Part 4: Transforming the electricity industry
2 Analytical framework and concepts in sociology of industries and economies
2.1 The concept of an actor network
A organização dos dados da pesquisa segue o caminho metodológico assentada nos instrumentos definidos para a coleta de campo, como os grupos focais e as entrevistas semiestruturadas. Tem como referenciais os pressupostos teóricos e as questões norteadoras que deram sentido aos temas e roteiros praticados em cada encontro e entrevistas efetivadas. Para organização desses dados, tomamos como referência a Análise de Conteúdo, esta além de ser uma técnica de pesquisa, constitui método que nos possibilita, pelo caráter assumido na demanda qualitativa de cunho histórico-dialético, compreender as várias faces dos fenômenos pesquisados e os diversos elementos que se organizam e conflitam em sua dinâmica histórica.
É nesse sentido que se justifica o entendimento de Laurence Bardin, quando ela define a Análise de Conteúdo, por,
[...] um conjunto de técnicas de análise das comunicações. Não se trata de um instrumento, mas de um leque de apetrechos; ou com maior rigor, será um único instrumento, mas marcado por uma grande disparidade de formas e adaptável a um campo de aplicação muito vasto. ( 2011,p.37).
Tal significa exprimir os diversos sentidos, respiros e formas que estão subjacentes às falas e expressões dos indivíduos envolvidos no processo de pesquisa.
Essa perspectiva nos fez seguir os caminhos estabelecidos pela Autora francesa, que define como procedimentos da Análise de Conteúdo a codificação, resultante no recorte estabelecido pela definição das escolhas das unidades, as enumerações, com a efetivação da contagem e/ou das frequências, e a classificação, que possibilita a reunião e a associação dos elementos temáticos transformados em pré-categorias e categorias, sistematizadas e organizadas em quadros, expressarem os achados e os elementos contidos nas vozes e falas dos agentes envolvidos na pesquisa.
Assim, consoante leciona,
[...] o analista, no seu trabalho de poda, é considerado aquele que delimita as unidades de codificação, ou as de registro. Estas, consoante o material ou código, podem ser: a palavra, a frase, o minuto, o centímetro quadrado. O aspecto exato e bem delimitado do corte tranquiliza a consciência do analista. (IDEM, 2011,p.42). E acrescenta:
Quando existe ambiguidade na referenciação do sentido dos elementos codificados, é necessário que se definam unidades de contexto, superiores à unidade de codificação, as quais, embora não tendo sido tomadas em consideração no recenseamento das frequências, permitem, contudo compreender a significação dos itens obtidos, repondo-os no seu contexto. (IBDEM, 2011,p.42)
Nesse sentido, buscamos seguir os detalhes, as minúcias do método, definindo a organização nos quadros cuja grade foi estabelecida em colunas como forma de compreender as essências dos enunciados postos pelos sujeitos da pesquisa e, é claro, também a organização segue as necessidades estabelecida pelo pesquisador. Dessa forma, organizam-se da seguinte maneira: a primeira coluna é composta pelas respostas das entrevistas e/ou dos grupos focais com todo o seu conteúdo; em seguida, a composição das unidades de contexto, retiradas das falas e expressões dos colaboradores; dessas unidades de contexto, seguiu-se a composição das unidades de registro; e, dessas, a quarta coluna, com a codificação e a frequência; e, em seguida, a coluna que estabelece no primeiro momento os elementos temáticos e/ou as pré-categorias surgidas das repetições e codificações definidas.
Para concluir esses achados e não perder os sentidos captados nos contatos com os sujeitos, com as vozes e as falas transcritas, instituímos a coluna da unidade de interpretação que expressa e capta os momentos e os sentidos, seja nas unidades de contexto, nas unidades
46 de registro e nas pré-categorizações e/ou composição dos elementos temáticos, dando os primeiros significados nos achados minuciosos da Análise de Conteúdo. (Apêndice 1)
Assim, seguindo esse roteiro de organização de dados, no primeiro momento tomamos como ponto para organização o tipo de instrumento metodológico utilizado (exemplo, grupo focal e ou entrevista semiestruturada) e os sujeitos da pesquisa envolvidos em cada um desses instrumentos aplicados. Dessa forma, reunimos em cinco grupos os agentes da pesquisa: Primeiro o gestor e coordenadores das escolas, com os quais o instrumento metodológico utilizado foi a entrevista semiestruturada, chegando a três. Em seguida os professores das escolas, cujo instrumento metodológico utilizado foi o grupo focal, com oito professores – sendo estes constituídos em dois momentos. Em seguida, os alunos em exercício na escola, com os quais o instrumento metodológico utilizado também foi o grupo focal, com 14 participantes – divididos em três momentos. Depois, os egressos, utilizando também o expediente metodológico grupo focal, com nove egressos participantes – sendo estes divididos em três momentos. E, por fim os gestores do sistema, com a entrega do meio metodológico a entrevista semiestruturada, com três professores.
Esse procedimento nos apontou-nos naquilo que Bardin define como as primeiras inferências relativas ao que parecia estar oculto nas falas e expressões dos sujeitos da pesquisa. O caminho, então, para melhor organizar os dados foi seguir fazendo as primeiras aproximações dos elementos temáticos dos sujeitos, que, por identificação e roteiros aproximados, repetiam elementos temáticos subjacentes as suas falas tomadas principalmente das unidades de registro, suas codificações e pré-categorizações.
Desse modo demandamos a criação de três grades de organização, partindo do que buscamos definir, ou seja, aproximaçõespor sujeitos nas quais suas respostas se repetiam e se associavam. De tal modo, estabelecemos uma grade composta pelos seguintes sujeitos: coordenadores e professores das escolas – justificando essa aproximação por estarem envolvidos diretamente ao processo formativo e sua organização, seja na gestão ou nas atividades pedagógicas de planejamento e docência. Em segundo lugar, tomando os mesmos, porém há restantes descritos, buscamos definir as aproximações com base nos sujeitos que diretamente são resultado do processo formativo e que trazem em si as consequências para sua prática social, ou seja, os discentes em vigência e os egressos, que em essência respondem à formação das escolas e os resultados do desenvolvimento das políticas educacionais posta em prática pelo Estado. Por fim, pelo seu papel definido na organização e execução das
políticas educacionais, os gestores do sistema, com seu olhar e consequências para evolução do processo formativo na Amazônia paraense.
Esse procedimento de aproximação entre os sujeitos nos possibilitou a visualização dos elementos temáticos surgidos das codificações e identificação subjacentes das unidades de registro. Nesse sentido, podemos visualizar os resultados a seguir, por sujeitos, das pesquisas por aproximação.
Do processo de codificação dos gestores e professores das escolas apareceu o total de 66 elementos temáticos; na organização dos dados de alunos e egressos o volume de 77 desses elementos; e dos gestores do sistema o quantitativo de setenta e quatro.
O surgimento desse vasto material para ser interpretado nos levou a um novo encaminhamento na organização dos dados, ou seja, à necessidade em retomar aquilo descrito pela autora de conferir maior tratamento às informações contidas nesses achados; isto é, de buscar, ainda por associação de sentido e/ou de palavras, elementos temáticos que se aproximam e, ao mesmo tempo, estabelecer os grandes temas que podem agrupar e/ou refutar os diversos temas aleatórios surgidos na organização da Análise de Conteúdo. Nesse sentido, poderíamos citá-la:
Este tipo de análise, o mais generalizado e transmitido, foi cronologicamente o primeiro, podendo ser denominado análise categorial. Esta pretende tomar em consideração a totalidade de um “texto”, passando-o pelo crivo da classificação e do recenseamento, segundo a frequência de presença (ou ausência) de itens de sentido. Isso pode constituir um primeiro passo, obedecendo ao princípio de objetividade e racionalizando por meio de números e percentagem uma interpretação que, sem ela, teria de ser sujeita a aval. É o método das categorias, espécie de gavetas ou rubricas significativas que permitem classificação dos elementos de significação constitutivos da mensagem. (BARDIN, 2011, p. 42-43).
Assim, com o objetivo de dar clarividência a esses elementos temáticos, buscamos estabelecer uma nova organização, embora respeitando esses agrupamentos dos sujeitos da pesquisa e seus primeiros resultados. Demandamos seguir aquilo que Laurence Bardin acrescenta na utilização do método de Análise de Conteúdo, consistente em “(...) classificar os diferentes elementos nas diversas gavetas segundo critérios suscetíveis de fazer surgir um sentido capaz de introduzir alguma ordem na confusão inicial” (IBIDEM, 2011, p.43). E acrescenta: “É evidente que tudo depende no momento da escolha dos critérios de classificação, daquilo que se procura ou que se espera encontrar” (IBID).
48 Portanto, ao constituir a grade de organização dos elementos temáticos, procuramos, com interdize nos primeiros resultados, dar uma organização de sentido, isto é, estabelecemos temáticas conceituais mais amplas, tomando como referência as questões que norteiam o problema de pesquisa, o objeto de estudo e os objetivos a responder. Para isso fizemos outra grade com a seguinte perspectiva: mantivemos os mesmos sujeitos, porém reorganizados em grandes temas conceituais e seus elementos temáticos. É o que demonstram os quadros seguintes.
No primeiro quadro, agruparam-se por aproximação e associação de sentidos os diversos elementos temáticos provenientes da primeira grade, composta pelo gestor e coordenadores das escolas, ao mesmo tempo em que compusemos por grandes temas ou as primeiras pré-categorias que deram uma nova organização no material estruturado.
Com isso, encontramos o seguinte resultado: constituímos esta grade em oito grandes temáticas compostas por diversos elementos temáticos agrupados por aproximação e associação de sentidos e/ou de significados, ou seja: 1 Estado e política Educacional, composta de cinco elementos temáticos com uma frequência de 58 repetições; 2 Gestão e Organização do Sistema, com quatro elementos temáticos e uma frequência de 65 repetições; 3 Política Educacional e Formação na Escola, com 16 elementos temáticos e uma frequência de 165 repetições; 4 Formação e prática pedagógica, com 12 elementos temáticos e uma frequência de 56 repetições; 5 Formação e Prática: composta de cinco elementos temáticos e uma frequência de 39 repetições; 6 Contexto Social e a Escola, com nove elementos temáticos e uma frequência de 51 repetições; 7-Política regional e formação regional, com cinco elementos temáticos e 94 repetições; e 8-Estrutura Escolar, com cinco elementos temáticos e uma frequência de 16 repetições; como se verifica no quadro seguinte. Quadro 1: Organização das Pré-Categorias Temáticas por Aproximação: Gestores e Professores das Escolas
Nº PRÉ-CATEGORIA FREQ
01 Estado e Política Educacional - Estado e política educacional
- Estado como executor e organizador da Política educacional - Perfil da política educacional
- Política educacional descontextualizada - Projetos Governamentais Executados na Escola
02 17 13 25 01 Total 58
02 Gestão e Organização do Sistema
- Problema na organização e gestão do sistema - Universalização do Ensino Médio
- Universalização e qualidade do ensino frágil - Carga Horária Excessiva do Professor
35 01 09 20
(continuação)
Quadro 1: Organização das Pré-Categorias Temáticas por Aproximação: Gestores e Professores das Escolas
03 Política Educacional e Formação na Escola - Política educacional e formação escolar
- Proposta curricular geral na formação escolar - Formação e continuidade dos estudos - Formação cidadã e Prática social - Formação escolar cidadã
- Formação docente e prática social - Política pública e formação cidadã - Formação e Prática Social
- Projeto Político Pedagógico participativo - Política educacional e formação escolar frágil - Formação escolar cidadã frágil
- Formação escolar e prática social frágil
- Desconhecimento dos Professores da Política Educacional - Projeto Político Pedagógico Frágil
- Formação escolar descontextualizada do interesse do aluno - PPP descontextualizado 02 04 37 01 44 01 01 04 01 10 12 07 07 05 11 19 Total 165
04 Formação e prática pedagógica
- Mudança na formação escolar e na prática pedagógica - Prática pedagógica e envolvimento positivo do aluno - Prática pedagógica contextualizada
- Contextualização do currículo pelo Professor - Prática pedagógica motivadora
- Autonomia relativa do professor
- Necessidade de uma prática pedagógica inovadora - Prática pedagógica e turmas superlotadas
- Prática pedagógica e envolvimento negativo do aluno - Compromisso do professor somente com seu conteúdo - Maior compromisso do professor
- Desmotivação pedagógica causada pelo Sistema
02 06 02 08 03 14 03 04 08 01 01 06 Total 56
05 Formação e Prática Social
- Ensino Médio: Tempo de passagem - Ensino Médio: certificação p/ o trabalho - Perfil da Prática Social dos Alunos - Conflitos de valores Aluno/Escola
- Falta de Objetivo do aluno com o Ensino Médio
04 16 06 01 11 Total 39
06 Contexto Social e a Escola
- Percalços Sociais e Violência na Escola - Indisciplina Escolar
- Universo do aluno: festas e baladas - Perfil do coletivo popular
- Ensino Médio Excludente
- Perfil Diversificado do Aluno Noturno - Perfil do Mercado Local de Baixa Qualidade - Conhecimento do Aluno Frágil
- Perfil do Aluno do Campo e da Cidade
13 04 01 10 01 01 01 15 05 Total 51
50
(Conclusão)
Quadro 1: Organização das Pré-Categorias Temáticas por Aproximação: Gestores e Professores das Escolas
Fonte: elaboração gráfica, com suporte nos dados da investigação
No quadro seguinte, composto de alunos e egressos, seguimos a mesma organização da ilustração anterior, com os seguintes resultados: constituímos esta grade em Dez grandes temáticas, compostas por diversos elementos temáticos agrupados por aproximação e associação de sentidos e/ou de significados, ou seja: 1 Política Educacional e Formação Escolar, composta de quatro elementos temáticos com uma frequência de 135 repetições; 2 Estado e Política Educacional, com três elementos temáticos e frequência de nove repetições; 3 Organização e Gestão do Sistema, com quatro elementos temáticos e frequência de seis repetições; 4 Formação Escolar e Preparação do Aluno, com 13 elementos temáticos e frequência de 135 repetições; 5 Formação e Prática Pedagógica: composta de sete elementos temáticos e frequência de 76 repetições; 6 Formação e Prática Social, com 12 elementos temáticos e frequência de 213 repetições; 7 Formação e Envolvimento do Aluno, com seis elementos temáticos e 19 repetições; 8 Contexto Social e a Escola, com 14 elementos temáticos e frequência de 40 repetições; 9 Política Educacional e Formação Regional: com cinco elementos temáticos e frequência de 90 repetições; 10 Estrutura Escolar: com três elementos temáticos e frequência de 41 repetições; como se comprova no quadro 2,
07 Política Educacional e Formação Regional - Autonomia regional frágil na definição do currículo
- Política educacional, Interdisciplinaridade e Formação regional frágil - Política educacional e contextualização regional frágil
- Política Educacional e Formação Regional Frágil
- Necessidade de formação e/ou Política educacional regionalizada
03 25 17 27 22 Total 94 08 Estrutura Escolar
Estrutura escolar frágil 15
Estrutura Escolar Boa 01
- Melhoria na Estrutura da Escola - Estrutura Escolar e Acadêmicas Frágeis - Ausência de Estrutura no Anexo do Campo
03 33 05
Quadro 2: Organização das pré-categorias temáticas por aproximação: alunos e agressos das escolas
Nº CATEGORIA FREQ
01 Política Educacional e form. Escolar - Formação Escolar Continuidade de Estudos
- Formação Escolar Para o Trabalho Frágil - Formação Escolar Cidadã Frágil
- Formação Geral Descontextualizada
32 62 29 14
Total 135
02 Estado e Política Educacional
- Falta de Investimento do Estado no Ensino Profissional - Ausência do Governo na Escola
- Falta de Compromisso do Estado com a Educucação e a Estrututura da Escola
02 02 05
Total 09
03 Org. e Gestão do Sistema
- Falta de Recursos Humanos nos Espaços Pedagógicos - Necessidade de Melhoria e compromisso na Escola Pública - Necessidade de Intérprete de Libras
- Carga Horária Excessiva dos Professores
02 02 01 01
Total 06
04 Formação Escolar e Preparação do Aluno - Professores bem Preparados
- Formação Escolar e Prática Social Cidadã - Tempo Longo de Formação Na Escola - Formação Escolar Frágil
- Frágil uso dos Recursos e dos Espaços de Formação
- Formação Escolar Prejudicada pelas Circunstâncias do Calendário e das Greves - Ausência de Aulas Fragiliza a Formação
- Falta de Estrutura e Organização Fragiliza a Formação
- Falta de Professores e Organização dos Horários Fragiliza a Formação - Diminuição de Conteúdo Fragiliza a Formação
- Conteúdo Curricular Frágil - Necessidade de Cursinho
- Necessidade de Formação Profissional
07 16 01 76 08 09 01 05 11 10 01 07 01 Total 135
05 Formação e Prática Pedagógica
- Compromisso do Professor com a Formação - Formação Cidadã na Prática dos Professores
- Falta de Compromisso do Professor com a Formação do Aluno - Falta de Conhecimento do Professor do Seu Aluno
- Desconhecimento do Professor na Vida dos Alunos - Conteúdo Formativo do Professor Frágil
- Dificuldade do Aluno com as Disciplinas
27 04 38 01 01 04 01 Total 76
06 Formação e Prática Social
- Formação Para a Prática Social
- Ensino Médio e Formação para a Prática Social: Relacionar, se Expressar, Família - Tempo Longo de Formação na Escola
- Escola como Local de Formação e de Encontro
- Ensino Médio: Tempo de Passagem, Conhecimento e Encontro - Ensino Médio: Etapa Final da Formação
- Escola como Local de Formaçao Básica para Vida
- Ensino Médio: Formação Básica e Obrigação Para o Trabalho - Certificação para o Trabalho
- Ensino Médio: Certificação e Conhecimento Básico - Sentido e Interesse do Aluno
- Interesse do Aluno no Ensino Profissional
07 19 01 26 52 04 42 43 18 09 01 01 Total 223
52
(Continuação)
Quadro 2: Organização das pré-categorias temáticas por aproximação: alunos e agressos das escolas
Nº CATEGORIA FREQ
07 Formação e Envolvimento do Aluno
- Envolvimento do Aluno com a Formação
- Premiação como Motivo para Envolvimento do Aluno com a Formação - Falta de Envolvimento do Professor e do Aluno com a Formação - Falta de Envolvimento do Aluno com a Formação
- A Formação também depende do Interesse do Aluno - O Computador Como Elemento Negativo à Formação
08 02 06 12 01 01 Total 19
08 Contexto Social e a Escola
- Família como Principal Agente Formador da Cidadania do Aluno - Perfil dos Coletivos Populares
- Perfil do Tempo dos Alunos do Campo - Alunos do Campo em Escola da Cidade - Perfil do Aluno Trabalhador Noturno - Trabalhador Autônomo
- Aluna Trabalhadora Doméstica - Trabalhador Assalariado
- Percalços Sociais e Violência na Escola
- Influência Negativa da Família na Formação do Aluno - Mercado de Trabalho com Baixa Qualidade
- Condições de Trabalho Dificulta a Formação de Aluno do Noturno - Gravidez como Elemento de Evasão Escolar
- Condição Econômica: Dificuldade Para a Continuidade dos Estudos
06 11 02 03 03 02 01 03 14 01 11 02 03 03 Total 40
09 Política Educacional, Formação Escolar e Formação Regional - Cultura Regional Através da Família
- Prática Social Regional
- Formação Escolar e Prática Regional Frágil
- Fragilidade do Conhecimento do Professor da Realidade Regional - Preconceito com a Cultura Regional
01 02 84 01 02 Total 90 10 Estrutura Escolar
- Melhoria na Estrutura da Escola - Estrutura Escolar e Acadêmicas Frágeis - Ausência de Estrutura no Anexo do Campo
03 33 05
Total 41
Fonte: elaboração gráfica, com suporte nos dados da investigação.
No quadro seguinte, composto de Gestores do Sistema, configuramos igual organização do quadro anterior, com os seguintes resultados: constituímos esta grade em Sete grandes temáticas compostas por diversos elementos temáticos agrupados por aproximação e associação de sentidos e/ou de significados, ou seja: 1 Organização Gestão e Burocracia Estatal, composta de 16 elementos temáticos, com frequência de 80 repetições; 2 Política Partidária, Burocracia e a Organização do Sistema: com quatro elementos temáticos e frequência de 53 repetições; 3 Estado e Política Educacional do Ensino Médio, com 24 elementos temáticos e frequência de 130; 4 Política Educacional do Ensino Médio e Ensino Profissional, com 12 elementos temáticos e frequência de 39 repetições; 5 Política Educacional e Formação na Escola, composta de Seis elementos temáticos e frequência de
38 repetições; 6 Política Educacional e Formação Regional, com 11 elementos temáticos e frequência de 54 repetições; 7 Estrutura Escolar, com um elemento temático e frequência de três repetições; confira na ilustração seguinte. (Quadro 3).
Quadro 3 - Organização das pré-categorias temáticas por aproximação: gestores do sistema
PRÉ-CATEGORIAS FREQ.
01 Organização, Gestão e Burocracia Estatal - Gestão e Organização do Estado
- Articulação Externa da Gestão - Burocracia do Estado e da Legislação - Regularização Institucional
- Definição de Políticas em Longo Prazo e de Direito Docente - Busca da Gestão Democrática na Gestão
- Autonomia e Liberdade na Gestão - Realização de Concurso Público - Servidores Públicos com Baixa Estima
- Necessidade de Continuidade na Execução de Programas - Ausência de Política em Longo Prazo e de Direito Docente - Ausência de uma Política de Recuperação das Escolas - Necessidade dos Gestores Escolherem Sua Equipe - Demissão de Temporários
- Necessidade de Utilização dos Recursos Educacionais
02 01 11 01 12 24 03 05 01 05 01 04 03 02 03 Total 80
02 Política Partidária, Burocrática e a Organização do Sistema - Possibilidade de Corrupção e Burocracia no Sistema
- Influência Negativa do Interesse Partidário e Empresarial na Educação - Pouco Tempo de Mandato e não Amadurecimento Político
- Instabilidade na Gestão da Educação
22 20 07 22
Total 53
03 Estado e Política Educ. do Ensino Médio - Estado e Política Educacional
- Dimensões da LDB
- Busca e Criação de Diretrizes para o Ensino Médio - Recurso Financeiro para Escola
- Período de Debates e de Conferências Educacionais - Tipos de Ensino Médio no Pará