O filme começa com um cruzador de Naboo escoltado por duas naves menores de combate chegando ao planeta Coruscant. Ao chegarem à pista de pouso, enquanto os passageiros do cruzador desembarcavam, ocorre uma explosão. Trata-se de uma tentativa de assassinato à ex-Rainha Amidala de Naboo, que havia sido eleita Senadora da República. Foi colocada uma bomba neste cruzador, o transporte oficial da Senadora, que explodiu com toda sua tripulação. No entanto, a verdadeira Senadora estava disfarçada pilotando uma das naves de escolta. Após a explosão ela corre para socorrer sua dedicada agente disfarçada, que por sua vez falece em seus braços. O segurança dela, que estava na outra nave de escolta a retira do local: ela mesma encontrava-se pasma pelo ocorrido questionando se deveria ter voltado, mas seu segurança lembra-lhe que ela viera para uma importante votação.
No “Palácio” do Senado, ocorre uma reunião, dos principais membros do Conselho Jedi com o Chanceler Palpatine. Este fala aos Jedi sobre a força dos separatistas que estão agregando sistemas planetários que pertenciam à república. Palpatine diz que suas negociações não falharão, o que levaria a uma cisão da República. Mestre Windu lhe diz que: “se as negociações falharem, não haverá Jedi suficientes para proteger a república, somos guardiões da paz e não soldados”. Palpatine pergunta para mestre Yoda se o mesmo achava que iria ocorrer a guerra. Yoda lhe responde: “O lado negro da força a tudo obscurece. Impossível prever o futuro”. Um holograma aparece na mesa de Palpatine anunciando a chegada do Comitê Legalista. Palpatine pede ao holograma que os
mandem entrar e se levanta dizendo aos Jedi que tratariam daquele assunto mais tarde. Yoda se dirige até a porta para recepcionar a senadora Amidala dizendo estar feliz por ela estar bem e lamentando a explosão ocorrida em sua aterrissagem. Amidala lhe responde perguntando se tem idéia sobre quem está por traz dos ataques; mestre Windu se introduz no diálogo dizendo que o serviço secreto aponta para mineiradores descontentes de Naboo. Amidala responde, dizendo achar que o Conde Dookan estaria por traz dos ataques, os Jedi discordam dizendo que Dookan já foi um Jedi e portanto não mataria alguém. Mestre Yoda adverte Amidala sobre o perigo que ela corre. Palpatine, que estava aos fundos olhando pela janela, sugere que a Senadora seja colocada sob proteção de Cavaleiros Jedi, ela contesta e Palpatine completa sua fala, que dizia não achar que a situação fosse tão grave. Palpatine diz que ele acha que a situação é grave, quando Yoda o olha desconfiado. Palpatine diz que entende que a proteção possa lhe ser incomoda e que seria favorável um Jedi familiar, e propõe que seja o mestre Kenobi. Mestre Windu responde prontamente dizendo que é possível e que fará com que Obi-Wan Kenobi se apresente o mais rápido possível.
Na parte do dia, nos aposentos da senadora, sobem Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi de elevador. Dentro do mesmo Obi-Wan diz a Anakin que não o vê tão nervoso há tempos e que ele deveria relaxar. Anakin lhe responde desconsolado: “Eu não a vejo há dez anos”. Obi-Wan meneia a cabeça sorrindo.
Eles chegam ao andar e são calorosamente recepcionados por Jar Jar e levados até a Senadora Amidala ou Padmé. A Senadora vem sorridente para os receber. Obi-Wan faz uma reverência dizendo ser um prazer reencontrá-la, Amidala lhe responde que já faz muito tempo e então olha para Anakin e fala surpresa: “Ani, meu deus você cresceu!”. Anakin a responde: “Você também, e está mais bonita. Digo, para uma Senadora!” Obi-Wan franze o rosto constrangido. Amidala sorri e diz que ele sempre será aquele garoto lindo que conheceu em Tatooine e se vira caminhando, seguida pelos Jedi para sentarem-se. Obi-Wan lhe diz: “Garanto que nossa presença aqui passará despercebida”. Amidala pergunta: “Quero saber quem está tentando me matar”. Obi-Wan responde: “Viemos aqui
para protegê-la, não para iniciar uma investigação”. Anakin diz: “Descobriremos quem está tentando matá-la. Eu prometo”. Obi-Wan o olhou seriamente e disse. “Não vamos exceder nossa missão, jovem aprendiz Padawan”. Anakin responde: “Digo no intuito de protegê-la, mestre.” Obi-Wan responde firmemente: “Não vamos insistir nesse assunto. Atente às minhas orientações”. Anakin pergunta: “Por que?”. Obi-Wan responde perturbado: “Que?”. Anakin responde calmo e desafiador: “Por que acha que fomos chamados, se não para encontrarmos o assassino? Proteção é trabalho de seguranças, não dos Jedi. Isso é especial, mestre. Investigar é a nossa função prioritária”. Obi-Wan responde: “Faremos exatamente o que o conselho determinou. E você vai aprender a se comportar, jovem”. Anakin abaixa a cabeça e silencia. Padmé fala: “Talvez sua mera presença revele os mistérios que cercam esta ameaça. Agora se me derem licença... (ela se levanta seguidamente por todos) eu vou me retirar”. Obi-Wan sai andando em direção ao chefe da segurança que lhe passa algumas informações.
Jar Jar se aproxima de Anakin, que ficara olhando Padmé se retirando, ele o fita longamente e diz: “Estou feliz por vê-lo de novo, Ani.” Anakin lhe responde olhando para Padmé, que estava saindo do aposento: “Ela mal me reconheceu, Jar Jar. Eu pensei nela todos os dias desde que nos separamos... e ela me esqueceu completamente”. Jar Jar responde enquanto Obi-Wan se aproxima: “Ela está feliz. Contente como não a via há muito tempo”. Obi-Wan fala aos dois: “Está olhando pelo lado negativo. Cuidado com seus pensamentos. Ela ficou contente de nos ver. Agora vamos checar a segurança”.
Obi-Wan e Anakin ficam no andar onde a Senadora dormia, fazendo a segurança. Anakin fica na sacada e Obi-Wan pára próximo dele e diz: “Você parece cansado”. Anakin: “Eu não consigo mais dormir bem”. Obi-Wan: “Por causa da sua mãe”. Anakin faz sinal que sim com sua cabeça e diz: “Não sei por que ainda sonho com ela”. Obi-Wan: “Os sonhos passam com o tempo”. Anakin: ”Preferiria sonhar com Padmé. Ficar perto dela de novo é embriagante” Obi-Wan: “Cuidado com os pensamentos. Eles o traem. Você fez uma promessa à Ordem dos Jedi que não é fácil quebrar. E ela é uma política. Eles não são confiáveis”. Anakin: “Ela não é como os outros senadores.” Obi-Wan: “Os senadores só ligam
para os que financiam suas campanhas. Esquecem as sutilezas da democracia para obter dinheiro”. Anakin: “Não venha como mesmo discurso. Pelo menos não o de política da economia”.
Enquanto os Jedi conversam, um robô voador se posiciona na janela do quarto de Padmé e começa a cortar o vidro, deixando cair lá dentro as duas centopéias venenosas. As centopéias se locomovem rapidamente pelo quarto chegando até a cama de Padmé e os Jedis conversam sobre o Chanceler Palpatine. Anakin o defende diante das formulações críticas de Obi-Wan. Anakin diz que o Chanceler é um bom homem, e então, subitamente vira seu rosto para o quarto de Padmé; Obi-Wan diz que também pressente perigo. Os dois correm rapidamente para o quarto. As centopéias já estavam próximas do rosto de Padmé quando Anakin com sua espada laser ligada, pula dando dois golpes de espada matando as centopéias. Padmé Amidala se levanta assustada e Obi-Wan vê o robô voador que ainda estava posicionado na janela e corre atirando-se, quebrando a janela e se agarrando ao robô. Anakin sai correndo atrás de Obi-Wan e o resgata em um carro conversível. O robô vai até a posição do assassino. Os Jedi capturam a assassina. Anakin e Obi-Wan a interrogam e quando ela foi falar quem a contratou, um dardo atingiu-lhe o pescoço, e os Jedi só conseguiram ouvir que era um caçador de recompensas que a contratara. Obi-Wan retirou e guardou o dardo tóxico.
No dia seguinte, Anakin e Obi-Wan se apresentam no conselho Jedi. Yoda ordena que Obi-Wan localize o tal caçador de recompensas, e Mestre Windu salienta que deve-se descobrir para quem ele trabalha. Obi-Wan pergunta como ficaria a proteção da Senadora Amidala. Yoda lhe responde: “Cuidar disso o seu Padawan irá.” Obi-Wan olha preocupado para Anakin, que por sua vez mostra-se satisfeito e apto. Windu fala: “Anakin, leve a Senadora de volta ao planeta Naboo. Estará segura lá. Não use transporte oficial. Viajem como refugiados”. Anakin responde: “Como líder da oposição, será difícil tirá-la da Capital.” Yoda: “Até esse assassino pegarmos... respeitar nossa posição ela deve.” Windu: “Anakin, vá ao Senado. Peça a Palpatine para falar com ela.” Os dois Jedi fazem uma reverência e saem.
No Senado, Anakin se encontra com Palpatine, que lhe diz: “Falarei com ela. Amidala não desobedecerá minha ordem. Eu a conheço bem para afirmar isso”. Anakin: “Obrigado, Excelência”. Palpatine: “Então, finalmente lhe deram uma missão. Sua paciência foi recompensada”. Anakin: “Sua orientação, mais que minha paciência”. Palpatine: “Você não precisa de orientação, Anakin. Com o tempo, aprenderá a confiar em seus sentimentos. Então, você será invencível. Eu já disse que você é o Jedi mais talentoso que conheci”. Anakin: “Obrigado, Excelência”. Palpatine: “Vejo que esta se tornando o maior de todos os Jedi. Até mais poderoso que Mestre Yoda“.
No Templo Jedi, caminham e conversam juntos Yoda, Windu e Obi-Wan. Obi-Wan: “Estou preocupado com meu Padawan. Ele não esta preparado para essa missão”. Yoda: “O conselho confia na sua decisão”. Windu: “O rapaz tem grandes habilidades”. Obi-Wan: “Mas ainda tem muito que apreender. Suas habilidades o tornaram... arrogante”. Yoda: “Sim. Uma falha cada vez mais comum entre os Jedi. Confiantes demais eles são. Mesmo os mais velhos e mais experientes”. Windu: “Lembre-se que se a profecia for verdadeira... somente Anakin pode trazer equilíbrio à força”.
Nos aposentos da Senadora Padmé, Anakin a aguarda. Padmé orienta Jar Jar sobre sua ausência temporária e que ele deve representá-la no Senado. Padmé dispensa Jar Jar e cruza com Anakin e dizendo em tom irritado: “Não gosto de me esconder.” Anakin ( em tom presunçoso): “Não se preocupe. O Conselho ordenou uma investigação. Mestre Obi-Wan encontrará o caçador de recompensas”. Padmé: “Não trabalhei o ano todo para derrubar... o Ato de Criação Militar e não poder votar”. Anakin: “As vezes temos que esquecer o orgulho e fazer o que mandam”. Padmé: “Anakin... você amadureceu”. Anakin: “Só o Mestre Obi- Wan não percebe. (pausa) Não me entenda mal. Obi-Wan é um grande mentor. É tão sábio quanto Mestre Yoda... e tão poderoso quanto Mestre Windu. Fico muito grato de ser aprendiz dele. Mas tem certos aspectos... em muitos aspectos... eu sou superior a ele. Estou pronto para os testes. Mas ele me acha muito imprevisível. Não me deixará ir adiante”. Padmé: “Deve ser frustrante”. Anakin: “É pior! Ele é muito crítico. Nunca escuta. Ele não entende. Isso não é justo!”.
Padmé: “Os mentores olham mais para nossos erros do que gostaríamos. É assim que amadurecemos”. Anakin: “Eu sei”. Padmé: “Anakin... não tente amadurecer tão rápido”. Anakin se levanta e fica próximo dela de frente e diz: “Mas eu estou amadurecido. Foi você mesma que disse (dando um sorriso malicioso)”. Padmé fala com um tom sério: “Não olhe pra mim desse modo”. Anakin responde aflito: “Por que não?”. Padmé: “Eu fico constrangida”. Amidala se retira irritada, enquanto Anakin diz com um sorriso malicioso: “Sinto muito Milady”.
Uma nave leva Anakin, Obi-Wan, Padmé, sua dama de companhia e seu chefe de segurança até a estação de vôos interplanetários, aonde Anakin, Padmé e R2 iriam embarcar para Naboo. Todos se despedem, Anakin ouve com pouco interesse às recomendações de Obi-Wan e então partem para Naboo.
Obi-Wan vai visitar um velho amigo, dono de uma pequena lanchonete. Os dois sentam-se juntos, Obi-Wan mostra-lhe o dardo tóxico retirado do pescoço da assassina. Pergunta de onde veio o dardo, seu amigo lhe diz que pertence aos clonadores do planeta Kamino e lhe dá coordenadas aproximadas. Obi-Wan vai para a biblioteca para pegar o mapa com o caminho para Kamino. No entanto não encontra os dados de que precisa e então vai ao Templo Jedi.
Na nave de viagem para Naboo, Anakin e Padmé conversavam. Padmé: “Não deve ser fácil ter prestado juramento como Jedi. Não poder visitar os lugares ou fazer coisas que gosta”. Anakin: “Ou estar com aqueles que amo”. Padmé: “Tem permissão para amar? Achei que era proibido para um Jedi”. Anakin sorri e diz: “A união é proibida. A posse é proibida. A compaixão, que eu definiria como amor incondicional... é fundamental para um Jedi. Assim, poderia dizer que somos estimulados a amar”. Padmé: “Você mudou muito”. Anakin: “E você não mudou nada. Continua igual ao que era nos meus sonhos”. Os dois ficam intrigados um com o outro e Anakin morde seus lábios excitado.
Obi-Wan vai ao Templo Jedi e entra em uma aula que Mestre Yoda dava para crianças. Obi-Wan diz que está tentando localizar um planeta que não consta nos registros. Mestre Yoda faz uma piada sobre Obi-Wan ter perdido um planeta e pede para uma das crianças fecharem as cortinas para juntos acharem o planeta que Mestre Kenobi perdeu. Obi-Wan coloca seu arquivo no leitor de mapas da
sala, que simula as estrelas e os planetas dentro da sala. Ele aponta para aonde deveria estar o planeta dizendo que a gravidade atrai todas as estrelas para aquele local, mas que não há nada ali. Yoda pergunta se alguma das crianças sabem ou acham algo. Um garoto diz: “Mestre? Porque alguém deletou da memória do arquivo”. Yoda concorda com a criança e diz para Obi-Wan ir até o centro de gravidade que encontrará o planeta, e diz que alguém deve ter apagado os arquivos. Obi-Wan questiona dizendo que deveria ser impossível alguém apagar isso. Yoda diz: “Perigoso e inquietante esse enigma é. Somente um Jedi poderia deletar esses arquivos. Mas quem e por quê é difícil de responder. Meditar sobre isso irei”.
A nave chega até Naboo. Eles desembarcam e continuam andando lado a lado e conversando juntos. Padmé conta sobre sua trajetória na política, Anakin diz que acha que a república precisa dela. Eles se reúnem com a Rainha de Naboo e seus conselheiros, que conversam sobre a crise da República. Dizem que nunca houve uma guerra desde a fundação da República e que as negociações do Senado deveriam resolver isso para que não se aumentassem os aliados da Federação do Comércio. A Rainha então propõe pensarem na segurança de Padmé. O conselheiro pergunta: “O que sugere, Mestre Jedi?”. Padmé o corta dizendo: “Anakin não é um Jedi. Ele ainda é aprendiz Padawan”. Anakin interrompe: “Espere um instante”. Padmé: “Desculpe-me. Achei que ia ficar na Terra Lacustre. É bem isolada”. Anakin, parando e botando as mãos na cintura: “Desculpe-me. Sou o responsável pela segurança aqui”. Padmé: “Anakin, é o meu planeta. Eu o conheço. Por isso estamos aqui. Seria sábio aproveitar meu conhecimento em vista disso”. Anakin, nervoso e desconcertado e diante de olhares desaprovadores da rainha: “Desculpe-me, Milady”. Rainha: “Perfeito. Então, está resolvido”.
Obi-Wan chega na atmosfera de Kamino e desce até uma gigante base de metal situada em um mar revolto. Ele é recepcionado por um alienígena do sexo feminino, que lhe diz: “Mestre Jedi... o Primeiro-Ministro o está aguardando”. Obi- Wan (surpreso): “Sou aguardado?”. Ela responde: “Naturalmente. Ele está ansioso para vê-lo. Após todos esses anos... estávamos começando a pensar que não
viria. Por aqui, por favor”. Obi-Wan caminha ao lado da recepcionista que o leva até o primeiro ministro. Recepcionista: “Eu lhe apresento Lama Su... Primeiro- Ministro de Kamino”. Ambos se saúdam inclinando o corpo. Recepcionista: “E este é o Mestre Jedi...”. Obi-Wan: “Obi-Wan Kenobi”. Lama Su: “Estou seguro que irá aproveitar sua estada. Por favor (sentam-se). E agora, vamos aos negócios. Ficará satisfeito de saber que estamos dentro da programação. 200 mil unidades estão prontas, com mais um milhão a caminho”. Obi-Wan: “Isso é uma... boa notícia”. Lama Su: “Por favor, diga ao seu Mestre Zaifo Vias... que sua ordem será cumprida dentro do prazo”. Obi-Wan: “Desculpe. Mestre...?”. Lama Su (irritando- se): “Mestre Jedi Zaifo Vias ainda é... um dos principais lideres do Conselho dos Jedi, não?”. Obi-Wan: “Mestre Zaifo Vias foi morto há quase dez anos”. Lama Su: “Oh, eu lamento ouvir isso. Ficaria orgulhoso do exército que construímos para ele”. Obi-Wan (surpreso): “Exército?”. Lama Su: “Sim, um exército de clones. E devo dizer, um dos melhores que já criamos”. Obi-Wan: “A primeira vez que meu mestre o contatou sobre o exército... ele disse para quem era?”. Lama Su: “Naturalmente que disse. Este exército é para a República. Mas deve estar ansioso para inspecionar as unidades”. Obi-Wan: “É por isso que estou aqui”. Eles se levantam e começam a caminhar.
Em Naboo, Anakin chega junto com Padmé em uma canoa até um palacete. Funcionários levam as malas enquanto Anakin ajuda Padmé a desembarcar. Os dois caminham lado a lado pela varanda do palacete enquanto Padmé conta que vinha àquele local na sua época de escola. Eles param em uma sacada de frente para um grande lago. Padmé conta que na época que vinha ali, ela nadava bastante e deitava na areia para secar-se ao sol. Anakin: “Eu não gosto de areia. É áspera, desagradável, irritante... e fica em todo lugar. Não é como aqui. Tudo aqui é macio... e suave”. Anakin começa a acariciar Padmé, que por sua vez permite e depois o olha penetrante. Anakin sorri e começa a se impulsionar timidamente para beijá-la, e então eles se beijam. Durante o beijo, Padmé de forma repentina afasta-se dizendo: “Não. Eu não devia ter feito isso”, fixamente olhando para frente. Anakin: “Desculpe”, ficando desorientado.
Obi-Wan, junto com o primeiro ministro e sua secretária, caminham em uma plataforma de vidro observando todos os procedimentos da construção do exército clone. Lama Su conta para Obi-Wan sobre as vantagens dos clones perante os dróides. Lama Su conta que os clones tem um programa de crescimento acelerado e que são obedientes, recebem qualquer ordem sem contestar. E que foram modificados geneticamente para serem menos independentes que o modelo original. Obi-Wan pergunta quem é o modelo original e Lama Su responde que é um caçador de recompensas chamado Jango Fett. Obi-Wan pergunta onde está Jango Fett. Lama Su conta que eles o mantém ali, e que além do pagamento, Jango pediu um clone de si próprio inalterado e sem crescimento acelerado. Obi- Wan diz que quer conhecer Jango Fett e a secretária de Lama Su diz que será um prazer conseguir isso.
Anakin sentado com Padmé em um campo com pequenas cachoeiras em volta, conversam: Anakin pergunta para Padmé sobre seu primeiro namorado, ela reluta mas conta e ele rapidamente pede para ela parar, dizendo: “Tudo bem, eu já entendi”. Anakin pergunta o que aconteceu com o namorado. Padmé diz que ela entrou para o serviço público e ele virou artista. Anakin diz que ele foi mais esperto. Padmé diz: “Você não gosta mesmo de políticos”. Anakin: “Gosto de dois ou três. Mas não estou certo sobre um deles. Não acho que o sistema funcione”. Padmé: “Como o faria funcionar?”. Anakin: “Os políticos deveriam sentar, discutir o problema... concluir o que é melhor para o povo, e fazer”. Padmé: “É o que fazemos. Mas as pessoas nem sempre estão de acordo”. Anakin: “Deveriam ser convencidas”. Padmé: “Por quem?”. Anakin: “Não sei. Alguém”. Padmé: “Você?”. Anakin: “Claro que não”. Padmé: “Quem, então?”. Anakin: “Alguém sábio”. Padmé: “Está me soando como uma ditadura”. Anakin: “Bem... se é o que funciona”. Padmé (pausa e o olha): “Você está brincando comigo”. Anakin: “Não teria coragem de brincar com uma Senadora”. Os dois brincam pelo campo, Anakin simula ter se machucado por um animal de pasto, Padmé corre para ajudá-lo e ele sorrindo a pega e os dois rolam juntos pela grama.
A secretária de Lama Su vai com Obi-Wan até os aposentos de Jango Fett, e uma criança abre a porta. Secretária: “Boba, seu pai está aqui?”. Boba: “Sim”.
Secretária: “Podemos vê-lo”. Boba: “Claro”. A criança chama seu pai e Obi-Wan