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Hva mener grossistarbeiderne?

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Del 2 Transport 2014

10.1 Hva mener grossistarbeiderne?

O intervalo de 0°C a 100°C e de 273K a 373K é

dividido em 100 partes iguais e cada uma das divisões corresponde a 1°C e 1K, respectiva- mente. Na escala Fahrenheit o intervalo de 32°F a 212°F é dividido em 180 partes.

Supondo que a grandeza termométrica seja a mesma, podemos relacionar as temperaturas assinaladas pelas escalas termométricas da seguinte forma:

1. Um médico americano é convidado a fazer um estágio num município amazonense. Na consulta de um paciente com suspeita de infecção, mede sua temperatura e obtêm 102,8ºF. Responda: a. Qual a temperatura medida pelo médico em

graus Celsius?

b. O médico tem motivo para se preocupar com o paciente?

c. Explique por que uma pessoa com febre sente frio.

Resolução a)

Tc= 39,3ºC

b) Sim, pois a temperatura do paciente é maior que a temperatura normal do corpo humano.

c) Como a febre é devido a uma temperatura maior que a normal, ele perde energia tér- mica mais depressa para o ambiente, por isso, ele sente frio.

1. A temperatura em uma sala de aula é 25ºC. Qual será a leitura na escala Fahrenheit? Resposta: 77ºF

2. Uma escala, criada pelo francês René Réaumur, adotava os valores zero para a tem- peratura da água em fusão e 80 para a da água em ebulição.

a) Estabeleça uma fórmula de conversão entre a escala de Réaumur e a celsius.

b) Determine a temperatura em ºR correspon- dente a 50ºC.

3.3DILATAÇÃO TÉRMICA DOS SÓLIDOS E

LÍQUIDOS

O estudo da dilatação possui importantes apli- cações em nosso cotidiano, tais como: • A dilatação dos trilhos e das pontes: calcu-

la-se da separação entre os segmentos; • A dilatação dos pêndulos: verifica-se a com-

pensação;

• Os canos das refinarias: possuem laços de expansão de modo a não se deformarem com o aumento da temperatura;

• O material que o dentista usa para preencher as cavidades nos dentes, devem ter as mesmas propriedades de expansão térmica do dente.

Dilação térmica é o fenômeno onde o corpo sofre uma variação nas suas dimensões, quando varia a sua temperatura. O fenômeno acontece devido a variação das distâncias rel- ativas entre as moléculas, associada ao aumento de temperatura.

Para efeitos didáticos vamos estudar em parte separadas: a dilatação dos sólidos e dos líqui- dos, distinguindo-se, no caso dos sólidos, a

dilatação linear, a superficial e a volumétrica. 3.3.1 Dilatação dos sólidos

Dilatação Linear: é aquela em que predomina a variação em uma única dimensão, ou seja, o comprimento. Para estudarmos a dilatação lin- ear, consideremos uma barra de comprimento inicial L0, à temperatura inicial T0. Aumentando

a temperatura da barra para T, seu comprimen-

to passa a ser L.

Figura 3: Ao variarmos a temperatura ∆T = T – T0,

há também uma variação do comprimento ∆L = L – L0.

Experimentalmente, verificou-se que: • ∆L é diretamente proporcional ao compri-

mento inicial L0.

• ∆L é diretamente proporcional à variação

de temperatura T.

• ∆L depende do material que constitui a barra.

A partir dessas relações, podemos escrever:

L = L0α ∆T,

Em que é uma constante característica do material que constitui a barra, denominada coeficiente da dilatação linear.

Dilatação Superficial: é aquela em que pre- domina a variação em duas dimensões, ou seja, a área. Consideremos uma placa de área inicial

A0, à temperatura inicial T0. Aumentando a tem-

peratura da placa para T, sua área passa para A.

Figura 4: Ao variarmos a temperatura ∆T = T – T0,

há também uma variação superficial ∆A = A – A0.

A experiência mostra que ∆A é proporcional aA0e ∆T, logo:

Em que β é o coeficiente de dilatação super-

ficial do material que constitui a placa, e é igual ao dobro do coeficiente de dilatação lin- ear, isto é: β = 2α

Dilatação Volumétrica: é aquela em que ocorre quando existe variação das três dimen- sões de um corpo: comprimento, largura e espessura. Com o aumento da temperatura, o volume da figura sofre um aumento, tal que:

Figura 5: Ao variarmos a temperatura ∆T = T – T0,

há também uma variação volumétrica ∆V = V – V0.

Analogamente ao que descrevemos nos casos anteriores, temos:

V = V0γ∆T

O coeficiente de dilatação volumétrica é aproximadamente igual ao triplo do coeficiente de dilatação linear , isto é: γ = 3α

3.3.2Dilatação dos Líquidos

Como os líquidos não apresentam forma própria, ao estudar a dilatação dos líquidos tem de se levar em conta a dilatação do recip- iente sólido que o contém. De maneira geral, os líquidos dilatam-se sempre mais que os sóli- dos ao serem igualmente aquecidos.

A dilatação aparente é aquela diretamente observada e a dilatação real é aquela que o líquido sofre realmente.

Consideremos um recipiente totalmente cheio de um líquido à temperatura inicial T0. Aumen-

tando a temperatura do conjunto (recipiente + líquido) até uma temperatura T, nota-se um

extravasamento do líquido, pois este se dilata mais que o recipiente. A dilatação aparente do líquido é igual ao volume que foi extravasado.

A dilatação real do líquido é dada pela soma da dilatação aparente do líquido e da dilatação volumétrica sofrida pelo recipiente.

Figura 6: Dilatação de líquidosVreal= ∆Vap+ ∆Vrecip

V0γreal∆T = V0γap∆T + V0γrecip.∆T γreal= γap+ γrecip.

1. Ao colocar um fio de cobre entre dois postes, num dia de verão, um eletricista não deve deixá-lo muito esticado. Por que?

2. Um homem usa uma aliança de ouro, de 1,5 cm de diâmetro. Ao tirar sua aliança, ela escor- rega e cai dentro de uma panela de água fer- vendo. Admitindo que a aliança estava em equilíbrio térmico com o corpo do homem, cal- cule a variação no seu diâmetro em virtude do aquecimento. Dado: αouro= 1,4.10–5oC–1.

3. Num posto de gasolina comprou 20000 litros desse combustível. O caminhão que trans- portava a gasolina sofreu um aquecimento devido à incidência de raios solares sobre seu tanque. Assim, a temperatura do combustível, ao ser colocado no depósito do posto, era de 25oC. No depósito, ele sofreu novo aquecimen-

to e, quando foi vendido, estava a 27oC.

Sabendo que a gasolina foi vendida nesta tem- peratura e que seu coeficiente de dilatação volumétrica é de 11.10–4oC–1, determine o lucro,

em litros, que o dono do posto obteve. 4. Um recipiente de vidro contém 400cm3de mer-

cúrio a 20oC. Determinar a dilatação real e a

aparente do mercúrio quando a temperatura for 35oC.

No aquecimento de um líquido contido num recipiente, o líquido irá, ao dilatar-se juntamente com o recipiente, ocupar parte da dilatação sofrida pelo recipiente, além de mostrar uma dilatação própria, chama- da dilatação aparente.

TEMA 04

A ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL

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