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Kapittel 4 Metode

4.5. Intervjuundersøkinga: utforming, utval og gjennomføring

Tendo percorrido todos esses passos na tentativa de compreensão do que é teologia, não fica difícil nem estranho admitir seu caráter antropológico.

Num primeiro momento se constata que a reflexão sobre o homem é parte intrínseca ao trabalho teológico porque, como ser teologal, o ser humano é “ouvinte da Palavra” na história da Salvação que assume a história humana em que Deus se manifesta com uma mensagem libertadora e salvadora. Como sujeito fazedor de teologia, ao refletir e elaborar racionalmente os dados da fé, ele se projeta, não só psicologica, mas tambem ontologicamente: ao falar de Deus, fala também de si próprio. Além disso, como destinatário da teologia, o homem reflete a fé para poder crer mais; interpreta a Palavra da revelação para poder realizar-se como pessoa humana que crê. Portanto, a revelação e, então, a teologia, devem necessariamente falar dele e de todas as suas circunstâncias, estas entendidas como as realidades criacionais todas.

Mas as razões que justificam a afirmação da teologia como ciência de Deus e do homem encontram centralidade e origem numa fonte que ultrapassa essa fundamental argumentação ontológica: o mistério do Deus Trindade, que cria, redime, inhabita e santifica o ser humano e todo o cosmos. Para além do teologúmeno trinitário encarnacionista que Boff se propõe, a teologia trinitária permite vislumbrar na autocomunicação de Deus, por meio de Seu Filho e de Seu Espírito, a amorosa e delicada reverência antropocósmica desse Deus que se debruça sobre o mundo por Ele criado, e por meio de Suas “duas mãos” refeito e aprimorado. Na perspectiva do Filho eterno encarnado, a cristologia é tentativa de sistematização intelectiva desse Mistério, tarefa que executa numa contínua e ininterrupta articulação entre o divino e o humano-cósmico plenamente presentes em Jesus Cristo. Na perspectiva do Espírito, que inabita os corações humanos, a pneumatologia aponta para a unidade trina de um Deus que é Amor. Então, fundamentados no próprio Boff, podemos ampliar a sua fala, dizendo que a partir do Verbo encarnado, morto e ressuscitado, presente pan-cosmicamente nas entranhas humanas e do mundo, e do Espírito Santo que inunda definitivamente os corações humanos e cada partícula da matéria criada, já não se pode mais falar de Deus sem se referir simultaneamente ao homem e ao cosmos, nem vice-versa. Por isso também, não dá para fazer teologia, esta entendida como ciência sobre Deus, a despeito da antropologia em sua dimensão mais ampla. Na teologia podemos sentir o Mistério de Deus e o mistério do ser humano e de suas circunstancialidades articulando-se incessantemente.

Deus é o objeto central da teologia, mas, porque a revelação é a comunicação de Sua vida íntima e de seu Mistério à criatura, o que pode haver de mais íntimo e mais profundo na existência humana e cósmica é a presença desse Mistério revelado. Dessa forma, ao falar da verdade de Deus, a teologia refere-se a ela como presença e graça no coração do homem e da matéria, e da mesma forma, ao falar do mundo como um todo, a teologia fala de um lugar teológico, pois Deus está no mais íntimo de sua realidade. O próprio ser humano como ser teologal que acolhe de forma consciente a autocomunicação de Deus e se vê revelado de modo mais pleno e evidente em Jesus de Nazaré, é o mais evidente argumento da teologia como ciência de Deus e do homem. É do Mistério divino presente no âmago de sua vida e da matéria, que o homem faz emergir sua reflexão, elaborando, então, uma teologia que é sempre, em certo sentido, uma antropologia teológica. Justamente por ser ciência de Deus e do homem, a teologia nunca está pronta e nem acabada; ela se faz, acontecendo no artesanato dinâmico da vida humana e do cuidado da criação, num dinamismo que envolve Deus, o homem e tudo o que existe. Por isso é sempre um “fazer”.

Possivelmente, com o evoluir da reflexão teológica a partir do patadigma da ecologia, seja necessário ampliar também a expressão, dizendo que a teologia é ciência de Deus, do homem e do cosmos. Mas, para tanto, a teologia da criação ainda precisa dar passos mais decididos para a superação do antropocentrismo.

Os enunciados clássicos da ciência são balizas de orientação e pontos fundamentais de referência, que nos vêm da Revelação ou da Tradição da Igreja, aquecidos pelas mediações das ciências as mais variadas, entre as quais, hoje, a antropologia e a nova cosmologia, e sobre os quais se desenvolve a cena do verdadeiro e real movimento teológico, quando o homem mergulha na fascinante aventura de descobrir-se, a si e a todo o cosmos, inserido no coração de Deus. As margens plácidas do lago da fé guardam em seu útero os segredos do Mistério Total: de Deus, do homem e de todo o cosmos. Só quem não teme rasgar esse tecido líquido da fé e perscrutar suas profundezas é que pode, pela intelecção e pela contemplação mística, aproximar-se do tesouro teoantropocósmico oculto por sob as ramagens e dunas do fundo do lago da existência.

BIBLIOGRAFIA 1. BIBLIOGRAFIA ESPECÍICA

1.1- Artigos de Leonardo Boff

1. A absoluta frustração humana. Revista de Cultura Vozes, Petrópolis, vol. LXV, n.7: 572-576, set. 1971

2. Ainda a teologia da catividade. Grande Sinal, Petrópolis, Vozes, 28: 426-441, julho-agosto1974.

3. A alegre mensagem de Natal: conto ou realidade? Revista de Cultura Vozes, Petrópolis, vol.LXV, n.10:777-787, dez.1971.

4. A atual problemática da inerrância da Escritura. Revista Eclesiástica

Brasileira, Petrópolis, vol. 30, fasc. 118: 380-392, Junho de 1970.

5. Concílio Vaticano II: Igreja-Sacramento-primordial. Vozes- Revista

Católica de Cultura, Petrópolis: 881-912, dez.1964.

6. Constantes antropológicas e revelação. Revista Eclesiástica Brasileira, Petrópolis, vol. 32, fasc. 125: 26-41, março 1972.

7. Contribuição da eclesiogênese brasileira à Igreja universal. Concilium 296; 2002/3: pp. 80-85.

8. Cristianismo: religião na qual a utopia se tornou topia. Revista de Cultura

Vozes, Petrópolis, vol. LXVII, 1: 35-48, jan-fev. 1973.

9. Difícil liberdade (Editorial). Perspectiva Teológica 14.n. 33, 1982: pp. 133- 137.

10. É o Cristo cósmico maior que Jesus de Nazaré? Concilium 319; 2007: 61- 82.

11. Estrutura pascal da existência humana. Revista Eclesiástica Brasileira, Petrópolis, vol. 42, fasc. 165: 5-11, março 1982.

12. A filosofia da integralidade de M. F. Sciacca. Em quatro artigos na Vozes-

Revista Católica de Cultura , Petrópolis, 1964, ano 58, assim divididos: (I) (497-

507, julho 1964), (II)(561-580, agosto 1964), (III) (652-666, set. 1964), (IV) (721-738, out. 1964).

13. Maria, mulher profética e libertadora; a piedade mariana na TdL. Revista

Eclesiástica Brasileira, Petrópolis, vol. 38, fasc. 149: 59-72, março1978.

14. Masculino e feminino: o que é? Fragmentos de uma ontologia. Revista de

15. A mensagem da Bíblia na linguagem secular. Revista Eclesiástica

Brasileira, Petrópolis, Petrópolis, vol. 32, fasc. 128: 842-854, dez. 1972.

16. O que significa propriamente sacramento? Revista Eclesiástica Brasileira, Petrópolis, vol. 34, fasc.136: 860-895, dez. 1974.

17. A originalidade da TdL em Gustavo Gutiérrez. Revista Eclesiástica

Brasileira, Petrópolis, vol. 48, fasc. 191: 531-543, set. 1988.

18. Pecado original: discussão antiga e moderna e pistas de equacionamento.

Grande Sinal, Petrópolis, 29: 109-133, 1975.

19. Que são as teologias do Terceiro Mundo? Concilium/219, Petrópolis: 12 (564)-23(575),1988/5.

20. Que significa teologicamente Povo de Deus e Igreja Popular? Concilium, Petrópolis, v. 196, n. 6, pp. 123-125, 1984.

21. Refundação da dignidade humana a partir da nova cosmologia. Cadernos

Fé e Política, Petrópolis, vol. 7, pp. 7-54, 1992.

22. Salvação em Jesus Cristo e processo de libertação. Concilium/10, Petrópolis:753-775,1974.

23. Tentativa de solução para o problema da inspiração e da inerrância.

Revista Eclesiástica Brasileira, Petrópolis, vol. 30, fasc. 119: 648-667,

Set.1970.

24. Teologia à escuta do povo. Separata da Revista Eclesiástica Brasileira, Petrópolis, vol.41, fasc.161: 55-118, março 1981.

25. Teologia da Libertação: o mínimo do mínimo. Revista Eclesiástica

Brasileira, Petrópolis, vol. 38, fasc. 152: 696-705, dez. 1978.

26. Teoria e práxis. Os direitos humanos ao interno da Igreja. Revista

Eclesiástica Brasileira. REB 37, n. 145, 1977: pp. 143-159.

27. Terra e Humanidade: uma comunidade de destino. Revista Eclesiástica

Brasileira, Petrópolis, vol. LXX, fasc. 277, 2010: pp. 187-188.

1.1.1- Em co-autoria

28. BOFF, Leonardo & BOFF, Clodovis, Cinco observaciones de fondo sobre la Teología de la Liberación. Selecciones de Teología, vol. 23, n. 92: 264-267, oct-dic 1974.

1.2- Livros de Leonardo Boff

1. A águia e a galinha: Uma metáfora da condição humana. Petrópolis, Vozes- Nobilis, 2006. 140 p.

2. América Latina: da conquista à Nova Evangelização. 3a. ed. São Paulo, Ática S.A., 1992. (Col. Fé e Libertação). 142 p.

3. Antropologia teológica; o homem à luz do projeto teológico. Petrópolis, Instituto Filosófico-Teológico de Petrópolis, 1976. 133 p. Mimeografado.

4. A Ave-Maria; o feminino e o Espírito Santo. Petrópolis, Ed. Vozes, 7ª.edição, 2003.102p.

5. O caminhar da Igreja com os oprimidos; do Vale de Lágrimas à Terra Prometida.Rio de Janeiro, Codecri, 1980. (Col. Terceiro Mundo, 5). 252 p. 6. Civilização planetária: Desafios à sociedade e ao cristianismo. Rio de Janeiro, Sextante, 2003. 132 p.

7. Crise: Oportunidade de crescimento. Campinas, Verus, 2002. 212 p.

8. A cruz nossa de cada dia: Fonte de vida e de ressurreição. Campinas, Verus, 2003. 87 p.

9. Depois de 500 anos, que Brasil queremos? Petrópolis, Vozes, 2000.

10. O despertar da águia: O dia-bólico e o sim-bólico na construção da realidade. Petrópolis, Vozes-Nobilis, 2006. 206 p.

11. O destino do homem e do mundo; ensaio sobre a vocação humana. 5a. ed. Petrópolis,Vozes,1978.(SérieTeologia/6).166p.

12. O Deus dos filósofos contemporâneos. Petrópolis, Vozes, Série Cristianismo e Libertação, 2003. 212 p.

13. Do iceberg à arca de Noé: O nascimento de uma ética planetária. Rio de Janeiro, Garamond, Série Os Visionários, 2002. 159 p.

14. Do lugar do pobre. 2ª ed. Petrópolis, Vozes, 1984. 151 p.

15. E a Igreja se fêz povo; eclesiogênese: a Igreja que nasce da fé do povo. 2a. ed. Petrópolis, Vozes, 1986. (Col. Teologia/23). 200 p.

16. Eclesiogênese; a reinvenção da Igreja. Rio de Janeiro, Record, 2008. 251p. 17. Ecologia: grito da terra, grito dos pobres. Rio de Janeiro, Sextante, 2004. 320 p.

18. Ecologia, mundialização, espiritualidade; a emergência de um novo paradigma. Rio de Janeiro, Record, 2008. 235 pp.

19. O Espírito Santo: Pessoa, presença, atuação. Petrópolis, Vozes, 1973. 157p.

20. Espiritualidade: Um caminho de transformação. Rio de Janeiro, Sextante, 2001. 96 pp e CD.

21 Ethos mundial: Um consenso mínimo entre os homens. Rio de Janeiro, Sextante, 2003. 130 p.

22. Ética da vida. Rio de Janeiro, Sextante, 2005. 173 pp. 23. Ética e eco-espiritualidade. Campinas, Verus, 2003. 203 p.

24. Etica e sustentabilidade. Brasília, Ministério do Meio Ambiente, Caderno de debate, Agenda 21, 2006. 14 pp.

25. Éticas da mundialização: O nascimento de uma consciência planetária. São Paulo, Paulinas, 2000. 250 p.

26. Evangelho do Cristo Cósmico. Rio de Janeiro, Record, 2008. 190 pp. 27. La experiencia de Dios. Bogotá: CLAR, 1983, 93 p.

28. Experimentar Deus: A transparência de todas as coisas. Campinas, Verus, 2002. 163 p.

29. Fé e política: Fundamentos. Aparecida, Idéias & Letras, 2004. 216 p.

30. A fé na periferia do mundo. 5a. ed. Petrópolis, Vozes, 1991. (Col. Teologia/17).128p.

31. Feminino e masculino: Uma nova consciência para o encontro das diferenças. Rio de Janeiro, Sextante, 2002. 287 p.

32. Francisco de Assis: saudade do paraíso. Pinturas de Nelson Porto. Petrópolis, Vozes, 1985/1999.

33. Fundamentalismo: A globalização e o futuro da humanidade. Rio de Janeiro, Sextante, 2002. 96 pp.

34. Gênero e teologia: Interpelações e perspectivas. São Paulo, Paulinas, 2003. 312 p.

35. Graça e experiência humana: A graça libertadora no mundo. Petrópolis, Vozes, 1998. 356 p.

37. Igreja: carisma e poder; inclui os documentos de polêmica com o Vaticano. Rio de Janeiro, Record, 2005, Edição ampliada com a documentação. 472 pp. 38. Jesucristo y la liberación del hombre. Madrid: Cristiandad, 1981. 669 p. 39. Jesucristo y nuestro futuro de liberación. Bogotá: Indo-American Press Service, Série Iglesia Nueva, 32. 61 p.

40. Je vous salue Marie. L'Esprit et le féminin. Paris, Cerf, 1986. (Coll. théologies). Traduit du brésilien par Christine et Luc Durban. 92 p.

41. Jesus Cristo Libertador; ensaio de cristologia crítica para o nosso tempo. 13a. ed. Petrópolis, Vozes, 1991. (Série Teologia/2). 236 p.

42. Die Kirche als Sakrament im Horizont der Welterfahrung; Versuch einer Legitimation und einer Struktur-funktionalistischen Grundlegung der Kirche im AnschluS an das II. Vatikanische Konzil. Druckerei Paderborn, Verlag Bonifacius, 1972. 554 p.

43. O masculino em questão. Petrópolis, Vozes, 1997. 259 p.

44. Mestre Eckhart: A mística do ser e do não-ter. Petrópolis, Vozes, 1983, 186p.

45. Natal; a humanidade e a jovialidade de nosso Deus. Petrópolis, Vozes, 2000. (Série Festas do Povo de Deus/1), (re-edição modificada), 5ª. edição, 104 p.

46. Nova era: a civilização planetária; desafios à sociedade e ao cristianismo. São Paulo, Ática S.A., 1994. (Série Religião e Cidadania). 88 p.

47. Nova Evangelização: perspectiva dos oprimidos. 4a. ed. Fortaleza, Vozes, 1991. 128 p.

48. Novas fronteiras da Igreja: Futuro de um povo a caminho. Campinas, Verus, 2004. 193 p.

49. A oração de São Francisco: Uma mensagem de paz para o mundo atual. (edição para distribuição interna com ilustrações). Bragança Paulista, Universidade São Francisco, 2001

50. O Pai Nosso; a oração da libertação integral. 10ª. ed. Petrópolis, Vozes, 2003. (Série Espiritualidade/2). 150 p.

51. Paixão de Cristo, paixão do mundo; os fatos, as interpretações e o significado ontem e hoje. Petrópolis, Vozes, 2003. (Série Teologia/13), 5ª. edição. 170 p.

53. Quinientos años de evangelización; de la conquista espiritual a la liberación integral. Santander, Sal Terrae, 1992. 148 p.

54. A ressurreição de Cristo; a nossa ressurreição na morte. 7ª.ªed. Petrópolis, Vozes, 1986. (Série Teologia/3). 112 p.

55. O rosto materno de Deus; ensaio interdisciplinar sobre o feminino e suas formas religiosas. 9a. ed. Petrópolis, Vozes, 2003. (Teologia/18). 268 p.

56. Saber cuidar: Ética do humano-compaixão da terra. Petrópolis, Vozes, 2001. 199 p.

57. Os sacramentos da vida e a vida dos sacramentos; ensaio de teologia narrativa; minima sacramentalia. 16a. edição, Petrópolis, Vozes, 1993. (Col. Teologia/9). 80 p.

58. São Francisco de Assis, ternura e vigor; uma leitura a partir dos pobres. Petrópolis, Vozes, 2000. (Col. Cefepal/15). 198 p.

59. São José: A personificação do Pai. Campinas, Verus, 2005. 214 p.

60. Tempo de Transcendência; O ser humano como um projeto infinito. Rio de Janeiro, Sextante, 2000. 93 p.

61. Teologia à escuta do povo. Petrópolis, Vozes, 1981.

62. Teologia da Libertação no debate atual. Petrópolis, Vozes, 1985. 77 p. 63. Teologia do cativeiro e da libertação. São Paulo, Círculo do Livro, s/d. 274p. 64. Testigos de Dios en el corazón del mundo. Madrid, Instituto Teológico de Vida Religiosa, 1977. Trad. y adapt. de M. Díez Presa, 344 p.

65. A Trindade, a sociedade e a libertação. 2a. ed. Petrópolis, Vozes, 1986. 296p.

66. A Trindade e a sociedade. 3a. ed. Petrópolis, Vozes, 1987. (Coleção Teologia e libertação, tomo V). 296 p.

67. Um balanço de corpo e alma. In BOFF, Leonardo & outros, O que ficou...

Balanço aos 50. Petrópolis, Vozes, 1989, 160 p.

68. Via-sacra da justiça. Pinturas de Mario Mendonça. Petrópolis, Vozes, 1978. 140 p.

69. Via-sacra da ressurreição. Pinturas de Nelson Porto, Petrópolis, Vozes, 1982. 83 p.

70. Vida para além da morte; o futuro, a festa e a contestação do presente. Petrópolis, Vozes, 2000, (Coleção Teologia/5), 18ª. edição. 210 p.

71. A vida religiosa e a Igreja no processo de libertação. Petrópolis e Rio de Janeiro, Vozes e Conferência dos Religiosos do Brasil, 1976. (Col.Vida Religiosa: Temas Atuais/1).104 p.

72. Vida Religiosa e secularização. Rio de Janeiro, Publicações da CRB, 1971, Coleção Vida Religiosa n.4, 32 p.

73. Vida segundo o Espírito. 3a. ed. Petrópolis, Vozes, 1985. (Série Espiritualidade/4). 184 p.

74. Virtudes para um outro mundo possível: A hospitalidade, direito e dever de todos. Petrópolis, Vozes, 2005. 199 p.

75. Virtudes para um outro mundo possível: Convivência, respeito e tolerância. Petrópolis, Vozes, 2006. 126 p.

76. Virtudes para um outro mundo possível, vol. III: Comer e beber juntos e viver em paz. Petrópolis, Vozes, 2006. 135 pp. 78. A voz do arco-íris. Rio de Janeiro, Sextante, 2004 (re-edição) 157 pp.

1.2.1- Em co-autoria ou textos inseridos em publicações mais amplas 77. BOOF, Leonardo & BOFF, Clodovis, Como fazer Teologia da Libertação. 5ª. ed. Petrópolis, Vozes, 1991. (Col. Como Fazer/17-18). 142 p.

78. BOFF, Leonardo & FREI BETTO, Mística e espiritualidade. Rio de Janeiro, Garamond, 2005. 208 p. Deste livro foram consultados os seguintes escritos, todos de BOFF, Leonardo: A Deus se chega por muitos caminhos, p. 84-86; Os caminhos da experiência de Deus, p. 89-92; Jesus e a experiência de Deus-Pai e Mãe, p. 117-124; Mística e cultos africanos, p. 93-95; Mística e militância, p. 26-27; Mística e mistério, p. 9-11; Sentido antropológico-existencial de mistério e mística, p. 14-16; Sentido cristão de mistério e mística, p. 20-23; Sentido religioso de mistério e mística, p 17-19; A transparência: experiência originária, p. 66-80; Uma caminhada humana e espiritual,159-161; Ver além das aparências, p. 104-111.

79. Da libertação e ecologia: desdobramento de um mesmo paradigma, in ANJOS Márcio Fabri dos (org.), Teologia e novos paradigmas. São Paulo, Soter & Loyola, 1996, 75-88.

80. Experimentar a Deus hoje. In FREI BETTO & outros, Experimentar Deus

hoje, Petrópolis, Vozes, 1974. (Teologia/8). pp. 126-190.

81. BOFF Leonardo e MURARO Rose Marie, Feminino e masculino: Uma nova consciência para o encontro das diferenças. Rio de Janeiro, Sextante, 2002. 287 p.

82. BOFF Leonardo e RIBEIRO Lucia, Masculino e feminino: experiências

83. A Salvação nas libertações; o sentido teológico das libertações sócio- históricas. In BOFF, Leonardo & BOFF, Clodovis, Da libertação; o sentido teológico das libertações sócio-históricas. Petrópolis,Vozes, 1979.p.9-65.

84. Uma cristologia a partir do povo cristão oprimido. In HIPÓLITO, Adriano & outros, Pastoral popular libertadora. Porto Alegre, Escola Superior de Teologia São Lourenço de Brindes, 1981. (Col. Pensamento, 8). pp.35-54.

1.3- Artigos sobre o pensamento de Leonardo Boff

1. BERNARDES, Ernesto, Teologia da colisão; entrevista: Leonardo Boff. Veja, São Paulo: 7-9, 16 de agosto de 1995.

2. BRANDT Hermann, Leonardo Boff como teólogo protestante? Um balanço pessoal. Estudos Teológicos, São Leopoldo: 5-26, ano 48, n. 2. 2008.

3. HENNAUX J.-M., L’Esprit et le féminin: la mariologie de Leonardo Boff.

Nouvelle Revue Théologique, Namur, tome 109/no. 6: 884-895, novembre-

décembre 1987.

4. PRESIDÊNCIA E COMITÊ EDITORIAL, Leonardo Boff e Jon Sobrino: setenta anos de vida; Concilium, Petrópolis: 156-159; no. 328; 2008/5.

5. SINNER, Rudolf von, A Santíssima Trindade é a melhor comunidade: Trindade, Igreja e sociedade civil. Estudos Teológicos, São Leopoldo: 51-73, ano 48, n. 2. 2008.

6. WESTPHAL, Euler R., O pensamento trinitário de Leonardo Boff: comunhão e criação. Estudos Teológicos, São Leopoldo: 27-50, ano 48, n. 2, 2008.

1.4- Recensões de livros de Leonardo Boff

1. ARMELLADA, Bernardino de, (Recensão de) BOFF, Leonardo, O rosto materno de Deus; ensaio interdisciplinar sobre o feminino e suas formas religiosas. In AAVV, Bibliografía. Naturaleza y Gracia, Salamanca, vol. 27/1: 184, enero-abr 1980.

2. CADORÉ, Bruno, (Recensão de) BOFF, Leonardo, Jésus Christ Libérateur. In AAVV, Les livres. La Vie Spirituelle, Paris, 64e. année, n. 659, tome 138: 264-266, mars-avr 1984.

3. DERMIENCE, Alice, (Recensão de) BOFF, Leonardo, Je vous salue Marie; L’Esprit et le féminin. In AAVV, Notices Bibliographiques. Revue Théologique

de Louvain; Louvain-la Neuve, 19e. année, fasc. 2: 245-247, 1988.

4. TABORDA, Francisco, (Recensão de) BOFF, Leonardo, O rosto materno de Deus; ensaio interdisciplinar sobre o feminino e suas formas religiosas.

5. ZILLES, Urbano, (Recensão de) BOFF, Leonardo, Jesus Cristo Libertador; ensaio de cristologia crítica para o nosso tempo. In AAVV, Recensões.

Perspectiva Teológica, São Leopoldo, n. 8: 86-89, jan-jun 1973.

1.5- Livros sobre o pensamento de Leonardo Boff

1. GUIMARÃES Juarez (org.), Leituras críticas sobre Leonardo Boff. Belo Horizonte, UFMG e São Paulo, Fundação Perseu Abramo, 2008, 206 p.

2. RODRÍGUEZ, Luis R. Rivera, Anthropogenesis: the theological anthropology

of Leonardo Boff. Tese de doutorado. Harvard University, Cambridge,

Massachusetts, 1993. 346 p.

3. SANDER, Luis M., Jesus, o libertador; a cristologia da libertação de Leonardo Boff. São Leopoldo, Sinodal, 1986. 287 p.

2. BIBLIOGRAFIA GERAL