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Evaluere resultatene, måle avkastningen, og trinnvis finjustere KM-systemet Steg 10 representerer den fasen de aller fleste organisasjoner sliter mest med: å måle hvilke

Como já apontado na seleção acima, o discurso da diretora naquele primeiro momento revelava uma preocupação com todos os temas que atualmente têm sido discutidos sobre o papel do diretor escolar. Observe-se, porém, que a ênfase de suas ações está no fazer, talvez devido ao excesso de tarefas a serem realizadas que considera como necessidades suas. Esta questão é retomada no exemplo abaixo, em que Valéria demonstra seu interesse em acompanhar uma série de aspectos, como sugerem as escolhas lexicais nominais (substantivos e adjetivos negritados) e verbais (classificados nesta pesquisa como verbos de ação – sublinhados).

Recorte 7 (27 de abril de 2007)

VAL9: ((a secretária voltou de licença ))Voltou, voltou e aí, éeee e, aí assim, já fiquei um pouco mais tranquila. Então essa semana já consigo sentar lá com as professoras, conversar um pouquinho com elas em horário de jornada, consegui subir, conversar lá em cima, ter um contato mais direto com as professoras. Acompanhar a reforma (..)consegui chamar a presidente e o vice-presidente da APM para conversar com eles, tal.. Então eu consegui fazer algumas coisas, mais para lado da direção mesmo em vez de ser secretária, né? Aí fiquei mais assim tranquila. Mas ainda tem umas coisas que eu quero e não consigo fazer.

ELV8: Agora, você já esquematizou essas suas intenções num plano?..., como é que elas se relacionam com o projeto pedagógico?

Ao relatar a ampla relação de seu trabalho como gestora, descreve as ações que desenvolveu com a volta da secretária (VAL8), destacando ações relacionadas à manutenção do patrimônio “Acompanhar a reforma no parque(...)”; relacionadas aos professores (“já consigo sentar lá com as professoras consegui subir, conversar lá em cima”); e aos pais (“consegui chamar a presidente e o vice-presidente da APM para conversar com eles”). Isto colabora para a interpretação de que um sentido que Valéria atribui ao seu papel é o de articular ações em relação a todos os temas, como parece confirmar a declaração “Então eu consegui fazer algumas coisas, mais para lado da direção mesmo, em vez de ser secretária, né?”. No entanto, os verbos utilizados, classificados nesta pesquisa como verbos que remetem a uma atividade material , ou uma atividade física subir acompanhar sentar (sublinhados) parecem sugerir que o papel do diretor estava, naquele momento, fortemente atrelado ao sentido de executor de várias ações práticas.

Minha intervenção (ELV8) “Agora, você já esquematizou essas suas intenções num plano..., como é que elas se relacionam com o projeto pedagógico?” sugere minha compreensão de uma desorganização no excesso de coisas a fazer e tudo isso teria relação com sua preocupação como gestora. Isto é, eu atribuía às ações de Val, naquele momento, uma necessidade de organizar o que deveria ser priorizado no seu agir e de planejar as ações que iria executar, como mostram também minhas escolhas lexicais “esquematizou”, “plano” e “projeto pedagógico”. Tais escolhas contribuem para a interpretação de que o sentido que eu vinha construindo ia de encontro ao que eu observava naqueles contatos iniciais. O excerto abaixo revela que, embora a diretora concordasse comigo sobre a importância do PPP, suas necessidades naquele momento eram outras.

Recorte 8 (27 de abril de 2007)

VAL12: Eu tenho assim, ando um pouco preocupada de estar fazendo dos meus meios os objetivos, entendeu? De estar confundindo as coisas. (..) mas ainda... os objetivos... que a gente precisa estar relacionando com os objetivos da unidade que o caso no.. no caso do.PPP.. isso é uma coisa que eu não consegui sentar para sabe, para delinear, porque era inclusive o objetivo daquela minha.... daquele meu projetinho inicial. Entendeu. Então não consegui fazer isso ainda. To preocupada com isso. ELV11: Mas você tem em mente quais são os objetivos do..PPP?

VAL13: Então,.... também tem isso, né? (...) É... eu lendo, o que eu sei..é(..) mas eu ainda acho que a gente vai ter que sentar pra ver, é é definir o PPP direitinho. Isso nós não conseguimos fazer..

ELV12: Vocês na nesta questão..não estão conseguindo sentar...?

VAL14: Então, a semana passada nós conseguimos sentar, (..), nós três, eu, ela ((a coordenadora pedagógica)) e a Cleonice e acabamos falando inclusive só da questão da demanda e a gente tinha que gastar esse dinheiro do PTRF, (...) Então o que nós sentamos pra fazer, priorizar o que a gente ia gastar mesmo, né? Como que a gente ia fazer isso, aí a semana passada eu e a Cleonice saímos um dia, essa semana a Áurea também saiu e nós compramos muitaaaaas coisas. Você precisa ver nossa brinquedoteca como está. Tá lindona!

Observe-se, no excerto acima (turno VAL12), o uso do adjetivo “preocupada” com duas ocorrências nesse turno, bem como da expressão “eu não consegui” em sua declaração “mas ainda... os objetivos... que a gente precisa estar relacionando com os objetivos da unidade que o caso no... no caso do PPP... isso é uma coisa que eu não

consegui sentar para sabe, para delinear, (...). Então não consegui fazer isso ainda”.

As escolhas lexicais da diretora indicam que ela tem conhecimento da importância da discussão do Projeto Político Pedagógico, mas justifica não tê-lo providenciado com a falta de tempo, uma vez que a equipe ainda não tinha conseguido se reunir para discuti- lo. No turno seguinte, ela esclarece que a reunião da equipe tinha priorizado “questões da demanda” e “o que a gente ia gastar”. A declaração “e nós compramos muitaaaaas coisas. Você precisa ver nossa brinquedoteca como está. Tá lindona!“, marcada pelo adjetivo “lindona”, sugere que as ações efetivamente realizadas (o que ela conseguiu “fazer”) era o que importava naquele momento. Talvez porque a equipe ainda estava em processo de formação, talvez porque a diretora estava assumindo uma escola nova, a preocupação era organizar a escola e garantir a infraestrutura, ou seja, condições físicas e materiais para os professores trabalharem (LIBÂNEO, 2004). Nessa direção, suas ações focalizam as ações práticas, burocráticas e administrativas, ou seja, os meios para a escola funcionar.

O diálogo acima transcrito revela, também, que participávamos de contextos sócio-históricos diferentes, o que ocasionava contradições no sentido que cada uma de nós atribuía ao papel do gestor (ENGESTRÖM, 1999): enquanto eu, ligada à

universidade e tendo participado de vários contextos de formação insistia na importância da discussão e apropriação do Projeto Político Pedagógico da Escola como uma das formas de desenvolver e analisar as ações e relacionar teoria e prática. (GARRIDO, 2008; VASCONCELLOS; 1999; PADILHA, 2006; GADOTTI, 1994/ 2008, eg.), Valéria estava preocupada em resolver os problemas que se apresentavam na prática. Isto também pode ser evidenciado em seu discurso pela utilização dos verbos de ação, especialmente pelo uso do verbo “fazer”, contraposto às minhas escolhas lexicais relacionadas ao “planejar”.

Engeström (1999) enfatiza a importância das contradições e conflitos no desenrolar de uma atividade, pois eles podem se constituir um fator que levará ao desenvolvimento e às transformações, na medida em que os envolvidos estarão negociando pontos de vista e buscando novas compreensões das discussões em foco. A discussão do PPP, embora importante parecia não ser prioritária para ela. E eu, como formadora, em minha visão de pesquisadora crítico-colaborativa, insistia no tema “planejamento”, como se pode observar no turno ELV19, abaixo.

Recorte 9 (22 de maio de 2007)

VAL19: (...) a questão do trabalho, mais... do diálogo mais próximo com os professores eu ainda não estou conseguindo fazer, eu vou lá, converso com elas, mas eu sei que isso é esporádico, não tem nenhum efeito mais...

ELV18: Mas como você conversa?

VAL20: É, eu vou lá em cima, dou uma palavrinha. (...) mas eu sei que tá precário, assim como os funcionários também né, porque eu não dou conta de tudo o que tem pra fazer (...)

ELV19: Você já pôs num papel? Esquematicamente? Não é um plano é um esquema? Já planejou o que fazer?

VAL21: Assim o meu planejamento pelo menos não.

Como já apontei, o discurso da diretora voltava-se para o levantamento de ações que ela desejava ou necessitava “fazer” nas diversas áreas do contexto escolar. Sua declaração recorrente “porque eu não dou conta de tudo que tem para fazer” reforça a interpretação de que ela identificava várias necessidades e, ainda, sugere que ela desejava conversar comigo sobre – exatamente – o que “não conseguia fazer”. Como já discutido por Leontiev (1977/1978), apenas a necessidade não é suficiente para que a atividade aconteça. Isto significa que era preciso encontrar caminhos para a realização.

O trecho de reunião transcrito abaixo focaliza um momento da pesquisa em que estávamos fazendo uma avaliação:

Recorte 10 (21 de setembro de 2007)

Val48 – Eu queria estar mais próxima, principalmente com relação ao pedagógico. Eu queria estar mais próxima(..),Acabo fazendo o que é mais urgente antes do que é

mais importante. Entendeu?

ELV49: Dá exemplo de coisas que são urgentes?

VAL49: Por exemplo, eu tenho que fazer processo de verba, eu tenho que estar fazendo

pagamento, eu tenho que estar fazendo vida funcional, eu tenho que atender

solicitação de coordenadoria, eu tenho reunião de convocação. (..)

VAL52 : (....) e eu sei das minhas responsabilidades(..)Porque eu respondo por isso, então tem algumas coisas assim, agora esses urgentes, não que esses urgentes não sejam importantes, são importantes, mas eu tenho uma outra prioridade na minha cabeça, mas que eu não estou conseguindo dar conta.

ELV53: O que ?

VAL53: Acompanhar o projeto político pedagógico por exemplo.. a formação

Observe-se, no excerto acima, as modalizações pragmáticas (“Eu queria estar

mais próxima, principalmente com relação ao pedagógico. Eu queria estar mais

próxima”) e as várias modalizações deônticas (“eu tenho que fazer processo de verba,

eu tenho que estar fazendo pagamento, eu tenho que estar fazendo vida funcional, eu tenho que atender solicitação de coordenadoria”). Isto sugere que o “dever” e o

“querer” da diretora mantêm conflito constante. Como discutido por Engeström (1999), um conflito sempre aponta para contradições mais amplas que precisam ser buscadas na historicidade. Historicamente cabe ao diretor organizar a estrutura administrativa da escola e garantir os meios para a escola funcionar, sendo que ele é considerado o principal responsável, no nível legal pela escola, o que demanda providências de várias ordens: fazer o controle do orçamento, responsabilizar-se por organizar a secretaria ou outros departamentos, quando não há funcionários suficientes na escola. Por outro lado, as atuais discussões sobre este papel apontam para o papel do diretor como o articulador da escola (LIBÂNEO et al., 2007, SAVIANI, 2000, LÜCK, 2008), sentido também indicado no Regimento Interno da Secretaria. Assim, faz parte das competências e atribuições do diretor uma gama imensa de atribuições que vai deste “fazer o encaminhamento de verbas e recursos bem como acompanhar todos os projetos da escola” (cf. Regimento). O conflito acima expresso é um exemplo dessas contradições especialmente num momento em que ela recém chegada se apossava de suas atribuições.

Como discutido por Bakhtin/Volochínov (1929-1930/2006), os enunciados se articulam uns aos outros. Imersa naquela realidade, pude ampliar o entendimento das

atribuições do diretor, das dificuldades concretas enfrentadas e observadas. Inicialmente, eu acreditava que meu papel era colaborar com a diretora para organizar a escola e utilizar o PPP como instrumento. Porém, durante este primeiro momento, nas interações que desenvolvemos, bem como nas oportunidades que tive de observar o cotidiano da escola naquela realidade específica, fui tomando consciência (VYGOTSKY, 1930/2004) das reais necessidades. Dessa forma fui reconstruindo os sentidos que atribuía ao meu próprio papel naquele atividade e na responsabilidade de colaborar com a diretora para organizar uma forma de encaminhar as necessidades que

ela constatava. Nessa direção, os enunciados que ela proferia em resposta às minhas

perguntas e intervenções, funcionaram como estratégia de pensamento para mim (WERTSCH e SMOLKA, 1993/1999) e pude perceber que as ações de pesquisa não estavam repercutindo na prática concreta da diretora.

O excerto abaixo, da mesma reunião de 21 de setembro, focaliza o momento em que reconheço e explicito o conflito de interesses. Parece que tal confronto faz avançar o desenvolvimento da pesquisa, na medida em que avaliamos o percurso até ali e começamos efetivamente a negociar necessidades e prioridades:

Recorte 11 (21 de setembro de 2007)

ELV58: Por que na verdade eu tava (...) insistindo no projeto político pedagógico aí você tem apontado as questões da rotina e do cotidiano, que de alguma maneira tem impedido isso(...). Então, a minha pergunta é assim, (...) o que você sente ainda de necessidade?

VAL58: Eu acho que o projeto pedagógico é muito importante porque o projeto que está no papel não condiz com o projeto que é realizado na prática aqui (...), é também o momento de nós sentarmos com os professores pra rever algumas coisas(...). O que ta faltando, ta faltando a gente esquematizar isso, por no papel e mandar pra frente...

ELV59: Você toparia que eu mandasse algumas perguntas por e-mail pra você me responder e devolver?

VAL59 Pode mandar. Eu quero que você me ajude a organizar um plano

ELV60 ta bom, combinado. Eu queria fazer umas perguntas agora (...),Quando eu estive ausente esse tempo, você falou, “ah, nós estamos sentindo falta das suas

intervenções”. Em que sentido você acha que elas ajudaram ou não ajudaram?

(...).

VAL60: Olha, algumas vezes, você perguntou “você já pôs isso no papel?”. Algumas sugestões que às vezes você me dá, as sugestões de leitura, (...) eu sinto muita falta disso, sugestões de formas de encaminhamento, “olha, e se você fizesse dessa

forma tal”, eu acho isso importante, porque é um outro olhar, você não está no

meio do furacão, você está aqui dentro quando você vem, mas você não está no meio do furacão, não tem esse envolvimento que a gente tem, é diferente a sua posição, então essas sugestões eu acho que são importantes, esse olhar diferenciado.

Observe-se, no turno ELV58, a forma como retomo nossas diferentes perspectivas “eu tava (...) insistindo no projeto político pedagógico aí você tem apontado as questões da rotina e do cotidiano, que de alguma maneira tem impedido isso” e termino o meu turno com uma pergunta que pede mais evidências sobre as necessidades da diretora “(...) o que você sente ainda de necessidade?”. Esta pergunta sugere que, naquele momento, estou reelaborando meus próprios sentidos sobre o meu papel na atividade.

É interessante notar que, ao respondê-la, Valéria declara que “está faltando é esquematizar e pôr no papel”, questão essa que eu considerava prioritária. Observa-se que a diretora repete a escolha lexical que eu havia empregado em 22 de maio de 2008. Esta ocorrência também pode ser observada no turno VAL 60, em que, ao responder meu pedido de mais evidências sobre as intervenções da pesquisa, Val revocaliza uma expressão utilizada por mim em reunião anterior: “você já pôs isso no papel?”

Como discutido por Wertsch e Smolka (1993/1999), numa perspectiva bakhtiniana, isso sugere a presença de um discurso internamente persuasivo, uma vez que houve “a apropriação de outra voz” e indica um compartilhamento de significados. Os significados que compartilhamos também podem ser evidenciados pelo seu pedido para que eu colaborasse na elaboração de um plano.

Todo este diálogo sugere, também, que naquele momento há uma aproximação de objetos na atividade, na medida em que houve um compartilhamento de sentidos sobre as necessidades daquela realidade específica e do papel do diretor em planejar e organizar as necessidades constatadas. Houve, pois, a possibilidade de criarmos uma ZPD mútua (JOHN-STEINER, 2000), em que pudemos aprender uma com a outra.

Com o objetivo de esclarecer melhor como nossas vozes se misturam, recupero o excerto abaixo.

Recorte 12 (21 de setembro de 2007)

ELV60: tá bom, combinado. Eu queria fazer umas perguntas agora (..) Quando eu estive ausente esse tempo, você falou, “ah, nós estamos sentindo falta das suas

intervenções”. Em que sentido você acha que elas ajudaram ou não ajudaram?

(...)

VAL60: Olha, algumas vezes, você perguntou “você já pôs isso no papel?”. Algumas sugestões que às vezes você me dá, as sugestões de leitura, (...) eu sinto muita falta disso, sugestões de formas de encaminhamento, “olha, e se você fizesse dessa

forma tal”, eu acho isso importante, porque é um outro olhar, você não está no

meio do furacão, você está aqui dentro quando você vem, mas você não está no meio do furacão, não tem esse envolvimento que a gente tem, é diferente a sua posição, então essas sugestões eu acho que são importantes, esse olhar diferenciado.

Se Valéria se apoia em meus enunciados para fazer avançar a própria reflexão, deve-se registrar que eu também me apoio nos enunciados dela para reformular minha compreensão da necessidade que ela estava priorizando, naquele momento e reoganizo as ações de pesquisa. A resposta de Valéria espelhando meus enunciados no turno VAL60 “você já pôs isso no papel” e “porque é um outro olhar”, bem como todos os temas que pudemos compartilhar, foi o que nos orientou na etapa seguinte. Nesse sentido, retrospectivamente, revejo as minhas ações e a meta que pretendia alcançar (ENGESTRÖM , 1999).

Assim, foi a partir de sua solicitação que criei instrumentos que materializaram o compartilhamento de significados, utilizando os temas mais recorrentes para a diretora, construindo uma “Tabela de Ações” e elaborando o “Jogo de Papéis”. A construção desses artefatos já representa o resultado do compartilhamento de significados desse primeiro momento de nossa participação e sua importância para o salto qualitativo revelado a seguir. Antes de discutir este segundo momento da atividade, apresento um quadro que resume os principais conteúdos temáticos que permearam nossas reuniões, e que revelam as preocupações da diretora neste primeiro momento. No Quadro 3.1 estão assinaladas as declarações que se repetiram naquele momento da pesquisa. As modalizações deônticas e pragmáticas estão realçadas em cinza, a escolha pronominal em itálico, e as declarações recorrentes negritadas.

Quadro 3.1 – Conteúdos Temáticos: preocupações da diretora no Primeiro Momento da Pesquisa

Pais e alunos comunidade

Organização da

equipe Funcionários Professores

Organização administrativa (1)VAL18:.. então eu

quero envolver mais os pais, quero que participem mais do conselho. E um dos

nossos objetivos é que as

crianças também participem do Conselho (..)

9 de março de 2007

(4)VAL23: é, eu tenho, eu tenho que estar, assim, eu acho que eu tenho que estar favorecendo os encontros, eu tenho que muitas vezes estar mesmo que intimando algumas coisas, e agora... Durante esse período acho que não foi possível, mas eu tenho que estar articulando essa equipe. 27 de abril de 2007 (2)VAL 28 – (..) Isso inclusive eu tava conversando com a Áurea, falei “oh Áurea eu acho que a gente vai precisar fazer uma formação com eles”, (..) mas não tirando a responsabilidade, é tanta coisa que vem na cabeça da gente pra fazer e a gente acaba meio fazendo conforme é possível mesmo, por isso que

a gente fala que não

dá conta do que a

gente tem que fazer,

nós não estamos dando conta mesmo, e a gente sente essa angústia aqui dentro que não tá dando conta de tudo isso que precisa fazer. 22 de maio de 2007

(3)VAL19 – (..) mas ainda tem algumas falhas, a questão do trabalho, mais... do diálogo mais próximo com os professores eu

ainda não estou conseguindo fazer,

eu vou lá, converso

com elas, mas eu sei que isso é esporádico, não tem nenhum efeito mais (..)...

porque eu não dou conta de tudo o que tem pra fazer...(.)

22 de maio de 2007

V al49 – Por exemplo, eu tenho que fazer processo de verba, eu tenho que estar fazendo pagamento, eu

tenho que estar

fazendo vida funcional, eu tenho que atender solicitação de coordenadoria, eu tenho reunião de convocação. 21 de setembro 2007

3.2 Segundo momento da Atividade: A introdução dos artefatos de