4 Presentasjon og drøfting av datamaterialet
4.7 Oppsummering av de viktigeste funnene
4.7.1 De generalisertes betydning for unges selvoppfatning og psykiske helse
Terminada a análise e apresentação dos resultados do questionário e de modo a perceber-se todo o trabalho desenvolvido em torno deste projeto, considerei necessário explicitar todas as etapas seguidas e que levaram à concretização do manual e dos seus documentos.
Na fase de diagnóstico e através da informação resultante das reuniões efetuadas com o órgão de gestão e com a professora coordenadora da EE, assim como com os professores do grupo de EE, foi possível apurar:
A não existência de um PE, não por falha mas por estar em funções uma CAP. É importante frisar que o PE contempla as adequações relativas ao processo de ensino e de aprendizagem, de caráter organizativo e de funcionamento, necessárias à resposta educativa dos alunos que se enquadram na EE, entre outros aspetos que já foram descritos no primeiro capítulo.
A falta de um documento com os procedimentos a efetuar em cada uma das etapas, tanto a nível organizativo como de funcionamento;
Que apesar da existência de documentação específica para a EE era necessário uma reformulação e orientações para o seu preenchimento;
Os modelos dos documentos apenas são disponibilizados aos docentes de EE e aos outros professores apenas quando solicitados;
Ao nível do circuito documental foi possível registar os procedimentos efetuados, conforme descritos no capítulo anterior.
Que apesar da legislação o prever, não existe uma prática instituída de elaboração dos documentos em equipa, normalmente é o professor de EE que os faz e posteriormente dá a assinar ao titular de turma e/ou diretor de turma; Para além do que consta da legislação, que por vezes não é clara, não existem
procedimentos uniformes no preenchimento de toda a documentação o que leva a que os documentos sejam preenchidos de formas diferentes consoante o elemento que os efetuou.
Assim sendo e após o apuramento das principais dificuldades foram apresentados por mim, enquanto investigadora, as primeiras soluções que depois de serem objeto de reflexão foram sendo elaboradas, a saber:
Reformulação dos documentos de referência o Ficha de Referenciação
o Roteiro de Avaliação
o Relatório Técnico-Pedagógico o Programa Educativo Individual (PEI) o Adequações Curriculares Individuais
o Currículo específico Individual (CEI) – 1º ciclo e Avaliação CEI
o Currículo específico Individual (CEI) – 2º,3º ciclo e Sec. e Avaliação CEI
o Registo de avaliação de alunos com CEI – Descritiva por período o Relatório de Avaliação Final
o Adenda ao PEI o Revisão do PEI
o Ficha de Sinalização SPO
Para a reformulação dos documentos de referência, em primeiro lugar, houve a preocupação de elaborar um modelo único de forma a uniformizar o tamanho e o tipo de letra, assim como o respetivo cabeçalho e rodapé, que após aprovação do subdiretor do agrupamento ficou definido que a letra a utilizar seria a Calibri tamanho 16 para os títulos dos diferentes documentos e tamanho 10 para o corpo do texto. De seguida, foi necessário decidir qual seria a melhor maneira para que os mesmos fossem organizados, pelo que surgiu a ideia de os construir em modo de formulário no processador de texto word, que permite restringir a edição e formatação dos mesmos a determinadas pessoas, especificando uma palavra-passe, sendo apenas possível a sua edição nos campos previsto para o efeito. Através desta medida ficou assegurado que os diferentes documentos não fossem alterados por qualquer utilizador. Por fim e não menos importante houve um especial cuidado em tentar simplificar cada um dos documentos, de modo a facilitar tanto o seu preenchimento como a sua leitura, pelo que, sempre que foi possível, foram criados campos com caixas de verificação e listas pendentes.
Após estas decisões foi feita uma pesquisa exaustiva através da internet, com o intuito de conhecer e recolher ideias acerca dos documentos utilizados em diferentes agrupamentos, os quais foram sendo comparados com cada um dos documentos em vigor no AEPRosa. De
seguida foram começando a esboçar-se os primeiros documentos e só após uma longa jornada foram dados por concluídos. É importante frisar, que apesar de haver indicações por parte da tutela sobre os dados que devem obrigatoriamente de estar incluídos, existem muitos outros, que caso se pretenda se pode contemplar.
Posteriormente, percebeu-se que para além dos documentos já existentes, poder-se-ia construir outros de forma a facilitar por um lado o trabalho dos docentes e por outro, uniformizar também o modo como essa informação era transmitida. Assim sendo foram elaborados os seguintes modelo de documentos:
Análise preliminar da referenciação
Preparação Reunião de Equipa
Relatório Técnico-Pedagócico_0 para alunos não elegíveis na EE
Adequações Curriculares Individuais para o 1º ciclo
Adequações Curriculares Individuais para o 2º,3º ciclo e Secundário
Plano Individual de Transição
Relatório de Avaliação Trimestral, para alunos sem CEI
Relatório de Avaliação Trimestral, para alunos com CEI
Organização do processo individual do aluno (separadores)
Autorização do Encarregado de Educação, para avaliação ou acompanhamento do SPO.
É importante ainda frisar que a cada um dos documentos foi dada uma determinada referência de forma a os identificar e facilitar os procedimentos.
Para a elaboração do manual existiu sempre a preocupação de conseguir de forma clara e sucinta construir um guia de clarificação de procedimentos para cada uma das fases inerentes a todo o processo que é desenvolvido na EE. Houve o cuidado em cada um das etapas indicar também, quais os documentos que devem ser utilizados, assim como incluir indicações precisas no modo de atuação.
Finalmente é importante referir que para a construção do manual, assim como na reformulação dos diferentes documentos foi sempre solicitada a colaboração da direção do agrupamento de forma a monitorizar os procedimentos em curso, que sempre se mostrou disponível e colaborante em todo o processo.