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Internasjonale organisasjoner

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4. Sosial rapportering i andre land

4.1. Internasjonale organisasjoner

PRIMEIROS ESTUDOS CIENTÍFICOS

Depois de evidências empíricas incontáveis, no fim da década de 60, em 1969, ainda antes da criação do Instituto, Julian Silverman, então diretor do Esalen Institute, decidiu incentivar a pesquisa em Rolfing. Silverman liderou o desenvolvimento de um projeto intitulado Stress, Intensity Control and the Structural Integration Technique. O estudo relatava os efeitos da técnica de Integração Estrutural em medidas de função psicológica e física (várias medidas de EEC em respostas evocadas por estimulação ambiental, em procedimento de movimento ocular, com uma bateria de testes bioquímicos). A investigação foi conduzida por um grupo de psicofisiólogos e bioquímicos, em 15 sujeitos, com grupo controle. As conclusões e inferências a partir dos dados coletados eram baseadas em modelo biofísico de como os indivíduos modulavam a estimulação ambiental. As mudanças, depois da Integração Estrutural, eram indicativos de uma maior abertura e de uma sensibilidade mais bem modulada à estimulação ambiental. Os resultados apontaram para a continuação de estudos dos efeitos Integração Estrutural nos efeitos do Estresse (SILVERMAN et al., 1973).

Hunt e Massey (1977), no laboratório de Movimento e Comportamento da Universidade da Califórnia de Los Angeles, estudavam os movimentos de clientes através da avaliação dos efeitos eletromiográficos causados pela Integração Estrutural antes e depois de submetidos ao processo, chegando à conclusão que os movimentos tornavam-se mais suaves e menos constritos, pois apresentavam menos movimentos estranhos, sendo que os movimentos espaciais eram mais dinâmicos e assim sendo, a postura melhorava, com locomoção mais ereta e tensões menos evidentes para se manterem no espaço.

Hunt et al. (1977) lideraram uma equipe interdisciplinar e conduziram importante pesquisa, que foi a primeira apoiada pelo Rolf Institute, “Um estudo de Integração Estrutural pelas das perspectivas neuromusculares, dos campos energético e emocional”; nela, media-se o potencial muscular de vários pontos do corpo, deixando eletrodos instalados durante as sessões e, ao mesmo tempo, colhiam-se as observações de um rolfista e de leitores de campo energético (fotos Kirian e leitor de auras) para o estudo em 48 sujeitos randomicamente divididos em grupos experimentais e de controle. Este projeto demonstrava que as

modificações produzidas com o Rolfing poderiam ser monitoradas em diversas dimensões (físicas e energéticas), uma das quais era o corpo energético, e que estas dimensões eram consistentes entre si (HUNT et al., 1977).

Em 1979, Hunt e Weinberg, apoiadas em seus estudos anteriores descobriram que padrões neuromusculares estavam associados aos estados de ansiedade (WEINBERG; HUNT, 1976) e também apoiadas nos resultados da pesquisa multidisciplinar, publicaram os resultados de parte desta pesquisa sobre os efeitos da Integração Estrutural em traços de ansiedade (HUNT e WEINBERG, 1979). Aplicaram um questionário de Spielberger, Goroush e Lushene, de 1970 apud HUNT e WEINBERG, (1979, p. 18) que media traços de ansiedade antes e depois de submetidos à IE nos 48 sujeitos da amostra e depois mais uma vez, 5 semanas, depois, do fim do processo. Os resultados mostraram que os sujeitos que passaram por Rolfing tiveram uma diminuição no estado de ansiedade quando comparados ao grupo-controle. Os resultados foram discutidos em termos do soltar a tensão emocional alojada e mantida no tecido miofascial liberadas pela IE (HUNT e WEINBERG, 1979).

Tais pesquisas iniciais buscavam estudar os efeitos da Integração Estrutural, interrelacionando-os às diferentes dimensões: comportamentais, físicas, psicológicas, energéticas, estruturais e funcionais, dirigindo a formulação de um paradigma para se estudar Rolfing.

Nesta fase, os projetos contaram com o apoio financeiro e com o trabalho de pesquisa cedidos gratuitamente pelos profissionais pesquisadores que dedicavam seu tempo e idealismo, com a preocupação de usar seus contatos profissionais para a realização dos estudos. O custo de pesquisas mais amplas era proibitivo, e a necessidade imediata desta comunidade recém- nascida era de divulgação e de ensino, além da ampliação do quadro de profissionais. Os objetivos ligados à pesquisa foram então deixados de lado, ou melhor, postergados.

Fundado o Rolf Institute, este tinha também a missão de fomentar a pesquisa em Integração Estrutural. Desde sua fundação, sempre houve no organograma da Instituição, ou seja, um Departamento de Pesquisa, com Comitês designados pelo Corpo Diretivo.

Paralelamente, em 1980, fundou-se também o ARI, Aspen Research Institute por rolfistas beneméritos, com objetivo de pesquisar em Ciências Naturais. Três projetos iniciaram-se: os efeitos de radiação eletromagnética baixa em humanos, os mecanismos de comunicação em

golfinhos e a eficiência de Rolfing. Neste projeto, Silverman et al. (1973) foi contratado pelo ARI e pelo RI e desenvolveu um protocolo que se apoiava nos princípios da integração holística da estrutura e função, a essência do Rolfing. Paralelamente, outros Rolfistas ligados ao ARI dedicaram-se a desenvolver projetos para medir objetivamente as mudanças no desempenho, organizando um Laboratório de Performance, e desenvolvendo uma grande lista de itens a serem medidos, o que encareceu a pesquisa.

O alto custo deste projeto levou o ARI a encaminhar para o Rolf Institute o protocolo de Silverman et al. (1973) com a indicação de Oschman e Porges para que dessem andamento à pesquisa.

A primeira parte do projeto buscava medidas quantitativas para o efeito do Rolfing. Oschman desenvolveu, na fase sobre estudos Músculo-Esqueléticos, um projeto intitulado “Estudo contourográfico de Moire sobre os efeitos de Rolfing e de Integração pelo Rolfing- Movimento na Geometria da Coluna” que foi apresentado em 1982, mas não conduzido devido a seus altos custos. Utilizar-se-ia de uma medida do estado da organização dos tecidos associados à coluna. (método de Moire). (OSHMAN 1980)

Com a falta de recursos do Rolf Institute, o projeto como um todo foi então suprimido.

Um importante artigo de Oschamn (1981) “Tecido Conjuntivo e Sistemas Miofasciais” foi o grande legado de sua colaboração com o ARI.

Todos estes trabalhos esbarravam no paradigma neopositivista, buscando relações “causa- efeito”, e tentavam medir e demonstrar algo cujas variáveis intervenientes eram de difícil controle e, portanto, as pesquisas resultariam mais caras do que o possível, não atendendo à necessidade de se expandir no conhecimento dos efeitos do Rolfing.

No início, os Comitês trabalharam para gerar o interesse em pesquisa e criar ligações com pesquisadores e Instituições de pesquisa confiáveis. Houve estímulo e avaliação de programas e esta forma de atuação, apesar de ter de fato estimulado pesquisas, tinha suas limitações. Em primeiro lugar, por depender das propostas individuais, esta abordagem resultou em pesquisas divergentes mais que num plano sistemático. Como exemplo, Cottingham; Porges; Lyon, (1988) conseguem conduzir seu projeto: “Efeitos da mobilização do tecido conjuntivo

frouxo no tônus parassimpático em dois grupos de idade”. Seus resultados contribuíram para as técnicas de manipulação pélvica e puderam ajudar a explicar por que estas técnicas têm tido sucesso clínico em tratamento de síndromes com dor miofascial e outras disfunções mioesqueléticas caracterizadas por tônus parassimpático reduzido e excesso de atividade simpática (COTTINGHAM; PORGES; LYON, 1988).

A seguir, Cottingham; Porges; Richmond, (1988) estudaram “Mudanças no ângulo da inclinação pélvica e tônus parassimpático por meio da manipulação de tecido conjuntivo frouxo do Rolfing”. Aqui, os resultados proveram suporte teórico para os resultados do uso de manipulação de tecido conjuntivo frouxo da pelve nos casos de certos tipos de disfunção lombar e de desordens músculo-esqueléticas associadas ao estresse autonômico.

Ambos os estudos lidaram com a necessidade de se apresentar medidas confiáveis dentro do estudo de uma abordagem que, por sua natureza, é ampla, sendo que o estudo de partes pode prejudicar a compreensão do todo. Puderam fazer correlações entre dimensões músculo- esqueléticas, neurológicas e psicológicas.

Estes trabalhos foram apresentados no Centro Médico de Pesquisa de Reabilitação do Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento de Bethesda, Maryland, EUA. Tais pesquisas, apesar de publicadas em meios credenciados, não geraram fundos para novos projetos e seus resultados acabaram por não serem incorporadas ao treinamento, no entanto demonstraram as possibilidades da proposta e atestam uma nova fase na pesquisa em Rolfing. Após estes estudos iniciais, só recentemente houve um retorno à pesquisa experimental com os trabalhos já mencionados de Schleip, et al. (2004, 2005, 2006).

O DESENVOLVIMENTO DE QUESTIONÁRIOS

A história de pesquisa em Rolfing havia sido focada em estudos de demonstração, guiados pelos interesses de investigadores individualmente, mais do que num programa integrado para servir as necessidades do Instituto.

Rolfing estava progredindo porque indivíduos que passaram pelo processo reconheciam seus benefícios e não porque havia um banco de dados para demonstrar sua eficiência.

Em 1991a, Porges, na época diretor do Comitê de Pesquisa do RI, considerando os limitados recursos disponíveis, desenvolveu um projeto que refletia as necessidades da comunidade de Rolfing, naquele estágio de desenvolvimento da ciência, cujo enfoque era a busca dos benefícios e das contra-indicações para possíveis efeitos colaterais do Rolfing. Desenhou um projeto que seria usado como uma ferramenta para melhorar ambos: a aplicação e o ensino de Rolfing.

O PROJETO DE PORGES (1991a) Objetivos

A função de seu projeto de pesquisa como um todo seria:

• prover a comunidade de Rolfing de informações com relação às características dos indivíduos que escolhiam Rolfing, incluindo dados demográficos, um perfil; • prover informações sobre o resultado percebido, incluindo contra- indicações; • estudos específicos que pudessem explorar mecanismos fisiológicos e físicos

dos procedimentos em Rolfing;

• avaliar a eficiência dos procedimentos de Rolfing em populações específicas. A pesquisa poderia fornecer informações a ambos, o rolfista e o cliente, sobre os resultados possíveis de serem esperados. Estes esforços dirigiriam-se para a criação de um Banco de Dados, visto que a demonstração da eficiência percebida pelo cliente geraria maior interesse pela pesquisa na comunidade e apoio coletivo aos programas de pesquisa, produziriam uma documentação concreta de suas experiências.

Procedimento

Para obtenção dos dados, seriam construídos dois questionários: um, a ser aplicado no pré e pós com um follow up seis semanas depois da última sessão e, outro, para rolfistas sobre suas experiências com seus clientes.

Porges (1991a) organizou um questionário para levantar: • Quem está sendo “rolfado”?;

• Por que um cliente escolhe ser rolfado?;

• Que expectativas o cliente tem ao ser rolfado? ;

• Quais os resultados percebidos (benefícios e contra-indicações)?.

Porges (1991b) relatou as informações recebidas dos Rolfistas sobre seus clientes e, numa segunda fase do programa de pesquisa, organizou um questionário que avaliava as percepções dos clientes ao serem rolfados.

Foram recebidas 40 respostas. Na segunda, os questionários seriam enviados aos clientes. Num estudo piloto, seriam 100 clientes de 20 rolfistas.

Resultados

% 0 e 20 5 20 e 40 60 40 e 60 25 Idade entre 60 ou mais 10 Feminino 60 Gênero Masculino 40 Profissionais 70 Trabalho especializado 20 Ocupação

Trabalho não especializado 10 Alta expectativa 40 Expectativa moderada 20 Percepção do Cliente quanto à

habilidade para mudança

Pouca expectativa 20 Pessoal 85 Outros 10 Fonte de Pagamento Grátis 5 Muito Boa 25 Boa 50 Condição Física Não Boa 25 Nenhuma 65 Álcool 15 Drogas 10 Uso de Substâncias Cigarro 20 Problemas Físicos 25 Aumentar Desempenho 25 Terapia Psicológica 15 Crenças Metafísicas 15 Aprender sobre o Corpo 5

Estéticas 10

Razões para serem rolfados

Mais que uma razão 20

Benéfico 70 Expectativas dos Rolfista

Não sabem 30 Beneficiaram-se 100 Grandes mudanças 45 Mudanças moderadas 40 Pequenas mudanças 10 Resultados

* Todos os rolfistas acreditavam que Rolfing seria mais benéfico para alguns clientes do que para outros. Segundo eles:

Não mudaram 5

Porcentagem de Clientes que não concluíram o processo: <10

Atitude dos rolfistas quanto à pesquisa:

Entusiasta - numa escala de 0 a 10, média > 8 Indiferentes ou negativos - 0

Mais de 50% responderam com 9 ou 10. Quadro 1 Síntese dos dados referentes à Pesquisa de Porges, 1991.

Na segunda fase, que não chegou a ser efetuada, seria realizado um questionário de Percepção Corporal para avaliar a influência de Rolfing nas percepções (feelings) corporais e a reação geral ao estresse.

Diferentes comitês seguiram-se sem nenhum resultado concreto.

A proposta de Porges (1991a e b) mostra a necessidade de se ter um Banco de Dados dirigido para o levantamento de quem faz Rolfing, seus objetivos e os resultados percebidos. Pretendia levantar os benefícios e as contra-indicações ao trabalho; utilizaria a própria comunidade para recolher seus dados que, uma vez analisados, iriam retroalimentá-la e permitiriam, numa segunda etapa, investigações específicas.

Comentários

O grande valor deste trabalho foi, antes de mais nada, apontar para a necessidade do levantamento de dados, apoiando-se na realidade cotidiana, e com participação e entrosamento coletivos. Tal procedimento engajaria a comunidade de rolfistas, propondo uma direção de investigação que dependia, sobretudo, do trabalho e da disciplina destes, mais do que de orçamentos milionários frustrantes para a realização de investigação sobre Rolfing. Os dados colhidos de uma amostra pequena começaram a ilustrar, na leitura dos rolfistas, a diversidade de perspectivas que levaram uma pessoa a escolher o Rolfing (física, emocional, etc.), o que os rolfistas acreditaram que seus clientes se beneficiaram (100%) e perceberam mudanças de moderadas a grandes em 85% dos clientes .

Das duas etapas projetadas, Porges (1991a e b) realizou somente uma parte da primeira e, mais uma vez, infelizmente, o programa como um todo foi abandonado.

Em 1998, no Brasil, como dissemos, criou-se o NAPER que, numa parceria com a Escola Brasileira de Rolfing, por meio do atendimento, do ensino e do estudo, começou também a exercer a função de pesquisa.

O PROJETO DO NAPER

História do NAPER – Núcleo de Atendimento, Ensino e Pesquisa em Rolfing, Objetivos e Procedimento da pesquisa.

O NAPER foi criado por uma iniciativa de um grupo de profissionais de São Paulo-Brasil, em 1998. Numa revisão sobre o trabalho e acerca da atuação profissional da comunidade de rolfistas, discutia-se a função social do Rolfing, a visão para a prática do método no futuro e a expansão do trabalho, além dos consultórios particulares.

Para promover atendimento em Rolfing com menor custo, expandindo o alcance do trabalho aos que têm menos recursos, foi proposta a criação de um serviço ambulatorial, nos moldes de serviços presentes em universidades ou centros comunitários. Assim, vários dos objetivos do grupo seriam satisfeitos: atendimento social, promoção do Rolfing e uma atividade social em nível institucional, além da possibilidade de promover contato entre colegas e a criação de um espaço para discussão, supervisão e troca de perspectivas sobre o trabalho.

Já, em sua concepção, o projeto incluía uma dimensão de atendimento, de ensino e revelava um potencial para o exercício de pesquisa, mediante da reflexão sobre o trabalho. Tornou-se um serviço com possibilidades de mediar a Instituição (ABR), a Escola e a pesquisa.

Sendo um braço da Associação, os clientes reportavam-se à Instituição; o registro, os arquivos de dados e a organização da secretaria eram feitos pela Associação. Havia, portanto, a necessidade de organização de prontuários e os dados aí contidos poderiam ser de valor para a Associação, possibilitando a organização de estratégias futuras. Seu funcionamento era autogerido.

Como seus membros estudavam conjuntamente os casos, e o trabalho desenvolvia-se numa situação comunitária, inspirado nos atendimentos que eram feitos em sala de aula, havia muita troca de informação e amadurecimento de seus participantes. Logo, percebemos que esta situação tinha em si mesma um potencial de ensino e que poderia, como de fato pôde, ser usada pela escola como estágio para alunos e como arena de educação continuada.

Atuei, desde o início, como supervisor clínico e mentor do grupo em seu estabelecimento e no desenvolvimento do potencial educacional nele compreendidos, incluindo a elaboração das formas de registro do trabalho.

Em encontros semanais, fazíamos as discussões de casos e supervisão clínica e, anualmente, revíamos os questionários dos protocolos, buscando esclarecer os sistemas de investigação e de registro, num processo coletivo: os profissionais atendendo e utilizando-os, e a escola, por meu intermédio, fornecendo conhecimento técnico, definições conceituais, fomentando a discussão da experiência e acrescentando tudo isto para os questionários, em sua revisão anual.

Prado; Mattoli (2000) apresentaram o serviço do NAPER no Congresso Internacional do Rolf Institute. No ano seguinte, Mattoli (2001) publicou Reflections on the São Paulo Ambulatory Project, expondo o projeto, sua criação e seu desenvolvimento e Prado (2001), publicou The São Paulo Ambulatory Project Educational and Institutional Perspectives relatando as primeiras realizações e o potencial do projeto na perspectiva educacional e Institucional. Em 2003, Mattoli e Bocalleto, membros do NAPER, elaboraram “Perfis do Núcleo de Atendimento, Educação e Pesquisa em Rolfing”. Este trabalho sintetizava a experiência do grupo sobre a revisão dos documentos do Protocolo de Atendimento do NAPER e sistematizava as informações sobre clientes até então atendidos no Projeto, resumindo e apresentando uma primeira reflexão dos quatro primeiros anos do projeto de acordo com:

• dados de identificação dos sujeitos atendidos;

• depoimentos subjetivos de clientes que relatam o impacto do trabalho de Rolfing e sua experiência com o atendimento no Projeto;

• uma avaliação do Projeto feita pelos profissionais que participaram do núcleo.

Resultados

Os dados apresentados foram os seguintes: Dados Quantitativos

São dados de identificação dos sujeitos: os dados foram examinados 373 prontuários, a partir de uma seleção de informações passíveis de tabulação, obtidas em questionários denominados Entrevista Inicial ou Anamnese, em Relatos das Sessões, em Relatório de Cliente e Relatório do Rolfista e por meio de acréscimo de algumas questões sobre a reflexão e prática do grupo. Era um total de 19 questões de caráter quantitativo.

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