7.6 Ressursbehov for barriere 4 (strandsone)
7.6.1 Kommentarer til resultatet av beregningene for strandrensefasen
Com o presente estudo pretendeu-se averiguar quais as vantagens e desvantagens da utilização do GeoGebra na aprendizagem do estudo da circunferência. O primeiro constrangimento encontrado deveu-se ao facto de os alunos não terem tido muito tempo para explorarem e se adaptarem ao GeoGebra. Devido à falta de disponibilidade de espaço e de tempo, apenas foi realizada uma aula de exploração do software antes desta experiência de ensino.
A realização de diferentes tipos de tarefa é um fator fundamental no processo de ensino- aprendizagem. Esta diversidade permite suscitar diferentes atividades matemáticas (Ponte, 2005). Com as tarefas exploratórias pretendeu-se envolver os alunos na formalização de conceitos e estabelecimento de relações no estudo da circunferência. No entanto, promover o envolvimento dos alunos com dificuldades de aprendizagem ou desmotivados, neste tipo de atividades, foi uma dos obstáculos ao longo da intervenção pedagógica. No final de cada tarefa, de caráter exploratório, os alunos foram incentivados a envolverem-se na discussão dos resultados obtidos. Tal como referem Menezes et al. (2014), esta é uma fase importante da atividade matemática, uma vez que, através da comunicação, o professor pode promover o diálogo e a valorização do pensamento dos alunos. No entanto, esta tarefa foi difícil de realizar, pois uma grande parte dos alunos não se envolvia na discussão de ideias, talvez por receio de exporem a sua opinião sobre determinado assunto, ou também por falta de hábito de se envolverem em atividades desta natureza. A realização de tarefas exploratórias com recurso ao GeoGebra fez com que algumas atividades não se desenvolvessem conforme planificado. Com a utilização deste recurso, como mencionam Ponte, Matos e Abrantes (1998), os alunos para experimentar e procurar soluções necessitam de mais tempo. Outra contrariedade encontrada ao longo da intervenção pedagógica foi o comportamento dos alunos na sala de aula, que afetava a forma como trabalhavam e o modo como decorriam as aulas, dificultando a obtenção
de um ambiente propício à realização de tarefas exploratórias. O maior desafio, durante a intervenção pedagógica, foi motivar e envolver os alunos no processo de ensino-aprendizagem. Como refere Ponte (1994b), este é o principal problema pedagógico que se coloca aos professores, pois nem todos os alunos mostram disposição para a aprendizagem desta disciplina.
Apesar de, na intervenção pedagógica, se ter observado um grande número de alunos desmotivados, durante a realização das tarefas exploratórias com recurso ao GeoGebra, foi também visível que alunos com dificuldades se envolveram nas atividades da aula. Desta forma, é recomendável que se valorize o trabalho dos alunos na exploração dos conceitos geométricos, recorrendo a tarefas exploratórias e, sempre que possível, com recurso a software de geometria dinâmica. Como referem Candeias e Ponte (2005), a utilização de software de geometria dinâmica por si só não é suficiente para melhorar o ensino da Geometria, sendo necessário estar associado a tarefas significativas que permitam desenvolver competências geométricas. Brocardo (2001) argumenta que a exploração continuada de investigações motiva os alunos e estabelece um ambiente em que se envolvem nas atividades matemáticas. Mas para que isso aconteça muito contribui a disponibilidade dos alunos em querer aprender e em se esforçarem em prol da atividade da turma.
Verificando que a prova é uma atividade na qual são notadas mais dificuldade de realização, recomenda-se estudar o contributo da utilização do GeoGebra no envolvimento dos alunos, nas atividades desta natureza. Que relação tem a utilização deste software na prova de resultados matemáticos? Que diferenças há nesta atividade com ou sem recurso ao GeoGebra?
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