioria. Para que isto ocorra entendemos que precisamos agir, provocar reações, influenciar opiniões, construir idéias, rever conceitos, gerar ações concretas que mostrem que é possível tirar crianças das ruas, reconstruir com as famílias os laços de carinho, de respeito, obter moradia, trabalho, lazer, proporcionar ao idoso uma vida plena, digna, ter escolas humanizadas, éticas,comprometidas com a comunidade, socialmente responsáveis. Estes são os nossos desafios: Expandir e

consolidar nossas ações nas área da assistência social, da educação e da saúde, de forma perene, qualificada e auto-sustentável; Formar opiniões, gerar transformações, sensibilizar a sociedade para as questões que dizem respeito à conquista e construção da cidadania.(AEBAS. Planejamento Estratégico, 2000)

Partindo destes desafios, a direção da entidade, juntamente com seu conselho e em parceria com a equipe de trabalho resolveu por iniciar a reestruturação de sua administração, e para tal foram criados ainda em 2000 o Departamento de Assistência Social, responsável pelos projetos de atenção à infância e adolescência, desenvolvidos no CAS - Centro de Assistência Social da AEBAS, o Departamento de Educação, responsável pela ECF - Escola Cristã de Florianópolis, e o Departamento de Saúde, responsável pelo projeto do HEF - Hospital Evangélico de Florianópolis.

Com o reordenamento administrativo e a conseqüente implantação destes departamentos a gestão dos projetos passou a acontecer de forma descentralizada, o que gerou maior autonomia e agilidade (Ata nº 163), e para tal foi alterado o Estatuto da AEBAS, de maneira que respaldasse as mudanças então realizadas na estrutura da entidade, em seu processo de gestão diária e tomada de decisão. Foi estabelecida a figura do Conselheiro Supervisor, o qual acompanharia de perto os trabalhos do departamento, assinaria junto com os diretores toda documentação administrativa e financeira pertinente ao departamento.

No decorrer de 2001 e 2002, foram realizadas várias ações na busca da efetivação do projeto do HEF, seja na liberação da área para construção, a realização de uma visita ao Hospital Evangélico de Curitiba para conhecer de perto um projeto similar e já plenamente estabelecido, entre outras. Em 2003 foi constituído o Grupo de Voluntários do HEF, uma iniciativa que tinha como objetivos divulgar o projeto do HEF e captar os primeiros recursos formando o Fundo para Construção do Hospital Evangélico de Florianópolis, recursos que estariam fazendo frente às primeiras despesas do empreendimento. Neste ano foi também formada a comissão para Construção e Implantação do HEF, composta por trinta voluntários, entre conselheiros da AEBAS e simpatizantes ao projeto, os quais passaram a pensar e trabalhar para a efetivação do Hospital Evangélico de Florianópolis.

Além do fortalecimento e expansão da Escola Cristã de Florianópolis, e de dar continuidade às ações para construção e implantação do HEF, o Planejamento Estratégico

da AEBAS previu profundas e significativas mudanças para a área do atendimento à criança e adolescente, mais precisamente nos projetos desenvolvidos pelo CAS – Centro de Assistência Social da AEBAS

Desde a fundação da Creche e posteriormente com a implantação do projeto de atendimento dos sete aos quatorze anos, todas as atividades aconteciam num único local, á época bem próximo das comunidades e bairros empobrecidos. Todo trabalho teve, ao longo desses anos a preocupação de promover mudanças e gerar com as famílias atendidas, alternativas de enfrentamento e superação das situações de pobreza, e para tal a proximidade geográfica constituiu fator determinante, considerando que as ações então implantadas sempre repercutiram diretamente nas comunidades das quais procediam estas famílias. Porém com o passar dos anos, e como resultado do processo de favelização que Florianópolis vinha sofrendo, agravado principalmente após os anos oitenta, essas famílias foram gradualmente afastadas, o que levou a entidade a tomar uma nova postura no trabalho que vinha realizando. De acordo com o Planejamento Estratégico, na análise do ambiente externo pode ser lido:

O Departamento de Assistência Social da AEBAS está localizado geograficamente numa área, que num horizonte de 5 anos estará totalmente afastada das comunidades empobrecidas que por conta da especulação imobiliária estão sendo empurradas para regiões mais periféricas. O crescente afastamento geográfico das comunidades atendidas no CAS tem dificultado a ação mais efetiva deste nestas comunidades.

(AEBAS. Planejamento Estratégico, 2000).

Diante destes fatos, a direção da entidade, juntamente com a direção do CAS, contando com a coordenação da Secretaria Executiva da AEBAS, iniciou os estudos que deram origem ao Programa de Descentralização do Atendimento.

A estratégia adotada para o programa de descentralização baseava-se na formação de parcerias com outras organizações que estivessem atuando nas comunidades. Nestes contratos as organizações parceiras cederiam o espaço físico e cooperariam na manutenção dos projetos, a AEBAS ficaria então responsável pela coordenação de todo programa arcando com as despesas de pessoal e de parte da manutenção geral do núcleo de atendimento.

Iniciado em 2003, numa parceria que permitiu a abertura do primeiro núcleo descentralizado, no Município de Palhoça, o programa se estendeu, e em 2004 mais dois núcleos foram inaugurado, um no Bairro da Agronômica, e outro no Bairro José Mendes ambos nas imediações do Centro de Florianópolis. Em 2005 o CAS contratou uma nova parceria que permitiu a abertura do quinto núcleo de trabalho na Caieira do Saco dos Limões.

Estas medidas já possibilitaram, em 2005, o aumento em 100% do número de atendimentos relativo ao que foi praticado em 2003 além de proporcionar o retorno da entidade às comunidades periféricas. Desta forma o Centro de Assistência Social da AEBAS atende hoje em seus cinco núcleos de trabalho a 500 crianças e adolescentes dos três meses a dezesseis anos.

Com as crianças de 3 meses a 6 anos trabalha-se a educação infantil com o foco no processo de alfabetização e posterior inserção no ensino fundamental. Com crianças e adolescentes, de 7 a 16 anos, o foco do trabalho está no acompanhamento escolar com vistas a superação das dificuldades no processo de ensino-aprendizagem. Trabalha-se a música como veículo facilitador e de conquista da auto-estima por meio do desenvolvimento de aptidões, dons, e do resgate da cultura musical local, seja popular, folclórica, clássica ou religiosa.

Com as famílias e a comunidade desenvolve-se, paralelo ao atendimento da criançada, o Programa de Orientação e Apoio Sócio-Familiar – POASF, por meio do qual são estabelecidas metas de intervenção que visam a superação dos problemas geradores das situações de exclusão e miserabilidade. Todo trabalho acontece em estreita ligação com o poder público local, meio empresarial e sociedade.

As ações do CAS - Centro de Assistência Social da AEBAS atingem hoje uma população de aproximadamente 30 mil pessoas, em três dos quatro municípios que compreendem a região da Grande Florianópolis. Locais onde moram famílias provenientes do interior do estado de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, na sua maioria trabalhadores rurais, que sem condições de viver no campo migraram para a Capital em busca de sobrevivência. São encontrados também casos de famílias que vieram para

tratamento de saúde de um de seus membros e que após um período de estadia, optaram por fixar residência.

Os pais e responsáveis trabalham na sua maioria no setor informal, na construção civil, no comércio e em empregos sazonais, em bares, hotéis, restaurantes nos meses de novembro a março, período da alta temporada, o que configura um público com renda percapta média de meio salário mínimo. São freqüentes os casos de desemprego, principalmente na baixa temporada. O contexto destas comunidades é caracterizado pelas precárias condições nos serviços básicos de saúde, saneamento, educação, transporte, geração de emprego e renda, entre outros.

O Projeto de intervenção do CAS tem como desafio o enfrentamento de dois problemas: primeiro, gerar ações concretas que repercutam diretamente na melhoria permanente das condições de vida das crianças, adolescentes e famílias alcançadas, segundo, garantir que estas ações aconteçam dentro e em estreita relação com as comunidades empobrecidas.

A região da Grande Florianópolis convive hoje com uma demanda reprimida de 20.000 crianças e adolescentes que necessitam de ações que lhes garantam o acesso digno à saúde, educação, lazer, cultura e esportes; tanto o poder público quanto as organizações privadas convivem hoje com o desafio de gerarem alternativas para o enfrentamento destas carências. É preocupante na região o agravamento das situações de violência geradas principalmente pelo aumento do uso e tráfico de drogas, das quais as crianças e adolescentes são as principais vítimas seja num contexto atual quanto numa perspectiva de futuro.

A inserção da AEBAS nestas comunidades tem acontecido por meio de parcerias estabelecidas com organizações que já têm uma história de trabalho local, e que sentem a necessidade de ampliá-lo. A ação dos Núcleos do CAS da AEBAS nestas parcerias tem criado uma linha de trabalho que tem como centro a criança o adolescente e sua família.

Os programas desenvolvidos têm gerado o retorno e a permanência na escola, a música tem gerado elevação da auto estima e tem contribuído para o despertar de vários dons e talentos. Com as famílias alcança-se mais integração e o fortalecimento dos laços

afetivos e de compromisso. Todas essas ações têm colaborado para o fortalecimento dos vínculos das crianças e adolescentes com suas comunidades. Busca-se também contribuir para a autonomia e o fortalecimento das organizações parceiras, e que o partilhamento das experiências venham gerar novas frentes de trabalho em outras comunidades.

As ações do CAS se desenvolvem a partir do trabalho sistemático de uma equipe que envolve um administrador uma coordenadora pedagógica, duas assistentes sociais, uma coordenadora de música, cinco professores de música, quatro professores coordenadores de núcleos, cinco recreadoras , quatro auxiliares de serviços gerais e cerca de 15 voluntários. Toda equipe participa do estudo, elaboração, execução e avaliação do trabalho, processo que acontece por meio do acompanhamento diário das atividades e em encontros e reuniões semanais e mensais. O trabalho está subordinado à Supervisão da Secretária Executiva da AEBAS.

Para a consecução de seus projetos seja na área da assistência social, educação ou saúde, a AEBAS conta com uma estrutura administrativa que se inicia com a Assembléia dos Associados, atualmente em número de quinhentas pessoas físicas e ou jurídicas. Esta Assembléia anualmente se reúne no primeiro semestre para aprovação dos relatórios e das contas do ano anterior. A cada dois anos são eleitos, o Conselho Diretor composto por dezoito membros, sendo nove efetivos e nove suplementes, e o Conselho Fiscal , formado por seis conselheiros, três efetivos e três suplentes.

O conselho da AEBAS se reúne ordinariamente a cada três meses. Sua diretoria eleita dentre os conselheiros, composta por um presidente, um tesoureiro e um secretário, tem mandato coincidente com o mandato do conselho. Esta tem como principal incumbência o acompanhamento das ações na três áreas de atuação da AEBAS. A supervisão diária dos projetos está a cargo da Secretaria Executiva da entidade, subordinada diretamente à Diretoria.

De grande importância no cotidiano da entidade é a presença do trabalho voluntário. A começar pelo conselho, diretoria, comissões, onde todo trabalho desenvolvido é realizado de forma voluntária. A AEBAS conta hoje com uma equipe de cinqüenta e seis colaboradores efetivos, atuando na Secretaria Executiva, no CAS e na

ECF, e um grupo de cento e quatro voluntários que atuam permanentemente dando apoio aos projetos.

Os departamentos têm suas diretorias formadas, e atuam com autonomia e independência, tendo como referenciais para o trabalho, o Planejamento Estratégico da AEBAS e de seus departamentos, os Planos Operacionais Anuais e os Planejamentos específicos de suas áreas de atuação. Todo processo de planejamento acontece de forma integrada e participativa, por meio da formação de comissões que debatem e discutem os rumos do trabalho em cada área. Os planos elaborados são submetidos à apreciação e aprovação do conselho e da diretoria da AEBAS e então são implantados.

A entidade não possui ainda um projeto específico e abrangente para a avaliação e acompanhamento de suas ações. Porém, os planos operacionais anuais são constantemente acompanhados e avaliados, e os resultados das análises servem de subsídio para posteriores planejamentos. As atividades cotidianas tanto no CAS quanto na ECF são avaliadas em reuniões semanais e mensais envolvendo toda equipe de trabalho.

No Plano Operacional Anual do CAS para 2006, elaborado em agosto deste ano, está previsto na diretriz n. 4: “implantar um programa sistemático de avaliação do trabalho desenvolvido pelo CAS, a partir do estudo e definição da metodologia de avaliação, bem como, os instrumento e indicadores a serem usados, para o que será buscada a participação de todos os envolvidos nos projetos do CAS”, (AEBAS, Plano Operacional Anual do CAS para 2006; 2005).

A sutentabilidade dos projetos do Departamento de Assistência Social da AEBAS acontece por meio de convênios estabelecidos com a Prefeitura de Florianópolis, do Acordo de Cooperação mantido com a AMENCAR/KNH, da contribuição de algumas empresas, em bens ou espécie, da contribuição dos associados, e do que é alavancado com a realização de eventos, campanhas e promoções. Freqüentemente são encaminhados projetos as mais variadas fontes de financiamento com vistas as obtenção de recursos para a manutenção do trabalho.

Considerando que a AEBAS tem como meta a ampliação do atendimento de maneira tal que sejam alcançadas pelo CAS mil crianças e adolescentes até 2007, e que a

Escola Cristã de Florianópolis, no mesmo período tenha seiscentos alunos, e que o Hospital Evangélico de Florianópolis esteja já em fase de construção e implantação, é permanente o desafio para ampliar sua base de apoio financeiro, moral e político.

Para tanto a direção da entidade tem como constante a preocupação de manter permanente contato com seus associados e com a sociedade em geral. Para tal faz uso do Informativo publicado a cada seis meses, de cartas e expedientes, vídeo e outros materiais de divulgação como folders e panfletos promocionais. Vale-se também da realização de eventos os quais tem como principal objetivo a divulgação da entidade.

A relação da AEBAS com o poder público se dá por meio dos convênios estabelecidos e já mencionados. A entidade é continuamente demandada para participar de estudos e debates nas áreas onde atua. A direção procura manter uma relação de parceria, apesar de ignorar os entraves políticos e burocráticos que dificultam esta relação, e que acabam por penalizar e prejudicar o desenvolvimento de projetos voltados ao bem público.

Realizado o resgate histórico da entidade, buscou-se levantar os principais fatos e eventos que pudessem contribuir para a resposta aos problemas de pesquisa bem como

In document og og Fjordane med Norges (sider 35-0)