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4.2 Analyse av tema som utpeker seg

4.2.1 Endringsvilje

Alcances do Funcionalismo: o início das pesquisas etológicas; Complementação

dos dados introspectivos por meio de outros métodos: fisiologia, testes mentais, questionários, descrições (método experimental); Métodos de aplicação a questões práticas: psicologia clínica (publicidade, seleção de pessoal, sugestionabilidade), psicologia industrial (contribuições da mulher, psicologia organizacional), psicologia aplicada; A orientação dada por James nas discussões sobre a atenção, consciência e percepção ainda são levadas em conta pela psicologia cognitiva; Extrapolação da academia para a “mania nacional”; Psicologia aplicada, psicologia educacional e escolar, clínica e aconselhamento, industrial-organizacional, forense, comunitária,

95 Segundo Atkinson (1995, p.22), “ao fazer-se observações de comportamento de ocorrência natural, entretanto,

existe um risco de que informes interpretativos substituam as descrições objetivas. Podemos ser tentados, por exemplo, a dizer que um animal que está sem comida há um longo tempo está ‘procurando alimento’, quando tudo o que observamos é um aumento na atividade. Os investigadores devem ser treinados para observar e registrar acuradamente, para evitarem projetar suas próprias inclinações sobre seus modos de relatarem os achados”.

consumidor, ambiental, populacional, saúde e reabilitação, serviços à família, psicologia do esporte e do exercício, militar, da mídia; Comportamento do viciado, da religião, da cultura, de grupos minoritários.

Limites do Funcionalismo: a ambigüidade do termo função: às vezes é sinônimo

de atividade e, às vezes, de utilidade; Conflito entre ciência pura e ciência aplicada.

Alcances da Gestalt: o enfoque principal, de caráter fenomenológico, é sobre a

experiência consciente como objeto legítimo de abordagem, embora não passível de objetividade e precisão como o estudo do comportamento manifesto; Muitos aspectos da psicologia contemporânea tiveram sua origem na Gestalt; Influenciou a pesquisa a respeito da percepção, aprendizagem, pensamento, personalidade, psicologia social e motivação.

Limites da Gestalt: os psicólogos experimentais acusavam a Gestalt de ser vaga

porque seu ferramental conceitual não era rigoroso o suficiente para estabelecer um conteúdo científico de fato; outras escolas alegavam que a gestalt se preocupava com a teoria em detrimentos dos dados empíricos e da pesquisa; Os behavioristas viam na gestalt a falta de controle e a utilização de dados não passíveis de análise estatística; A gestalt assume hipóteses fisiológicas mal-definidas; A noção de insight na aprendizagem mostrou-se insuficiente na experiência.

Alcances da Psicanálise: a proliferação de escolas chamadas de psicanalíticas; Ao

longo do desenvolvimento histórico da psicanálise, houve uma mudança na ênfase da influência da força biológica sobre a aprendizagem para a ênfase dada ao impacto das forças psicológicas e sociais; Ao longo do desenvolvimento histórico, minimiza-se o enfoque das forças psicossexuais para as psicossociais no desenvolvimento da personalidade; Interações sociais da infância ou na infância são assumidas como mais importantes que interações sexuais.

Limites da Psicanálise: a substituição da psicanálise por terapias mais

comportamentais e cognitivas mais baratas incentivadas pelos programas de saúde; Medicamento pró-ativo numa visita é mais econômico e eficiente que anos de terapia; Programas

medicamentosos, eficientes, possibilitaram a reavaliação dos fatores desencadeadores da doença, transferindo a avaliação psíquica para a avaliação somática; A visão somática ou bioquímica demonstra serem os distúrbios mentais resultantes dos desequilíbrios químicos do cérebro.

As críticas a Freud são dirigidas em duas frentes:

a) A crítica experimental aos métodos de Freud: o método de Freud para a coleta de dados era obtido das respostas dos pacientes durante as sessões de análises; As condições de coleta dos dados não tinham controle nem eram sistemáticas; Não havia transcrição verbal das palavras de cada paciente: os insight e conclusões eram obtidos de anotações realizadas horas depois da sessão; Os “dados” na verdade eram dados da memória de Freud; Os “dados” eram reinterpretados para encontrar materiais de apoio às suas teses; Freud “infere” a sedução sexual na infância com base na “sua” avaliação dos sintomas do paciente; “Sugere” as recordações de sedução aos pacientes; Não há como provar as afirmações de Freud baseado nas seções de terapia e nos casos publicados supostamente baseados naqueles registros; Conotações esotéricas à parte, Freud destruiu os arquivos dos pacientes.

b) A generalização a partir dos dados: Não há como estabelecer confiabilidade ou significado estatístico dos “dados” coletados; Freud nunca descreveu o raciocínio que empregava nas generalizações a partir dos “dados”; Freud reconhece a insuficiência, a contradição e a falta de clareza em conceitos fundamentais; As afirmações de Freud sobre o desenvolvimento psicossexual feminino deixam a desejar; Freud nega o livre-arbítrio por estar baseado numa psicologia de determinismo causal; Ignora no desenvolvimento da personalidade, os traços emocionais em pessoas saudáveis, em pessoas normais.

Alcances da Fenomenologia: a fenomenologia alcançou sucesso devido à ênfase

da importância ao indivíduo; O potencial de auto-realização, o impulso para a realização do self, é fundamental na terapia fenomenológica; A fenomenologia enfoca questões de ajustes emocionais e não os distúrbios e psicopatologias mais sérias; A população alvo desta abordagem é bastante distinta da outras abordagens psicológicas, clínicas; Ajudou a restaurar o estatuto e o estudo da consciência na psicologia experimental, contribuindo para a visão cognitiva.

Limites da Fenomenologia: Não é uma escola, não tem uma teoria que possa ser

reconhecida epistemologicamente e está fora do contexto histórico, combatendo posições que não eram mais dominantes na época; A falta de precisão, de definição, vacuidade conceitual acerca do potencial de auto-realização e aceitação das experiências conscientes; A vacuidade conceitual acerca da definição de pessoas “plenamente funcionais” ou “psicologicamente saudáveis”. Ex: o que caracteriza os seguintes conceitos, o que quer dizer a seguinte tipologia de personalidade funcional: “mente aberta”, “viver plenamente”, “se orientar pelos próprios instintos”, “senso de liberdade”, “alto grau de criatividade”, “maximização do potencial”, “espontaneidade”.

Alcances do modelo comportamental: Era um sistema humanista, embora de

natureza mecanicista, porque tinha por finalidade modificar o comportamento, criando uma “tecnologia” de comportamento com a finalidade de ajustar e aliviar o comportamento humano em sociedade; O sócio-behaviorismo, que marca o terceiro estágio do behaviorismo (o neo- behaviorismo), teve impacto no movimento cognitivo.

Limites do modelo comportamental: A negação dos processos mentais e

cognitivos; Extremo positivismo epistemológico e a negação da teoria; Extrapolação e conseqüente inconsistência de questões de laboratório para questões extensas como economia, sociedade, política e religião; A pretensão de reestruturação da sociedade; As teorias sobre o aprendizado, explicadas pelo comportamento verbal, e a explicação sobre aprendizagem estão em oposição ao comportamento inato.

Alcances do modelo cognitivo: Completando nosso esquema anterior, oriundo da

abordagem biológica, derivam os modelos: ciências cognitivas, neurociências e psicologia evolucionista que trataremos no capítulo três.

Psicologia Introspectiva