2 THEORY
2.2 Subsea pipeline connection
2.2.3 Categorization
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103 | P á g i n a
GT1 ESTUDOS URBANOS E REGIONAIS
6
Francisco Ringo Star Pinto7
Graduado em Geografia CGE/CAMEAM/UERN [email protected]
Rosalvo Nobre Carneiro8
Professor Dr. do CGE/CAMEAM/UERN [email protected]
RESUM O
A violência se difundiu espacialmente, além dos grandes centros urbanos, as cidades pequenas também se apresentam com altos índices de criminalidades para os padrões municipais. Propõe-se mostrar a evolução da violência e da criminalidade nas pequenas cidades do Alto Oeste Potiguar-RN. Respalda-se em Carneiro (2009); Santos (2012); Arendt (2007); Bauman (2008) e Melgaço (2010). Utilizou-se os dados dos check-ups do 7º batalhão de Polícia Militar do Alto Oeste Potiguar para análise dos dados, com tabulações e gráficos no Excel 2010, bem como mapas com base no SPRING 5.0. Luís Gomes e Pau dos Ferros lideram o ranking regional nos casos de embriaguez e acidentes de trânsitos em 2010. A segurança passa por uma preocupação, uso do espaço e a produção do mesmo, isto é, para resolver desafios da violência na região defende-se como alternativa a promoção da tecnosfera da segurança.
Palavras – Chave: Alto Oeste Potiguar-RN, Criminalidade, Violência.
6 Este trabalho é fruto do Projeto PIBIC/CNPq: “As Geografias da Violência e do medo no Alto Oeste Potiguar-RN”, discutido no
Grupo de Estudos sobre Espaço, Ensino e Ciências Humanas – GEPEECH.
7 Graduado em Geografia pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN – CAMEAM.
8 Professor Permanente do Programa de Pós – Graduação em Ciências Sociais e Humanas – PPGCISH, Campus Central – UERN,
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INTRODUÇÃO
A região do Alto Oeste Potiguar tem diminuído em relação à violência num período de 2005-2010 em análise, mesmo tendo diminuído no ano de 2010, ainda é preocupante o número crescente de alguns crimes ligados à modernidade em conjunto com aqueles de questões tradicionais.
Com avanço da globalização, a modernização da técnica e a ação imposta pelas novas relações sociais no espaço geográfico, muitas inovações tecnológicas têm se expandido, pois, “o espaço é hoje um sistema de objetos cada vez mais artificiais, povoado por sistemas de ações igualmente imbuído de artificialidades, e cada vez mais tendentes a fins estranhos ao seu lugar e a seus habitantes”. (SANTOS, 2012, p. 63).
Nesse sentido percebe-se a evolução espacial e o aumento da criminalidade, sobretudo, com o uso e o aporte de armas de fogo cada vez mais inovado e moderno para o uso e a prática de crimes, tais como assaltos, roubos e tentativas de homicídios. Isso é uma realidade preocupante quando se trata do aumento cada vez mais tendente da indústria do crime, presente não somente no local, como também no global, se expandido de forma heterogênea nas regiões do Brasil e do mundo.
Mesmo que os crimes analisados a cada ano estejam caindo na região do Alto Oeste Potiguar, a desordem e o desrespeito no trânsito ligadas ao consumo de bebidas alcóolicas têm sido uma das questões discutidas ao longo desse artigo, além dos desafios e alternativas apontados como ideias para a diminuição da violência no Alto Oeste Potiguar, a partir de iniciativas governamentais por parte do Estado como ação governamental.
OBJETIVOS
Propõe-se estudar a evolução da violência e a criminalidade nas pequenas cidades do Alto Oeste Potiguar-RN, a partir dos crimes em análise no ano de 2010, com destaque para embriaguez e desordem e os acidentes de veículos com mortes de pessoas em Luís Gomes-RN e Pau dos Ferros-RN.
M ETODOLOGIA
Com base nos materiais e métodos utilizados na ênfase da pesquisa, foram utilizados os dados de 2010, com base das análises dos check-ups do 7º batalhão de Polícia Militar do Alto Oeste Potiguar-RN, onde a partir dos 13 crimes analisados, pôde-se perceber a evolução espaço-temporal dos crimes que mais crescem e se destacam a cada ano, tais como: acidentes de veículos com danos materiais, lesões corporais, acidentes de veículos com lesões corporais, furto, tentativa de homicídio, vias de fato, roubo, homicídio, furto a residência, furto de veículo e suicídio todos eles sendo analisados para serem pensados e discutidos, com destaque para embriagues e desordem e acidente de veículo com mortes de pessoas.
105 | P á g i n a A partir dos crimes selecionados e tabulados, são construídos gráficos no Excel 2010 e mapas com base no SPRING 5.0, para que se tenha um melhor entendimento com relação às pesquisas.
RESULTADOS
O espaço é o palco das ações humanas, onde não ocorrem apenas os fenômenos, mas também onde esses são produzidos, na qual, a existência e a interação entre espaço e sociedade, ou sociedade e natureza torna-se uma definição, é por isso que o espaço é considerado um “conjunto indissociável de sistemas de objetos e sistemas de ações”, conforme Santos (2012) ou ainda bem como aquele formado por um sistema de objetos e um sistema de ações orientados para fins e para o entendimento mútuo, conforme Carneiro (2008). Por essa razão é necessário analisar como a violência se comporta nessa óptica, como ela se dá em cada território. Já que cada espaço produz-se de forma conjunta e diferente conforme a sua temporalidade, a violência também pode ser analisada nessa óptica, ou seja, como ela tem evoluído, obtendo assim a sua configuração atual, como vem se comportando e mudando em cada lugar. Analisar a violência, sem levar em consideração, os acontecimentos no tempo e no espaço geográfico, isto é, a evolução de seus elementos, seria impossível. Todavia, tempo e espaço caminham juntos, pois:
O tempo e o espaço são inseparáveis, mudando conjuntamente, assim, para cada momento histórico corresponde um espaço geográfico. O tempo pode ser entendido a partir da sucessão e da coexistência, da mesma forma o espaço pode ser visto sob a ótica da sucessão dos meios geográficos e da justaposição de elementos advindos de temporalidades diversas. (SANTOS, 2012).
O Alto Oeste Potiguar, região sertaneja no interior do estado do Rio Grande do Norte, segundo dados do (IBGE), hoje com aproximadamente 241.211 habitantes distribuídas nos seus 36 municípios, tem a sua base econômica pautada, sobretudo, no setor terciário, atividades ligadas ao setor de serviços e comércios. Boa parte dessas cidades até em meados do final dos anos de 1980, conviviam tranquilamente nas casas com portas e janelas abertas, porém, as pessoas podiam conversar tranquilamente com amigos até o cair da tarde sem nem uma sensação de perigo, de violência e de medo. A violência existente em algumas delas estava mais ligada àquelas tradicionais, sobretudo, com relação a roubos, aos resquícios do coronelismo e a intrigas familiares, pouca presença do aparelho repressor do estado, porém, este, se concentrava mais em cidades como Pau dos Ferros, São Miguel e Alexandria.
A configuração sócia espacial da violência no alto Oeste Potiguar obteve sua evolução espaço-temporal aproximadamente na metade da década de 1990, sobretudo com crimes relacionados a embriagues e desordem, lesões corporais, acidentes de veículo com mortes de pessoas e entre outros ligados a modernidade, ou ao “período técnico-científico-informacional” (SANTOS 2012). “Se até 1999 os polos dinâmicos da violência localizavam-se nas grandes capitais e metrópoles, a partir dessa data observou-se o deslocamento da dinâmica para o interior dos estados”
106 | P á g i n a (WAISELFISZ, 2008, p.7), “o que pode ser explicado pela transformação econômica dos mesmos”.
Assim, na região do Alto Oeste Potiguar, destaca-se a cidade de Pau dos Ferros, com maiores índices de criminalidade sendo superior aos outros 36 municípios, por ser o polo sub-regional e por estar localizada na BR-405, trazendo em sua evolução espaço-temporal crimes relacionados a roubo a residência, homicídios, acidente de veículo com morte de pessoas, onde esses são os mais que se destacam, por sua vez, transformando o convívio social em pleno estado de medo e insegurança.
Em plena modernidade essa configuração e distribuição da violência, retratam em nossa região, territórios perigosos e sensações de medo, pois:
Quando os cidadãos vivem em situação de insegurança, os custos individuais e sociais são altos, pois as pessoas tendem a evitar as situações que as colocam em perigo, podendo deixar de frequentar escolas, ir ao trabalho ou visitar amigos. (IPEA, 2005, p. 108).
No espaço geográfico, assiste-se a uma região em que as cidades concentram- se com casas gradeadas, com muros altos, janelas e portas hermeticamente fechadas, cercas elétricas concentradas nessas casas, o medo ronda no território. Para Carneiro (2009) surge uma psicosfera da insegurança, isto é, sensação de insegurança por parte dos indivíduos, associada dentre outras coisas a percepção de que o aparelho repressor do estado não é capaz de manter suas vidas em segurança frente aos imperativos da violência cotidiana. E dessa psicosfera surge à sensação de temor e medo, todavia:
[...] O medo é mais assustador quando difuso, disperso, indistinto, desvinculado, desancorado, flutuante, sem endereço nem motivo claros; quando nos assombra sem que haja uma explicação visível, quando a ameaça que devemos temer pode ser vislumbrada em toda parte, mas em lugar algum se pode vê-la. “Medo” é o nome que damos a nossa incerteza: nossa ignorância da ameaça e do que deve ser feito – do que pode e do que não pode – para fazê-la parar ou enfrentá-la, se cessá-la estiver além do nosso alcance. (BAUMAN, 2008, p. 08).
Neste mesmo contexto Melgaço (2010, p. 106, grifo do autor) ainda reforça que, “A psicoesfera do medo aparece assim como uma precondição e uma justificativa para a instalação de uma tecnoesfera da segurança. [...]”. Nota-se, o investimento da sociedade atual na “tecnosfera da segurança privada” ou “tecnosfera da insegurança”, conjuntos de tecnologias particulares utilizados com o objetivo de reconstituir a sensação de segurança por parte dos indivíduos, mas que na verdade são verdadeiros cárceres privados (Sá, 2008), isso é o resultado da ineficiência e deficiência da “tecnosfera da segurança pública” ou o conjunto de tecnologias do Estado utilizados pelo aparato policial conforme aponta (Carneiro, 2009), para garantir a sensação de segurança da população.
Isso reflete um tipo de convivência desagradável, sendo que essa sensação de seguridade por parte dessas tecnologias, a sensação que dá pra o indivíduo não é a sensação de lar harmonioso, mas verdadeiras casas fechadas, ou seja, indivíduos
107 | P á g i n a encarcerados pelo medo, gerando assim um pensamento de que fora do lar, as ruas são violentas e o perigo anda à tona por toda parte. Contudo é o medo que há nas pequenas cidades do Alto Oeste Potiguar, ligados, sobretudo, aos crimes dominantes socioespacialmente.
A produção do espaço se dá de maneira diferente em cada lugar. O espaço é a referência pragmática das alterações e mudanças, transformando-se temporariamente, desigualmente conforme demanda as ordens produtivas de cada lugar. Ao mesmo tempo que o espaço é produtor em sua totalidade, essa produção também varia de forma desigual, seja em cada território, em cada região ou lugar.
A violência no Alto Oeste Potiguar está espacialmente distribuída nos 10 municípios da região do Alto Oeste Potiguar onde estes concentram os PIB’s mais altos da região, desde os casos de embriagues e desordem, até os casos de furtos e roubos que são comuns nessas cidades que formam a microrregião do Alto Oeste Potiguar. Nos mapas 01 e 02 é possível verificar como os casos de embriaguez e desordem e acidentes de veículos com mortes de pessoas estão amplamente concentradas nessas pequenas cidades.
Figura 01: Mapa de embriaguez e desordem 2010.
Tomando a primeira posição com os casos de embriagues e desordem no Alto Oeste Potiguar/RN, está a cidade de Luís Gomes com 67 casos no ano de 2010, com uma população de aproximadamente 10.000 habitantes. Um dos fatores principais que pode-se explicar a causa do município de Luís Gomes, ser a cidade em que se destaca mais nesse tipo de ocorrência, é pelo fato de seu município está situado em cima de uma serra, isso leva a crê que em altas altitudes, o clima frio, a baixa temperatura favorece o consumo exagerado de bebidas alcóolicas, sobretudo pelo fato, do município conter áreas lazer e pontos turísticos, que atraem pessoas da própria cidade em si, e de outros municípios locais, como é o caso de José da Penha e Major Sales.
108 | P á g i n a Seguida de Antônio Martins com 44 casos, com uma população de aproximadamente 7.000 habitantes, a cidade de Antônio Martins é a cidade que ocupa a 2º posição com relação aos casos de embriagues e desordem que mais se destaca com relação as outras ocorrências analisadas, isso mostra que a dinâmica espacial da criminalidade, principalmente ao uso e consumo de bebidas alcóolicas estão crescendo e avançando nas pequenas cidades do interior do estado.
Isso é um resultado da não criação de políticas de apoio a segurança públicas como investir em novos empregos que possam atender as demandas da população local, de preferência a juventude, pois, essa é uma falha por parte dos órgãos administrativos desses pequenos municípios, assim, sem oportunidades, a maior parte desses jovens que não se deslocam de suas cidades para irem trabalhar ou estudarem fora, acaba caindo no vício do consumo do álcool.
Figura 02: Alto Oeste Potiguar-RN: Acidente de veículo com morte de pessoas 2010
A cidade de Pau dos Ferros com uma população de 27.733 habitantes, com um PIB per capita maior da região do Alto Oeste Potiguar e com uma economia pautada no Setor Secundário e Terciário, ligada à construção civil e a prestação de serviços e comércios, atende as necessidades de sua população local e das pequenas cidades circo vizinhas que as cerca.
Percebe-se que o município de Pau dos Ferros se destaca com relação aos casos de acidentes de veículos com mortes de pessoas na região como pode ser visualizado a partir do mapa 02, com 8 casos seguidos de Rafael Fernandes, São Francisco do Oeste, Rafael Godeiro e Serrinha dos Pintos, ambas com 4 casos registradas. A cidade de Pau dos Ferros ocupa essa liderança, pelo fato de estar localizada na BR-405, onde boa parte das cidades circo vizinhas circulam pelo município, ocorrendo assim uma movimentação constante durante todos os dias, provocando assim inúmeros acidentes de trânsitos constantemente na cidade de Pau dos Ferros.
Assim, quando se trata em discutir a distribuição espacial da violência e os desníveis econômicos e desenvolvimento nesses municípios, percebe-se, a carência
109 | P á g i n a de uma ordenação territorial, quando se trata de municípios que foram criados há pouco mais de 20 anos, sem uma forma de desenvolvimento e planejamento por parte de seus administradores, e que a não criação de políticas públicas que possam trazer melhorias à população local, implica muitas vezes no resultado e na evolução da violência na nossa região verificada nesses últimos anos, verdadeiras transformações modernas que tem impactado na vida das pessoas, em seu convívio no cotidiano, ter que viver com medo, obrigados a encararem esses graves problemas sociais.
CONCLUSÕES
A violência irá diminuir quando o Estado estiver realmente preocupado com a população, investindo e trabalhando na criação de políticas públicas, que possam atender a demanda populacional ofertando emprego e educação de forma mais justa e equilibrada. Cabe também ao estado investir fortemente na tecnosfera da segurança, evitando que os indivíduos produzam em seus pensamentos, essa esfera psicológica chamada de psicosfera da insegurança, fazendo com que eles estejam dominantemente ligados a uma espécie de consumo, relacionados a uma arquitetura do medo em suas residências, originando como consequência, o medo de exercer suas vidas normalmente com liberdade e tranquilidade.
Desse modo, o papel do Estado quanto aos investimentos na segurança pública, é um papel fundamental que leva a diminuição da violência e suas consequências. Pois, quando o poder deste, exerce um papel positivo e importante na construção de uma segurança melhor e mais criação de políticas públicas, que favoreça a todos e de preferência aos mais jovens, dentro do território, consequentemente a violência vai diminuir, e deixará de existir nesse meio, e o cidadão poderá então, sair de casa, andar nas ruas, visitar amigos sem nem uma sensação de medo ou perigo.
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110 | P á g i n a SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: 4. ed. 1. reimpr, Editora da Universidade de São Paulo, 2012. (Coleção Milton Santos) WAISELFISZ, J. J. Mapa da Violência dos municípios brasileiros: versão para web. Brasília: Instituto Sangari, Ministério da Saúde, Ministério da Justiça, 2008.
111 | P á g i n a
GT1 ESTUDOS URBANOS E REGIONAIS
André Elias de Oliveira Nóbrega [email protected] Discente do IFRN-Natal Central
Nilma Cavalcanti Andrade [email protected] Discente do IFRN-Natal Central
Railson Pereira Figueiredo [email protected] Discente do IFRN-Natal Central
Maria Cristina Cavalcanti de Araújo [email protected] Docente do IFRN-Natal Central
RESUM O
O corrente trabalho objetiva mostrar a influência das obras da Copa do Mundo FIFA 2014 em Natal-RN, em especial no cotidiano da Escola Estadual Desembargador Régulo Tinôco e no comércio do entorno da Arena das Dunas. Durante o período das obras, as ruas ficaram interditadas e o trânsito de veículos e máquinas pesadas ficou bastante intenso, prejudicando os usuários da escola e do comércio local. Assim, foram aplicados questionários com intuito de averiguar a percepção dos mesmos acerca das dificuldades por eles enfrentadas no dia a dia, como consequência das referidas obras. Podem-se constatar diversos problemas pontuais, dentre eles alguns que perduram até hoje, mesmo após a quase finalização das obras, tais como a dificuldade de acesso e a queda na procura pelos serviços nos estabelecimentos comerciais.
112 | P á g i n a
INTRODUÇÃO
Nosso objeto de estudo está localizado em Natal, no Rio Grande do Norte, no cruzamento das Avenidas Lima e Silva e Prudente de Morais, em Lagoa Nova, bairro predominantemente residencial e administrativo, onde aconteceram as obras de construção da Arena das Dunas e de mobilidade urbana para a Copa do Mundo FIFA 2014, com a construção de túneis e viadutos, visando facilitar o acesso à Arena e melhorar o fluxo de veículos.
Orçada em cerca de R$ 400 milhões, a Arena das Dunas recebeu quatro jogos da Copa de 2014 e teve sua obra iniciada em outubro de 2011. O projeto é considerado pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, o “mais verde” e “sustentável” entre os projetados para a Copa, ou seja, está dentro de conceitos de ecologicamente corretos. Entre construção do estádio e obras acessórias ao complexo, os gastos ultrapassam os R$ 2 bilhões de reais, valor confirmado pelo Secretário Estadual de Infraestrutura (SIN), Dâmocles Trinta.
O bairro de Lagoa Nova está situado na Região Administrativa Sul de Natal, dispondo de uma infraestrutura básica, como energia elétrica, telefonia,