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Byrom programmert for barn eller voksne

Barnas plass i Drammen

4. Barnas plass i Drammen

4.6 Byrom programmert for barn eller voksne

As metodologias de valores de corte surgiram como o primeiro tipo de procedimento prático para a identificação de subcentros urbanos. Dentre estas, o trabalho de MCDONALD (1987) é a primeira metodologia formal para a identificação de subcentros da qual se faz referência ao propor uma análise de cunho instrumental, e tão logo distante de algumas definições de subcentros utilizadas à época43.

43 Era comum definir subcentros como regiões onde se situavam órgãos da administração pública

(fóruns, por exemplo), locais históricos ou mesmo definições tipicamente arbitrárias e sem maior fundamentação, conforme se destaca em GIULIANO e SMALL (1991).

Assim como nas proposições policêntricas teóricas, este trabalho teve como pano de fundo as discussões a respeito do processo de descentralização do emprego nos EUA. Sendo assim, e de modo geral, a primeira etapa deste tipo de trabalhos envolve a busca por algum indício a respeito do processo de descentralização do emprego no local estudado. No trabalho de MCDONALD (1987), por exemplo, esta investigação deu-se a partir de uma estimativa de função de densidade do emprego para a cidade de Chicago da seguinte forma:

•€• = r + ƒl + J (3.1) Onde:

yi = número de empregos por acre na zona i44

xi = distância da zona i ao centro principal.

Em MCDOLNALD (1987), ao se confirmar a existência de indícios a respeito da descentralização do emprego (dados na queda não proporcional do número de empregos na medida em que a distância ao centro principal aumentava), foi proposto um método para explorar a existência de subcentros de emprego na cidade de Chicago, a partir da análise da concentração do emprego.

Para tanto, o autor definiu que um subcentro seria uma zona de aferição (local) cuja concentração do emprego fosse maior do que todas as zonas adjacentes. Para essa medida, o autor sugeriu tanto a densidade do emprego como a razão emprego/população, para o emprego total ou industrial. Essa definição, contudo, não seria aplicada a subcentros que fossem compostos por duas zonas censitárias ou mais. Para condizer com os expostos teóricos, estes subcentros deveriam, ainda, ter efeito significativo sobre a estrutura urbana, ou seja, deveriam influenciar, por exemplo, o valor da terra e a densidade populacional nas regiões adjacentes, tal como o centro principal. Os resultados finais deste trabalho apontaram a existência de 4 subcentros na cidade de Chicago, formados por 44 zonas censitárias.

O procedimento investigativo proposto em MCDONALD (1987), entretanto, possuía lacunas significantes como metodologia para identificação de subcentros,

44 Na literatura internacional sobre este assunto as medidas de densidade são feitas, via de regra, em

acres. Logo, neste trabalho mais adiante a opção também será pelo uso da densidade em acres, lembrando que 1 acre = 4.047m2.

pois este poderia identificar, por exemplo, como subcentro um local com baixa densidade de emprego cercado por locais com pouco ou nenhum emprego, conforme se aponta em MCDONALD e MCMILLEN (1998).

As lacunas do procedimento proposto por MCDONALD (1987) fizeram com que este, sem maior disseminação, logo fosse suprimido por outros métodos mais eficazes, a exemplo do proposto por GIULIANO e SMALL (1991), que desde então, é a maior referência metodológica para a identificação de subcentros urbanos a partir do estabelecimento de valores de corte.

O método proposto por Giuliano e Small - G-S, no trabalho intitulado “Subcenters in the Los Angeles region” de 1991, é o mais difundido dessa tipologia ainda na atualidade. Tal metodologia destacou-se por ser pioneira ao preconizar, no âmbito dos métodos para a identificação de subcentros, a necessidade do estabelecimento de um duplo parâmetro para a identificação de um local como subcentro, a saber: um para a densidade do emprego (relativo) e outro para o total de emprego (absoluto).

O uso de dois valores de corte para dois parâmetros visava contornar algumas lacunas de métodos anteriores, a exemplo do de Mcdonald, ao possibilitar uma análise mais consistente e que possibilitasse a comparação, inclusive intertemporal, de resultados entre diferentes ou mesmas localidades45.

Em G-S, definiu-se um subcentro urbano como um conjunto de zonas contíguas46, cada qual com densidade de emprego superior a algum valor de corte

K4

e que em conjunto possuem pelo menos o total de empregos superior a

„I

. Por esta definição o subcentro seria delimitado pela zona a partir da qual todas as demais imediatamente adjacentes obtivessem densidade do emprego inferior a

K4

47.

Devido a esta definição, todas as zonas com alta densidade de emprego fariam parte de um subcentro, a não ser que possuam uma quantidade de empregos inferior a

„I

ou então sejam isoladas (não façam parte de um cluster de locais com

45 Os autores destacam à época a grande discrepância entre resultados alcançados por diferentes

métodos para mesmas cidades e regiões.

46 A base de dados utilizada neste trabalho foi composta dos dados referentes às 1146 Transportation

Analisys Zones – TAZ (Zonas de analise para transporte), que são zonas censitárias de dimensões espaciais reduzidas atribuídas para a região de Los Angeles pela SCAG (Southern Califórnia Association of Governments), bem como dos dados da pesquisa Census journey-to-work (Pesquisa de jornada ao trabalho) a respeito do emprego e dos fluxos de viagens no ano de 1980.

47 No trabalho de Giuliano e Small, para ser considerada como adjacente, a região teria que possuir

alta densidade de empregos e emprego total superior a

„4).

O pico do centro, ainda, seria definido como a zona de maior densidade de empregos ou o grupo de zonas contíguas dentro do subcentro que, juntos, tem pelo menos

„I

empregos.

A fim de caracterizar um subcentro de emprego como um local relativamente compacto e com uma massa total de trabalhadores considerável, o trabalho de G-S estipulou os valores de corte em 10 empregos por acre para a densidade e 10.000 para o total de empregos48, valores que trouxeram à tona a existência 32 subcentros

na Região de Los Angeles49. Neste trabalho, a argumentação elencada destacou

que a escolha dos valores de corte foi governada pelo desejo de coincidir conceitos teóricos com resultados práticos e intuitivos, de maneira a analisar os deslocamentos para os subcentros e também obter uma base de dados adequada para a análise estatística50. .

É necessário destacar que a principal contribuição feita pelo trabalho de G-S no âmbito dos métodos para a identificação de subcentros, contudo, não foram os valores de corte estabelecidos (tal como se fosse um parâmetro universal para uma centralidade urbana), e sim a necessidade de análise de mais de um parâmetro para a qualificação, ou não, de um local como subcentro. Isto se comprova pelo fato de que na difusão do método, exposta adiante, por vezes, os valores e parâmetros de corte estipulados são diferentes do utilizado no método original, de modo a adequar os valores às especificidades inerentes a cada local de estudo.

Devido a isto, a principal ressalva que recaí sobre o uso de métodos relacionados à valores de corte é justamente a respeito dos critérios para definição dos valores de corte, visto que estes são os principais responsáveis pela obtenção dos resultados. Boa parte das críticas realizadas a estes procedimentos, a exemplo das apresentadas em QISHENG E LI (2006), discorre sobre a arbitrariedade no

48 Devido às especificidades e reduzido tamanho de alguns munícipios da região de Los Angeles, os

autores baixaram o corte para o total de emprego para 7.000 em três localidades periféricas.

49 A partir da identificação dos subcentros foi realizado também: Cálculo da razão

emprego/população; Caracterização dos subcentros com respeito à área, emprego e população relativos; Considerações acerca da distância média percorrida pelos trabalhadores empregados em cada um dos subcentros; Distribuição relativa dos tipos de emprego concentrados nos subcentros, tais como industriais, serviços, administração pública etc. e Análise de cluster, no intuído de agrupar os subcentros de emprego de acordo com sua vocação dominante.

50 Ainda sobre os valores de corte utilizados os autores argumentam que elevados valores poderiam

excluir centros de emprego especializado, próximos, por exemplo, a regiões de alta densidade de emprego ou ainda desconsiderar locais com considerável quantidade de empregos localizados em regiões periféricas.

estabelecimento dos valores de corte para os parâmetros, uma vez que, por vezes, tais valores são tomados sem a mínima base estatística.

Independente das críticas que sofre as metodologias baseadas em valores de corte para a identificação de subcentros urbanos, ainda hoje, são as que possuem maior difusão internacional. Desta forma, e para atestar a importância que este procedimento possui nas análises econômico-urbanas, dado em sua intensa réplica, o próximo item apresentará resultados da aplicação deste procedimento em diversas localidades.

3.2.1.1 A disseminação das metodologias de corte na prática internacional. Embora as discussões acerca do caráter policêntrico das cidades na NEU datem do final da década de 1970, os trabalhos empíricos voltados à identificação dos subcentros urbanos são relativamente mais recentes e ganharam maior notoriedade na prática internacional durante a década de 1990.

Entre os que utilizam valores de corte, o mais comum se tornou o uso de dois parâmetros, via de regra a densidade do emprego e o emprego, tal como se propôs em G-S. Boa parte destes estudos, devido ao pioneirismo na elaboração dos métodos e no tipo de pesquisa, teve como campo de pesquisa cidades e regiões metropolitanas localizadas nos EUA, entretanto, tais procedimentos foram também replicados em localizações do continente Europeu e inclusive na América Latina, tal como a apresentação a seguir demonstrará.

SMALL e SONG (1994) pesquisaram a existência de subcentros de emprego, assim como G-S, na região de Los Angeles, contudo, neste trabalho os autores elevaram os valores de corte para 20 empregos por acre para a densidade e 20.000 para o total de empregos. Desta forma, os resultados obtidos apontaram a existência, de 7 subcentros em 1970 e 10 subcentros em 1980. Na segunda etapa do trabalho os autores testaram os subcentros identificados em funções de densidade do emprego e população, considerando a região de Los Angeles como monocêntrica e policêntrica, o que os levou a concluir que a estimativa no formato policêntrico seria mais adequada para explicar os padrões de dispersão da população e emprego na região.

MCMILLEN e MCDONALD (1998), no intuito de estimar funções de densidade e probabilidade do emprego na região metropolitana de Chicago para os anos de 1980 e 1990, identificaram, primeiramente, 20 subcentros de emprego. A opção

pelos valores de corte se deu tal como a de G-S, ou seja, 10 trabalhadores por acre para a densidade do emprego e 10.000 para o total de empregos. Vale o destaque, entretanto, que em dois locais com elevada concentração de emprego o valor de corte para a densidade foi elevado para 20 trabalhadores por acre51. Identificados os potenciais subcentros, as distâncias inversas destes até o centro principal foram incluídas como variáveis explicativas nas equações de densidade e probabilidade do emprego. Após a aplicação deste procedimento ganhou destaque a influência que 4 dos 20 subcentros identificados exerceram sobre o gradiente de densidade do emprego.

GIULIANO e SMALL (1999) em novo trabalho voltado à análise da região Los Angeles, contudo, dessa vez no intuito de explicar os fatores que influenciam no crescimento dos subcentros de emprego, propuseram o valor de 3.000 como corte para o total de empregos e mantiveram o corte para a densidade de empregos em 10 trabalhadores por acre. Neste trabalho foram identificados 33 subcentros para a região de Los Angeles, entretanto, a pesquisa pelos fatores que influenciam no crescimento destes foi inconclusiva.

ANDERSON e BOGART (2001) perfizeram a análise e comparação do número de subcentros em quatro áreas metropolitanas de similar tamanho dos EUA, a saber: Cleveland, Indianopolis, Portland e St. Louis a partir de dados do ano de 1990. Os autores seguiram à BOGART E FERRY (1999, apud ANDERSON e BOGART, 2001) e optaram pelo valor de 5 trabalhadores por milha quadrada para a densidade e 10.000 para o total de empregos, fazendo com que os resultados finais da pesquisa apontem 9 subcentros em Cleveland, 11 em Indianopolis, 11 em Portland e 10 em St. Louis.

COFFEY e SHEAMUR (2001) analisaram a existência de subcentros de emprego na região metropolitana de Montreal, Canadá, para o ano de 1996. Neste trabalho, e antes da escolha dos valores de corte, os autores testam diversas metodologias baseadas em valores de corte, a fim de identificar qual se ajustaria de melhor forma ao local de estudos. Para tanto, foram analisados os resultados provenientes do uso de seis tipos de parâmetros para corte: (1) o total de empregos;

51 Os mesmos autores em trabalho posterior, MCMILLEN e MCDONALD (2000),utilizaram a mesma

base de dados e os mesmos subcentros identificados para analisar como o mercado imobiliário (industrial, comercial e residencial) desenvolve-se, entre outros, nos entornos dos subcentros de emprego na Região Metropolitana de Chicago.

(2) picos locais no gradiente de densidade do emprego; (3) razão trabalhador emprego/residência - E/R52; (4) total de emprego combinado com densidade do

emprego (G-S); (5) razão E/R e total de emprego e (6) razão E/R e densidade do emprego. Após a aplicação de todos estes métodos, combinados a diferentes valores de corte, a opção dos autores foi pelo uso da razão E/R correspondente a 2 (duas vezes mais postos de trabalho do que trabalhadores residentes) e o total de empregos de 7.00053. Com base nestes valores de corte foram encontrados 6 subcentros de emprego formados por 20 zonas censitárias.

BAUMONT e BOURDON (2002) identificaram subcentros na região de Dijon, França, nos anos de 1990 e 1999 a fim de perfazer uma série de análises de cluster com os subcentros identificados. Os autores utilizaram o valor de 10 empregos por acre para a densidade nos dois períodos e 1600 como o total de empregos em 1990 e 1400 em 1999. Neste trabalho foram identificados 6 subcentros de emprego, formados por 9 zonas censitárias em 1990, e outros 6 subcentros, formados por 10 zonas censitárias em 1999.

MCMILLEN e SMITH (2003) baseados na densidade e total de empregos, identificaram subcentros de emprego em 62 áreas urbanas dos Estados Unidos. Neste trabalho, contudo, os autores propuseram o estabelecimento do valor de corte para a densidade com base nos resíduos positivos do valor previsto do logaritmo natural da densidade do emprego em cada zona censitária54. Para o total de

empregos foi assumido o valor mínimo de 10.000 trabalhadores (inspirado em G-S (1991)). O número de subcentros identificados variou de 46 para locais como a região de Los Angeles, ou mesmo nenhum para regiões como a da cidade de Austin, Texas. Em seguida os autores utilizaram o número de subcentros encontrados em cada região para testar a predição do modelo de F-O de que o número de subcentros aumenta de acordo com a elevação da população e dos custos de deslocamento. Através da estimativa de um modelo de Poisson os autores verificaram que nos moldes do trabalho uma cidade com baixos níveis de

52 Em palavras simples, essa razão é dada pelo número de pessoas que trabalham em determinada

zona censitária, dividida pelo número de trabalhadores (em vez do total de habitantes) que residem neste mesmo local.

53 Esse valor refere-se a 0,5% do total de empregos da Região Metropolitana de Montreal.

54 Foi utilizado um estimador não paramétrico, a regressão localmente ponderada, para calcular o

valor previsto do logaritmo natural da densidade do emprego (y) para cada zona censitária. Desta forma, potenciais subcentros foram identificados com base em resíduos significativamente positivos, associados aos valores críticos de 5% e 10% (1.96 e 1.64).

congestionamento desenvolve seu primeiro subcentro quando a população alcança 2,7 milhões e o segundo com 6,75 milhões de habitantes.

MCMILLEN e LESTER (2003) ao analisar a evolução no número de subcentros, densidade do emprego e densidade da população na região metropolitana de Chicago - EUA, nos anos de 1970, 1980, 1990 e 2000, aplicaram como valores de corte o mínimo de 15 trabalhadores por acre para a densidade e 10.000 para o total de trabalhadores. Neste trabalho foram encontrados 9 subcentros no ano de 1970, 13 em 1980, 15 em 1990 e 32 em 2000. Os autores estimaram também a existência de 24 subcentros no ano de 2020 nesta mesma região.

QISHENG e LI (2006) ao analisar a região de Houston, EUA, tiveram como objetivo identificar os subcentros nos anos de 1990 e 2000 para, em seguida, estudar a relação destes com o gradiente de densidade do emprego e população e também o preço dos imóveis. No estudo os autores utilizam os valores de corte propostos por de G-S (1991) e defenderam a significância estatística desse método para a região do estudo, uma vez que, ao acaso, o local estudado possui a densidade do emprego distribuída de maneira normal. Assim sendo, e utilizando-se de um SIG para trabalhar com os dados, os autores encontraram 11 subcentros de emprego em 1990 formados por 130 zonas censitárias e 12 em 2000, formados por 127 zonas censitárias.

LÓPEZ e MUÑIZ (2005), no intuito de identificar subcentros e medir o grau de policentrismo da Região Metropolitana de Barcelona (RMB) – Espanha estabeleceram como valor de corte para a densidade do emprego o valor correspondente à média desta medida e, para o total de emprego, o valor correspondente a 1% do emprego total da RMB. Feito desta forma foram encontrados 6 subcentros de emprego em 1986 e 13 subcentros de emprego em 1996.

AROSEMENA (2008) utilizou os valores de corte propostos por G-S(1991) para identificar os subcentros de emprego da cidade de Bogotá – Colômbia a partir de dados do censo Colombiano para o ano de 1993. São identificados 20 potenciais subcentros de emprego, formados por 71 zonas censitárias. Neste trabalho, assim como em outros já apresentados, a identificação dos subcentros teve como objetivo alçar a estimativa da densidade do emprego e da população em Bogotá.

Para sintetizar ao final todos os trabalhos expostos nesta sessão, o quadro abaixo faz a compilação dos principais resultados no que diz respeito aos autores e ano da publicação, local pesquisado, valores de corte assumidos e número de subcentros identificados.

Quadro 1: Síntese dos métodos expostos.

Autores e ano da publicação Local Valores de corte Subcentros identificados e Ano

Small e Song (1994) Região de Los Angeles Densidade > 20 (acre) 7 em 1970 e 8 em 1980

Total de empregos > 20.000

Mcmillen e Mcdonald (1998) RM de Chicago Densidade > 10 (acre) 20 em 1980 e 20 em 1990 Total de empregos > 10.000

Giuliano e Small (1999) Região de Los Angeles Densidade > 10 (acre) 33 em 1970 e 33 em 1980 Total de empregos > 3.000

Anderson e Bogart (2001) Cleveland, Indianopolis Densidade > 5 (milha2) Para 1990: 9 em Cleveland, 10 em St. Louis

Portland e St. Louis Total de emprego > 10.000 11 em Indianopolis e 11 em Portland

Coffey e Sheamur (2001) RM de Montreal Razão emprego/pop > 2 6 em 1996

Total de emprego > 7.000

Baumont e Bourdon (2002) Região de Dijon (França) Densidade > 10 (acre) 6 em 1990 e 6 em 1999

Total de emprego > 1.600 (1990) Total de emprego > 1.400 (1999)

Mcmillen e Smith (2003) 62 áreas urbanas - EUA Densidade: resíduos positivos Exemplo: 36 em Nova York em 1990 Total de emprego > 10.000

Mcmillen e Lester (2003) RM de Chicago Densidade > 15 (acre) 9 em 1970, 13 em 1980,

Total de emprego > 10.000 15 em 1990 e 32 em 2000

Pan e Ma (2006) Região de Houston Densidade > 10 (acre) 11 em 1990 e 12 em 2000

Total de emprego > 10.000

López e Muñiz (2006) RM de Barcelona Densidade: dobro da média 6 em 1986 e 13 em 1996

Total de emprego > 1%

Arosemena (2008) Bogotá Densidade > 25 (hectare) 20

Total de emprego > 10.000