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3. TEORETISKE TILNÆRMINGER

3.3 K AN EN BEDRIFT VÆRE MORALSK ?

Os profissionais que colaboraram com nossa pesquisa são profissionais, cujas caracterizações se encontram abaixo:

Quadro 1 - Caracterização

Perguntas: E1 E2 E3 E4

Formação

básica Jornalismo Economia Jornalismo Engenharia Civil Pós

Graduação Gestão de Negócios, de

pessoas, de EAD, intranet. Pós Graduação Docente Mestrado e Doutorado em Letras/Linguagen s Mestrado

Doutorado Mestrado em Educação, Arte e História da cultura - Doutorado em Ciência da Comunicaçã o – Mestrado-Eng. da Comunicação e Doutorado em Ciências da Comunicação, além de MBA

Universidade Minho- Portugal Anos de experiênci a docente

15 anos 23 anos 5 anos 15 anos

Disciplinas ministrada s / área de atuação Áudio visual, oficinas, atv. Complementares em áudio visual e música Disciplinas relacionadas a economia, administraçã o e comunicação . Disciplinas ligadas à área de Jornalismo Eng. Civil/mecânica , nuclear, computacional , gestão da tecnologia, Informática e comunicação Trabalha em que área / local Já trabalhou em muitos veículos de comunicação. Atualmente exerce a docência na IPESESP Atualmente, é responsável pelo EAD da IPESESP Atualmente é Gerente de TI na IPESESP. Já trabalhou na área docente. Docência na IPESESP Trabalha em outro vínculo

Tv universitária Não USPM Não

Quadro 2 - Caracterização da trajetória formativa dos Participantes

Entrevistados

E1

Minha graduação deu-se na área de Jornalismo. Fiz mestrado na IPESESP na área de letras e atualmente sou doutorando na área no Programa de Pós-Graduação em Letras no IPESESP. Atualmente trabalho na IPESESP. Sou docente no Curso de Jornalismo nas disciplinas de áudio visual, oficinas, atividades complementares relacionadas a áudio visual e música.

E2

Em sua entrevista, a Profa. Dra. E2 informou a respeito de sua trajetória, pois está há vinte e três anos na área, e atualmente, é responsável pelo EAD, que está se iniciando na IPESESP. Ela já trabalhou como Decano da Universidade e foi Diretora do Centro de Comunicação e Letras (Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Letras). Profissional dedicada e competente, deu sua parcela de contribuição para o nosso trabalho, conforme relatamos no capítulo próprio.

A Dra. E2 utilizou alguns recursos das TDIC, sem a terminologia contemporânea, pois já chegou há dar 44 horas/aula e precisava desses recursos e todo material novo do mercado, para atualizar-se e obter melhor resultado. Suas disciplinas eram teóricas, e em algumas delas, a Profa. tangenciava a prática e a teoria.

grupo de estudos de Educação, Tecnologia e Hipermídia – Edutechi (IPESESP); mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho (Braga/Portugal) pesquisando o webjornalismo e as infografias jornalísticas digitais animadas no âmbito do grupo de estudos Jornalismo em Mudança (título de mestre e dissertação reconhecidos pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP); jornalista graduado pela IPESESP, em 2004. Foi membro do grupo de estudos Atopos – ligado à ECA/USP – que estuda a sociedade no contexto digital. Em redação, foi repórter, revisor e produtor de conteúdos para uma empresa de telefonia móvel, em agência internacional de notícias (Agência ANSA) e redator de jornalismo colaborativo no Portal Terra. É professor de jornalismo nas Universidades IPESESP e ESPM- SP.

E4

O Prof. Dr. E4 deu sua contribuição para o nosso trabalho, respondendo com precisão às perguntas sobre o assunto. O Prof. José Augusto tem um currículo eclético, pois além da graduação em Engenharia Civil e diversas Pós Graduações, também fez Mestrado e Doutorado e hoje possui qualificação para lecionar em várias disciplinas. Tem PhD em Engenharia de Sistemas e Computação pela COPPE – UFRJ (1993- 1997), com ênfase em matemática computacional e computação gráfica. Em função de sua excelente formação, foi o fundador de diversas práticas e canais de comunicação, além de ser responsável por parcerias e projetos na IPESESP. Na área docente trabalhou de 1987 a 2001 como palestrante, professor da graduação (ECA/USP) e de pós-graduação (MBAs da FGV). Atualmente é Gerente de T.I. da IPESESP.

Observamos que os quatro entrevistados possuem qualificação necessária para as funções que exercem. Todos já utilizaram ou usam as novas ferramentas tecnológicas, sendo que três possuem formação na área ou em áreas relacionadas às TDIC. Todos trabalham na IPESESP, sendo que o E3 também é docente em outra universidade. Os quatro entrevistados são doutores. Todos já passaram pela sala de aula e dois continuam a exercer a docência.

Quadro 3 - Experiência docente

Entrevistados

E1 Após trabalhar em vários veículos de comunicação, tornei-me docente do curso de jornalismo. Estou há 15 anos na IPESESP.

E2

Estive em sala de aula por vários anos. Na época, a gente se utilizava de recursos. Havia vídeos, cases que empresas já formatavam para a gente e eu trazia para apresentar aos alunos, para tecer comentários e fazer analogias, porque nem sempre, na época, tínhamos vídeos nacionais. Trabalho na IPESESP há 23 anos.

docência por 5 anos.

E4

O Prof. PhD E4 tem um currículo eclético, pois Tem PhD em Engenharia de Sistemas e Computação pela COPPE – UFRJ (1993-1997), com ênfase em matemática computacional e computação gráfica, além da graduação em Engenharia Civil e diversas Pós Graduações, também fez Mestrado e Doutorado e hoje possui qualificação para lecionar várias disciplinas. Trabalha na área há 15 anos.

1º. Participante

O Prof. Doutor E1 é docente do curso de Jornalismo da IPESESP, e tem trabalhado em várias disciplinas que envolvem as novas tecnologias. É um profissional capacitado na área de áudio visual e áudio visual e música, entre outras. Ele é coordenador do projeto Tv (Canal) Universitário, razão pela qual está em contato tanto com a docência, quanto com essa mídia audiovisual. Nos informou que hoje, o IPESESP trabalha em diversas plataformas na radiodifusão de Tv a cabo, radiodifusão de Tv Digital, internet, nos portáteis, nos aplicativos, entre outros. Entres as Tvs Universitárias o IPESESP foi, por muitos anos, líder dentre todas as Tvs, tanto em qualidade como em quantidade de produção. Ganhou diversos prêmios, entre eles o do festival de Gramado (Cinevídeo), e foi parceiro do Canal Futura. Sempre a Tv conseguiu seu destaque, graças a uma forma de trabalhar internamente, com apoio do IPESESP, que gerava toda a infraestrutura e equipamentos, já que, para uma produção de qualidade são necessários vários investimentos e rapidez na alimentação do parque tecnológico, adquirindo equipamentos de última geração, investindo no pessoal, treinamento e suporte aos professores. Esse era e é o diferencial da Tv IPESESP. Em sua opinião, os professores do Curso de Jornalismo têm mais familiaridade que professores de outras instituições, principalmente pelo trabalho que é desenvolvido em equipe, é participativo.

Para o Prof. E1, a Tv universitária não é um fim em si mesma, mas é um motor que movimenta toda a universidade e em sua opinião é esse o modelo que dá certo.

A entrevista com o Prof. E1 foi extensa, rica em conteúdo e encontra-se disponível no Anexo 3.

2ª. Participante: Profa. Dra. E2

Em sua entrevista, a Profa. Dra. E2 nos informou a respeito de sua trajetória, pois está há vinte e três anos na área, e atualmente, é responsável pelo EAD, que está se iniciando na IPESESP. Ela já trabalhou como Decano da Universidade e foi Diretora do Centro de Comunicação e Letras (Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Letras). Profissional dedicada e competente, deu sua parcela de contribuição para o nosso trabalho, conforme relatamos no capítulo próprio.

Ela utilizou alguns recursos das TDIC, sem a terminologia contemporânea, já chegou a dar 44 horas/aula e precisava desses recursos e todo material novo do mercado, para atualizar-se e obter melhor resultado. Suas disciplinas eram teóricas, e em algumas delas, a Profa. tangenciava a prática e a teoria. Para isso ela trouxe exemplos de mercado, para que houvesse a participação dos alunos para resolver cases em salas de aula, com a contribuição de todos. Essa metodologia ativa hoje, a aula reversa, era também utilizada assim como utiliza até hoje. Sua visão é a de que o docente tem que construir, construir o conhecimento do aluno de maneira que ele possa resolver problemas. Qualquer que seja ele, na área do conhecimento, provocando uma ampliação dessa área, fazendo com que ele observe o todo, porque um pedacinho dele é um, mas com interferências de outras áreas. Então, diz ela, você tem, por exemplo, a publicidade que está muito ligada à situação de mercado e precisa atender o problema que hoje estamos passando economicamente.

3º. Participante – Prof. Dr. E3

Outro professor que colaborou com nossa pesquisa foi o Prof. Dr. Paulo Ranieri, também professor da IPESESP.

O Prof. E3 nos informou em sua entrevista, que sua maior crítica à educação atual, é o fato de escolas e professores utilizarem a tecnologia sem a preocupação pedagógica. Ele ressalta que poucas escolas têm essa preocupação (IPESESP, IPESESP2, IPESESP3 - todas privadas). Além disso, há o fato de alguns professores não desejarem a atualização. As tecnologias se desenvolvem muito rápido com relação à mudança de geração dos professores. A chave para isso é tentar se atualizar sempre.

O Prof. E3 nos informou que a USP sai na vanguarda com respeito ao uso de tecnologias. Assim ele se expressa: Referencial teórico USP.

4º. Participante – Prof. Dr. E4

O Prof. Dr. E4 deu sua contribuição para o nosso trabalho, respondendo com precisão às perguntas sobre o assunto. O Dr. E4 tem um currículo eclético, pois além da graduação em Engenharia Civil e diversas Pós Graduações, também fez Mestrado e Doutorado e hoje possui qualificação para lecionar em várias disciplinas. Tem PhD em Engenharia de Sistemas e Computação pela COPPE – UFRJ (1993- 1997), com ênfase em matemática computacional e computação gráfica.

Em função de sua excelente formação, foi o fundador de diversas práticas e canais de comunicação, além de ser responsável por parcerias e projetos na IPESESP. Na área docente trabalhou de 1987 a 2001 como palestrante, professor da graduação (ECA/USP) e de pós-graduação (MBAs da FGV). Atualmente trabalha na área de comunicação da IPESESP.

2.4. Fonte de coleta de dados/metodologia – entrevista com roteiro