2.5 P RODUCED WATER SEPARATION METHODS
2.5.5 Flotation
R$ R$ 195.586,73 Var. Custo Var. VPL
5,00 R$ R$ 226.527,69 15,5% 115,8% 6,25 R$ R$ 225.109,25 19,4% 115,1% 7,81 R$ R$ 223.336,20 24,2% 114,2% 9,77 R$ R$ 221.119,88 30,3% 113,1% 12,21 R$ R$ 218.349,49 37,8% 111,6% 15,26 R$ R$ 214.886,50 47,3% 109,9% 19,07 R$ R$ 210.557,77 59,1% 107,7% 23,84 R$ R$ 205.146,84 73,9% 104,9% 29,80 R$ R$ 198.383,19 92,4% 101,4% 34,72 R$ R$ 192.802,84 107,6% 98,6% 43,40 R$ R$ 182.953,19 134,5% 93,5% 54,25 R$ R$ 170.641,13 168,1% 87,2% 67,81 R$ R$ 155.251,05 210,2% 79,4% 84,77 R$ R$ 136.013,44 262,7% 69,5% 105,96 R$ R$ 111.966,44 328,4% 57,2% 132,45 R$ R$ 81.907,69 410,5% 41,9% 165,56 R$ R$ 44.334,25 513,1% 22,7% 206,95 R$ -R$ 2.632,55 641,4% -1,3%
5 CONCLUSÕES
A análise da composição elementar da biomassa de alface d’água apresentou teores de C, H, O e N entre os valores encontrados por Jenkins (1990) para o eucalipto e para a casca de arroz. Considera-se a fração mássica dos elementos analisados com boa proporcionalidade, no entanto o teor de cinzas em 14,07% é relativamente alto comprado a biomassa de maior utilização como o pínus e eucalipto.
A análise da composição imediata apresentou voláteis de 78,15%, importante índice para a utilização de biomassa em fornalhas, pois um teor de voláteis acima de 60% auxilia nas etapas de ignição e combustão do combustível.
O poder calorífico inferior encontrado foi de 3675 kcal/kg. Valor este relativamente baixo, principalmente, comparado aos valores apresentado por Jenkins (1990) na tabela 5.1.
Tabela 5.1 – Poder calorífico inferior de diversas biomassas
Fonte: Adaptado de Jenkins (1990)
O sistema de coleta e processamento da biomassa para consumo foi avaliado, em conjunto com a área de projetos da Vale Fertilizantes, onde considerou-se seus equipamentos, necessidades de instalações estruturais e elétricas (correias transportadoras, motores,triturador)
Tipo de biomassa Pínus Eucalipto Casca de arroz Bagaço de cana Casca de coco Sabugo de milho Ramas de algodão Macrófita Pistia Stratiotes 4361,33 3675,42 4139,20 4547,63 4483,14 Poder calorífico inferior [kcal/kg]
3854,97 4781,69 4638,39
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e o sistema já instalado na Represa de Salto Grande em Americana – SP. Diante das discussões e constatações a respeito do sistema existente julgou-se aprovado o sistema e assim estimou-se a necessidade de investimento à preço de mercado.
O cálculo de produtividade, que utilizou o cálculo do BPS, a área da lagoa e a taxa de reprodução da biomassa, chegou-se a uma produtividade equivalente a 10% da demanda de combustível da fornalha. Estes 10% misturados ao cavaco de madeira compõem um combustível com poder calorífico ligeiramente inferior ao eucalipto, e por isto tecnicamente viável.
A análise do balanço de energia mostrou um consumo à maior de 200 kg de mistura combustível comparado ao eucalipto, e consequentemente uma redução de 2% da eficiência da fornalha.
Para realização do projeto econômico necessitou-se do cálculo do custo unitário por tonelada de biomassa de alface d’água processada para consumo. O valor encontrado, com base no custo variável e no custo fixo, foi de R$ 32,27 por tonelada. Este custo é 25,6% do custo da tonelada de cavaco de madeira.
O VPL do estudo é positivo em R$ 195.587,00, ou seja, o projeto arrecada mais do que gasta e é viável por este método de análise.
A TIR calculada foi de 29,90%. O valor apontou que para se zerar o lucro do projeto, ou para que o valor presente líquido seja zero a taxa interna de retorno teria que ser 29,90%.
O tempo que o investidor precisa para recuperar o investimento no projeto é de 4,95 anos. Esta ferramenta normalmente utilizadas para projeto de alto risco mostrou que o estudo é viável e que a recuperação do capital investido teria um retorno à curto prazo.
As análises de sensibilidade desenvolvidas mostraram que o projeto é viável mesmo com variações significativas na TMA e no custo unitário do produto.
técnica do projeto.
Demonstra-se com este com este estudo a importância de projetos de desenvolvimento da matriz energética e a importância da busca por novas matrizes energéticas, principalmente as matrizes de fontes renováveis como a estudada neste caso.
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