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Ideology of Norwegian antagonists – the youth school reform

5.2 I DEOLOGIES REGARDING SCHOOL TYPES , DIFFERENTIATION AND GRADES IN N ORWAY . 151

5.2.5 Ideology of Norwegian antagonists – the youth school reform

A definição do número de estabilidade modificado (N’) depende dos parâmetros descritos na Equação 2-7, onde é o produto direto do valor de Q’ e os parâmetros A, B e C definidos por

Potvin (1981). O valor de Q’ para cada área estabelecida neste trabalho é conhecida e os valores

dos parâmetros A, B e C são também parâmetros intrínsecos da condição apresentada em cada uma das vinte superfícies de lavra avaliadas neste trabalho.

A definição do fator A, conhecido como fator de tensão, foi estabelecida neste trabalho considerando a aplicação da tensão vertical (σz) como elemento de tensão máxima atuante na superfície do bloco de lavra. Mesmo ciente que tal valor pode representar valores mais baixos de tensão atuante, acredita-se que na Mina Pequizão, em função da baixa inclinação da mineralização e pelos resultados de modelos numéricos realizados para avaliações pontuais, existe na superfície do bloco de lavra níveis de tensão reduzidos e até mesmo alívio de tensão dependendo da posição da escavação em relação a outros blocos de lavra. A equação para cálculo de tal parâmetro é:

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𝛔𝐳 = 𝛄. 𝐳 ( 3-1)

Onde:

σz = Tensão vertical

γ = Peso específico da coluna de rocha

z = Espessura da coluna de rocha imediatamente acima.

A definição da resistência à compressão uniaxial da rocha (σc) se baseia em ensaios laboratoriais realizados em diferentes campanhas, cujos resultados são apresentados no Anexo IV. Em ambas as análises foi considerado o valor de resistência do xisto (GXN) presente no

Hanging Wall da estrutura mineralizada para o corpo Pequizão.

A partir de tais parâmetros é possível utilizar a Figura 2-24 para definição do fator de tensão (A). A Tabela 3.22 abaixo apresenta os valores do parâmetro A, para as regiões onde foi aplicado o sistema com cabos duplos. Para os cálculos abaixo foi utilizado o valor de peso específico de 27 kN/m³ aplicado na Equação 3.1.

Tabela 3.22: Parâmetro A para as áreas com cabos duplos.

A definição do parâmetro A para as áreas com cabeamento simples como reforço é apresentado na Tabela 3.23.

UCS (MPa) Profundidade (m) Sigma Máx. (MPa) Ratio A

1. INT 278 C Norte – Bloco 1 Duplo 100 262 7.1 14.1 1.0

2. INT 278 C Norte – Bloco 3 Duplo 100 262 7.1 14.1 1.0

3. INT 278 G Sul – Bloco 1 Duplo 100 258 7.0 14.4 1.0

4. INT 278 G Sul – Bloco 3 Duplo 100 263 7.1 14.1 1.0

5. INT 278 G Sul – Bloco 4 Duplo 100 261 7.0 14.2 1.0

6. INT 288 C Sul – Bloco 1 Duplo 100 279 7.5 13.3 1.0

7. INT 288 C Sul – Bloco 2 Duplo 100 279 7.5 13.3 1.0

8. INT 288 C Sul – Bloco 3 Duplo 100 278 7.5 13.3 1.0

9. INT 288 C Sul Extensão – Bloco 01 Duplo 100 277 7.5 13.4 1.0

10. INT 288 C Norte – Bloco 4 Duplo 100 279 7.5 13.3 1.0

Fator A

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Tabela 3.23: Parâmetro A para as áreas com cabos simples.

O fator de ajuste de orientação das descontinuidades, B, é uma medida referente a diferença de mergulho entre a superfície do realce e o conjunto de descontinuidades principal. Em função das encaixantes da mineralização serem rochas metassedimentares, a principal família de descontinuidade encontrada é a foliação (Sn), descrita para cada uma das 20 áreas selecionadas neste trabalho pelo mapeamento de estruturas persistentes (MEP) realizado nas áreas a serem lavradas. A superfície do realce lavrado possui características definidas pela equipe de planejamento e operação de mina, de forma a garantir a melhor forma para cada superfície de lavra, baseada em técnicas para elevar a extração, recuperação e garantir a operacionalização das operações básicas do ciclo de lavra (detonação, carregamento e transporte).

Desta forma o parâmetro B é descrito para as áreas selecionadas para aplicação de cabos duplos, de acordo com a Tabela 3-24 abaixo.

Tabela 3.24: Definição do parâmetro B para as áreas com cabos duplos.

UCS (MPa) Profundidade (m) Sigma Máx. (MPa) Ratio A

1. INT 258 E 2 Norte Simples 100 215 5.8 17.2 1.0

2. INT 258 C Sul – Bloco 6 Simples 100 226 6.1 16.4 1.0

3. INT 258 G Norte – Bloco 1 Simples 100 229 6.2 16.2 1.0

4. INT 278 C Sul – Bloco 1 Simples 100 264 7.1 14.0 1.0

5. INT 278 C Sul – Bloco 2 Simples 100 263 7.1 14.1 1.0

6. INT 278 C Sul – Bloco 3 Simples 100 263 7.1 14.1 1.0

7. INT 278 C Sul – Bloco 4 Simples 100 263 7.1 14.1 1.0

8. INT 278 C Sul – Bloco 5 Simples 100 264 7.1 14.0 1.0

9. INT 278 C Sul – Bloco 7 Simples 100 262 7.1 14.1 1.0

10. INT 278 C Norte – Bloco 4 Simples 100 258 7.0 14.4 1.0

Sistema de cabeamento

Fator A Local

Dip (face) DD (face Dip (Sn) DD (Sn) ângulo interplano Fator B

1. INT 278 C Norte – Bloco 1 Duplo 48 229 32 246 19.25604805 0.2

2. INT 278 C Norte – Bloco 3 Duplo 41 227 39 230 2.77778656 0.272222

3. INT 278 G Sul – Bloco 1 Duplo 34 220 45 220 11 0.2

4. INT 278 G Sul – Bloco 3 Duplo 6 214 40 218 34.0167663 0.280335

5. INT 278 G Sul – Bloco 4 Duplo 81 218 45 240 40.69755905 0.413951

6. INT 288 C Sul – Bloco 1 Duplo 46 237 45 245 5.790444967 0.242096

7. INT 288 C Sul – Bloco 2 Duplo 37 235 50 240 13.43953036 0.2

8. INT 288 C Sul – Bloco 3 Duplo 30 233 30 250 8.476583788 0.215234

9. INT 288 C Sul Extensão – Bloco 01 Duplo 46 235 25 235 21 0.2

10. INT 288 C Norte – Bloco 4 Duplo 48 218 45 240 16.18516151 0.2

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Assim como descrito para as áreas onde foi aplicado o cabeamento duplo, as áreas com cabeamento simples possuem o parâmetro B definido abaixo (Tabela 3-25).

Tabela 3.25: Definição do parâmetro B para as áreas com cabos simples.

O fator de correção da gravidade, C, refere-se ao fato de que a orientação da superfície do realce influencia em sua estabilidade, onde o cálculo do mesmo foi estabelecido no Capítulo 2 e melhor ilustrado pela Figura 2.26.

Partindo de tal contextualização, abaixo (Tabela 3-26) é apresentado os valores do parâmetro C para as áreas onde houve a utilização de cabos duplos.

Tabela 3.26: Definição do parâmetro C para as áreas com cabos duplos como reforço do maciço.

Por fim, temos a seguir (Tabela 3-27) o parâmetro C definido para as áreas com utilização de cabos simples como elemento de reforço do maciço.

Dip (face) DD (face Dip (Sn) DD (Sn) ângulo interplano Fator B 1. INT 258 E 2 Norte Simples 20 231 33 210 15.84631298 0.2 2. INT 258 C Sul – Bloco 6 Simples 39 234 29 277 25.46559813 0.2 3. INT 258 G Norte – Bloco 1 Simples 37 209 40 215 4.787982097 0.25212

4. INT 278 C Sul – Bloco 1 Simples 33 235 50 240 17.30841448 0.2 5. INT 278 C Sul – Bloco 2 Simples 37 238 28 255 12.74984875 0.2 6. INT 278 C Sul – Bloco 3 Simples 34 239 35 240 1.149239151 0.288508 7. INT 278 C Sul – Bloco 4 Simples 31 235 35 240 4.836118448 0.251639 8. INT 278 C Sul – Bloco 5 Simples 37 240 32 257 10.80842086 0.2 9. INT 278 C Sul – Bloco 7 Simples 32 224 32 257 17.31240982 0.2 10. INT 278 C Norte – Bloco 4 Simples 64 222 57 210 12.55863813 0.2

Fator B Sistema de

cabeamento Local

Mecanismo de ruptura (Aba C) Gravity ? (S/N) C

1. INT 278 C Norte – Bloco 1 Duplo Gravity s 4.0

2. INT 278 C Norte – Bloco 3 Duplo Gravity s 3.5

3. INT 278 G Sul – Bloco 1 Duplo Gravity s 3.0

4. INT 278 G Sul – Bloco 3 Duplo Gravity s 2.0

5. INT 278 G Sul – Bloco 4 Duplo Gravity s 7.1

6. INT 288 C Sul – Bloco 1 Duplo Gravity s 3.8

7. INT 288 C Sul – Bloco 2 Duplo Gravity s 3.2

8. INT 288 C Sul – Bloco 3 Duplo Gravity s 2.8

9. INT 288 C Sul Extensão – Bloco 01 Duplo Gravity s 3.8

10. INT 288 C Norte – Bloco 4 Duplo Gravity s 4.0

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Tabela 3.27: Definição do parâmetro C para as áreas com cabos simples como reforço do maciço.

A partir da definição de todos parâmetros necessários para o cálculo do número de estabilidade modificado é apresentado o valor obtido de tal parâmetro para as áreas descritas neste trabalho, onde temos respectivamente apresentados pelas Tabela 3-28 e Tabela 3-29 os valores de N’ para as regiões onde foi utilizado cabos duplos e simples.

Tabela 3.28: Definição do número de estabilidade modificado (N’) para as áreas com cabos duplos.

Mecanismo de ruptura (Aba C) Gravity ? (S/N) C 1. INT 258 E 2 Norte Simples Gravity s 2.4 2. INT 258 C Sul – Bloco 6 Simples Gravity s 3.3 3. INT 258 G Norte – Bloco 1 Simples Gravity s 3.2 4. INT 278 C Sul – Bloco 1 Simples Gravity s 3.0 5. INT 278 C Sul – Bloco 2 Simples Gravity s 3.2 6. INT 278 C Sul – Bloco 3 Simples Gravity s 3.0 7. INT 278 C Sul – Bloco 4 Simples Gravity s 2.9 8. INT 278 C Sul – Bloco 5 Simples Gravity s 3.2 9. INT 278 C Sul – Bloco 7 Simples Gravity s 2.9 10. INT 278 C Norte – Bloco 4 Simples Gravity s 5.4

Sistema de cabeamento

Fator C Local

Q' A B C

1. INT 278 C Norte – Bloco 1 11.03 Duplo 1.0 0.2 4.0 8.8 2. INT 278 C Norte – Bloco 3 4.56 Duplo 1.0 0.272222 3.5 4.3 3. INT 278 G Sul – Bloco 1 12.54 Duplo 1.0 0.2 3.0 7.6 4. INT 278 G Sul – Bloco 3 20.14 Duplo 1.0 0.280335 2.0 11.5 5. INT 278 G Sul – Bloco 4 9.25 Duplo 1.0 0.413951 7.1 27.0 6. INT 288 C Sul – Bloco 1 10.26 Duplo 1.0 0.242096 3.8 9.5 7. INT 288 C Sul – Bloco 2 5.06 Duplo 1.0 0.2 3.2 3.2 8. INT 288 C Sul – Bloco 3 7.01 Duplo 1.0 0.215234 2.8 4.2 9. INT 288 C Sul Extensão – Bloco 01 10.91 Duplo 1.0 0.2 3.8 8.4 10. INT 288 C Norte – Bloco 4 6.26 Duplo 1.0 0.2 4.0 5.0

Fator A

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Tabela 3.29: Definição do número de estabilidade modificado (N’) para as áreas com cabos simples.

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