• No results found

Hva kan gjøres for å redusere avvik mellom

Kapittel 3 Presentasjon av data

3.6 Hva kan gjøres for å redusere avvik mellom

Mayara Ferreira de Farias37 Janaina Luciana de Medeiros38

Denisy Silva de Azevedo39

Kettrin Farias Bem Maracajá40

Resumo: Levando em consideração a importância de se pensar em desenvolver atividades

sustentáveis, o presente trabalho objetiva discutir sobre as questões ambientais, sociais e culturais relacionados à temática da educação ambiental, que deve ser planejada cada vez mais pelos professores, mesclando entre a teoria e a pratica de ações que venham contribuir positivamente ao meio ambiente. E para alcançar o objetivo de entender a atual realidade da temática da educação ambiental, considera-se os conceitos de consumismo, sustentabilidade, responsabilidade social e papel dos professores na sensibilização de alunos e conseqüentemente da sociedade.

Palavras-chave: Meio Ambiente. Ensino. Capacitação. Turismo. Comunidade.

Abstract: Considering the importance of thinking in developing sustainable activities, this

article focuses on the environmental, social and cultural themes related to environmental education, which should increasingly be planned by teachers, combining theory and practice of actions that contribute positively to the environment. And to achieve the goal of understanding the reality of the current issue of environmental education, it is the concepts of consumerism, sustainability, social responsibility and role of teachers in raising awareness among students and hence the company.

Keywords: Environment. Teaching. Training. Tourism. Community.

37 Bacharel em Turismo da UFRN - Campus Currais Novos ([email protected]); 38 Bolsista Prograd do curso de Bacharelado em Turismo da UFRN - Campus Currais Novos ([email protected]);

39 Bolsista voluntária da Proex do curso de Bacharelado em Turismo da UFRN - Campus Currais Novos ([email protected]);

40 Professora Efetiva do Curso de Bacharelado em Turismo da UFRN - Campus Currais Novos ([email protected]).

Introdução

Educação ambiental é um assunto que vem sendo abordado por diversas áreas de estudos, desde geógrafos, engenheiros ambientais, técnicos, até turismólogos, sendo estes diretamente relacionados com o ambiente, precisando deste para que o seu trabalho possa obter um maior destaque e ser mais bem visto pela sociedade.

O convívio da humanidade com a natureza, que teve início com um mínimo de interferência nos ecossistemas, tem hoje culminado numa forte pressão exercida sobre os recursos naturais, ocasionado pelo desrespeito da sociedade com o seu próprio habitat.

Alguns fatores vêm provocando inúmeros problemas para os responsáveis por esse assunto, dentre esses fatores está o desenvolvimento tecnológico que embora tenha proporcionado avanços na sociedade, ao mesmo tempo, este trouxe problemas e riscos ambientais que comprometem a qualidade de vida das gerações atuais e futuras. Pois com esses avanços as pessoas estão dando maior importância a essas novas tecnologias e deixando em segundo plano, assuntos referentes à natureza.

Desta forma, considera-se que a Educação Ambiental deve gerar, com urgência, mudanças na qualidade de vida e maior consciência de conduta pessoal, assim como harmonia entre os seres humanos e destes com outras formas de vida. (RODRIGUEZ, 2001).

Serão abordados no presente trabalho questões sobre consumismo, sustentabilidade, responsabilidade social e papel dos professores na sensibilização de alunos e consequentemente da sociedade, objetivando esclarecer sobre a atual realidade da temática da Educação Ambiental.

Consumismos na atualidade

Com a tecnologia se desenvolvendo num ritmo cada vez maior e aparentemente ilimitado, as pessoas estão deixando de se preocupar com assuntos relacionados à conservação da natureza, agindo assim de maneira despreocupada e imprudente no que se refere ao meio ambiente.

Os rápidos avanços tecnológicos viabilizaram formas de produção de bens com consequências indesejáveis que se agravam com igual rapidez. A exploração dos recursos naturais passou a ser feita de forma demasiadamente intensa, a ponto de pôr em risco a sua renovabilidade. Sabe-se agora da necessidade de entender mais sobre os limites da renovabilidade de recursos tão básicos como a água, por exemplo. (PORTAL DO MEC, 2010).

Vive-se hoje em dia em um constante paralelo entre a qualidade do meio em que vivemos e os avanços ocasionados pela tecnologia cada vez mais transitória.

A busca incessante pela geração e comercialização de riquezas tem levado a humanidade a uma grande crise ambiental, a qual tem alarmantemente se agravado. Embora o desenvolvimento tecnológico tenha proporcionado avanços na sociedade, ao

mesmo tempo, este tem alavancado problemas e riscos ambientais que comprometem a qualidade de vida das gerações atuais e futuras. (ANGELIN, 2007)

No entanto, percebe-se que não é apenas esse avanço que vem destruindo gradativamente o meio natural, mas, principalmente, o ser humano, que por sua vez é o motivo primordial das críticas mencionadas em diversas palestras e cursos, pois o homem está cada vez mais poluindo as águas, o ar, destruindo as florestas, enfim, degradando de maneira desrespeitosa o ambiente, ocasionando sérios e incontroláveis prejuízos não só para o ambiente como para a própria vida na terra.

Tendo em vista os diversos problemas que o ambiente vem enfrentando nos dias atuais e como forma de minimizar esses problemas têm-se como dever conceituar o que seja Educação Ambiental.

Processo educacional capaz de promover mudanças profundas nos modelos de desenvolvimento, nos hábitos e comportamentos dos indivíduos e da sociedade. A educação ambiental leva a realidade para dentro da sala de aula, por meio do esclarecimento de conceitos e do relato de experiências, com identificação de causas e consequências. (MACHADO, 2005, p.14).

Com isso, percebe-se a importância de se aderir a prática da Educação Ambiental na vida cotidiana e nos ambientes escolares, visto que a mesma tem um grande poder de esclarecimento e conscientização do que seja o ambiente na realidade, além da importância de sua preservação para o usufruto do mesmo, também pelas gerações futuras.

Diante do exposto, fica clara a necessidade de mudança no comportamento humano no que se refere ao convívio com a natureza, no sentido de provocar, sob um modelo de desenvolvimento sustentável a conciliação de práticas econômicas e conservacionistas, com reflexos positivos que não comprometam os sistemas ecológicos e sociais que sustentam as comunidades. (SANTANA, 2008).

Portanto, a Educação Ambiental tem um papel fundamental na questão de consciência da responsabilidade das populações na proteção ambiental e, consequentemente, essa responsabilidade social contribuirá para a melhoria na qualidade de vida não só das populações atuais, como também, das futuras gerações, que assim como nós também tem o direito de usufruir dos bens que a natureza proporciona.

Sustentabilidade e responsabilidade social

A população de uma maneira geral está poluindo as águas, contaminando as florestas e destruindo habitats naturais, contribuindo dessa maneira para o aquecimento do planeta, sem perceber que agindo assim está se destruindo e provocando um grande problema para as populações futuras.

Tendo em vista que o avanço tecnológico está cada vez mais presente na vida das pessoas, fica clara a necessidade de mudança no comportamento humano no que se refere ao convívio com a natureza, no sentido de provocar, sob um modelo de desenvolvimento sustentável a conciliação de práticas econômicas e conservacionistas, com reflexos

positivos que não comprometam os sistemas ecológicos e sociais que sustentam as comunidades.

Outro grave problema que vem atingindo as populações e trazendo prejuízo para as mesmas é a poluição dos rios. Essas estão sendo internadas em hospitais com doenças causadas pelo acúmulo de sujeiras e, consequentemente, a junção de micróbios nos leitos dos rios, além dos peixes e outros animais mortos por falta de oxigênio nas águas.

Apesar de tanta violência sofrida pelos rios, leis ambientais foram criadas e aprovadas pelo homem com o intuito de gerar nas pessoas uma melhor conscientização ambiental, e assim, revigorar os rios poluídos, plantar árvores para recuperar as matas ciliares e das nascentes, repovoamento com peixes, ter águas limpas, bem como outras formas de vida.

Outro problema bastante comum e talvez um dos mais preocupantes seja a questão do lixo urbano, visto que a sociedade polui sem a preocupação com os problemas que venham ocasionar futuramente sem comprometimento com a qualidade do ar, dos solos. Além disso, a ação de jogar lixo nas ruas podem vir a provocar enchentes e prejudicando ainda mais suas próprias vidas nos períodos de chuva.

Um método bastante eficaz para minimizar esses prejuízos é a reciclagem desses lixos, este processo diminui o volume de lixo destinado ao lixão da cidade, reduzindo assim a poluição do ar, do solo e da água, além do aumento de doenças causadas pelo acúmulo do lixo, pois, agindo dessa maneira, contribuirá para uma mudança em seus hábitos gerando uma condição de melhor qualidade de vida melhor, principalmente, no que se refere à problemática do lixo com a saúde e o ambiente em que vivem. O que deve haver é a sensibilização que desperte uma nova visão sobre os conceitos ambientais para que cada um participe efetivamente na tentativa de salvar e proteger o meio ambiente.

Educação ambiental e a melhoria da qualidade de vida

Alguns órgãos responsáveis por questões relacionadas à proteção e preservação do meio ambiente, como o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e o MMB (Ministério do Meio Ambiente), realizam um esforço contínuo para tentar orientar e conscientizar a população sobre a importância da natureza para a permanência de todos os seres vivos na Terra, pois com sua destruição a vida na Terra estaria seriamente ameaçada.

Existem diversas ações que precisam ser tomadas para que essa destruição seja minimizada ou controlada, ainda num futuro próximo. Dentre elas destaca-se a educação ambiental, que é uma maneira simples e ao mesmo tempo bastante eficaz no que se refere à conscientização populacional e, consequentemente, à preservação da natureza.

Entende-se por educação ambiental uma maneira mais abrangente de educação, que tem como objetivo atingir todos os cidadãos, mostrando-lhes o conhecimento sobre ambiente e a importância da sua preservação para todos os seres vivos, além de tentar capacitar a população para que compreenda seu correto papel na natureza e a evolução da problemática ambiental.

No entanto, para que essa prática obtenha êxito é preciso que haja compreensão e interesse da população a respeito da conservação do meio ambiente e sustentabilidade, e dessa forma, tornar-se uma maneira positiva de salvar o planeta dos desgastes e destruição da natureza que vem crescendo a cada ano.

Desta forma, considera-se que a Educação Ambiental deve gerar, com urgência, mudanças na qualidade de vida e maior consciência de conduta pessoal, assim como harmonia entre os seres humanos e destes com outras formas de vida.

O papel da escola na sensibilização da comunidade

Tendo em vista a importância da Educação Ambiental para que o ambiente possa ser encontrado com danos não tão consideráveis pelas gerações futuras, torna-se essencial atribuir a prática da Educação Ambiental nas salas de aula, pois são os estudantes que podem refletir e mudar essa atual visão devastadora que vem ocorrendo com o ambiente.

Assim, segundo a Lei nº. 9.795 de abril de 1999 em seu Art. 2º: A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal. (EFFTING, 2007, p. 15).

Ainda de acordo com a mesma Lei acima citada, em seu Art. 3.º:

Como parte do processo educativo mais amplo, todos têm direito à educação ambiental, incumbindo: II - às instituições educativas, promover a educação ambiental de maneira integrada aos programas educacionais que desenvolvem; VI - à sociedade como um todo, manter atenção permanente à formação de valores, atitudes e habilidades que propiciem a atuação individual e coletiva voltada para a prevenção, a identificação e a solução de problemas ambientais. (EFFTING, 2007, p. 15).

De acordo com a mesma Lei em seu art. 10, § 1o diz que "A educação ambiental não deve ser implantada como disciplina específica no currículo de ensino". (SANTOS, 2007, p. 13).

Porém, a educação é sempre mais efetiva se começada pela criança. A mente humana em formação é mais receptiva aos ensinamentos, razão da importância de um livro didático e os conceitos que ele descortina aos seus leitores e da importância do professor bem formado, passando mensagens irrepreensivelmente corretas. (SANTOS, 2007, p. 13-14).

O que se percebe é que já existem Leis que estimulam a aplicação da prática da Educação Ambiental nas escolas e que estas já são um pouco antigas, pois a acima citada data de 1999. Então, o que se nota é que há uma falta de interesse por parte dos profissionais dessa área, para que estimulem os estudantes por meio de fatores como, uma atividade complementar introduzida no calendário escolar ou até mesmo palestras referentes ao tema, ainda quando se encontram nas primeiras fases do período escolar para que quando estiverem adultos possam ter uma mentalidade aprimorada sobre a importância de agir de maneira correta no ambiente em que vivem.

Um ponto bastante importante a ser discutido é o fato do profissional que irá aplicar a Educação Ambiental nas escolas ser realmente capacitado para tal fim, visto que, parte dele todos os assuntos abordados e a maneira como ele se posicionar e colocar as questões para os alunos é que eles irão ou não se interessar e aplicá-los no dia-a-dia, pois não basta apenas saber, o importante mesmo é aplicar na vida cotidiana e mostrar também para os que os cercam a importância de tal atividade para o bem de todos.

A ação direta do professor na sala de aula é uma das formas de levar a Educação Ambiental à comunidade, pois um dos elementos fundamentais no processo de conscientização da sociedade dos problemas ambientais é o educador, porque este pode buscar desenvolver, em seus alunos, hábitos e atitudes sadias de conservação ambiental e respeito à natureza, transformando-os em cidadãos conscientes e comprometidos com o futuro do país. (SANTOS, 2007, p. 16).

Diante disto, vê-se a importância não só de se aplicar a Educação Ambiental. nas salas de aula, mas também de como e por quem esse conteúdo é aplicado. Percebe-se a importância do professor no processo de aprendizagem e conscientização com relação aos assuntos referentes à natureza, tendo como base o fato da natureza está sendo indevidamente destruída e necessitar urgentemente de medidas que minimizem esse impacto.

A metodologia de educação de crianças em relação à educação ambiental deve considerar a importância da utilização da pratica de desenhos que venham a perceber se a criança urbana ainda se insere na pintura ao considerar tudo que envolve a natureza.

A chave do problema é fazer com que os alunos se considerem parte do meio ambiente para que, só assim, venha contribuir para minimizar os impactos negativos causados. A tarefa é de cada um.

Conclusão

A temática sobre educação ambiental nas escolas é recente, sendo responsável pela discussão sobre responsabilidades dos indivíduos e sobre as conseqüências sobre suas ações que venham interferir negativamente ao meio ambiente.

É Essencial contar com profissionais capacitados à frente da atividade para envolver os aprendizes com o tema e, por conseguinte, trabalhar com eles, sempre contextualizando e praticando a teoria.

Devemos mudar o conceito que temos de ambiente e despertar para a idéia de que somos parte da natureza e somos os principais prejudicados, a longo prazo, por nossas más ações.

O mundo sofre com a degradação do solo, carência de água, perda da biodiversidade, contaminação do ar, da água e do solo, mudanças climáticas desagradáveis, secas, desastres naturais e chuvas inesperadas.

Valores ambientais devem ser revistos e o papel do professor deve ser ressaltado no âmbito da questão ambiental, contextualizando e realizando o que for possível na mudança de pensamento de alunos, que, por conseguinte, transmitirão o que se é discutido em sala de aula.

O caminho é estimular a participação dos alunos diante da realidade social e cultural de cada um, motivando cotidianamente para que se reflita em uma facilitação da aprendizagem sobre a temática. Deve ser promovido o dialogo construtivo e o conhecimento da realidade, pois só se estima o que se conhece.

Referências

ANGELIN, Rosângela. Educação Ambiental: uma oportunidade para o

desenvolvimento sustentável e democrático no Brasil. Revista Espaço Acadêmico. Nº

68. Janeiro de 2007. Disponível em:

<http://www.espacoacademico.com.br/068/68angelin.htm>. Acesso em 09 de fevereiro de 2010.

EFFTING, Tânia Regina. Educação Ambiental nas Escolas Públicas: Realidade e Desafios. Marechal Cândido Rondon, 2007. Monografia (Pós Graduação em “Latu Sensu” Planejamento Para o Desenvolvimento Sustentável) – Centro de Ciências Agrárias, Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Campus de Marechal Cândido Rondon, 2007. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/arquivos/File/taniaregina.pdf>. Acesso em: 20 de julho de 2010.

MACHADO, Álvaro. Ecoturismo: um produto viável: a experiência do Rio grande

do Sul. Rio de Janeiro: ed. Senac nacional, 2005.

PORTAL DO MEC, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares

Nacionais: Meio Ambiente. Disponível em:

<http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/meioambiente.pdf>. Acesso em 14 de Julho de 2010.

RODRIGUEZ, Ana Paula da Mota; RODRIGUEZ, Milena Goulart Souza. A Educação

Ambiental e os Parâmetros Curriculares Nacionais: Um olhar sobre a transversalidade da questão. / Rio de Janeiro, UFRJ, 2001. Disponível em: < [DOC] A

educação ambiental e os Parâmetros Curriculares Nacionais: um olhar sobre a transversalidade da questão>. Acesso em 13 de Julho de 2010.

SANTANA, Ana Carolina. Educação Ambiental e as Empresas: Um caminho para a

sustentabilidade. Artigo nº 24. 2008. Disponível em:

<http://webcache.googleusercontent.com>. Acesso em 16 de junho de 2010.

SANTOS, Elaine Teresinha Azevedo dos. Educação Ambiental na Escola:

Conscientização da Necessidade de Proteção da Camada de Ozônio. Santa Maria,

RS, Brasil, 2007. Monografia apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM, RS), como requisito parcial para obtenção do grau de Especialista em Educação Ambiental. Disponível em:<http://jararaca.ufsm.br/websites/unidadedeapoio/download/elaine07.pdf>. Acesso em: 20 de julho de 2010.

O TRATAMENTO DO TEXTO NO LIVRO DIDÁTICO