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Hvordan tilrettelegges handlingsrommet for kunnskapsbasert styring i

5 Analysen

5.1 Hvordan tilrettelegges handlingsrommet for kunnskapsbasert styring i

domínio.

Conforme pode ser observado na tradução do processo criativo de moda apresentada pelo gráfico, o processo criador de moda não encerra suas questões nas que envolvem o desenvolvimento da autoria. Ele contempla uma segunda etapa, que é dependente da primeira, mas envolve outros elementos vinculados ao desempenho do profissional e da sua coleção, ao mercado mais precisamente e às vendas. A moda está dentro do campo expandido da arte; depende diretamente de seus conceitos interpretativos, do seu repertório cultural, mas é uma expressão artística intimamente vinculada ao ambiente dos negócios. A própria arte, conforme explica Barbosa (2008), não se desvincula da economia:

Apesar de ser um produto da fantasia e da imaginação, a arte não está separada da economia, política e dos padrões sociais que operam na sociedade. Idéias, emoções, linguagens que diferem de tempos em tempos e de lugar para lugar e não existe visão desinfluenciada e isolada.

(BARBOSA, 2008. p.19).

Grumbach (2009), presidente da Alta Costura, explica detalhadamente essa relação direta da moda com o mercado: "uma profissão que, como todo corpo social, se determina tanto por suas origens como por seu contexto econômico (p.9)". Para o autor, a própria história da moda se confunde com a história das marcas. Ele apresenta, de forma eloquente, os conflitos existentes no processo criador e, em extensão, na vida dos estilistas e em suas trajetórias profissionais, em suas marcas. Para tanto, apresento a citação do autor que, mesmo sendo extensa, é importante para pensar a relação mercado e criadores:

Na gênese de qualquer marca de prestígio reside um talento singular cuja independência de tom não é compatível com os desejos de uma sociedade que satisfaz mais facilmente suas inclinações no conforto dos valores reconhecidos. Ao alcançar o sucesso, o mais vivo talento sucumbe aos parasitas da notoriedade vulgar. Contudo, todas as marcas agora renomadas, foram, em seus prelúdios, desorganizadas e incapazes de encontrar um público maior. Seu faturamento é confidencial demais, seus preços elevados demais. Seu segmento de clientela é de início limitado demais e, por outro lado, a moda pela qual essas marcas se revelam toma muito tempo para se impor. Além disso, os criadores já não necessitam que seus modelos sejam produzidos em contratos de licenciamento; precisam que sua própria indústria seja financiada. É por isso que o grande problema que se impõe com insistência é o do financiamento. Com efeito, nenhuma casa de costura, fundada depois de 1965, alcançou notoriedade internacional na prosperidade,

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da mesma forma que, em quinze anos, nenhum criador de moda impôs-se com força, e isso essencialmente por razões econômicas. Como favorecer o diálogo entre um grupo financeiro ou têxtil que constitui um império e um jovem criador cujo principal trunfo - sua individualidade - é o que faz a sua fragilidade? Pode existir harmonia entre o poder informatizado de um e a sensibilidade pitoresca de outro? (GRUMBACH, 2009, p.331).

Diante do dilema exposto penso que a distância que separa a criação da venda, conforme descreve o autor, pode ser reduzida com um trabalho em sala de aula o qual não exclua, dentro do processo criador, as análises de mercado. Um reflexo da inabilidade de designers para criar para empresas profissionalizadas pode ser entendido na dicotomia teórico conceitual versus prático mercadológico em que a criação é vista na formação dos estilistas. A própria constituição do corpo docente nas universidades é reflexo disso, uma vez que é comum encontrar professores doutores em várias disciplinas relacionadas à moda como antropologia, sociologia, história, mas que pouco entendem do processo produtivo da indústria, assim como é comum encontrar consultores de moda com larga experiência prática, mas sem alguma experiência acadêmica. Penso que não é apropriado as escolas de moda continuarem abordando a questão de forma dicotômica, somente com as academias formando alunos teóricos de moda, conhecedores do seu impacto social, do seu impacto negativo na uniformização das pessoas, sem a preocupação em atender às demandas da indústria. De acordo com o Encontro das Escolas de Moda, do ano de 2012, esse impasse está caminhando para uma configuração mais teórica da academia e uma mais prática voltada para cursos tecnólogos, o que continua a perpetuar a dicotomia do mercado versus processo criativo.

A estratégia da análise de imagem pode ser aplicada perante a dicotomia apresentada, por permitir diversas contextualizações sendo a mais apropriada para essa conjuntura demonstrada a do marketing. É importante salientar que essa tese não é uma tese de negócios, mas sim vinculada à educação, com o intuito de pensar o ensino da moda, para o qual deve ser considerado o contexto em que o aluno atuará: o da indústria. Como ainda não existe moda com licenciatura, geralmente a maioria dos alunos entram no curso visando à atuação nas marcas, e aqueles que optam pela academia dão continuidade à carreira acadêmica. Vale ressaltar a necessidade da análise de imagem contemplar aspectos mercadológicos, porque o próprio marketing não contempla a leitura de imagem em sua práxis. O marketing possui tradição em planejar as campanhas, em decidir o tempo e os veículos, mas não pensa o posicionamento da marca por estilo, somente por segmento.

Em moda, o posi cruzamento de estilos que, pode ser subdividido em um abordam, como o punk, o visualizado no quadro a seg

Figura 06 Genetograma do

Nesse contexto, a p cultura peculiar, a qual é de "supermercado de estilos", novos.

Portanto, o marketin imagens para a compreensã de expressar a identidade d pelo lucro, mas também comportamentos do públic entendimento da moda, fen isso, o ensino deve contem alunos e o desenvolvimen

osicionamento da marca acontece principal e, mesmo dentro de um mesmo segmento, com uma infinidade de estilos que os autores clássi

o surf, o emo, o rock, o rockabilly, entre eguir:

o Estilo Jovem

Fonte: Baixo Ribeiro, 2004.

a peculiaridade do processo criativo de moda deflagrada pelo fenômeno descrito por Ted Pho

", expressão que abarca entrecruzamento de es

ting entra como referencial metodológico para nsão da mistura de estilos que cada marca eng

da marca e de entender o seu desempenho de pela sua capacidade de expressar visualm blico alvo. Ademais, tem-se a sua contribu fenômeno que acontece intrinsecamente vincu templar a dimensão mercadológica para a inse

ento das nações. Conforme observa Marín

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