5. THE FUNDAMENT OF AUTHORITY
5.1 Effectiveness and Efficacy
Correlacionando os resultados da pesquisa realizada por Alves (2004) e este estudo, percebemos que os estudantes representam as disciplinas de Antropologia
da Religião e Ética como relevantes em seu processo de formação. É o que se percebe como analisamos as informações para as perguntas: A Disciplina de Antropologia da Religião e/ou de Ética o/a estimulou a estudar, ler, pesquisar e a buscar uma maior capacitação técnica? Diante dos fatos econômicos, políticos, morais e sociais que acontecem em nossa realidade brasileira, a disciplina de Antropologia da Religião e/ou de Ética é necessária na formação do estudante? A Disciplina Antropologia da Religião e/ou de Ética ministrada na UCB tem conteúdos que possibilitam ao estudante fazer escolhas éticas em sua atuação como cidadão, pesquisador e profissional?
As referidas questões foram agrupadas em um novo questionamento a avaliação das disciplinas e tratadas, estabelecendo pontos de corte para os dados da Escala Tipo Lickert para filtrar as frequências para as disciplinas de Antropologia da Religião e Ética, estabelecidos os pontos de corte o mínimo 3 e máximo 15 para as duas amostras. O gráfico abaixo representa os dados consolidados para as categorias cidadania, capacitação técnica-profissional e pesquisa.
As porcentagens do gráfico número 08 correspondem à percepção que os 272 participantes tiveram sobre o processo de ensino-aprendizagem da disciplina Antropologia da Religião com as seguintes frequências: discorda muito, 21, discorda, 26, nem discorda nem concorda, 74, concorda, 112 e concorda muito, 39. Somando as últimas, temos 151 participantes representando um significativo índice de 52,52% da amostra sobre as contribuições da disciplina para a sua formação.
Gráfico 08 - Escala da disciplina Antropologia da Religião em porcentagem.
O gráfico número 09 ilustra como os 180 participantes avaliam o processo de ensino-aprendizagem da disciplina de Ética na seguinte frequência: discorda muito, 31, discorda, 39, nem discorda nem concorda 36, concorda, 27 e concorda muito, 47; o cálculo aritmético das duas últimas percepções retrata significativamente que 74 participantes concordam com a importância da disciplina, uma totalidade de 40,93%.
Gráfico 09 – Escala da disciplina de Ética em porcentagem.
Fonte: Elaboração da autora
A partir destas frequências e porcentagens informadas pelos estudantes, podemos indicar que os estigmas que as disciplinas sofrem são elaborados por um número bastante reduzido de indivíduos, que num estudo mais aprofundado, poderia trazer novos elementos para a sua compreensão.
Ao analisar os dados contidos nos gráficos 08 e 09, constata-se que no quesito “discordam muito” a porcentagem de alunos que confirmaram essa avaliação é maior na Ética, em uma proporção de aproximadamente 10%. O mesmo ocorre no quesito “discorda”, pois enquanto na Antropologia da Religião quem discorda limita-se a 9,56%, na Ética chega a 21,40%. Já por outro lado, quando se refere à resposta “nem concorda/nem discorda”, a Antropologia da Religião recebe número maior de indicações, 27,21%, enquanto que para a Ética chegam a 21,86%.
A resposta se “concorda” corresponde a 41,18% para a Antropologia da Religião e apenas 15,35% para a Ética. Mas, quando se refere à opinião “concorda muito”, 25,58% valorizam a disciplina de Ética, enquanto que a Antropologia da Religião o índice chega a 14,34%.
Agrupando quem “discorda muito” e “discorda”, e confrontando com quem “concorda” e “concorda muito”, se constata que na Ética a primeira soma chega a 37,21% e a segunda, a 40,93%, enquanto na Antropologia da Religião, a primeira soma é de 16,77% e a segunda, 55,52%.
Estes índices revelam que a disciplina de Ética sofre maior resistência que a de Antropologia da Religião, mantendo um certo equílibrio entre o olhar mais negativo e outro mais positivo, considerando-se que a disciplina de Antropologia da Religião tem grande aceitação e baixa resistência. Ressalta-se que o indíce de indiferentes registrado é maior na Antropologia da Religião. São alguns desafios que este estudo levanta e que podem ser objeto de novas investigações, pois não temos explicações absolutas, mas uma leitura de uma realidade construída pelos participantes da pesquisa.
A pesquisa abre uma análise, mas também precisa ser vista criticamente, pois a Escala de Lickert é um instrumento de coleta de opiniões que se ancora no contexto em que é aplicado. Os estudantes vivem um momento da vida universitária e estão num contexto avaliativo. Quando são chamados a avaliar reproduzem o que gostariam de ver? Este questionamento está aberto não temos como fornecer uma resposta, mas pode ser o germe de uma análise mais aprofundada em outro estudo.
CONCLUSÕES
Este estudo apresenta o processo de elaboração das representações sociais das disciplinas Antropologia da Religião e Ética, na UCB, por estudantes que as estão cursando ou que já as cursaram, na perspectiva de conhecer as disposições que permeiam a proposta educativa das disciplinas na percepção dos estudantes participantes da pesquisa.
O problema de pesquisa: como as representações sociais das disciplinas de Antropologia da Religião e de Ética são estruturadas no contexto pessoal, social e técnico-profissional do estudante? Articulado ao objetivo geral: analisar, à luz da Teoria das Representações Sociais, as representações sociais das disciplinas de Antropologia da Religião e de Ética elaboradas por estudantes da Universidade Católica de Brasília. Este problema foi respondido com a apresentação de elementos consistentes para explicitar a compreensão do processo de ensino- aprendizagem a partir dos próprios estudantes que são os protagonistas do conhecimento e o fundamento da prática docente.
Os objetivos específicos que nortearam a pesquisa foram prontamente considerados no levantamento e discussão dos dados, permitindo: identificar as representações sociais das disciplinas de Antropologia da Religião e de Ética de estudantes destas disciplinas; explicar os processos de objetivação e ancoragem das representações sociais de Antropologia da Religião e Ética, por meio da Teoria das Representações Sociais; descrever como os estudantes que cursaram e cursam as disciplinas de Antropologia da Religião e de Ética avaliam as propostas estabelecidas nos programas de ensino em relação ao desenvolvimento de habilidades pessoais, sociais e técnico-profissionais, na Teoria das Representações Sociais; e, caracterizar a avaliação das propostas dos programas de ensino das disciplinas em relação ao desenvolvimento de habilidades pessoais, sociais e técnico-profissionais pelos estudantes.
A Teoria das Representações Sociais possibilitou compreender as representações sociais das disciplinas estudadas como importante instrumento de percepção e apreensão dos processos cognitivos, seja do ator social individual quanto de grupos. Com este aporte teórico buscamos explicitar a construção do pensamento social e comunicacional dos estudantes ao produzir símbolos comuns para estruturar a realidade social vivida e de como compartilham posições que
orientam e normatizam os comportamentos e condutas no ambiente de aprendizagem universitário. Uma vez que
“
perguntar hoje „quem produz uma representação, uma ciência, uma ideologia, etc., ‟ tornou-se comum e remete, ipso facto, a um grupo, a uma classe social, a uma cultura, etc.”. (MOSCOVICI, 2012, p. 71).A metodologia de pesquisa utilizou o procedimento da triangulação metodológica qual-quanti para o levantamento de informações, com a análise e tratamento dos dados apoiados por dois softwares. Esta proposta metodológica se mostrou fecunda por propiciar, ao mesmo tempo, a manifestação de consensos e a diversidade de opiniões. A expressão qualitativa foi feita pelos depoimentos e experiências dos estudantes do total de 452, enriquecendo a discussão. A evocação livre de palavras, por sua vez, é um instrumento de livre expressão, sem nenhum constrangimento, que surge apenas com uma indução inicial. O fato de as respostas virem por internet adequa o instrumental à prática usual das tecnologias da informação.
A articulação entre o referencial e arcabouço metodológico, evidenciam a criatividade e dinamicidade das representações sociais, que não se fecham numa explicação, mas articulam vários conhecimentos e epistemologias correlatas, conciliando os saberes científicos e ordinários pelo processo da transversalidade dos conteúdos, propiciando assim conhecer a arte e o palco do representar individual e coletivo, segundo Sá (2002).
A discussão dos dados referenda que as estruturas das representações sociais das disciplinas pesquisadas não são meras abstrações desprovidas de significação. São concretas e refletem como os estudantes pensam e generalizam os seus conhecimentos no meio social em que estão inseridos, podendo ser alteradas em face de qualquer conjuntura cultural, política, histórica e social, realizando o processo dialético da confrontação, refutação, confirmação, reinvenção, ou nova representação pode ser instituída (MOSCOVICI, 2010, 2012).
Não podemos generalizar estes resultados para todos os estudantes da UCB e nem afirmá-la categoricamente, pois é criativo e dinâmico o processo de compartilhamento das representações sociais que envolvem o núcleo central, articulados aos processos de ancoragem e objetivação.
Conforme, Abric (2001), o que é hegemônico, rígido, estável, aceito e efetivo, nas representações sociais para um grupo pode ser mudado pelas contradições e conflitos internos e externos em relação ao grupo em que está inserido socialmente. Este caráter dialético pressupõe que não há nada de definitivo e fechado, no campo das representações sociais.
Neste estudo a nossa atenção voltou-se para discutir e analisar o conteúdo produzido socialmente pelos estudantes, identificando as características que compõem o centro de figuração e os elementos homogêneos das representações sociais das disciplinas de Antropologia da Religião e de Ética, com o levantamento de informações e contextualizando-as nas justificativas apresentadas e nas afirmações declaradas nos formulários de pesquisa. Entende-se que só conseguimos apreender o processo de elaboração de uma representação, segundo Sá (2002) ao “descontextualizar” as expressões do senso comum emitidas pelos participantes da pesquisa, encontrando o sentido comum para o grupo, como assinala a citação abaixo:
Descontextualizados, reorganizados em uma nova estrutura de conjunto e deles retidas apenas certas qualidades icônicas, tais elementos passam a gozar de uma considerável autonomia em relação à totalidade do objeto original. Tal recriação nuclear do objeto pode ser então amplamente utilizada, como forma básica de conhecimento, em uma variedade de situações e circunstâncias, em associação com outros saberes e informações, definindo e intermediando o acolhimento de novas informações. (SÁ, 2002, p. 65).
A partir deste processo de desconstituir para construir, chegamos à conclusão de que a expressão dos elementos centrais das representações sociais das disciplinas de Antropologia da Religião e de Ética entre os estudantes participantes da pesquisa estão estruturadas nos seguintes termos:
a) Primeiro eixo, voltado às relações humanas e crenças: estudar- compreender, respeito-tolerância, diversidade, homem-humanidade, alteridade-ética, Deus e história;
b) Segundo eixo: voltado para a formação pessoal e valores caráter-conduta, cidadania-direitos, honestidade, moral normas-leis, refletir-agir, respeito, sociedade e valores.
A análise das informações na abordagem qualitativa nos grupos de estudantes pesquisados das disciplinas de Antropologia da Religião e de Ética recorreu aos elementos subjetivos para compreendermos as percepções e
experiências vividas. Da mesma forma, consideramos os fatores objetivos que estão ligados ao mundo do trabalho, profissão, as relações intergrupo e entre grupos, as quais suscitam os processos de cognição e socialização.
Neste processo de compreensão das representações sociais explicitadas nesta pesquisa, damos um destaque especial para as justificativas elaboradas pelos estudantes para fundamentar as escolhas dos termos evocados. Foi propiciado, no momento da pesquisa, o clima de confiança e liberdade, para que os participantes pudessem expor a sua percepção e o seu discurso sobre o que está sendo questionado, ou seja, foi dada voz ao ator social sobre a realidade pesquisada e a sua posição em relação a mesma.
Utilizamos neste estudo vários depoimentos para referendar e fundamentar qualitativamente a posição dos estudantes em relação aos conteúdos das disciplinas, bem como as sugestões para ampliar o debate dos seus conteúdos, conectando-os e problematizando-os para a compreensão da realidade, com subsídios teóricos e práticos para responder aos desafios éticos, culturais, religiosos e morais que são encontrados em suas redes de relações, os quais requerem fazer escolhas diariamente, como alegam nas justificativas abaixo:
PARTICIPANTE 140 (Ética). Cidadania: Pois ao estudar ética aprendemos valores importantes para a vida profissional e assim podemos fazer o bem ao próximo. Respeito: Aprendemos a respeitar o próximo, independente de sua religião, seus valores, sua raça/cor, etc.
PARTICIPANTE 212 (AR). Diálogo e Conhecimento. Pois através do conhecimento que a disciplina ofereceu, pude conhecer outras religiões sobre as quais eu sabia muito pouco. E através do Diálogo com elas, pude expandir meus horizontes, exercitar o respeito mútuo e desfazer preconceitos.
Neste sentido, ao debater-refletir e problematizar as questões colocadas pelo cotidiano, os estudantes terão instrumentos pedagógicos para avaliar e perceber como se estrutura a realidade econômica, educacional, ideológica, política, etc., compreendendo as suas contradições, com a possibilidade de intervir na mudança do contexto socio-histórico.
Os dois grupos de estudantes de antropologia e de ética ressaltam a importância de contextualizar os assuntos tratados por estas disciplinas, sendo este o recurso metodológico e pedagógico, capaz de facilitar o entendimento dos programas de ensino das disciplinas e potencializar os estudantes com conteúdos
para enfrentamento diário das questões que envolvem religião e ética, no Brasil e América Latina. É o que ilustra o seguinte depoimento:
PARTICIPANTE 49 (AR): [...] um alcance de transformação abrangente [...] uma disciplina que dialogasse com a atualidade. Digo uma disciplina capaz de possibilitar uma visão mais crítica aos discentes; poderia tratar sobre a história do Brasil, para que o estudante obtivesse uma visão mais crítica da formação da identidade do Brasil, bem como se apropriar da historicidade e conhecê-la – algo que, infelizmente, não acontece. Ou poderia ser uma mais geral e abordar a América Latina. Acredito que faria um bem danado a comunidade acadêmica.
Como os estudantes estão inseridos socialmente em vários espaços, os conteúdos das representações sociais das disciplinas pesquisadas contextualizam o momento histórico que estamos vivendo, caracterizado pela crise ética, ecológica, global, moral e política, e que conduz à fragmentação do ser, em contraposição a uma educação integral ou integradora. Como Boff (2009) recomenda, estes temas que envolvem a humanidade precisam ser debatidos, compreendidos para se redescobrir novos saberes significativos para além do momento presente, e que incluam o eu e o outro na relação com o diferente e com meio ambiente. Os depoimentos a seguir apresentam esta preocupação de que é necessário ir além do que já está estabelecido pela sociedade.
PARTICIPANTE 70 (Ética): A Ética está intimamente relacionada com o convívio no meio social. Portanto, dentro da universidade e do mercado de trabalho, torna-se algo de extrema importância [...] Nem sempre a Ética está fundamentada em um código, ainda assim existem padrões implícitos que lhe dão aparência.
PARTICIPANTE 198 (AR): Creio que esta disciplina é de suma importância para formação enquanto cidadão. Possibilitou quebrar pré-conceitos a respeito de crenças religiosas. Permite que saia da ignorância e amplie um pensamento crítico a respeito do ser humano e suas particularidades.
Nos eixos acima sistematizados de convivência e valores, vale ressaltar as dimensões de orientação prática das representações sociais, como seguem:
a) conexão com as experiências e os valores que permeiam o cotidiano, carregados de elementos afetivos e subjetivos, os quais se objetivam no meio social por meio da linguagem e do compartilhamento, no interior do grupo social, com conteúdos que estruturam a vida social;
b) função identitária em que o conteúdo percebido situa os estudantes numa sociedade fundamentada em valores culturais e morais, em que a religião aparece como uma instituição que educa para a moral e o cumprimento de regras de
convívio social, e em que a ética está intimamente ligada às atitudes e condutas que respeitam e cumprem o que foi estabelecido pela cultura;
c) função orientadora percebida nos discursos dos estudantes de que tanto a religião quanto a ética são importantes para a formação do ator social, pois os seus fundamentos orientam e organizam as condutas e os comportamentos, organizando e ordenando a realidade social com valores morais e éticos para orientar o sujeito e o grupo social. Os conteúdos desta função nas representações sociais têm um caráter mais pessoal do que social: ser honesto, fazer o certo, o justo, respeitar as regras. Isto pode ser um reflexo de uma cultura individualista com foco no sujeito e no mérito pessoal. Estas ideias sobre os conteúdos de religião e de ética são difundidos na realidade em que os estudantes estão inseridos;
d) função justificadora que permite explicar e justificar as diferenças no grupo e intergrupos com ações e comportamentos morais e antiéticos, que tem como papel reforçar as condutas de grupos sociais fechados e manter a diferenciação social entre a comunidade acadêmica.
Considerando a análise quantitativa dos dados coletados no estudo apontamos os resultados da verificação das hipóteses de pesquisa. A tabela número 16 apresenta os resultados que referendam a hipótese: os estudantes percebem o processo de formação humanística da disciplina Antropologia da Religião em seu processo de ensino-aprendizagem, abaixo descrito:
Quadro 03 – Resultados de verificação da hipótese número 01, para a disciplina de AR. HIPÓTESE 01: Os estudantes percebem o processo de formação humanística da disciplina
Antropologia da Religião em seu processo de ensino-aprendizagem.
QUESTÃO RESULTADO
14. A disciplina de Antropologia da Religião ajudou na formação de sua personalidade levando-o a compreender sentimentos e valores que permeiam a sua vida pessoal?
Referendada por 64,7% (CM+C) dos estudantes que relataram com a disciplina provocou a reflexão de valores culturais e religiosos, contribuindo para a formação pessoal.
15. A disciplina de Antropologia da Religião melhorou a sua integração pessoal (relacionamento e postura) com outras pessoas:
a) A Família Em parte referendada pelos estudantes, com concordância de 48,89% (CM+C), considerando o alto índice de neutralidade 33% (NDNC) e baixo percentual de rejeição 17,2% (D+DM). Estes percentuais de neutralidade e negativos podem ser explicados pelas falas dos estudantes que expressam em alguns relatos o
descontentamento sobre a ênfase nas culturas judaico-cristãs ou afro-brasileiras, tanto de estudantes como de professores. b) Os Amigos Referendada, com uma expectativa de
61,39% (CM+C) dos estudantes que a disciplina fomentou a amizade entre os estudantes na universidade e no trabalho. c) Os Grupos Variados Referendada com 65,8% (CM+C) de
estudantes a disciplina motivou a participação em atividades no trabalho, associações, clubes, movimentos sociais, movimentos políticos, movimentos religiosos, comunidades.
d) Universidade (participação em projetos
de pesquisa e de extensão). Referendada por 54,77% (CM+C) dos estudantes que a disciplina incentivou a vivenciar outras experiências de outras culturas e da sua própria comunidade.
16. A disciplina de Antropologia da Religião contribuiu para a sua formação social e no desenvolvimento de uma consciência critico-política fornecendo instrumentos para analisar: a) Sociedade Referendada por 81,6% (CM+C) dos estudantes a disciplina contribui para a compreensão das diferenças sociais e o respeito.
b) Trabalho Profissional Referendada com o percentual de 60,66% (CM+C) de estudantes ajudou na integração no ambiente de trabalho, minimizando conflitos sobre religião.
c) Política Referendada por um percentual 61,02% (CM+C) dos estudantes a disciplina tem potencial para debater as questões políticas do país e a construção de uma consciência crítica.
d) Meios de comunicação social Referendada com uma amostra de 62,13% (CM+C) estudantes que concordam como a mídia influencia as questões religiosas e a disciplina contribui para a informação e a liberdade de expressão.
f) Meio ambiente Em parte referendada, com concordância de 49,26% (CM+C), considerando o alto índice de neutralidade 31,98% (NDNC) e baixo percentual de rejeição 18,75% (D+DM), a disciplina não dialoga com as questões ambientais.
17. A disciplina de Antropologia da Religião contribuiu para a sua formação social e no desenvolvimento de uma consciência critico-política fornecendo instrumentos para analisar: a) O diálogo Referendada por 76,83%dos estudantes que afirma importância da disciplina para o debate, a troca de experiência e a educação. b) A diversidade cultural e religiosa Referendada por uma expectativa de 82,72% dos estudantes que levam em conta como a disciplina possibilita o debate sobre a cultura, a diversidade e a religião.
c) O respeito e a tolerância Referendada por uma probabilidade de 81,98% estudantes que a disciplina promove
o respeito, a tolerância e a cultura de paz. d) A cidadania Referendada por uma expectativa de 75,73%
que afirmam a disciplina promove a cidadania e o questionamento da realidade.
Concordo Muito –CM, Concordo-C, Nem concorda nem discorda–NCD, Discorda–D e Discorda Muito–DM
Fonte: Elaboração da autora
A tabela número 17 revela uma realidade que explicitam os resultados para a confirmação da seguinte hipótese: os estudantes percebem o processo de formação humanística da disciplina de Ética, abaixo descrito:
Quadro 04 – Resultados de verificação da hipótese número 01, para a disciplina de Ética.
HIPÓTESE 01: Os estudantes percebem o processo de formação humanística da disciplina de Ética em seu processo de ensino-aprendizagem.
QUESTÃO RESULTADO
14. A disciplina de Ética ajudou na formação de sua personalidade levando- o a compreender sentimentos e valores que permeiam a sua vida pessoal?
Referendada. Alta expectativa dos estudantes com 72,22% (CM+C), de que a disciplina leva a compreensão de si mesmo, dos fundamentos sociais,