6. Noen anbefalinger om videreutvikling av SSBs system for sosial rapportering
6.7. Indekser og andre metoder for helhetlig oppsummering
Segundo Hauck56, as parábolas normalmente têm significados de conduta
moral, educacional e comportamental, ou seja, regras para uma vida comunitária, porém as parábolas de Jesus trazem no seu conteúdo os significados sobre o Reino
de Deus, a natureza, a obra, o ser e o destino do homem; muitas dessas parábolas com uma opção escatológica.
Ainda segundo Hauck, destacam-se as parábolas sobre a criação iminente do Reino de Deus - a figueira - Mc 13,28s:
“... aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus
ramos se renovam, e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim, também vós: quando virdes acontecer estas coisas, sabei que está próximo, às portas...”57,
em Lc 21,29-31, e a sua vinda repentina - o ladrão; e em Mt 24,43s:
“... mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora
viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá...”.
Ainda segundo Hauck, sobre essa criação imediata, a hora presente é o último amanhecer (madrugada), conforme Mc 2,19:
“... respondeu-lhes Jesus: Podem, porventura, jejuar os
convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles? Durante o tempo em que estiver presente o noivo, não podem jejuar...”
e com seu avanço não tem retorno em Mc 2,21s:
“... ninguém costura remendo de pano novo em veste velha;
porque o remendo novo tira parte da veste velha, e fica maior a rotura. Ninguém põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho romperá os odres; e tanto se perde o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos...”
e todos devem ceder conforme Mc 3,27 “... ninguém pode entrar na casa do valente
para roubar-lhe os bens, sem primeiro amarrá-lo; e só então lhe saqueará a casa...”.
Segundo Hauck, um convite é dado para entrar no Reino de Deus, conforme Mc 2,17 “... tendo Jesus ouvido isto, respondeu-lhes: Os sãos não precisam de
médico, e sim os doentes; não vim chamar justos, e sim pecadores...”; Depois a
cooperação do homem para manter o Reino de Deus conforme Mc 4,26-29:
“... disse ainda: O Reino de Deus é assim como se um homem
lançasse a semente à terra; depois, dormisse e se levantasse, de noite e de dia, e a semente germinasse e crescesse, não sabendo ele como. A terra por si mesma frutifica: primeiro a erva, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga. E, quando o fruto já está maduro, logo se lhe mete a foice, porque é chegada a ceifa...”;
mesmo tendo dificuldades no entendimento, o resultado é maior que o esperado, no entanto, sem cooperação há de se perder conforme Mc 4,3-9:
“... ouvi: Eis que saiu o semeador a semear. E, ao semear, uma
parte caiu à beira do caminho, e vieram as aves e a comeram. Outra caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra. Saindo, porém, o sol, a queimou; e, porque não tinha raiz, secou-se. Outra parte caiu entre os espinhos; e os espinhos cresceram e a sufocaram, e não deu fruto. Outra, enfim, caiu em boa terra e deu fruto, que vingou e cresceu, produzindo a trinta, a sessenta e a cem por um. E acrescentou: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça...”.
No início será de forma bem pequena e no final será enorme em Mc 4,31s: “... é como um grão de mostarda, que, quando semeado, é a
menor de todas as sementes sobre a terra; mas, uma vez semeada, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças e deita grandes ramos, a ponto de as aves do céu poderem aninhar-se à sua sombra...”,
pois ao longo do percurso haverá abrangência de todos em Mt 13,33:
“... disse-lhes outra parábola: O Reino dos céus é semelhante
ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado...”.
Haverá reticência para todos aceitarem, mas o homem tem de escolher entre o mundo e o Reino de Deus, apesar do homem não ter discernimento em relação aos sinais dos tempos em Lc 12,54-56:
“... disse também às multidões: Quando vedes aparecer uma
nuvem no poente, logo dizeis que vem chuva, e assim acontece; e, quando vedes soprar o vento sul, dizeis que haverá calor, e
assim acontece. Hipócritas, sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu e, entretanto, não sabeis discernir esta época?...”.
O fim ou novo início fica condicionado a uma separação em Mt 13,24-30 “...
propôs-lhes outra parábola...” ou em Mt 13,47-50 “... novamente,..”. A decisão cabe
ao ouvinte que prática a Palavra conforme Mt 7,24-27 “... assemelhá-lo-ei ao homem
prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha...”. E ser de confiança em Mt 24,45-
51 “... quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o seu senhor constituiu sobre a sua
casa, para dar o sustento a seu tempo?...”.
Outras parábolas mostram a natureza de Deus e da sua ação em Mt 7,9-11 “... e qual de entre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma
pedra?...”, da conversão do homem em Mt 18,12-14:
“... que vos parece? Se um homem possui cem ovelhas, e uma
delas se desgarrar, não irá pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da que se desgarrou?...”.
Do arrependimento do homem em Lc 15,11-32:
“... um certo homem tinha dois filhos; E o mais moço deles disse
ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda....”.
Proporcionalidade no reino de Deus em Mt 20,1-16 “... o reino dos céus é
semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada apar contratar trabalhadores para a sua vinha...”. Da recompensa em Mt 25,14-30 “... um homem que, partindo para o estrangeiro, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens...”.
Outras parábolas mostram as relações entre os seus semelhantes em Mt 18,23-35 “... eis porque o reino dos Céus é semelhante a um rei que quis fazer
contas com os seus servos...”. E amor ao próximo que Deus exige acima dos seus
deveres terrestres58como “o bom samaritano” em Lc 10,30-37:
“... descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas
mãos dos assaltantes, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto...”.