6. Utforming av identitet og livsstil
6.1 Strukturelle faktorer – identitet og livsstil
6.1.1 Hvilken betydning har kjønn for singles identitetsutforming?
MEAD (1993), psicólogo social americano da virada do século XX e conhecedor do idealismo alemão, busca compreender essa dinamicidade na constituição do indivíduo não mais apenas como partícipe abstrato do gênero humano, mas no interior da processualidade do “Self” e de como vem a se constitui uma identidade individual assentada na articulação do “Eu” (I) e do “Mim” (Me).
Nesse sentido, MEAD não pode ser considerado um hegeliano, muito menos um marxista, apesar das interpretações que o aproximam dessas duas vertentes do pensamento. É necessário considerá-lo como ele se autodenominava, um behaviorista social e um pragmatista. O adjetivo social associado ao de behaviorista tem como intenção separar a sua concepção do behaviorismo radical de WATSON que reduz o comportamento humano a aspectos externos ao indivíduo no qual “a dimensão social é vista como uma mera influência externa sobre o indivíduo” (HAGUETTE,1995, 27).
Ser um behaviorista social é, portanto, compreender o comportamento social no interior das interações que os indivíduos mantêm entre si e que configuram não só os atos individuais, como cada um se comporta frente os outros, mas como esses próprios
atos tecem a vida social ao criarem, simbolicamente, uma linguagem que sirva de suporte para as interações sociais.
O mecanismo que pode analisar as respostas, desmontá-las e construí-las, é possibilitado pelo cérebro enquanto tal, e o processo de comunicação é o meio pelo qual isso é posto sob o controle do próprio indivíduo. Este pode separar as partes de sua reação e apresentá-las a si mesmo como uma série de coisas distintas que pode fazer, em condições mais ou menos controláveis. O
processo de comunicação põe, simplesmente, a inteligência do indivíduo à sua disposição. Mas o indivíduo que tem tal habilidade é um indivíduo social. Não a desenvolve por si mesmo para depois ingressar na sociedade
sobre a base de tal capacidade. Converte-se num self e consegue tal controle
por ser um indivíduo social, e somente em sociedade pode alcançar essa classe de self que lhe possibilitará com que se volte sobre si mesmo e indicar a si mesmo as distintas coisas que pode fazer (MEAD, apud SASS, 1992,71).
(Grifos meus)1314
A linguagem, denominada aqui de processo de comunicação, é que vai mediar a diferenciação do indivíduo, pois só há indivíduo enquanto esse se encontra inscrito na vida social. Não há, portanto, indivíduos que se associam na composição de um conjunto social, mas, sim, a própria vida social é constituída por suas ações que são por eles monitorados tendo em vista uma unidade intencional. Em um supermercado, por exemplo, os indivíduos perseguem interesses privados, entretanto, há, entre as diferentes ações, uma unidade correspondente a situação vivida. Essa unidade intencional pode ser compreendida como a formalização da ação pelos indivíduos que conformam uma unidade tendo em vista a regulação de seus comportamentos através das expectativas sociais compartilhadas.
É a unidade da ação que provoca, nos indivíduos, via mediação do Self, a constituição do Eu e do Mim.15 Para melhor se compreender o que seja o Self em
13 Utilizo aqui das citações do texto de MEAD feitas pr SASS pelas dificuldades impostas pelas traduções espanholas e francesas a que tive acesso. Assim procedo por concordar com o autor acerca da importância de manter os termos o mais próximos das intenções meadianas, e por SASS, ao utilizar os originais em inglês para a tradução, compor a melhor versão para o português de MEAD. Trago em nota de rodapé, entretanto, o texto em inglês extraído do site do The Mead Project: http://spartan.ac.brocku.ca/~lward/. 14
The mechanism which can analyze the responses, take them to pieces, and reconstruct them, is made possible by the brain as-such, and the process of communication is the means by which this is brought under the control of the individual himself. He can take his response to pieces and present it to himself as a set of different things he can do under conditions more or less controllable. The process of communication simply puts the intelligence of the individual at his own disposal. But the individual that has this ability is a social individual. He does not develop it by himself and then enter into society on the basis of this capacity. He becomes such a self and gets such control by being a social individual, and it is only in society that he can attain this sort of a self which will make it possible for him to turn back on himself and indicate to himself the different things he can do. Confira a seção 243 em http://spartan.ac.brocku.ca/~lward/Mead/pubs2/mindself/Mead_1934_31.html.0
15 A partir de agora uso as categorias Self, Eu e Mim sem aspas e com as iniciais em maiúscula. Segue-se aqui a tradição de traduzir “I” e “Me” por Eu e Mim, enquanto para Self conserva-se o seu uso como no
MEAD é necessário retomar as concepções pragmatistas que orientam a sua concepção filosófica de homem e do mundo e na qual a sua psicologia social se assenta.
MEAD se aproxima do pragmatismo na sua crítica ao behaviorismo clássico de WATSON para quem a consciência se torna, enquanto vida mental interna, algo a ser desprezado por se demonstrar inacessível ao pesquisador que apenas tem acesso a seu comportamento externo (MEAD, 1993, 57). Nesse sentido, o behaviorismo watsoniano termina por reduzir a subjetividade ao comportamento, e a vida anímica pode ser compreendida através das respostas dadas a determinados estímulos condicionados. Esse reducionismo estabelece um forte impacto sobre a psicologia norte-americana e é alvo de intensas críticas dos pragmatistas que propõem outras explicações para a relação entre vida interna e mundo externo.
Para JAMES (1979), um dos pragmatistas a tecerem críticas ao behaviorismo clássico de WATSON, a consciência possui vida interna não matrizada por condicionamentos externos aplicados ao comportamento. A imaginação, por exemplo, é uma faculdade dessa ordem: pode-se imaginar coisas reais e coisas irreais e ambas podem servir de conteúdos ideacionais para a consciência. JAMES busca compreender esse fenômeno de como a vida interna e o mundo externo se relacionam e de como a consciência pode ser preenchida por conteúdos externos ou por conteúdos imaginários. Suas proposições conduziram a elaboração de uma psicologia baseada no paralelismo entre essas duas realidades na qual a experiência possui uma dupla face: uma voltada para a realidade externa e outra voltada para a realidade interna. Sendo assim, pouco importa que a representação que se tenha na consciência seja de algo real ou imaginado, pois, sempre, para a consciência trata-se de uma realidade experienciada posto que se forma a partir de conteúdos engendrados por ela. O que termina por conferir-lhe a capacidade de tomar a si próprio como objeto já que é essa sua característica que permite saber de qual realidade se trata ao perceber se é um objeto externo ou um objeto interno.
MEAD se apóia em JAMES para dirigir sua crítica às postulações de WATSON, pois para as proposituras meadianas é essa característica de auto-reflexividade da consciência que se encontra na base do Self. MEAD, entretanto, amplia as teorizações
original inglês. Essa forma se encontra consagrada na literatura em língua portuguesa o que não ocorre, por exemplo, no francês cujo termo escolhido foi “soi” e em espanhol “persona”.
de JAMES ao apontar uma questão não presente na obra desse autor: a consciência, no interior do duplo movimento da experiência de gerar realidades externas e internas, não lida apenas com objetos físicos reais ou imaginários, mas lida com uma outra consciência que também possui a mesma dinâmica psíquica. Ou seja, os indivíduos relacionam-se entre si de forma a orientar suas ações, suas autopercepções sobre as próprias ações e de seus pares em um âmbito relacional constituinte do Self.
A consciência ganha, nesse contexto, uma outra abordagem e deixa de ser uma substância individual para se tornar uma função inscrita nos processos sociais nos quais os pensamentos se articulam via linguagem como marca da interação entre os indivíduos que já nascem sociais, pois é nesse contexto que se aprende não só a falar ou comunicar-se entre si, mas a realizar-se como indivíduo. Não é necessário que o indivíduo já tenha elaborado a priori a significação de seus atos para que esse possa vir a agir socialmente. Para MEAD é o oposto que se dá, pois, visto que os significados sociais são compartilhados, cada indivíduo toma para si o significado dado por um outro a um anunciado proferido por um primeiro que, assim, vem a tomar consciência do significado de sua própria asserção através do julgamento manifesto por um segundo e, em decorrência, tomar consciência de si por perceber que, no interior da relação de significação do mundo externo, efetivam-se esquemas mentais partícipes de sua individualidade.
Diz MEAD:
O self a que nos temos referido surge quando a conversação de gestos é incorporada à conduta da forma individual. Quando essa conversação de gestos pode ser incorporada à conduta do indivíduo, de modo que a atitude das outras formas possa afetar o organismo, e de modo que o organismo possa replicar com seu gesto correspondente e de tal maneira provocar a atitude do outro em seu próprio processo, então nasce um self. (MEAD, apud SASS, 1992, 226)16
É importante frisar que o Self é, portanto, esse processo pelo qual o indivíduo, por ser social, individualiza-se enquanto tal por incorporar uma conduta inscrita na rede de significações sociais expressa pela comunicação entre os indivíduos, mas o faz tendo como lógica não a interiorização do externo no mundo interno, mas em sua
16 The self to which we have been referring arises when the conversation of gestures is taken over into the conduct of the individual form. When this conversation of gestures can be taken over into the individual's conduct so that the attitude of the other forms can affect the organism, and the organism can reply with its corresponding gesture and thus arouse the attitude of the other in its own process, then a self arises. Confira a seção 167 em http://spartan.ac.brocku.ca/~lward/Mead/pubs2/mindself/Mead_1934_21.html.
internalização. Acompanhando a abordagem habbermasiana do problema percebe-se que a diferença entre esses dois termos é fundante para a compreensão das postulações de MEAD. 17
O termo interiorizar se aproxima da concepção dos behavioristas clássicos que submetem a vida interna ao comportamento observável externamente. Basta, portanto, admitir que o indivíduo interioriza o mundo externo como uma resposta aos estímulos do meio. O termo internalizar recupera a capacidade reflexiva da atividade humana ao postular que não se trata de uma adequação do interno aos inputs do externo, mas de uma atividade de estruturação de um mundo interno baseado na capacidade cognitiva que o indivíduo tem de organizar e dar sentido às experiências sociais.
Creio que para essa démarche se tornar mais clara é necessário evidenciar que a constituição do Self está relacionada diretamente a sua capacidade de interpretar, por um lado, o mundo relacional no qual se encontra inscrito e, por outro lado, pela capacidade de interpretar-se visto que o sujeito não é apenas um títere do entorno social. Não se trata apenas de uma mimese entre os atores sociais, mas de um processo reflexivo no qual os indivíduos interpretam-se uns aos outros, pois a cada ação cria-se a expectativa de uma outra ação que lhe corresponda, mas que não necessita vir a ser realizada para que sejam percebidas as intenções subjacentes. A antecipação é uma das características que demarca o caráter interpretativo da atividade humana, de como a subjetividade do indivíduo encontra-se perspectivada pela capacidade cognitiva de aprender com a sua experiência ao interpretar-se.
Os indivíduos mantêm uma conversação interna entre as duas instâncias do Self
que são o Eu o Mim. O Eu representa a espontaneidade ininterrupta e o Mim a parte sensível às determinações sociais. O Eu reage a atitude dos outros enquanto o Mim torna-se disponível para o indivíduo como um acervo de si, como sua memória na relação com o outro que, a partir da instauração do Self, porta-se frente ao Mim como um Outro Generalizado.
O Outro Generalizado são as instituições sociais que, via manutenção de papéis e prescrição de normas de conduta, buscam organizar a vida social atribuindo um lócus para o indivíduo no interior da teia relacional. Esse Outro Generalizado não é mais o
17 Confira HABERMAS (2001, 19) que distingue internalizar e interiorizar ao se referir aos processos sociais desencadeadores da individualidade em MEAD.
outro particular da relação, mas a conduta universal incorporada nos papéis sociais vivenciados pelos indivíduos singulares e que se corporificam no Mim como referencial de quem executa a ação.
HABERMAS (2001) aponta que, nesse aspecto, a teorização meadiana se encontra perpassada por um certo viés darwinista no qual o indivíduo se vê amealhado por uma concepção evolucionista de que, aos poucos, o Self seria a expressão da regulação sofrida pelo indivíduo que teria sua ação determinada pelas demandas sociais postas em execução pelas instituições sociais.
Pode-se, entretanto, pensar essas instituições inseridas no próprio processo de constituição do Self e, portanto, não apenas em sua forma mais cristalizada socialmente quando se reconhece o caráter de mantenedoras da ordem social a elas atribuído, mas também as formas mais difusas socialmente e que se apresentam imersas nas próprias relações dos indivíduos e que lhes aparece, em sua imediaticidade particular, investidas nos outros significativos.
Sendo assim, o movimento que leva à constituição do Self pari passu o faz responsável pela inscrição do indivíduo na vida social e, portanto, torna-se impossível ao indivíduo não ter seu processo de subjetivação associado às formas sociais em que sua vida se inscreve sob pena dele não vir a se tornar um ser social. O Mim, por um lado, como herdeiro desse controle externo, exerce na conversação interna a função de coagir o indivíduo para que este adote os papéis sociais disponibilizados pelas instituições, mas, por outro lado, o Mim mantem-se como depositário das formas passíveis de interação social que, ao serem mobilizadas pelos indivíduos, possibilitam sua sociação com outros indivíduos. Há, portanto, uma plasticidade no Mim que o difere da compreensão, por exemplo, do super-ego freudiano no qual, como lembra HABERMAS, há a predominância do caráter de interiorização em detrimento da internalização meadiana.
Vale a pena lembrar que o indivíduo não se encontra de todo socializado e, nesse sentido, o Eu exerce uma função significativa em sua reação de espontaneidade as normas e valores sociais. Sua capacidade de se fazer espontâneo faz com que, na conversação interna que mantenha com o Mim, haja a possibilidade da reinvenção de suas práticas que o levem a reorganizar as formas sociais nas quais se dão as interações entre os indivíduos.
Há, entretanto, uma crítica a ser feita às postulações meadianas do processo instaurado pela relação EU/Mim/Outro Generalizado. Crítica esta que se referenda nas contribuições de GOFFMAN sobre as interações sociais em sua aproximação e distanciamentos com os interacionistas simbólicos como MEAD ou BLUMER (1969a, 1969b, 1969c).18
Para alguns autores de inspiração goffmiana, GOFFMAN se aproxima das contribuições dos interacionistas por compartilhar de uma visão sociológica dos fenômenos sociais que se baseia na constatação simmeliana de que é através da sociação recíproca entre os indivíduos que se fundam as relações sociais mais amplas. Movimento no qual se situam tanto a constituição do indivíduo que age, como da sociedade em que as ações se realizam. O Self, como processo, funda essa dinâmica relacional entre indivíduo e sociedade, lógica do ator e lógica do sistema, mas, entretanto, distanciando-se de MEAD, essa dinâmica não se dá numa unidade em que o Outro Generalizado é incorporado pelas instâncias Eu/Mim numa totalidade indiferenciada. 08007023535
O próprio GOFFMAN (1966, 1972) chama a atenção para esse viés singular de sua diferenciação com as contribuições de outros interacionistas. Reconhece sua dívida, mas busca diferenciar-se ao apontar que é na situação de co-presença o lócus no qual se ancora a relação indivíduo e sociedade. O Outro Generalizado é, portanto, percebido situacionalmente pelos indivíduos, de forma recíproca, com a intenção de garantir não apenas a consecução da ação, mas, sim, de estabelecer para si uma face condizente à interação que leve em consideração aspectos sincrônicos e diacrônicos do evento. Ou seja, tanto os aspectos estruturais que subjazem a situação, quanto os imediatamente emergentes e que possam vir a garantir o trabalho de o indivíduo salvar a sua face.
Sendo assim, o conceito de sociação simmeliana ganha relevância por perspectivar a análise dos fenômenos internos à escola e que aqui são analisados através das contribuições dos interacionistas como MEAD. São, entretanto, os aportes teóricos
18 Confira o debate em JOSEPH (1989, 2000), MCCALL (1977), GERGEN (1977), WINKIN(1999), OGIEN (1989), QUÉRÉ (1989). Confira ainda o texto em que GOFFMAN (1989) realiza esse debate mais às claras e se perfila com MEAD no estudo do cotidiano das interações. GOFFMAN afirma que ambos tinham a preocupação descobrir as estruturas nas quais se realizam os encontros de co-presença. O próprio GOFFMAN (1999, 221) precisa a sua posição ao afirmar que a sua preocupação não é a de saber qual impressão um indivíduo causa ao outro, mas “o que cada um pode efectivamente supor que o outro sabe”.
de GOFFMAN decisivos para se pensar a ação nos contextos em que os atores interagem face-a-face. Quando da análise da escola e dos dados empíricos, elementos teóricos e conceituais postulados por GOFFMAN serão, portanto, explicitamente convocados para melhor compreensão dessa démarche.
2.5 Conclusão
SIMMEL, ao nomear a tensão cara à sociologia de que a modernidade encontra- se entre o egoísmo e o altruísmo, aponta o viés histórico que permanece nas tematizações contemporâneas em torno do debate da inclusão social frente a uma sociedade cada vez mais diversa, próspera e excludente. Enquanto a tematização durkhemianas, entretanto, centra-se na solidariedade orgânica, como via de constituição da coesão social na sociedade industrial, as proposituras simmelianas reclamam uma outra concepção assentada não mais na adequação do indivíduo ao sistema, mas numa teorização que leve em conta a constituição de uma subjetividade interposta na dinâmica do social e do não-social.
O indivíduo, pólo subjetivo, expressa-se para aquém e além das identificações sociais disponibilizadas pelos papéis integradores de um Mim à lógica dos sistemas, pólo objetivo. Visto que esse processo de identificação passa a ser rejeitado por indivíduos que buscam, ao mobilizarem seus recursos subjetivos, configurarem-se como sujeitos pondo-se ora frente às antigas identidades e dando a elas novos sentidos, ora em torno a outras identidades não prescritas e à margem dos sistemas sociais e que trazem questões anteriormente não pensadas.
Tem-se a efetivação de uma nova démarche no campo social no qual o sujeito se entifica na ação do Eu na busca de uma singularização que, simultaneamente, o subjetivize e o individualize frente à universalidade da norma e das instituições sociais. Essa é para o indivíduo o trabalho do sujeito: tecer novas identidades para si nas quais a ação coletiva empreendida pelo ator social sirva de expressão e possibilidade de afirmação de si. É essa consciência de si que, funda, segundo TOURAINE e KHOSROKHAVAR (2001), a capacidade de emergir no indivíduo uma experiência subjetiva de si e que não o reduz à racionalidade do sistema e à instrumentalidade presente na cultura de massa.
Ou seja, o sujeito não é uma propriedade do indivíduo, mas trata-se de uma capacidade deste vir a romper a lógica de integração sistêmica e fazer de si uma “força
de descomprometimento, de ultrapassagem, não é da ordem do ter.” (TOURAINE E KHOSROKHAVAR, 2001, 156)
O sujeito é da ordem do ser, mas um ser não essencialista posto que se apresenta