7. Detaljanalyse av resepsjonen
7.4. Hvordan fortolkes dramaet som helhet? Lesemåte. Graden av symbolisme
7.4.6. Kritikernes konkretisasjoner av Lille Eyolf. Helhetsfortolkning med hensyn
Todas as pessoas com 14 anos ou mais anos de idade que, durante o período de referência, não estavam trabalhando porque não tinham um emprego, mas es- tavam procurando um trabalho remunerado ou lucrativo. essa categoria com- preende: pessoas que trabalharam anteriormente mas perderam seu emprego (desocupadas propriamente ditas), pessoas em regime de seguro-desemprego e pessoas em busca de seu primeiro emprego.
2. 3.
Apresentação
este texto apresenta uma sistematização dos dados e análises de cinco tra- balhos – contemplando argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai – sobre a situação das mulheres trabalhadoras rurais e as políticas públicas para as
mulheres no âmbito do Mercosul, incluídos neste livro. ele atém-se basica-
mente aos trabalhos específicos de cada país, complementados com algumas informações baseadas em bibliografia que abordam alguns países da américa Latina de forma comparativa ou individual.
3 Os trabalhos foram preparados especialmente para subsidiar o I Seminário de Políticas de Gênero no Mercosul, realizado em Montevidéu, Uruguai, em 3 de novembro de 2005, no marco da Reunião Especializada da Agricultura Familiar (Reaf). Neste texto mencio- nam-se as informações obtidas nesses países, respectivamente, como Relatório Argenti- na, Relatório Brasil, Relatório Chile, Relatório Paraguai e Relatório Uruguai.
1 Doutora em Sociologia, Professora Titular do Departamento de Sociologia da Universi- dade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Brasil.
2 Mestre em Sociologia, Professor Substituto do Departamento de Sociologia da Universi- dade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Brasil.
1. A agricultura latino-americana
nos anos 1950 e até meados dos anos 1960, de um modo geral, a agricultura la- tino-americana estava relativamente estagnada e era vista como incapaz de ga- rantir o fornecimento de alimentação para os centros urbanos em crescimento e de proporcionar divisas para subsidiar o desenvolvimento industrial (perío- do de substituição de importações). a mudança estrutural era percebida como necessária para uma melhor utilização de terra e mão-de-obra consideradas como relativamente ociosas, assim como para proporcionar algum impulso na produção de alimentos destinados ao consumo interno dos países da região.
Bengoa sintetiza os diagnósticos sobre a agricultura latino-americana no final dos anos 1950 e início dos anos 1960:
Los diagnósticos de esta época son fuertemente “urbano centristas”. La pobreza rural es vista como falta de modernidad. el desarrollo rural, como llevar al campo la mo- dernidad urbana; la consigna subyacente es la urbanización del campo. Ciertamente existían dos procesos absolutament e objetivos que impelían a la acción inmediata: la masiva corriente migratoria del campo a las ciudades y la lenta respuesta de la produc- ción agrícola, y alimenticia en particular, frente a las crecientes necesidades de la po- blación. Cualquiera que observara la realidad social y económica del campo a fines de los cincuenta y en los sesenta se topaba con estos dos hechos indiscutibles. Los campe- sinos abandonaban el campo en busca de nuevas oportunidades en pueblos y ciudades. Las ciudades se llenaban de poblaciones callampas, pueblos jóvenes, favelas, o como se quisiera denominar a los cinturones de miseria y habitación precaria que en una década acordonaron a nuestras ciudades. el campo no respondía a las demandas de la sociedad. no retenía a quienes allí vivían y no producía suficientes alimentos para las masas cre- cientes urbanas. La explicación sería sencilla en ese período: la estructura del mundo rural estaba periclitada, no era capaz de dar cuenta de las nuevas exigencias y por tanto había que cambiarlas. Se imponía un cambio de estructuras. (Bengoa, 2003).
durante os anos 1960 e 1970, a questão rural ainda tinha um papel pri- mordial na américa Latina, principalmente pelo peso numérico de sua popu- lação. a partir de meados dos anos 1960, muitos países da região instauraram governos ditatoriais, que suprimiram as liberdades individuais, desse modo calando as oposições, o que tornou mais fácil a adoção de modelos econômi-
cos altamente concentradores de renda. no Brasil, a primeira metade dos anos 1970 marcou o fim de um período de expansão da economia, conhecido como “milagre brasileiro”, que se caracterizou por elevados índices de crescimento e de inflação. Os demais países da américa Latina também passaram por pro- cessos semelhantes, como é exemplificado pela moratória do México, em 1982, que é seguida pela redução do fluxo de capitais para os países da região. a década de 1980 pode ser considerada como uma “década perversa” (Graziano da Silva, 1996b: p.107) ou como “a década perdida” (Piñeiro, 2003), pois, apesar da retomada dos governos constitucionais, “os programas de ajuste estrutu- ral, desregulamentação estatal, privatização, abertura da economia a inversões estrangeiras e abertura das fronteiras comerciais, seguidas com disciplina pe- los governos latino-americanos, não aumentaram o bem estar da população, mas, ao contrário, produziram mais pobreza e desigualdades sociais” (Piñeiro, 2003). além disso, “a dívida externa do continente cresceu a níveis asfixiantes, impedindo a capitalização e o desenvolvimento econômico” (Piñeiro, 2003). Como diz Graziano da Silva, “a ação do estado foi decisiva para separar os que ganharam dos que perderam, através da perversa combinação de um brutal arrocho salarial com uma política de câmbio defasado e a administração de polpudos subsídios direcionados a grupos de interesses específicos” (Graziano da Silva, 1996b: p.ii).