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10. Sammarbeid med andre aktører

10.3 Individuell plan

Para uma molécula permear através da pele, deve-se avaliar tanto suas propriedades físico-químicas quanto o veiculo utilizado para administrá-la (PEREIRA, 2008). Este teste foi realizado com nanoemulsão e suspensão de nanocápsulas poliméricas, ambas com 7,5% do marcador metoxicinamato de octila, para comparar o perfil de liberação in vitro entre as duas formulações. y = 264661x - 12868 R² = 0,9995 0 500000 1000000 1500000 2000000 2500000 3000000 0 2 4 6 8 10 12 ár e a sob a c u rv a Concentraçao nominal (µL.mL-1) AU 0,00 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 Minutes 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 1,20 1,40 1,60 1,80 2,00 2,20 2,40 2,60 2,80 3,00 3,20 3,40 3,60 3,80 4,00 4,20 4,40 4,60 4,80 5,00

66 Através da cromatografia líquida de alta eficiência, obtiveram-se os seguintes resultados: 0 30 60 90 120 150 180 210 240 270 300 330 360 0 5 10 15 20 25 30 35 40 O M C L ib er ad o (% ) Tempo (minutos) Nanocápsula Nanoemulsão *

Figura 43. Gráfico da porcentagem liberada do marcador em função do tempo (minutos), comparando o perfil de liberação da nanoemulsão com o da suspensão de nanocápsula polimérica.

Analisando a Figura 43, pode-se notar que a amostra de nanoemulsão possui uma porcentagem de liberação do OMC maior e mais rápida quando comparada a suspensão de nanocápsulas que apresenta uma liberação mais lenta e menor no tempo analisado. A suspensão de nanocápsulas, por possuir a camada polimérica, forma uma nanopartícula mais rígida que apresenta maior dificuldade para liberar o ativo, já que é uma barreira contra sua difusão. Já os glóbulos da nanoemulsão são mais flexíveis e frágeis, disponibilizando mais prontamente o ativo para o meio externo (OLVERA-MARTINEZ et al., 2005).

Além disso, considerando a característica lipofílica do marcador citada anteriormente (fazendo com que o mesmo encontre-se no interior das nanopartículas), na amostra de nanoemulsão o metanol (fase receptora) dissolve os glóbulos da mesma, liberando o marcador do núcleo para ser quantificado. Já no caso da suspensão de nanocápsulas poliméricas o mesmo encontra-se menos disponível para liberação, pois, apesar de a fase receptora entrar em contato com a superfície do polímero, a polaridade da mesma não é suficiente para solubilizar a camada polimérica na superfície das nanocápsulas.

67 Foi realizada a análise estatística com o teste t de Student que determina o nível de significância estatística entre as diferenças das médias entre as duas amostras, consideradas independentes, com o resultado expresso em p. O resultado foi significativo com p<0,05 para todos os tempos após 45 minutos do início da liberação, sendo possível considerar que há 95% de confiança que há diferença significativa entre as duas amostras, nos tempos mencionados.

A coleta realizada aos 360 minutos de teste (marcada com asterisco na Figura 42), referente à análise final e mais importante, resultou em p-value de 0,00829 (significativo para p<0,01). Pode-se concluir com mais de 99% de confiança que as amostras apresentam diferença significativa ao fim do teste.

No estudo de liberação da NE, antes do pico correspondente ao OMC na análise de HPLC, observa-se a detecção crescente, anteriormente ao tempo de retenção do marcador (Figura 44), que pode estar associado aos demais constituintes da formulação ou à reagentes em excesso da formulação ou produto de degradação do marcador OMC. Analisando o cromatograma referente à suspensão de NC (Figura 46), essa detecção de componentes está ainda maior e engloba as possibilidades do caso da NE e está associada à polimerização. Estudos mais aprofundados devem ser realizados para determinar essas substâncias, mas, apesar da presença desses picos, pode-se observar que tanto o pico correspondente ao OMC detectado na NE (Figura 45) quanto o pico correspondente ao OMC detectado na suspensão de NC (Figura 47) estão claramente separados.

Figura 44. Cromatograma correspondente à liberação do metoxicinamato de octila (OMC) a partir da nanoemulsão com 7,5% OMC, nos diferentes tempos do estudo in vitro.

AU 0,000 0,005 0,010 0,015 0,020 0,025 0,030 0,035 0,040 0,045 0,050 Minutes 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00

68 Figura 45. Ampliação do pico correspondente ao OMC na nanoemulsão nos diferentes tempos do estudo de liberação.

Figura 46. Cromatograma correspondente à liberação do metoxicinamato de octila (OMC) a partir da suspensão de nanocápsulas com 7,5% OMC, nos diferentes tempos do estudo in

vitro.

Figura 47. Ampliação do pico correspondente ao metoxicinamato de octila na suspensão de nanocápsulas nos diferentes tempos do estudo de liberação.

AU 0,000 0,005 0,010 0,015 0,020 0,025 0,030 0,035 0,040 0,045 0,050 Minutes 2,75 2,80 2,85 2,90 2,95 3,00 3,05 3,10 3,15 3,20 3,25 3,30 3,35 3,40 AU 0,000 0,005 0,010 0,015 0,020 0,025 0,030 0,035 Minutes 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 AU 0,000 0,005 0,010 0,015 0,020 0,025 0,030 0,035 Minutes 2,75 2,80 2,85 2,90 2,95 3,00 3,05 3,10 3,15 3,20 3,25 3,30 3,35 3,40

70 6 CONCLUSÃO

Este estudo mostrou ser possível desenvolver a nova metodologia para a produção de nanocápsulas de poli(acrilato de 2-etilhexila) por polimerização in situ dos glóbulos de nanoemulsões produzidas por inversão de fases, sem o contato da formulação com solvente orgânico e com o uso de manteiga de murumuru, presente na flora amazônica.

A análise das imagens de microscopia de força atômica e dos valores obtidos por espectroscopia com correlação de fótons demonstra que as nanopartículas obtidas apresentaram-se esféricas e com distribuição de tamanho homogêneo. Não foram encontrados cristais líquidos nas nanoestruturas através das imagens de microscopia óptica com luz polarizada.

A formação do polímero ao redor das nanocápsulas foi comprovada através da comparação dos resultados das análises de infravermelho com transformada de Fourier, calorimetria diferencial exploratória e ressonância magnética nuclear com os dados presentes na literatura.

A associação do marcador metoxicinamato de octila para os estudos in vitro aumentou o tamanho e a viscosidade das formulações, mas não influenciou a sua estabilidade.

O comportamento das nanocápsulas com metoxicinamato de octila avaliado nos estudos in vitro, mostrou que estas podem ser utilizadas como sistemas de liberação controlada de fármacos, pois o ativo foi encapsulado e a liberação do mesmo ocorreu de forma mais lenta.

Em suma, nossos dados demonstram que a associação das técnicas de obtenção de nanoemulsão com monômero e óleo vegetal por inversão de fases e a polimerização in situ é viável para a produção de nanocápsulas poliméricas, com o polímero disposto ao redor das partículas, sistema este útil para a veiculação de fármacos e agentes cosméticos com características lipofílicas.

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