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Del I Hovedtrekk

7.3 Gjeldende rett

Pesquisador(a) (Alguns) Objetivos Informante(s) e Contexto Instrumentos Algumas Conclusões

Cabaroglu e

Roberts (2000) Testar se as crenças de professores em pré- serviço são inflexíveis.

25 professores em pré-serviço em um curso de ensino de línguas estrangeiras modernas de 36 semanas com enfoque reflexivo e experiencial, montado pela

University of Reading, no Reino

Unido.

Autobiografias,

entrevistas e questionários.

As crenças de apenas um participante parecem permanecer inalteradas. Quanto aos outros 19, a mudança de crenças ocorreu gradualmente. O fato de o curso contar com um forte elemento de conscientização e discussão a respeito de crenças pré-existentes logo no início contribuiu para a ocorrência de mudanças.

Peacock (2001) Um estudo longitudinal com o fim de investigar possíveis mudanças de

crenças sobre aprendizagem de L2 dos

informantes.

146 professores de inglês em formação durante os 3 anos de curso pela Universidade da cidade de Hong Kong . BALLI, pontuação de proficiência em língua inglesa obtida pelos participantes nos cursos compulsórios de inglês, instruções sobre como corrigir crenças prejudiciais ao aprendizado e observações.

Houve pouquíssimas mudanças nas crenças dos informantes ao longo dos 3 anos de curso. Ao final dele, a maioria dos estudantes ainda acreditava que a) aprender uma L2 significa aprender muito vocabulário e regras gramaticais e b) as pessoas que falam mais de uma língua fluentemente são mais inteligentes. Como implicações destas crenças para sua carreira profissional, esses futuros professores poderão: a) centralizar seu ensino em vocabulário e gramática e b) atribuir falta de inteligência como sendo o problema de futuros aprendizes mais lentos.

Nicolaides e

Fernandes (2002) Mostrar e posicionar-se diante de crenças e atitudes de aprendizes de LE que resistem à autonomia.

24 aprendizes de nível básico de proficiência em LE do curso de Letras de uma universidade particular do sul do Brasil.

Tarefas de compreensão oral e escrita a serem desenvolvidas em um laboratório de línguas equipado com recursos audiovisuais e computadores, reuniões, relatórios, gravação, transcrição, fichas

Percepções: a) os estudantes sentem a necessidade de vincular o que está sendo visto em sala de aula às tarefas no laboratório; b) dificuldades dos estudantes em perceber os benefícios do uso do laboratório; c) consciência, por parte de alguns aprendizes, da necessidade de melhor gerenciamento de tempo; d) resistência dos aprendizes à utilização de recursos tecnológicos.

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de avaliação Barcelos, Batista e

Andrade (2004) Crenças de estudantes do 6º período de Letras sobre o que é ser professor de inglês, quais as suas expectativas a esse respeito e quais dificuldades perceberam em sua formação profissional. 15 aprendizes de Letras do 6º semestre de uma universidade federal do estado de Minas Gerais.

Questionários abertos,

entrevistas e notas de campo,

Crenças constatadas: para ser professor é necessário não só ter domínio da Língua Inglesa, como também excelente desempenho lingüístico; é necessário dominar gramática para poder ter a confiança do aprendizes; o bom professor deve gostar do que faz, ser paciente e criativo; não se aprende inglês na escola pública, por isso, o trabalho do professor é mais fácil nessas escolas. Esta última crença contribui curiosamente para a profecia auto- realizadora: aqueles que não tiveram um bom ensino na escola pública acreditam que não adianta fazer investimentos significativos neste ambiente e reforçam o ciclo vicioso.

Abrahão (2004) Investigar quais crenças,

pressupostos e conhecimentos são trazidos pelos aprendizes- professores ao programa de formação inicial desenvolvido na universidade e quais as

origens dessas crenças e desses pressupostos e conhecimentos.

6 aprendizes-professores de um curso de licenciatura em Letras.

Autobiografias por escrito, sessões de história de vida, questionário, inventário de crenças adaptado de Horwitz (1987), relatório do aprendiz- professor.

Exemplos de algumas crenças: a) concepção da linguagem: princípio social e forma de agir no mundo; b) concepções de ensino: transmissão de conhecimento, colocar o aprendiz em contato com conteúdos relevantes em um processo crítico e reflexivo; c) concepções de aprendizagem: está ancorada no conhecimento, controle do conhecimento socialmente aceito; d) o bom professor de línguas é altamente proficiente na língua, capaz de usar uma boa metodologia, consciente da realidade e das dificuldades do aprendiz, capaz de usar estratégias adequadas para o ensino, bem sucedido no ensino da fala e da escrita, reflexivo, consciente e crítico, capaz de ensinar cultura e as diferentes formas de conhecimento. Barcelos (2005) Investigar como se

caracteriza a cultura de aprender línguas de um grupo de aprendizes no último período de Letras.

14 aprendizes do último período de língua inglesa de um curso de Letras de uma universidade federal no interior de um estado do sudeste brasileiro. Questionário, entrevistas semi- estruturadas transcritas; gravações de aula em áudio; diário da professora- pesquisadora e

Algumas crenças constatadas: a) aprender línguas é saber sobre a estrutura dessa língua e adquirir conhecimentos a esse respeito; b) o professor é responsável pela aprendizagem do aprendiz; c) o exterior é o lugar ideal para aprender a LE porque neste ambiente não seria necessário tanto esforço e a aprendizagem é rápida; d) a concepção de linguagem sugerida é a de aquisição de palavras.

notas de campo. Concluiu-se que a experiência educacional anterior dos aprendizes exerce grande influência sobre as crenças desses estudantes

Silva (2006) Levantar as crenças, os aglomerados de crenças e as suas possíveis origens entre os aprendizes ingressantes num curso de Letras.

Uma professora de inglês e seis aprendizes de Letras de uma universidade pública no interior de São Paulo. Questionários, entrevistas semi- estruturadas, gravações de aulas em áudio e vídeo, observações diretas, notas de campo.

Crenças sobre o ensino e a aprendizagem de línguas: ensinar LE é ter conhecimento de sua totalidade, para aprender inglês em sua totalidade é preciso viver em um país onde se fala essa língua; c) é muito difícil aprender inglês em uma escola pública; d) aprende-se somente o básico na escola pública; e) quanto mais cedo se iniciar o processo de ensino/aprendizagem de uma LE, melhor; f) para aprender uma LE é preciso falar o tempo todo; g) o aprendizado de uma LE depende do aprendiz; h) é possível aprender uma língua em pouco tempo e com pouco esforço; i) não se deve usar português em sala de aula se você quer aprender inglês; j) a língua inglesa é mais fácil do que a língua portuguesa; l) a aprendizagem de uma língua depende mais do professor que do aprendiz.

Quadro 3 : Alguns trabalhos sobre crenças de professores em formação