• No results found

Delområdene Ensjø og Haraldrud Boligbyen på Ensjø

Hovinbyen — byen i byen

4.4 Delområdene Ensjø og Haraldrud Boligbyen på Ensjø

O título do filme refere-se ao final da saga do herói Anakin Skywalker, que torna-se Darth Vader. Anakin torna-se Vader quando passa para o lado negro da Força, voltando-se contra a Ordem dos Jedi e passando a servir o Lorde negro Sith Darth Sidious. A vingança do Sith foi o resultado do longo golpe de Palpatine, que atuava sem se revelar, portanto inconsciente aos Jedi. Palaptine influi sobre a profecia dos Jedi, que esperava que o escolhido trouxesse equilíbrio para a Força destruindo o Sith. No entanto, o escolhido se uniu ao Sith e destruiu a Ordem dos Jedi.

O filme se passa alguns anos após o término do episódio II e começa com Anakin e Obi-Wan indo resgatar Palpatine, que havia sido seqüestrado por General Grievous do exército dróide.

Anakin não é mais um Padawan, lhe é concedido o nível de Cavaleiro Jedi, mesmo assim ele acompanha sempre seu mestre nas missões.

Situação interna e externa do herói:

Anakin mantém seu casamento em segredo, conseguindo conciliar o mesmo de forma satisfatória com sua identidade de Jedi. Ele desenvolve uma relação mais confortável com Obi-Wan, os dois se relacionam como amigos ou

irmãos, onde cada parte tem sua individualidade respeitada e reconhecida. Anakin estruturou-se de forma que pudesse observar a si mesmo e medir suas reações despertadas, o que lhe permitiu amadurecer nas suas relações com Obi-Wan e com a Ordem Jedi, além de entender e controlar seus impulsos. Tal atitude denota uma maior humildade e passividade de Anakin, que estava o ajudando a criar sua própria identidade de Jedi. Logo no início do filme, Obi-Wan é atacado em sua nave e diz para Anakin abandoná-lo e prosseguir com a missão de resgatar o Chanceler, Anakin discorda de seu Mestre, salvando-o para irem juntos resgatarem o Chanceler. O mesmo não vê mais Obi-Wan como uma figura que o limita e aprisiona, passando a interagir com o mesmo sem nenhuma restrição, expressando suas questões e ouvindo as que lhe são trazidas, ou seja, estabelecendo uma interação verdadeira, apesar de reservar seu casamento em sua vida pessoal e escondendo tal fato dos Jedi.

No episódio II, Anakin tinha uma relação conflituosa com Obi-Wan, pois não expressava nem compartilhava suas questões internas, guardando e acumulando dentro de si uma variedade de sentimentos que o faziam desejar separar-se de Obi-Wan. Seu relacionamento com Padmé permitiu que ele expressasse suas insatisfações relacionadas à Obi-Wan. Anakin anteriormente agia por conta própria, sem consultar-se ou pedir ajuda, tanto internamente, tentando organizar seus sentimentos, quanto externamente, partindo para um ataque sozinho contra Dookan. No entanto, agora Anakin mostra-se mais aberto para entrar em contato e receber a ajuda do outro.

Os dois vão até o Chanceler e travam combate com Dookan. Obi-Wan sofre um ataque que lhe deixa inconsciente e Anakin luta sozinho contra Dookan. Ele corta em um só golpe as duas mãos do oponente e fica a decidir o que fazer. Palpatine lhe comanda que mate Dookan, Anakin reluta, mas pressionado por Palpatine, ele então o mata. Tal situação demonstra a capacidade de Anakin de controlar seus impulsos e manter uma situação de decisão. No entanto, o mesmo cede facilmente à manipulação do outro, no caso, Palpatine.

Após Anakin decepar a cabeça de Dookan, ele demonstra-se incerto e diz que não seguiu o modo Jedi, visto que era um prisioneiro desarmado. Palpatine

lhe diz que Dookan era perigoso demais para continuar vivo e que Anakin agiu de maneira natural, desejando vingança devido ao seu braço cortado. Palpatine ainda diz que não foi a primeira vez, dizendo: “Lembra o que você me contou, sobre sua mãe e o povo da areia”. Palpatine diz para se retirarem rápido. Anakin vai socorrer Obi-Wan e Palpatine diz para Anakin abandoná-lo. Entretanto, nesse momento Anakin não reluta e leva Obi-Wan em seus ombros.

Anakin demonstrou não estar possuído pelo arquétipo do herói, visto que conseguiu vencer o “inimigo invencível”, algo que exige uma atitude não possuída pelo herói, que parte para cima achando-se invulnerável e perde seu braço, mas sim uma atitude mais contida. Antes de encontrar Dookan, Anakin lhe diz que seus poderes dobraram desde o último encontro, fala em que Anakin mostra-se confiante para o combate, não devido à ilusão de ser invencível, mas sim confiante nas capacidades e poderes de seu ego.

Grievous escapa, dando continuidade à guerra, que passa a ter como propósito de capturá-lo para assim se encerrar a guerra e se voltarem às negociações, sendo que com a morte de Dookan, Grievous passou a ser o líder do exército dróide.

Anakin mostra grande talento em aterrissar a gigante nave de Grievous, realizando a missão de resgate do Chanceler com sucesso. Chegando ao Senado, ele despede-se de Obi-Wan de forma agradável e recebe os agradecimentos de Senador Organa. Vendo Padmé escondida atrás dos pilares, ele despede-se de Organa e vai abraçá-la. Anakin a beija e Padmé o adverte que ali não era um local apropriado. Anakin diz que está cansado de esconder e agora quer que todos saibam que eles são casados. Padmé o repreende e Anakin pergunta o que houve, pois ela estava tremendo. Padmé lhe diz: “Aconteceu uma coisa maravilhosa. Ani, eu estou grávida”. Anakin responde: “Isso é... Isso é maravilhoso. (sorrindo)”. Padmé preocupada diz: “O que agente vai fazer?”. Anakin: “Não vamos nos preocupar com nada agora. Este é um dia de felicidade. O dia mais feliz da minha vida”.

Após a ação logo no começo do filme de resgatar o Chanceler, o resto do filme se passa em conspirações em torno de Anakin e o conflito despertado no mesmo por um sonho.

Griveous vai para o planeta onde os separatistas estavam refugiados e rapidamente corre para contactar Sidious. Sidious lhe ordena que mande os líderes separatistas para o planeta Mustafar, lhe diz que o final da guerra está próximo e que a morte de Dookan foi uma perda necessária, pois em breve ele terá um novo aprendiz, mais jovem e mais poderoso.

Anakin fica junto com Padmé, que estava penteando seu cabelo na cobertura de seus aposentos, falando seus planos para a vinda do bebê. Anakin lhe diz que ela é linda e que ele está muito apaixonado. Eles vão dormir e Anakin sonha que Padmé morre no parto, pedindo-lhe ajuda. Anakin desperta assustado e fica acordado, inquieto. Padmé vai até ele e lhe pergunta o que o estava incomodando, mas Anakin desconversa, dizendo que lembrava-se quando tinha dado o colar que ela usava, colar dado no episódio I. Padmé o pressiona e ele conta que foi um sonho como aqueles que teve antes de sua mãe morrer. Padmé pede que ele conte e ele reluta, mas acaba contando que o sonho era com ela, que ela morria durante o parto, mas que ele não deixará este se tornar realidade. Padmé diz que a vinda do bebê mudará suas vidas, que ela não poderá ficar mais no Senado e se a Ordem Jedi souber, Anakin seria expulso. Ela pergunta se Obi- Wan poderia ajudá-los, mas Anakin rapidamente diz que eles não precisam da ajuda de Obi-Wan.

O sonho de Anakin o remeteu para o que lhe acontecera no episódio II, quando sonhou que perdia sua mãe e teve que lidar com o fato de sua morte, teve que se haver com o que o “self lhe armou”. Anakin fez com seu ego a promessa de não falhar de novo, ou seja, não deixar o self agir. Com esse novo sonho, ele teve que lidar com a aterrorizante idéia de perder Padmé. No entanto, o mesmo não procurou entender do que se tratava o sonho, não demonstrando abertura para entendê-lo. Ele rapidamente o tomou no sentido concreto, de que Padmé iria morrer e ele deveria impedir que isso acontecesse.

A situação do sonho fez emergir imediatamente o complexo de perda de Anakin, despertado pela perda da mãe igualmente anunciada por um sonho. Anakin despertou durante a noite e se pôs a pensar sobre o que ocorria. Seu self voltou para assombrar o ego de Anakin. Padmé vai até ele, toma conhecimento do que houve e pergunta se Obi-Wan poderia ajudá-los. Anakin é tomado pelo seu outro complexo da sua relação com Obi-Wan. Ele diz que não precisam da ajuda do mesmo. Quando Padmé lhe pergunta o que eles fariam, Anakin a consola e alivia a preocupação da mesma. A atitude de consolo de Anakin expressa sua praticidade e aptidão para lidar com as coisas concretas. Anakin entendeu seu sonho como um desafio para seu ego, que deveria resolver tal ameaça, no entanto, o inimigo que Anakin está declarando é ele mesmo, seu self. Anakin assume a postura de ter que equipar seu ego para impedir que Padmé morra. O preparo de Anakin se dá no nível concreto, das capacidades do ego, e não no nível simbólico, que seriam as articulações internas feitas pelo ego. Anakin em sua resolução conjunta com Padmé regrediu, pois reativou seus funcionamentos que o regeram no episódio II, de não precisar de Obi-Wan e prosseguir operando com seu ego para resolver seus conflitos de forma superficial e apenas no nível do concreto.

Anakin fica completamente tomado por tal assunto e vai conversar com Yoda, perguntando o que devia fazer. Yoda lhe diz que o medo da perda é uma passagem para o lado negro da Força e que ele deve se alegrar com os que se unem à Força sem jamais sentir a falta, e lhe responde que ele devia treinar a si mesmo para se libertar de tudo o que tem medo de perder.

Anakin continua a lidar com tal questão apenas no plano do concreto, pode- se inferir que ele tirou para si de sua conversa com Yoda, que teria que não se importar com o que ocorreria com Padmé e deixá-la morrer, sendo que muitas outras interpretações podem ser feitas, como se libertar de outras coisas que não quer perder senão Padmé. A morte é um tema muito presente em Anakin. No começo do filme, ele se propõe a salvar um soldado com dificuldades, para impedir que ele morresse, mas Obi-Wan lhe convence de que o soldado estava fazendo seu trabalho e Anakin mostra feições de desconforto, atendendo à

orientação de Obi-Wan e prosseguindo na missão. Anakin fica compenetrado com sua missão pessoal de salvar Padmé, o que pode ter lhe tirado uma percepção mais refinada das situações que procederão.

Anakin, após falar com Yoda, apressa-se para a reunião dos relatórios da guerra no Templo Jedi, para encontrar-se com Obi-Wan. Anakin chega e Obi-Wan lhe adverte do atraso e resume o que foi dito. Anakin oculta de Obi-Wan o motivo de seu atraso e Obi-Wan lhe diz que Chanceler Palpatine solicitou sua presença, advertindo o mesmo a ter cuidado com o Chanceler. Anakin vai até Palpatine, que lhe consagra a função de representante pessoal do Chanceler no Conselho Jedi. Anakin se satisfaz com a idéia de se tornar um Mestre, ele pensa que se for aceito no Conselho logo seria um Mestre, sendo que apenas Mestres que compõem o Conselho, e com tal cargo ele poderia tentar resolver o seu problema do sonho com Padmé, apesar de tal expectativa de entrar no Conselho para tentar resolver seu sonho, não tenha sido destacada no filme. Ainda assim, tornar-se um Mestre lhe traria mais poderes, e, Anakin tinha a concepção de que apenas com mais poderes poderia impedir a morte de Padmé, impedir que seu sonho se tornasse realidade.

Anakin demonstra uma relação persecutória com seu self, sendo que o ego teria que obter todo o poder e controle para poder se impedir a ação do self.

No entanto, quando Anakin leva sua nomeação para o Conselho, Mestre Windu lhe diz que ele está no Conselho, mas que não lhe seria concedido o nível de Mestre. Anakin se enfurece, deixando os Jedi desconcertados com tal reação. A reunião do Conselho decidiu que Yoda iria para o planeta dos Wookies para levar um pelotão do exército clone e impedir a invasão dróide. Anakin fica ressentido durante a reunião do Conselho por não ter sido nomeado Mestre.

Anakin não contava com a possibilidade de estar no Conselho sem ser um Mestre, ele estava tão apegado à idéia de que se tornaria um Mestre, que quando Windu não lhe concede tal nível, ele imediatamente se revolta. Anakin havia se apegado ao seu raciocínio lógico, de que para estar no Conselho logo seria um Mestre. Tal lógica sustentava uma grande expectativa de Anakin, e encobria um desespero caso não se realizasse. Tal desespero é tamnho que Anakin o ignorou,

por ser insuportável para sua consciência do ego. Anakin não concebia tal possibilidade, o lhe causou revolta e a projeção no Conselho de eles terem sidos injustos e responsáveis pela não obtenção da necessidade de Anakin.

As ações de Anakin não estavam sendo orientadas pelo seu bom senso, mas sim pela sua missão pessoal de salvar Padmé, missão essa que ele não contou para ninguém e foi levando-a paralelamente com as questões da guerra.

Saindo do Conselho, Anakin acompanha Obi-Wan e reclama para o mesmo que a atitude do Conselho foi uma ofensa. Obi-Wan o acalma e lhe passa a missão de espionar o Chanceler, reportando todos seus passos ao Conselho. Anakin não aceita bem tal missão de trair seu amigo Palpatine, questionando Obi- Wan por que ele estava lhe pedindo isso. Obi-Wan lhe responde que é o Conselho que está pedindo.

Anakin questiona Obi-Wan sobre não ter sido eleito Mestre, mas não explica qual seu interesse ou necessidade nisso, o que demonstra uma relação de uso e não de troca que Anakin estava fazendo com Obi-Wan e o Conselho, pois o mesmo não compartilhou da real necessidade que passava, por saber que o Conselho não aceitaria a violação do Código, de ser casado, de estar esperando um filho e estar tentando impedir a morte de sua esposa que seu sonho já anunciara. No entanto, Anakin nem mesmo cogitou em revelar-se para o Conselho, pois não tinha esperança que o mesmo pudesse ajudá-lo.

Anakin não recebeu nenhuma ajuda para lidar com seu estado interno. Padmé não estava atenta para o estado de Anakin, ela lhe pede que use de sua influência com o Chanceler para interromper a guerra e para voltarem às negociações, depois lhe pede carinho, dizendo-o para abraçá-la como se não existisse a guerra e nem as conspirações.

Anakin foi solicitado por Palpatine, que lhe deu a localização de Grievous, dizendo que a inteligência clone o havia encontrado. Palpatine senta-se com Anakin para uma conversa em particular e lhe conta que o Conselho planeja traí- lo. Palpatine extrai a verdade de Anakin sobre sua missão secreta de espioná-lo. Palpatine começa a questionar os Jedi, assemelhando-os aos Sith, dizendo que todos que têm poder têm medo de perdê-lo, e então conta uma lenda Sith sobre

um Mestre Sith tão poderoso que podia criar a vida e impedir que as pessoas com quem se importava morressem. Anakin pergunta o que houve com ele e Palpatine conta que ele ensinou tudo o que sabia para seu aprendiz, que o matou durante o sono. Anakin interessado perguntou se era possível aprender esse poder e Palpatine o responde que não de um Jedi.

Tal passagem retrata uma retaliação inconsciente à Anakin, que em sua bondade, honra, pureza e honestidade é usado pelo Sith, que lhe prega maldade, fazendo-se de vítima e usando da ingenuidade de Anakin para deixá-lo em “maus lençóis” e manipulá-lo. Anakin ouve de Palpatine uma possibilidade de salvar Padmé, a única opção que encontrou até então e que o deixa muito interessado, apesar de tal opção estar no lado negro da Força. É uma cena que mostra Anakin sendo inconscientemente corrompido pelo lado negro.

Anakin demonstra que não compactua com a Ordem Jedi a respeito de rejeitar o lado negro, pois ao entrar em contato com o mesmo não opõe-se de antemão, mas sim o avalia de “peito aberto”.

Sobre a lenda Sith contada por Palpatine, pode ser inferido que refere-se ao Mestre de Sidious, sendo Sidious o discípulo que o matou enquanto dormia, o que indica que Sidious, tem o poder de manter vivo quem ele quer e tem o poder de criar a vida, o que pode indicar ser ele o pai biológico de Anakin, que nasceu espontaneamente da Força.

Anakin leva para o Conselho a informação do Chanceler a respeito da localidade do General Grievous, mas não conta sobre as outras coisas que conversaram. Anakin diz que o Chanceler pediu que ele liderasse a campanha, mas o Conselho recusou e enviou Obi-Wan, o que deixou Anakin frustrado e abatido.

Anakin acompanha Obi-Wan até sua decolagem e pede desculpas ao mesmo por como tem agido, dizendo que tem sido arrogante e não dedicado ao treinamento, dizendo-lhe ainda que tem tido muitas frustrações com o Conselho. Obi-Wan lhe exalta, dizendo que tem muito orgulho dele e para ele ter paciência, pois logo o Conselho o tornaria um Mestre. Ouvir Obi-Wan animou Anakin, mas

não por muito tempo, por ter suas feições alegres ido embora tão logo Obi-Wan se foi.

Assim como no episódio II, Anakin e Obi-Wan, foram separados, Obi-Wan parte para a importante missão de derrotar Grievous a fim de encerrar a guerra, enquanto Anakin fica em Coruscant “reportando” os passos do Chanceler, que seria a importante missão de revelar o Sith. Mas, na verdade, Anakin estava na árdua missão de lidar com seus conflitos e com o seu inconsciente, tentando obter segurança e clareza interna, tarefa que não estava desempenhando de forma bem sucedida. Além do mais, Anakin não reportava ao Conselho sobre o conteúdo de suas conversas com Palpatine, mantendo-as para si.

Anakin tem novamente um sonho com a morte de Padmé, no qual Obi-Wan a ajuda. Anakin fica se remoendo a respeito de Obi-Wan e pergunta para Padmé se o mesmo esteve ali e ela lhe confirma que sim. Anakin pergunta nervoso o que Obi-Wan queria e Padmé lhe diz que ele estava preocupado e lhe falou que Anakin está sobre muita pressão. Anakin desabafa com Padmé, dizendo que se sente perdido e que Obi-Wan e o Conselho não confiam nele. Anakin diz: “Alguma coisa está acontecendo. Não sou o Jedi que deveria ser. Eu quero mais. E sei que não deveria”. Padmé o consola e Anakin continua: “Achei um meio de salvar você. Dos meus pesadelos. Não quero perder você, Padmé”. Anakin promete para Padmé que ela não irá morrer no parto.

Junto de Padmé, Anakin demonstra uma auto-reflexão sobre o que está lhe acontecendo. Ele elabora sobre estar se sentindo perdido e sobre não ser o Jedi que deveria ser. Tais elementos articulados por Anakin referem-se às limitações externas que ele tem que se adequar, as quais não lhe dão perspectivas. Anakin começa a atingir dentro de si a confirmação de que ele não é um Jedi, pois as situações externas que ele colheu na Ordem Jedi não podem ajudá-lo a salvar Padmé, sua maior prioridade e único projeto de realização. Sendo que Anakin foi completamente absorvido por sua missão de lutar contra o self. Se Anakin quer salvar Padmé e não encontra soluções sendo um Jedi, ele passa a questionar o que ele tem que ser para poder salva-la. Ele diz querer mais, sabendo que não deveria “querer mais”, o que não o permite ser um Jedi, pois os Jedi não devem

“querer mais”. Apesar de Anakin ter como único objetivo salvar Padmé, ele não abre mão de ser um Jedi. Ele não entendeu a situação de ter que fazer uma escolha entre ser um Jedi ou ser um pai de família, como sendo a causa de seu sofrimento, tampouco associou o significado do sonho da morte de Padmé como estando atrelado a tal escolha pessoal.

Devido ao mesmo já ter a certeza de querer ser um pai de família, bastava ele sair da Ordem dos Jedi. Anakin não fez essa leitura simbólica, pois acreditava