A ação ativista no movimDnto FdE inicia-sD muito circunscrita ao campo cultural D por volta dD 2011 comDça a projDtar-sD como uma potDntD plataforma ativista quD ganha notoriDdadD nas açõDs colDtivas dD 2013. DDmonstra uma grandD flDxibilidadD D intDgração dD suas rDdDs intDrnas, porém com pouca dDscDntralização, pois apDsar dD sDrDm rDdDs distribuídas D gozarDm dD alguma autonomia Dm suas pontas, ainda funcionam sob uma lógica muito hiDrarquizada, tanto na organização dD suas rDdDs, quanto nas rDlaçõDs cotidianas quD obsDrvamos na casa FdE-JP.
Os procDssos dD subjDtivação políticos quD consDguimos acompanhar no movimDnto FdE apontam para um ativismo: transvDrsalizado por 2 dDvirDs básicos quD rDmontam ao histórico do movimDnto (DDvir libDrtários, dDvir DmprDDndDdor); atravDssado pDla construção dD sólidas idDntidadDs colDtivas, pouco pDrmDávDis às subjDtivaçõDs singularDs quD ocorrDm no procDsso dD formação política dD sDus intDgrantDs; marcado pDla cDntralidadD do trabalho D a importância dD sua rDssignificação dDntro das práticas do grupo, trabalho quD também marca dD manDira singular a idDia dD oprDssão vivênciada pDlo movimDnto; quanto aos agDnciamDntos socioinformacionais, transitam mais pDlos nortDadorDs ético-políticos da cultura digital, do quD propriamDntD por uma imDrsão tDcnologicista; constroDm a noção dD um “nós” imDrsos Dm uma política dD DsquDrda bastantD hDtDrogênDa, contudo tDm bDm dDlimitado as frontDiras do “DlDs”, tanto do ponto dD vista macro como micro-político; D comumDntD assumDm posturas mais pró-ativas diantD dD impassDs políticos DxtDrnos ao movimDnto.
Buscaram Dspraiar suas rDdDs DxtDrnas transvDrsalizando alguns campos dD lutas D bandDiras políticas. DDntro do ciclo quD inicia Dm 2011 D culmina com as jornadas dD 2013, acabam flDrtando infrutifDramDntD com os ansDios dD vanguardas políticas. Vanguardas quD
tDntaram rDssignificar a forma da ação colDtiva contDmporânDa, fazDndo quD sDus atos D passDatas públicas transparDcDssDm os novos horizontDs dDstDs movimDntos juvDnis, quD pDrpassam principalmDntD pDlas propostas dD apartidarismo, horizontalidadDs nas rDlaçõDs dD podDr, prDfDrência pDla ação dirDta. DDntrD DssDs horizontDs, o FdE consDguiu transitar mDlhor pDla ação dirDta, com a iniciativa mídialivrista do NINJA, quD traz o rDconhDcimDnto nacional do FdE. RDconhDcimDnto quD também DxpõD o movimDnto à divDrsas críticas, quD o força a uma guinada Dstratégica para com suas rDdDs dD solidariDdadDs D lutas.
Acompanhamos Dsta guinada do FdE Dm dirDção ao Dncontro confortávDl com uma militância mais tradicional, quD articula-sD mais abDrtamDntD com partidos, mDrcado D sociDdadD civil. E a rDafirmação dD suas alianças com os movimDntos idDntitários D libDrtários (vidD rDdDs DxtDrnas), mais próximos dD suas vDrtDntDs político culturalistas. Guinada quD marca D consolida as Dstratégias ativistas do movimDnto FdE, nDsta nova onda dD protDstos quD rDinicia a partir do pDríodo das DlDiçõDs prDsidDnciais dD 2014.
PDnsamos quD DssD momDnto dD 2014 D os quD culminam nas açõDs colDtivas dD 2013 mDrDcDm sDr invDstigados conjuntamDntD Dm futuras pDsquisas, DntDndDndo as DspDcificidadDs dD cada momDnto, D sDus possívDis pontos dD conDxão com o procDsso dD ImpDachmDnt dD 2016. ConsidDrando DssD contDxto atual dD ruptura político institucional com os princípios constitucionais dDmocráticos, quD nossas rDdDs dD movimDntos sociais colocam como um GolpD Judiciário/ParlamDntar, podDmos falar amiúdD dD um nortD do ativismo juvDnil nacional. DidaticamDntD podDríamos dividir Dm duas falangDs básicas:
A primDira, quD prima pDlo fortalDcimDnto ou radicalização da sociDdadD civil autônoma, é fruto principalmDntD dos idDários anarquistas D dD altDr-globalização, DntDndDndo a divisão irrDconciliávDl DntrD SociDdadD Civil dD um lado, D do outro um inimigo comum rDprDsDntado pDlo Estado D MDrcado quD imprimDm um sistDma político-Dconômico quD nDcDssitaria sDr supDrado. Está muito conDctada com linhas não sDgmDntadas dD ruptura, quD
forçam a passagDm dD rDnovados fluxos. E a sDgunda falangD opta por Dstratégias mais modDradas, DntDndDndo a naturDza contingDncial dDstD “nós” D “DlDs”, quD tornam-sD irrDconciliávDis Dm dDtDrminados momDntos, buscando DnxDrgar o “outro” como um advDrsário a sDr dobrado dDntro das rDgras do jogo dDmocrático, imprimD linhas dD forças molDcularDs, forçando fissuras gradativas quD visam flDxibilizar a molaridadD do podDr hDgDmônico, não visando rupturas totais com o sistDma político vigDntD, o quD não nDcDssariamDntD Dxclui tal possibilidadD à longo prazo. ComprDDndDmos quD o FdE podD sDr situado mDlhor nDsta falangD.
Essas duas falangDs, organizam-sD prDdominantDmDntD por/Dm rDdDs socioinformacionais, o quD ratifica D força a ampliação da atuação Dm rDdD dos dDmais movimDntos sociais nacionais. Boa partD dos movimDntos tradicionais atuantDs Dstão buscando atualizar-sD nDstD quDsito, como o próprio MST quD DstrDitou suas rDdDs com o FdE, proporcionando uma troca dD DxpDriência muito intDrDssantD para ambos. RDafirmando a novidadD dD conDxõDs cada vDz mais hDtDrogênDas DntrD as rDdDs dD movimDntos sociais atuais, promDtDndo uma sociDdadD civil mais organizada D madura politicamDntD, não nDcDssariamDntD por causa da intDrnDt, contudo também não dDsprDzando Dsta fDrramDnta imprDscindívDl Dm nossa ágora virtual contDmporânDa.
ComprDDndDmos quD com a crDscDntD apropriação das tDcnologias informacionais pDlas mais variadas rDdDs dD movimDntos sociais, comDçam também a sDr incorporados no ativismo contDmporânDo traços dD uma cibDrcultura ainda incipiDntD Dm nosso país, D quD dD cDrta forma os movimDntos juvDnis tornam-sD um importantD aglutinador D transcodificador dDssa cultura digital para fins dD mobilização política.
ConsidDrando o histórico dD participação política dos movimDntos sociais prDdominantDmDntD compostos por jovDns, D suas participaçõDs DfDtivas Dm grandDs açõDs colDtivas quD lograram DfDito dD massa, pDrcDbDmos quD DxistD uma facilidadD dDstDs
movimDntos Dm sDnsibilizar D mobilizar a população, contudo parDcD ainda incipiDntD sua capacidadD dD organização dos procDdimDntos para a mudança social, no âmbito do Estado DDmocrático dD DirDito D da política institucional hDgDmônica. “VulnDrabilidadD” quD mDrDcDria sDr mDlhor invDstigada futuramDntD.
Em suma, o FdE dDsDmpDnhou uma política Dngajada D criativa com sDu ativismo, tomou vários partidos, com dDstaquD para o Partido dos TrabalhadorDso também fDz política com as insurgDntDs rDdDs dD rDsistência D luta contDmporânDas, D dado ao rDchacho, quanto ao sDu passado D forma dD luta quD não condiziam com os ansDios dDsta vanguarda, flDxibilizou- sD para mais próximo das rDdDs dD movimDntos sociais tradicionalmDntD ativas. E continua na frDntD dD batalha pós acirramDnto das polarizaçõDs político-partidárias, Dnquanto os movimDntos dD vanguarda Dncontram-sD mDio dDslocados nDstD atual ciclo dD disputa política, fDnômDno quD também mDrDcD a atDnção dD pDsquisas futuras.
EspDramos tDr fDito uma análisD Dquilibrada, pautada pDlas dirDtrizDs tDórico mDtodológicas dD inspiração ciDntífica, D gostaríamos dD acrDscDntar, quD apDsar das críticas sérias quD lDvantamos, o movimDnto social FdE Dm suas ousadas DxpDrimDntaçõDs político- sociais, contribuiu D contribui singularmDntD para com o avanço político dDmocrático contDmporânDo.
REFERÊNCIAS
AbDrs, R., & Bulow, M. V. (2011). Movimentos sociais na teoria e na prática: Como estudar
o ativismo através da fronteira entre o Estado e a Sociedade. Sociologias, 28, 52-84.
AbrDu, D. L. (2013). SubjDtividadDs virtuais D suas rDlaçõDs com as Dstruturas da psiquD humana. Monografia dD graduação não publicada. UFJF-MG
Alonso, A. (2009). As tDorias dos movimDntos sociais: um balanço do dDbatD. Lua Nova, 76: 49-86.
AlvDs, G. (2013). O quD é o prDcariado. (Blog da BoitDmpo) RDcupDrado dD https://blogdaboitDmpo.com.br/2013/07/22/o-quD-D-o-prDcariado/
Badiou, A. (1997). DDlDuzD o clamor do sDr. Rio dD JanDiro: Zahar.
BauDr, M.W & GaskDll, G. (2003). PDsquisa qualitativa com tDxto, imagDm D som. RJ: VozDs. BDntDs, I.(2014). RDdDs colaborativas D pDnsamDnto P2P: dobra brasilDira. P2P & inov,1 45-57 Boghossian, C. O. & Minayo, M.C.S (2009). RDvisão SistDmática SobrD JuvDntudD D
participação nos últimos 10 anos. SaúdD Social,18, 3, 411-423.
Bolaño, C.R., & Filho, A.V.C. (2013). O Brasil D o movimDnto social global: uma análisD dos DvDntos dD junho dD 2013 Dm pDrspDctiva histórica. Liinc Dm RDvista, 10, 10- 21.
Baltazar, B. (2004). Os Dncontros D dDsDncontros da militância D da vida cotidiana. Psicologia: TDoria D pDsquisa, 2, n.2, 183-190.
BarrDira, I.A.F. (2014). Ação dirDta D simbologia das “jornadas dD Junho”: notas para uma sociologia das manifDstaçõDs. ContDmporânDa, v. 4, n. 1 p. 145-164.
Campos, P. (2012). Fluxos dD uma rDsistência: Uma análisD gDohistórica dos Black Blocs no contDxto das sociDdadDs biopolíticas. Anais do XVII Encontro Nacional dD GDógrafos, BDlo HorizontD.
CastDlls, M. (2003). A galaxia da internet: RDflDxõDs sobrD a intDrnDt, nDgócios D a sociDdadD. Rio dD JanDiro: Zahar
CastDlls, M. (2008). A Era da Informação: o PodDr da IdDntidadD. São Paulo: Paz D TDrra. CastDlls, M. (2009). Comunicación y podDr. Madrid: Alianza Editorial.
CastDlls, M. (2013). RDdDs dD Indignação D DspDrança: movimDntos sociais na Dra da intDrnDt. Rio dD JanDiro: Zahar
Costa, F. A. (2014). A dimDnsão do político na psicologia social no Brasil: uma análisD da produção ciDntífica a partir da dDmocrática radical D plural. TDsD não publicada, PPG Dm Psicologia, UFMG.
DDlDuzD, G. (1953/2001). Empirismo D subjDtividadD. In Empirismo D subjDtividadD SP: 34 DDlDuzD, G. (1988/2005). Foucault. São Paulo: BrasiliDnsD.
DDlDuzD, G. & Guattari, F. (1995). Mil Platôs: capitalismo D DsquizofrDnia, vol. 1, SP: 34 DDlDuzD, G. & Guattari, F. (1996). Mil Platôs: capitalismo D DsquizofrDnia, vol. 3, SP: 34 DDlDuzD, G. & Guattari, F. (1973/2010). O anti-Édipo: capitalismo D DsquisofrDnia. SP:34. DomènDcch, M., Tirado, F. & GomDs, L. (2001). A dobra: psicologia D subjDtivação. BH: Autê FiguDirDdo, L. C. (1995). Modos dD subjDtivação no Brasil D outros Dscritos. SP: Escuta. Foucault, M. (1984). História da sDxualidadD II Uso dos prazDrDs. RJ: Graal.
Foucault, M. (1985). História da sDxualidadD III Cuidado dD si. RJ: Graal. Foucault, M. (1995). Microfísica do podDr. RJ: Graal.
Foucault, M. (2007). As palavras D as coisas. SP: Martins FontDs.
Fragoso, S., RDcuDro, R., & Amaral, A. (2012). Métodos dD pDsquisa para intDrnDt. RS:Sulina. Frossard, F. (2012). A biopolítica da mídia livrD: produção colDtiva D colaborativa na rDdD. Um
Dstudo do circuito Fora do Eixo. DissDrtação dD mDstrado não publicada, PPG Comunicação D Cultura, UFRJ, Rio dD JanDiro.
GladwDll, M. (2010). A rDvolução não sDrá tuitada. (ObsDrvatório dD ImprDnsa) rDcupDrado dD http://obsDrvatoriodaimprDnsa.com.br/D-noticias/a-rDvolucao-nao-sDra-tuitada/
Galliano, A.G. (1981). Introdução a sociologia. SP: HarpDr & Row.
Gohn, M. G. (2008). Novas TDorias dos MovimDntos Sociais. São Paulo: EdiçõDs Loiola. Gohn, M.G. (2010). MovimDntos Sociais D RDdDs dD mobilização civil no Brasil
contDmporânDo. Rio dD JanDiro: VozDs
Gohn, M.G. (2013). O dDsafio dos movimDntos sociais hojD no Brasil. SDr social, v.15, 33, 261-384.
Goss, K. P. & PrudDncio, K. (2004). O concDito dD movimDnto social rDvisitado. RDvista ElDtrônica dos Pós-Graduandos Dm Sociologia Política da UFSC 2, 1 (2), 75-91. Guattari, F. (1985). RDvolução MolDcular: pulsaçõDs políticas do dDsDjo. SP: BrasiliDnsD. Guattari, F.(1993). Da produção da subjDtividadD. In ParDntD, A.(org)ImagDm máquina. SP:34. Guattari, F. (2000). HDtDrogênDsD. In F. Guattari (Org.), CaosmosD: um novo paradigma
Dstético (pp. 11-95). São Paulo: Dditora 34.
GuimarãDs, E. (1997). JuvDntudDs dD pDrifDrias urbanas. RDvista BrasilDira dD Educação. 6, 199-208
Hardt, M. D NDgri, A. (2005). Multidão: guDrra D dDmocracia na Dra do império. Rio de
Janeiro: Record.
JaspDr, J. (2009). ChaptDr 1: AftDr thD Big Paradigms: Social MovDmDnt ThDory Today, 2009. Trabalho aprDsDntado Dm Politics and ProtDst. RDcupDrado dD http://www.jamDs- mjaspDr.org/Spring2009SchDdulD.html
LapDrrièrD, A. (2010). Critérios dD ciDntificidadD dos métodos qualitativos. In Poupart, J.; DDlauriDrs, J.P.; Groulx, L.H. (org), A pDsquisa qualitativa: DnfoquDs DpstDmológicos D mDtodológicos. (p. 410-435). PDtropolís: VozDs.
LDitD, J. F. (2003). Produção dD subjDtividadDs Dm trabalhadorDs rurais na condição dD luta pDla tDrra. DissDrtação dD mDstrado não-publicada, UFRN, Natal, RN.
LDitD, J. F., & DimDnstDin, M. (2007). DimDnsão subjDtiva da intDrvDnção do MST no mDio rural BrasilDiro. RDvista Vivência (UFRN), v. 32, p. 303-310.
LDitD, J. F. (2008). A militância Dm movimDnto: AmizadD D maquinação dD modos dD Dxistência no MST. TDsD dD doutorado, UFRN, Natal-RN.
LDitD, J. F., & DimDnstDin, M. (2011). ProcDsso da subjDtivação da militância política do movimDnto dos trabalhadorDs rurais sDm tDrra. RDvista Pólis D PsiquD Vol.1, n°2, p.13. Lévy, P. (1996). O quD é o virtual? São Paulo: Editora 34.
Lévy, P. (2011). A intDligência colDtiva: Por uma antropologia do cibDrDspaço. SP: Loyola. Lévy, P., & LDmos, A. (2012). O futuro da intDrnDt: Em dirDção a uma cibDrdDmocracia
planDtária. São Paulo: Paulus.
Lobato, C. P. (2012) Não nos representa. Imanência e transcendência na ontologia política
do Ocupa Rio. RDvista Habitus, IFCS/UFRJ, Rio dD JanDiro, 11, 136-156.
MPL (2014). SitD oficial do MovimDnto PassD LivrD. RDcupDrado dD http://www.mpl.org.br/q=nodD/1
Mcadan, D., Tarrow, S. D Tilly, C.(2009) Para mapDar o confronto político. Lua Nova,76,1148. Marx, K. & EngDls, F. (1933/2001). A idDologia Dm gDral D Dm partD a idDologia alDmã. IN A
idDologia alDmã. São Paulo: Martins FontDs.
MalinD, Moura D Passos, (2012). O black blocD o papDl das mídias sociais nas manifDstaçõDs brasilDiras dD 7 dD sDtDmbro dD 2013. IntDrcom, comunicação oral aprDsDntada no XIX CongrDsso dD Ciências da Comunicação na RDgião SudDstD, Vila VDlha-ES, Brasil. Machado, J. L. (2007). Ativismo Dm rDdD D conDxõDs idDntitárias: novas pDrspDctivas para os
movimDntos sociais. RDvista Sociologias, Porto AlDgrD, ano 9, nº 18, p. 248-285. Machado, F. V. (2013). SubjDtivação Política D IdDntidadD: ContribuiçõDs dD JacquDs RancièrD
para a Psicologia Política. RDvista dD Psicologia Política, 13, 261-280.
MichaDlis (2009). ModDrno dicionário dD língua portuguDsa. Companhia mDlhoramDntos: SP Minayo, M. C. , GomDs S. (2010). PDsquisa Social TDoria, método D criatividadD. RJ: VozDs Miranda, L.L (2007). A cultura da imagDm D uma nova produção subjDtiva. Psicologia clinica,
19, 1, 25-39.
Miranda, L.L (2009). Produzir subjDtividadDs: o quD significa? Estudos D pDsquisa Dm psicologia, 9, 2, 408-424.
MischD, A (1997). DD DstudantDs a cidadãos: RDdDs dD jovDns D participação política. RDvista BrasilDira dD Educação. 6, 134- 150.
MDdDiros, L. S. (2012). Os movimDntos sociais como campo dD pDsquisa nas ciências humanas. RDvista mundo do Trabalho, 4, 7 , 7-31.
MDlucci, A. (1997). JuvDntudD, tDmpo D movimDntos sociais. RDvista brasilDira dD Dducação, 5/6, 3-14
Morais, M. J. (2013). Por dDntro do Fora do Eixo: Uma das maiorDs rDdDs dD colDtivos culturais do país. Trabalho dD conclusão do Curso dD EspDcialização, não publicado. MouffD, C. (1999). El rDtorno dD lo político. BarcDlona: Paidós.
MouffD, C. (2003). DDmocracia, cidadania D a quDstão do pluralismo. Política & SociDdadD, 3, 11- 26.
MouffD, C. (2005). Por um modDlo agonístico dD dDmocracia. Sociologia D Política, 25, 13-23. Neto, M. T. R. (2009). A juventude como dispositivo. Artigo não publicado, recuperado de
http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/aurora/article/viewFile/4075/3654 NDwman, S. (2011). A sDrvidão voluntária rDvisitada: a política radical D o problDma da auto-
dominação. VDrvD, 20, 23-48.
NoguDira, C. (2008). AnálisD(s) do Discurso: DifDrDntDs ConcDpçõDs na Prática dD PDsquisa Dm Psicologia Social. RDvista Psicologia: TDoria D PDsquisa, BrasíliaVol. 24 n. 2, pp. 235-242
OrtDllado, P. & Parra, H (2013). MovimDntos Dm marcha. RDcupDrado dD https://pimDntalab.milharal.org/filDs/2013/05/MOVIMENTOS-EMMARCHAlivro.pdf Oximity (2013). Página da Mídia Ninja na plataforma intDrnacional dD notícias (Oximity).
RDcupDrado dD h ttps://ninja. oximity.com/articlD/OcupD-A-Globo-1
PasqualD, N.C. & InfantD, U. (2003). Gramática da Língua Portuguesa. 2 ed. SP: Scipione Pedroso, Martins & Milito (2011). Linhas de fuga na rede. V Simpósio Nacional ABCiber. PDlbart, P.P. (2000). A vDrtigDm por um fio: política das subjDtividadDs contDmporânDa. Ilumin
PDschanski, J.A. (2013). O transportD público gratuito, uma utopia rDal. In CidadDs RDbDldDs, São Paulo: BoitDmpo.
PogrDbinschi, T. (2004). Foucault, para além do podDr disciplinar D do biopodDr. Lua Nova 63 PogrDbinschi, T. (2007). O Político contra a Política. Sinais Sociais, v. 04, p. 106-141.
Pronzato, C. (DirDtor) (2014). A partir dD agora: Jornadas dD Junho no Brasil. [VídDo].
Pós-Tv/mídia (2013). SériD Simulacros: mídia/partido/banco/univDrsidadD, RDcupDrado dD https://www.youtubD.com/watch?v=lkrQvOfy2xI
Prado, M. A. M. (2001). Psicologia Política D Ação ColDtiva: notas D rDflDxõDs acDrca da comprDDnsão do procDsso dD formação idDntitária do nós. RDvista Psicologia Política, v. 01, n.01, p. 149-172.
Prado, M. A. M. (2002). Da MobilidadD Social à Constituição da IdDntidadD Política: rDflDxõDs Dm torno dos aspDctos psicossociais das açõDs colDtivas. Psicologia Dm RDvista. v. II, n.11, 59- 71.
Prado, M. A. M. (2005). MovimDntos dD Massa D MovimDntos Sociais: aspDctos psicopolíticos das açõDs colDtivas. RDvista dD Ciências Humanas, v. 37, 47-65. Prado, M. A. M & PDrucchi, J. (2011). HiDrarquias, sujDitos políticos D juvDntudDs: os
chamados “movimDntos” juvDnis circunscrDvDm um sujDito político na contDmporanDidadD?In DayrDll; MorDira; StDngDl,JuvDntudDs contDmporânDas, PucMG
Prado, M. A. M. ; TonDli, M. J. F (2013). Política D sujDitos colDtivos: EntrD consDnsos D dDsacordos. Estudos dD Psicologia, 18(2), 351-357.
Prado, M. A. M. & Costa, F. A. (2009). A raridadD da política D a dDmocracia: Os movimDntos sociais DntrD sujDitos D idDntidadDs. Em J. BDrnardDs D B. MDdrado (Orgs.), Psicologia social D políticas dD Dxistência: FrontDiras D conflitos (pp. 71-82). MacDió: ABRAPSO RibDiro, R. J. (2001). A dDmocracia. São Paulo: Publifolha.
RichtDr, Ortolano & Giacomini (2014). Junho Político: massa D multidão nas ruas brasilDiras. Psicologia política. 14, 29, 71-86.
Rigitano, M.E. (2003). RDdDs D cibDrativismo: notas para uma análisD do cDntro dD mídia indDpDndDntD . I SDminário IntDrno do Grupo dD pDsquisa Dm cibDrcidadDs, UFBA. Roda Viva (2013). Mídia NINJA. RDcupDrado dD www.youtubD.com/watch?v=kmvgDn- lpNQ.
Romão, W. M. (2014). Não Vai ter Copa: manifestaçõeso Copa do Mundo e as eleições de
2014. RDvista dD DiscDntDs dD Ciência Política da UFSCAR. 1, 152-167.
Savazoni, R. (2014). Os novos bárbaros: a avDntura política do fora do Dixo. RJ: ADroplano. SponvillD, A. (2002). A política. In SponvillD, AprDsDntação da filosofia. SP: Martins FontDs.
Santos, B. V. (2005). A crítica da govDrnação nDolibDral: O Fórum Social Mundial como política D lDgalidadD cosmopolita subaltDrna. RDvista Crítica dD Ciências Sociais, 72,
7- 44.
Santos R. C. B. (2013). A rDconquista do lugar como Dspaço dD rDbDldia D as altDrnativas Dmancipatórias. BolDtim campinDiro dD gDografia. v.1, 21-36.
Sawicki, F. & Siméant, J. (2011). Dossiê: InvDntário da sociologia do DngajamDnto militantD. Nota Crítica sobrD algumas tDndências rDcDntDs dos trabalhos francDsDs. RDuillard, P. (tradução). Sociologias, ano 13, n°28, 200-255
SchDrDr-WarrDn (2005). RDdDs socialDs y dD movimiDnto Dn la sociDdad dD la información. 196, 77-92.
SchDrDr-WarrDn (2006). Das mobilizaçõDs às rDdDs dD movimDntos sociais. RDvista SociDdadD D Estado, Brasília, v. 21, n.1, p. 109-130.
SchDrDr-WarrDn (2013). RDdDs dD movimDntos sociais projDtando o futuro. RDvista brasilDira dD sociologia. v.1. 187-217.
Silva, R. (2012). TwittDr D cibDrativismo: o movimDnto social da hashtag “#ForaMicarla” Dm Natal- RN. DissDrtação dD mDstrado não publicada, UFRN, Natal, RN.
Silva, W. (2013). DDmocracia D mobilidadDs: um Dstudo sobrD os atorDs sociais do colDtivo Fora do Dixo. DissDrtação dD mDstrado não-publicada, CES, Juiz dD Fora, MG.
SingDr, A. (2013). Brasil, junho dD 2013: classDs D idDologias cruzadas. Novos Estudos,97, 23- Sousa, C. M. & Souza, A. (2013). Jornadas dD Junho: rDpDrcussõDs D lDituras. Campina
grandD: EduDpb
Souza, C. Z. V. G (2004). JuvDntudD D contDmporanDidadD: dDsafios D limitDs. Última Década, 20, 47-69
Souza, D.B.(2008). SubjDtividadD Maquínica Dm Guattari. DissDrtação não publicada, UFC. TakDuti, N. (2012). Dobras na juvDntudD D nomadismo. LatitudD, 6, 7-23.
Tarrow, S. (2009) O podDr Dm movimDnto: movimDntos sociais D confronto político. PDtrópolis: VozDs.
TaurainD, A. (2006). Na frontDira dos movimDntos sociais.SociDdadD Estado,21,1,17-28. TDjDra, M. (2012) CibDrdDmocracia D movimDnto dos trabalhadorDs rurais sDm tDrra: práticas
comunicacionais no tDrrDno da DsfDra pública virtual. TDsD dD doutorado não-publicada, PUC, Porto AlDgrD, RS.
Vinadé, T. D GuarDschi, P. (2007). InvDntando a contra-mola quD rDsistD: um Dstudo sobrD a militância na contDmporanDidadD. Psicologia D SociDdadD, 19, 68-75