kompetanse, holdninger og praksiser
5.3 Brukermedvirkning og brukerstyring
Iniciamos este volume partindo da psicologia do involuído Desse ponto é que se iniciou a nossa ascensão, estudada anteriormente a um simples caso vivido, experimentalmente observado. Depois, para tomar o impulso a uma ascensão mais vasta, dilatamos a observação a todo o plano inferior da animalidade, para ver suas leis de luta e seleção para a produção do seu tipo mais forte, de acordo com a biologia daquele plano. Enfim, no precedente capitulo, para passar ao plano mais alto e à sua biologia, pusemos em foco a observação do fenômeno da metamorfose do humano ao super-humano, mas não mais, como antes, numa particularidade, mas estendendo o estudo até à visão das leis gerais do fenômeno que o regulam para todos. Alcançado esse ponto, podemos estender o nosso exame à mais íntima técnica do mais vasto fenômeno de toda a evolução. É maravilhoso observar o método pelo qual funciona e se cumpre, pois que ele exprime a técnica do processo da criação, o sistema com o qual se realiza a perene ação criadora de Deus. Este, pois, além de transcendente, é também imanente e presente, qual pensamento que sempre mais perfeitamente se exprime na forma evolvente, em que ele se manifesta. Também este fato é aqui relatado por meio de visões percebidas por intuição. Elas assim se fazem sempre mais vastas e profundas, à medida que o argumento se
desenvolve, fazendo-nos ascender de plano em plano, que nos levará a compreender o espírito e a sua estrutura. Do fato que tais concepções são obtidas, não por análises com método racional objetivo, mas por síntese com o método da intuição, deriva a sua força, segundo a qual elas são aqui apresentadas. Enquanto a mente moderna se demora na investigação do particular e na infinita casuística, aqui se concebe por grandes linhas de orientação, indo, assim, diretamente às soluções dos problemas e às raízes dos fenômenos, mostrando seu funcionamento substancial. Assim sendo, a nossa exposição não pode assumir, conforme a hodierna forma mental objetiva, a forma periférica aderente aos efeitos, mas é central, aderente as causas As deduções, as aplicações ao caso particular, o íntimo e incomunicável controle experimental que o autor fez por si mesmo, depois qualquer um poderá fazê-lo em si e por si.
O precedente exame da metamorfose humana ou catarse físico-espiritual, nos tem levado plenamente ao fenômeno da evolução, de cuja técnica nos propomos agora aprofundar a observação. Devemos aqui presumir o conhecimento do problema da personalidade humana tratado no precedente volu- me: A Nova Civilização do Terceiro Milênio. Trata-se aqui de desenvolver aqueles conceitos, especialmente com relação à evolução. Vimos que espírito e corpo são os dois extremos de um mesmo organismo, os pólos inversos de uma mesma unidade. As características do corpo são físicas, as do espírito, psíquicas. De um lado qualidades materiais sensorialmente ponderáveis, de outro lado qualidades imateriais, imponderáveis. Assim é pelo princípio universal de dualidade e por lei geral de equilíbrio, simetria e complemento, pelo qual cada individualidade é uma unidade equilibrada e simétrica feita de duas unidades inversas complementares. Essas duas partes do organismo único dividem entre si, conforme sua natureza, o trabalho e a função da vida, sendo opostas e ambas necessárias. Assim, o dinamismo biológico, base da evolução, se divide em dois. O corpo trabalha no exterior, em uma forma de atividade periférica e sensória; ocupa-se pois do registro das experiências e da transmissão ao centro que está no outro polo do ser. O espírito, que é íntimo, central e sensitivo, é o ponto de chegada daquela atividade. Ele trabalha no interior, em forma inversa que completa a primeira, que, sozinha, não teria finalidade. Ele elabora e fixa os registros que lhe são transmitidos, os assimila e os transforma assim em material construtivo da personalidade. Somente dessa maneira a vida física assume um significado e uma meta; e esta é a evolução, que significa contínua conquista da vida.
Os dois termos são necessários um ao outro; o corpo como instrumento do espírito, e o espírito enquanto dá significado, valor e direção à vida do corpo. A colaboração é possível enquanto os dois termos e os seus trabalhos são opostos e, ainda que rivais, não valem senão enquanto ficam ligados para se completarem. Esses princípios gerais definem logo a estrutura do complexo humano, no seio da qual po- demos assim ver já como funciona o dinamismo biológico do qual se desprende a ascensão evolutiva. Temos então dois campos de força opostos que, como no amor e no ódio, que é o amor no negativo, se abraçam para se sobrepujarem, logo que um dos dois seja menos forte. Também, como nos dois sexos, nenhum pode operar isolado. O espírito sozinho não teria expressão e contatos no plano físico que, embora sendo ilusório, através da ilusão dos sentidos, tem de transmitir à consciência experiências que no seu campo são bem reais e necessárias à consciência para a sua formação. Sem o espírito ao corpo faltaria o dinamismo animador e não seria senão um cadáver. Como sempre, todo trabalho genético não se pode verificar senão por junção dos dois termos contrários.
Que correlação há entre os dois termos? Eles estão, na correlação de causa e efeito, em íntima colaboração, se bem que contrários. O motor, o princípio centralizador, o Eu uno, sempre o Eu uno através das suas contínuas transformações, é o espírito, intuitivo e sintético. O seu meio e expressão é o corpo, imerso no múltiplo, relativo e contingente, constrangido a uma contínua troca e renovação para suprir a sua caducidade, feito de um contínuo tornar-se e sensorialmente analítico. É justamente essa contradição que os obriga a se unirem e se completarem. É erro, pois, considerar o homem somente como espírito, ignorando e desprezando o corpo como fazem alguns espiritualistas e místicos, ou considerar o homem só como corpo, ignorando e desprezando o espírito, como fazem os materialistas. A vida nunca é unilateral, desequilibrada, assimétrica. E se há contraste entre os dois termos, assim é para um escopo construtivo, uma luta que se deve resolver com a evolução. Se para o normal vigora a norma áurea da "mens sana in corpore sano", para quem vive a metamorfose biológica, a luta é necessária entre espírito e corpo para chegar à vitória do primeiro e
passar além da vida do segundo.
A atual biologia se detém no corpo, isto é, no efeito e não penetra as causas que estão em outra biologia, transcendental ou do espírito. Assim a ciência não vai além da que é a forma material, a expressão no mundo físico. Todavia, sendo o corpo uma projeção do espírito, a ciência, adiantando-se sempre mais na observação da íntima estrutura das coisas, não poderá fazer menos do que encontrar o espírito. O corpo existe enquanto há uma causa em si, que ele exprime e revela, como o universo físico exprime e revela o divino pensamento que o anima. O corpo é manifestação do espírito, como o criado é a manifestação de Deus. Ora, se no homem o espírito, que é causa, precede o efeito ou forma que ele plasma à sua imagem e semelhança, o efeito, por sua vez, reage e se torna causa, cujos efeitos depois estão no espírito, tornando-se por sua vez em nova causa e assim prosseguindo. Já vimos isto a propósito do órgão e da função. A vida do corpo é um meio de experimentação que elabora o espírito, mas podemos também dizer que é a potência do espírito que elabora para si o seu corpo. Se é verdade que o espírito se serve do corpo para armazenar os resultados experimentais de um exterior feito de tenazes resistências, ele também os transcende e no seu seio os transforma em qualidades do Eu e em valores espirituais. Estes modificam, assim, a estrutura do campo de forças da personalidade e do dinamismo causal, que lançará correntes sempre diversamente plasmadoras da forma, fazendo assim evoluir também esta como conseqüência da sua mesma evolução. Desse modo, passando-se da causa ao efeito, deste depois se volta à causa como nova causa, e desta, assim modificada, passando-se de novo ao efeito para o modificar ainda, como acontece por ação e reação entre órgão e função e ao contrário, com esse processo lentamente se opera a transformação evolutiva. Os dois impulsos contrários continuam assim a se moverem um para o outro, invertendo as suas posições a cada passo, sempre porém enlaçados numa corrente que é contínua e que forma um mesmo caminho evolutivo. Se no seu íntimo a estrutura do fenômeno é oscilante entre dois pólos opostos de vaivém e ao contrário, no seu conjunto representa uma ascensão constante em que o ritmo interior desaparece.
Assim o dinamismo da vida parte do pólo positivo que é o espírito, ativo, e como corrente positiva, vai para o pólo negativo, que é o corpo, passivo por sua natureza. Daqui aquela corrente animadora retorna em forma negativa ao pólo positivo, fechando o circuito, e dessa maneira prossegue. A carne quer conservar- se e engordar. É fêmea e quer a gênese na carne. O espírito quer renovar e subir. É macho e quer a gênese no espírito. A primeira representa uma expansão horizontal, a segunda, uma vertical. No topo da escada, à testa do caminho evolutivo está sempre o espírito, enquanto no fundo da escada, na cauda do caminho, está a massa indolente dos corpos. O mundo físico está subordinado ao espiritual, como inferior deve ser o servo, e este arrastado por aquele o segue por último na sua ascensão. Sozinho, apodreceria na abundância. Desse modo, a iniciativa de todo movimento está no espírito; no entanto ele é uma conseqüência da resposta que o corpo deu à precedente iniciativa do espírito consolidada pelo meio físico, sendo por este formado o contato com o ambiente. Já vimos como órgão e função colaboram sem que se possa dizer qual dos dois precede o outro no respectivo desenvolvimento. O órgão está no corpo, a função no espírito e eles cooperam para o mesmo fim de fazer o homem. Através dessa alternada vicissitude se dão as mutações, as variações do indivíduo como da espécie, fixando-se antes no imponderável, e depois na forma física que o exprime. A adaptação é psíquica e orgânica a um tempo, sendo as duas formas conexas. A evolução, iniciando-se no espírito, o corpo depois deve segui-la, ainda que ele esteja sempre no final desse caminho.
Esta é a técnica da evolução. Ela resulta de dois movimentos em duas direções opostas. O dinamismo do espírito gravita para o interior, abre caminho para a substância. o infinito, o eterno, o absoluto, a essência de Deus; a do corpo gravita para o exterior e explora a forma, o finito, o transitório, o relativo, a manifestação de Deus. Quem compreendeu qual é a estrutura do universo sabe que este é constituído por esquema único, repetido em toda altura evolutiva e em todas as suas dimensões; acha, enfim, lógico, que no complexo humano, espírito-corpo, seja repetido o modelo do complexo universal, ou unidade dada por uma dupla de opostos complementares, nos quais Deus e universo, transcendência e imanência, se equilibram. A vida e a sua elaboração evolutiva são dadas pela continua troca dinâmica entre os dois campos de forças. Cada uma das duas é por sua vez agente e reagente. O dinamismo circulante entre eles inverte o seu sinal a cada passagem. Assim, fecha-se o ciclo, e o dualismo reencontra a unidade em um único circuito. Por
períodos inversos, o trabalho é contínuo porque, quando ele é ativo em forma positiva, na vida exterior, diurna, então está em calma, em forma negativa própria da vida interior, noturna e ao contrário. Positivo e negativo são duas posições relativas, que se invertem e se tornam em negativo e positivo, de modo que há sempre um positivo em ação. Desse modo, trabalhando alternativamente, espírito e corpo, a atividade é contínua, mesmo com funções inversas.
Um primeiro estímulo, que desloca os equilíbrios em um campo com todas as suas conseqüências, provém do campo oposto. Os choques do ambiente, através dos meios sensórios, continuamente bombardeiam o espírito, o que significa que os impulsos do ambiente tentam penetrar e se unir no seu sistema dinâmico que, mesmo oferecendo resistência às deformações, registra e se adapta e assim fixa na sua estrutura cinética novas trajetórias, isto é, assimila novas qualidades. Por sua vez, o sistema dinâmico que constitui o espírito, bombardeia, com o seu feixe de forças, o sistema atômico-molecular-celular, que constitui o corpo, o qual, resistindo às deformações, registra e se adapta e assim fixa na sua estrutura cinética novas trajetórias, assume, no mundo da ilusão sensória, novas formas orgânicas. Veremos mais adiante, no capítulo 17: "As últimas orientações da ciência", que a matéria se reduz a uma onda sem substrato material, isto é, àquele mesmo dinamismo ao qual se pode reduzir também o espírito. Encontrado esse denominador- comum entre espírito e matéria, esta interação entre espírito e corpo é também cientificamente possível e aceitável. Assim, trabalhando em dois campos diversos, o espírito constrói o corpo e o corpo serve para construir o espírito.
Ora, como podem os impulsos provenientes do sistema dinâmico-espírito atacar as forças do sistema dinâmico-corpo? Para que os dois campos se possam comunicar, é necessário que eles possam estar em contato, o que, no mundo dinâmico, significa vibração em uníssono, sintonia. Devendo as forças se unirem uma na outra e se fundirem, isto não pode acontecer senão onde elas encontrem a mesma freqüência, um igual número de períodos, à semelhança de duas centrais elétricas que se quisessem pôr em paralelo. Ora, a escala evolutiva se poderia exprimir dinamicamente com uma passagem da onda longa à curta, da baixa à alta freqüência e potencialidade. Então os dois sistemas dinâmicos espírito e corpo não podem comunicar-se senão onde estejam contíguos na escala evolutiva, tenham a mesma freqüência, a mesma potencialidade, períodos e comprimento de onda; isto é, poder-se-ia dizer, nas zonas mais baixas do espírito, nos seus extratos mais involuídos e nas alturas máximas do organismo físico, isto é, nos extratos mais evoluídos. O que significa que o contato não se pode dar senão no sistema nervoso e cerebral, que representa as células mais evoluídas, isto é, a zona organicamente mais elevada e ao mesmo tempo espiritualmente mais baixa, enquanto ela é a primeira materialização daquele organismo imponderável radiante e receptor, que é o espírito.
Tudo isto é possível quando se sabe que o universo, tal como aparece aos nossos meios sensórios com a sua solidez física, não é senão uma aparência. Quanto acima está exposto se torna concebível quando se sabe que a substância da matéria não é representada por algum substrato em sentido físico concreto, mas somente por trajetórias e relações, isto é, redutível à energia e esta a conceitos abstratos. Desse modo fica demonstrável a equivalência matéria-energia-espírito, afirmada nestes escritos. Assim como a matéria se pode reduzir a energia e a pensamento, é lógico que inversamente o pensamento se possa reduzir a energia e matéria, que ele seja criador de todas as formas antes dinâmicas e depois físicas. Dessa maneira se compreende como o só pensamento de Deus tenha podido construir um universo, cuja verdadeira solidez não está na matéria mas está toda na constância e inviolabilidade das leis que o governam, isso é, em princípios abstratos. Se a ciência já pode fornecer muitos elementos para demonstrar a equivalência do mundo físico, dinâmico e psíquico, em direção ascendente, quem conhece os grandes esquemas do universo deve concordar em que o ciclo se deva cumprir, equilibrando-se na sua segunda metade, pois se deve fechar percorrendo o caminho oposto em direção descendente. Esta é dada pela equivalência inversa, isto é, pensamento-energia-matéria, movimento trifásico que sintetiza a técnica construtiva do nosso universo.
Tudo o que existe é, como forma, a resultante de uma dada disposição cinética, e redutível a um movimento puro, denominador-comum de todas as coisas, dado pela energia que é pensamento em ação.
Certo é que para lhe compreender a substância é preciso penetrar além da ilusão sensória. Somente assim, reduzindo o fenômeno do ser ao seu funcionamento cinético, é possível compreender como as experiências obtidas no ambiente por meio dos canais sensórios podem modificar e enriquecer de qualidades o espírito, modificando e enriquecendo as trajetórias do seu sistema cinético; e é também possível conceber como essas qualidades, ou íntimas trajetórias, podem depois modificar as do sistema cinético que constitui a substância, da qual o organismo corpóreo não é senão a resultante perceptível por nossos meios sensórios. A mecânica da evolução se baseia sobre essa troca e assimilação de forças, isto é, registro e conservação de trajetórias na estrutura dos dois sistemas dinâmicos que são o corpo e o espírito. Na escala evolutiva, eles representam os dois extremos, o mínimo e o máximo, da zona ocupada pelo homem; este não só se comunica com todas as vibrações de tudo o que existe nesta zona, mas com o extremo máximo entra em contato com a zona superior e com o mínimo com a inferior. No circuito de forças entram, assim, as experiências e registros provenientes do contato com o mundo inferior, bem como com as provenientes do mundo superior. Assim o ser pode, conforme a sua capacidade, apresentar seus mundos inferiores da matéria como antecipar os superiores do espírito.
Para poder fazer a análise do fenômeno evolutivo em cada caso particular, seria preciso conhecer a trajetória de toda força que, entre as tantas em movimento no ambiente, vêm penetrar e juntar-se ao sistema dinâmico do espírito. Seria preciso, depois, conhecer de que trajetórias é constituído esse sistema, a resistência que suas forças opõem, a afinidade que apresentam com os novos impulsos sobrevindos, as reações que oferecem, para chegar, assim, a calcular qual será a resultante de tal encontro, o último termo residual da batalha, que representará o novo impulso assimilado no Eu, isto é, a nova qualidade por este adquirida.
Certo é que a nossa personalidade representa um organismo dinâmico já constituído, resultado do mencionado trabalho de experimentação e assimilação levado a termo no passado e exprimindo a sua atual fase de maturação e grau evolutivo. Representa a atual natureza do ser, efeito de tudo o que por ele foi vivido e já está fixado no sistema de forças, tendentes, fatalmente, por inércia, a continuar o caminho na direção estabelecida pela trajetória já iniciada. Representa também o destino individual e como uma sua vontade de se realizar como ele quis. Estamos na fase em que as precedentes causas se coagularam em efeitos, os quais são causas por sua vez tendentes a novos efeitos. Tudo isto forma as qualidades fixadas no Eu, constitui a estrutura do seu sistema de forças,. resultado de todas as trajetórias transmitidas e assimiladas no passado. O circuito, porém, está sempre. aberto e cada nova experiência ou contato, por meio do corpo e dos sentidos, com o mundo exterior, representa a possibilidade de imissão e assimilação de impulsos e trajetórias novas. Estamos aqui em. uma outra fase, de livre escolha e de formação do Eu, com que se pode corrigir o passado, iniciando novas direções. É preciso, porém, ligar tudo isto ao passado, às velhas causas tornadas efeitos fatais e, como tais, agentes de novas causas. Em outros termos, na imissão de novos impulsos e trajetórias, é preciso ter em conta a natureza e resistência dos precedentes impulsos e trajetórias já estabelecidos no Eu, aos quais as novas se devem sobrepor para se fundirem. Pode-se, em suma, semear no próprio ser o que se quiser, mas é preciso atentar-se para a natureza do terreno em que se semeia, isto é, da estrutura de tudo, porque disto dependerá, e não tão-só da semente, o que depois há de nascer.
Assim a evolução é gradual, livre e ligada ao mesmo tempo, num jogo de forças reguladas a cada passo por reações e equilíbrios, segundo princípios estabelecidos pela Lei. Aqui não é possível dizer mais além destes princípios gerais, suficientes, porém, para orientar o problema e as pesquisas neste campo. A questão está no saber conhecer a estrutura desses sistemas. Eles podem ser considerados como dinâmicos e por isto falei de forças; como cinéticos, e assim falei de trajetórias. Aprofundar demais o argumento far-nos-