4. Årets aktiviteter og resultater
4.1. Flere i arbeid og aktivitet, færre på stønad
4.1.2. Flere brukere fikk oppfølging fra NAV i 2012
Out 201 6 No v De z Jan 201 7 Fev Ma r Abr Mai Ju
n Jul Ago Set Out 2017 Out 2018 Revisão do Estado da arte X X X X X X X X X X X X X Coleta em documentos e Aplicação de entrevista X X X X X X Transcrição das entrevistas X X X X Análise dos dados X X X X X Elaboração da redação X X X X X X X Revisão e Entrega X X
Referências Bibliográficas
Aboim, S. (2007). Clivagens e continuidades de gênero face aos valores da vida familiar em Portugal e noutros países da Europa. Consultado 25/06/2018 disponível em http://www.ics.ul.pt/rdonweb-docs. Afonso, M. C., & Ferreira, F. (2007). O Sistema de Educação e Formação Profissional em Portugal: Descrição Sumária. Cedefop Panorama Séries: 142. Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Européias.
Albuquerque, P. P. (2006). Direito Prisional Português e Europeu. Coimbra: Coimbra Editora. Amâncio, L. (1994). Masculino e Feminino. A construção social da diferença. Porto: Edições Afrontamento. Coleção Saber imaginar o Social.
Baratta, A. (2004). Resocialización o control social. Por un concepto crítico de “reintegración social” del condenado. In: Criminología y Sistema Penal. Buenos Aires, B de F. (memória criminológica nº 1). Consultado em 25/7/2018, disponível em
http://www.juareztavares.com/textos/baratta_ressocializacao.pdf.
Becker, H. S. (1977). Uma Teoria da Ação Coletiva. Rio de Janeiro: Zahar Editores.
Braun, V., & Clarke, V. (2006). Using thematic analysis in psychology. Qualitative Research in Psychology. 3:77-101.
Brito, A. F. (2015). “Quando sair, só quero trabalhar como aqui”: perspetivas em torno da Reinserção social das mulheres ciganas no pós-reclusão. Dissertação de mestrado. Braga: Instituto de Ciências sociais: Universidade do Minho.
Casaca, S. F., & Perista, H. (2014). Estudos qualitativos a partir do I Relatório sobre diferenciações Salariais por Ramos de Atividade. SOCIUS. Universidade de Lisboa. pp. 22-23
Carlen, P. (2007). A reclusão de mulheres e a indústria de reintegraҫão, (‘The Women’s Imprisonment and Reintegration Industries). Análise Social, XLII (185): 1005-1020.
Carter, M. J., & Fuller, C. (2015). “Symbolic interactionism”. Sociopedia.isa, DOI: 10.1177/205684601561.
Conselho da Europa (2006). Comitê dos Ministros aos Membros sobre as Regras Penitenciárias Europeias. Consultado em 17/05/2016 disponível em
https://rm.coe.int/CoERMPublicCommonSearchServices.
Cunha, M. I. (1994). Malhas que a Reclusão Tece: Questões de identidade numa prisão feminina. Lisboa: Gabinete de Estudos Jurídicos-Sociais do Centro de Estudos Judiciários.
Cunha, M. I. (2003). O bairro e a prisão: a erosão de uma fronteira, ( The Boundary Between Prison and stigmatized Neighborhoods). In: J. Freitas Branco & A. I. Afonso (org.) Retórica sem Fronteira: Oeiras: Celta. pp. 101-109.
Dias, J. F. (2009). Direito Penal Português - Parte Geral II: As Consequências Jurídicas do Crime. Coimbra: Editorial Notícias.
Direção Geral de Política de Justiça - DGPJ (2016). Boletim de Informação Estatística, nº 41. Estatísticas sobre reclusos nos estabelecimentos prisionais e jovens internos em centros educacionais. Ministério da Justiça-PT. Consultado em 26/09/2016 disponível em http://www.dgpj.mj.pt.
Direção Geral de Reinserção e Serviço Prisional - DGRSP (2016). Estatística prisional da 1ª quinzena de setembro de 2016. Ministério da Justiça-PT. Consultado em 26/09/2016 disponível em
http://www.dgsp.mj.pt.
Freire, J., Rego, R., & Rodrigues, C. (2014). Sociologia do Trabalho. Uma Introdução. Porto: Edições Afrontamento
Fonseca, A. C. [2008]. Mulheres em Cumprimento de Pena. Um estudo exploratório no sistema prisional português, Dissertação de Mestrado. Porto: Universidade do Porto.
Goffman, E. (1980). Estigma: Notas sobre a Manipulação da Identidade Deteriorada. 3. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores.
Granja, R. (2015). De mulheres, criminalidade e sistema de justiça: rumos e problemas. In: Cunha, M. I. Do crime e do castigo: temas e debates contemporâneos. Lisboa: Editora mundos Sociais. pp. 113- 128
Gomes, S., & Granja, R. (Orgs.). (2014). Trajetórias de vida e experiências prisionais de mulheres ciganas recluídas. In: Mulheres e crime: perspetivas sobre intervenção, violência e reclusão. Famalicão. Edições Húmus. pp. 47-65
Haguette, T. M. F. (2000). Metodologias Qualitativas na Sociologia. 7. ed. Petrópolis - RJ: Editora Vozes. Manual de Formação de Formadores/as em Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens, (2003) Lisboa: CITE - Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego [da] Presidência do Conselho de Ministros e Ministério da Segurança Social e do Trabalho.
Martins, A. M. (1999). Formação e emprego numa sociedade em mutação. Aveiro: Universidade de Aveiro.
Nascimento, A. M. S. (2009). A Formação Profissional nas Prisões. Estudo de Caso: O Curso de Jardinagem EFA B3. Dissertação de Mestrado, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação – Universidade de Lisboa.
Nogueira, C. M., & Nogueira, M. A. (2002). A Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu: Limites e contribuições. Educação e Sociedade. 23(78). Consultado em 25/7/2018, disponível em
http://dx.doi.org/10.1590/S0101-73302002000200003.
Nogueira, P. (2015). Três horas para amar: a representação da sexualidade feminina em reclusão. In: S. Gomes, & R. Granja (Orgs.). Mulheres e Crimes: Perspectivas sobre Intervenção Violência e Reclusão (pp. 119 – 138). Famalicão: Edições Húmus.
Osório, A. R. (2005). Educação Permanente e Educação de Adultos. Lisboa: Instituto Piaget. p. 199 Rebelo, G. (2004). Flexibilidade e Precariedade no Trabalho: Análise e diagnóstico. Lisboa: Graficoisas Indústrias Gráficas, Ltda.
Rego, M. C. C. (2003). Introdução. In Manual de Formação de Formadores/as em Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens. Lisboa: Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego.
Rodrigues, A. M. (2000). Novo Olhar sobre a Questão Penitenciária: Estatuto Jurídico do Recluso e Socialização, Consensualismo e Prisão. Coimbra: Coimbra Editora. p. 142.
_________, A. M. (2007). Um novo Olhar sobre a questão penitenciária. In: A. M. Rodrigues (Org.), Educar o Outro: As Questões de Gênero, dos Direitos Humanos e da Educação nas Prisões Portuguesas (pp. 117-126). Coimbra: Humanas Global.
Roseira, A. (2012). Trabalho Prisional: direito ou castigo. In: Colóquio Interacional de Doutoramento do CES. Coimbra C: Dialogar com os Tempos e os Lugares do(s) Mundo(s). Comunicação Oral. FEUC, dezembro de 2013.
Santa Casa da Misericórdia do Porto. (2017). Justiça. Consultado em 18.08.2017 disponível em https://www.scmp.pt/pt-pt/justica/teste-1_15.
Santos, B.D.S. et al. (2003). A Reinserção Social dos Reclusos Um contributo para o debate sobre a reforma do sistema prisional. Coimbra: Observatório Permanente da Justiça Portuguesa, Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra. Consultado em 25/7/2018, disponível em
http://opj.ces.uc.pt/portugues/relatorios/relatorio_14.html.
Schouten, M. J. (2011). Uma sociologia do Gênero, V. N. Famalicão: Edições Húmus.
Silva, V. (2013). Controlo e Punição: As prisões para as Mulheres. Universidade de Coimbra. pp. 59-72. Teixeira, C. (1995). Baixa Literacia: o trabalho também é culpado, Público, In: Formação, trabalho e tecnologia para uma nova cultura organizacional. Celta Editora, Oeiras, 1998. VII Encontro Nacional da APSIOT pp. 14-76.
Portugal (2009). Lei nº115/2009 e 12 de outubro, Código da Execução das Penas e Medidas Privativas da Liberdade. Consultado em 21/01/2016 disponível em http://www.pgdlisboa.pt/.
Portugal (2012). Decreto-Lei nº 215/2012 de 28 de setembro. Consultado em 21/01/2016 disponível em http://www.dgsp.mj.pt/.
Portugal. (2007). Resolução do Conselho de Ministros n.º 173/2007. Consultado em 21/01/2016 disponível em https://dre.pt/pesquisa/-/search/629163/details/maximized.
Portugal. Despacho Normativo 140/93, de 6 de Julho. Consultado em 21/01/2016 disponível em https://dre.tretas.org/dre/51776/despacho-normativo-140-93-de-6-de-julho.
Portugal. Diário da República, 1.ª série, N.º 214, 7 de Novembro de 2007.
Portugal. Diário da República, 1.ª série — N.º 197 — 12 de Outubro de 2009. Consultado em 28/0/2018 disponível em http://www.dgpj.mj.pt/sections/leis-da-justica/pdf.
Portugal. Portaria 728/2009, de 23 de julho. Ministério do Trabalho, Segurança Social, Educação e Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Diário da República, 23.07.2009.