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Hva er utbredelsen av varslingsrutiner i kommunal sektor?

Tipos de tratamento de resíduos, segundo o serviço (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006; CUSSIOL, 2003, 2008, 2009):

a) autoclavagem por calor úmido: aplicação de vapor saturado sob pressão superior à atmosférica com a finalidade de se esterilizar. Não pode ser utilizado com resíduos químicos nem radioativos, além de gerar odores durante o processo.

b) autoclavagem com vapor e microondas: combina múltiplas etapas de vaporização e vácuo, fazendo com que o resíduo fique uniformemente umidificado e exposto à irradiação por microondas. Pode chegar a reduzir o volume de resíduos de 20% a 80%, se agregado a um triturador. Os resíduos são triturados e encaminhados para câmara de tratamento, sendo umedecidos em vapor d‘água à alta temperatura. A mistura então é submetida a uma série de microondas sob temperatura entre 95ºC a 100ºC, por 30 minutos.

c) autoclavagem com solidificação: realiza a fusão a 250ºC dos resíduos e da embalagem de acondicionamento, em um volume reduzido por prensagem (em até cinco vezes).

d) desinfecção a seco ou inativação térmica: mais demorado, pois requer altas temperaturas.

e) irradiação por radiação ionizante: método de esterilização com uso de baixas temperaturas. Se dá através de raios gama (Cobalto-60), ultravioleta, feixe de elétrons e infravermelho.

f) desinfecção por radio frequência desativação eletro-térmica – ETD: os resíduos são triturados e enviados para câmara de tratamento por ondas de rádio de baixa frequência e temperatura mínima de 90ºC.

g) desinfecção química: é a adição de produtos químicos aos resíduos, a fim de inativar ou eliminar microorganismos. Exemplos de produtos: compostos fenólicos, aldeídos, clorados, sais de amônio, hipoclorito de sódio, oxido de etileno ou formaldeído, em aplicação direta. Oferece risco químico aos manipuladores, além de requerer maior tempo. Gera efluentes químicos que podem precisar de tratamento. O QUADRO 4

elenca os principais compostos químicos utilizados para desinfecção, com o grau de risco, equipamentos necessários para o manejo e a forma de neutralização.

QUADRO 4 - Compostos de desinfecção química, com riscos, equipamentos e forma de neutralização Composto Risco (3) Equipamentos necessários para o manuseio (3) Neutralização Glutaraldeído (também chamado pentanodial, dialdeído glutárico, glutaral)

Risco moderado (nível 2) à saúde e reatividade leve (nível 1) O funcionário que manipula deve-se valer de óculos protetores, avental, luvas e capuz. * Bissulfato de Sódio (SBS): utilizado para neutralizar concentrações de glutaraldeído (até 5%). Para garantir a neutralização completa e rápida, recomenda-se a adição de 2-3 partes (por peso) de SBS por parte de glutaraldeído ativo. A adição de 2-3 partes de SBS reduzirá rapidamente a concentração de glutaraldeído na solução para menos de 2ppm ativos dentro de 5 minutos à temperatura ambiente. O restante da solução poderá ser eliminado da maneira apropriada (1). * Hidróxido de sódio (soda

cáustica): as concentrações

de glutaraldeído até 2% ativo podem ser neutralizadas com a adição de uma solução aquosa de hidróxido de sódio (soda cáustica). Adicionar uma quantidade suficiente de solução de hidróxido de sódio para manter um pH 12 reduzirá a concentração do glutaraldeído para aproximadamente 20 PPM ou menos em oito horas à temperatura ambiente. Manter o pH 12 ou mais elevado é fundamental, pois um pH inferior resultaria em uma neutralização

significativamente mais lenta do glutaraldeído. As soluções tratadas, que agora contêm um baixo nível de glutaraldeído residual, devem retornar ao pH neutro através da adição cuidadosa de um ácido inorgânico (ex.: ácido clorídrico) antes da disposição adequada (1). Hipoclorito de sódio

QUADRO 4 - Compostos de desinfecção química, com riscos, equipamentos e forma de neutralização Composto Risco (3) Equipamentos necessários para o manuseio (3) Neutralização Javel, branqueador

doméstico, cândida.) (nível 3) e reatividade leve (nível 1). córregos ambiente. Quando necessário, ou no meio o hipoclorito de sódio pode ser neutralizado com agentes redutores tais como tiossulfato de sódio, bissulfito de sódio, sulfito de sódio ou água oxigenada. A solução resultante da neutralização deve ser diluída com grande quantidade de água antes de ser descartada. O descarte deve ser feito de acordo com a regulamentação aplicável (federal, estadual ou municipal) (4). Formol (Formaldeído 37%, formalina, morbicida, óxido de metileno, metil aldeído, aldeído fórmico),

Apresenta severo risco à saúde (nível 3), inflamabilidade e reatividade moderadas (nível 2). Requer o uso de luvas, casaco e óculos protetores. Um galão (3,785 litros) de formalina a 10% (3,7% de formaldeído) contém 140 g de formaldeído. Para neutralizar essa quantidade, são necessários 212g de hidróxido de amônio a 26%; se for um galão de formalina a 5%, será preciso 106 g de amônia a 26%.

Deve-se misturar de forma lenta e adequada. Deixar em repouso por 12 horas com a capela ligada. A mistura resultante pode ser usada como fertilizante. Inicialmente, o pH da solução de formaldeído será de aproximadamente 6. Na medida em que a amônia é adicionada e misturada, é produzido um precipitado branco. A adição de amônia suficiente vai elevar o pH para ao redor de 8; a constatação de pH alcalino (básico) mostra que foi adicionada amônia em excesso.

Não ultrapassar os 5 galões no tratamento (1060 g para formalina a 10%, 530 g para formalina a 5%), e trabalhar seguindo as recomendações. acima (2)

QUADRO 4 - Compostos de desinfecção química, com riscos, equipamentos e forma de neutralização Composto Risco (3) Equipamentos necessários para o manuseio (3) Neutralização

Xilol (Xileno, dimetil benzeno, xilol, metil tolueno)

Severo risco de inflamabilidade (nível 3). Quando liberada no ar, esta substância, por ser degradada por reação fotoquímica, produzindo radicais hidróxi. Tem uma meia vida de menos de 1 dia. É tóxico para a vida aquática. A dose letal para peixes é entre 10 e 100 mg/l. Requer o uso de luvas, casacos e óculos protetores Incinerar ou aterrar em instalação autorizada (5). Mercúrio (também conhecido por Hydrargyrum ou ―Prata líquida‖) Danos extremos à saúde (nível 4). Reatividade leve (nível 1), risco severo com contato (nível 3)

Requer o uso de luvas, capuz, óculos protetores, avental.

Coletar todas as gotas e poças o mais rápido possível utilizando uma bomba de sucção e uma garrafa aspiradora com um longo tubo capilar. Combinar todo o mercúrio contaminado em uma garrafa bem vedada. Retornar ao fabricante para reciclagem (3).

Fontes: (1) DOW, 2004; (2) UNESP, 2010; (3) Ministério da Saúde, 2006; (4) CASQUIMICA, 2010; (5) Makeni Chemicals, 2005.

h) decaimento radioativo: uma vez que não é permitido o tratamento de resíduos radioativos, é preciso aguardar que eles decaiam.

i) coprocessamento: quando os resíduos são reaproveitados nos processos de fabricação de cimento (SISTEMA FIRJAN, 2006).

j) pirólise: consiste no aquecimento de resíduos em uma atmosfera sem a presença de oxigênio, conseguindo atingir temperaturas de até 1.000ºC. (ELEUTÉRIO, HAMADA; PADIM, 2008).

k) plama: consiste na aplicação de uma forma especial de material gasoso (gás ionizado) condutor de eletricidade sobre o resíduo. Gera duas fases líquidas (cerâmica e férrea) que quando se resfriam tornam-se sólidos inertes e vitrificados, além de gases

combustíveis que serão oxidados na câmara de combustão. Não se trata de uma combustão.

l) incineração: é a destruição dos resíduos pela combustão (oxigênio). O volume se reduz em até 90% (MINISTÈRIO DA SAÙDE, 2006).A FIG. 22 ilustra o esquema de um incinerador de resíduos.

FIGURA 22 - Exemplo de incinerador com produção de energia, controles de poluição, queima de resíduos misturados e recuperação de parte da energia.

Fonte: MILLER, 2008, p. 458.

São vantagens da incineração: diminuição do volume ocupado pelo lixo, menor necessidade de aterro, menor poluição da água e rapidez e facilidade na operação. As desvantagens são o alto custo de implementação e operação, poluição do ar (em especial por dioxinas), produção de cinzas tóxicas, incentivo à produção de resíduos e o desestímulo à reciclagem e à redução do descarte (MILLER, 2008). Poço de resíduos Guindaste Forno Caldeira Adição de água Transportadora Aterro sanitário Tratamento de resíduos Aterro de resíduos perigosos Poeira de cinzas Precipitador eletrônico Chaminé Eletricidade Depurador úmido Gerador Vapor Turbina