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8. The Conclusion of the Thesis

8.6. Suggestions for Further Research

Figure I-1.01 Abside da Sé Velha de Coimbra (Maio 2004). 1

Figure I-1.02 Fachada ocidental da Sé Velha de Coimbra – © Raph 2005. 2 Figure I-1.03 Modificações do acesso à Sé e da fachada ocidental no século XVI (gravura de

1870). 2

Figure I-1.04 Festão de pedra, gótico, encimando a abside central. 3 Figure I-1.05 Azulejos mudéjares revestindo os pilares. Nave da Sé Velha em 1890. 3

Figure I-1.06 Armaríolo gótico da abside. 4

Figure I-1.07 Pia baptismal realizada pelo escultor Pedro Anriquez e o seu irmão. 4 Figure I-1.08 Desenho do cadeiral do Convento de Cristo deTomar, hoje desaparecido. 5 Figure I-2.01 Vista da abside e do retábulo da Sé Velha, a partir da porta da entrada ocidental. 6

Figure I-2.02 Retábulo mor da Sé Velha, em 2000. 7

Figure I-2.03 Planta da Sé Velha de Coimbra e localização do retábulo mor. 8 Figure I-2.04 Corte transversal da Sé Velha de Coimbra ao nível do transepto. 9

Figure I-2.05 Estrutura do retábulo mor da Sé Velha. 10

Figure I-2.06 Predela a) em seis compartimentos onde estão expostos os Quatro Evangelistas, b)

bem como a Natividade e o grupo da Ressurreição no centro do Primeiro Registo. 11

Figure I-2.07 Primeiro Corpo do retábulo mor da Sé Velha. 12

Figure I-2.08 Segundo Corpo do retábulo mor da Sé Velha. 13

Figure I-2.09 Os Quatro Evangelistas ao nível da predela. Foto J. Pessoa (IMC) 14

Figure I-2.10 Cúpula da abside. 15

Figure I-2.11 Morcego esculpido sobre a consola inferior de um dos nichos que ladeiam a Virgem

da Assunção. 16

Figure I-2.12 Os três brasões do bispo D. Jorge de Almeida que figuram no retábulo, segundo uma ordem ascendente de tamanho. Photo J. Pessoa (IMC).

17 Figure I-2.13 Retábulo dos santos Crespim e Crespinho da Igreja Sainte-Waudru de Herentals, da

autoria de Passier Borman e realizado cerca de 1520. Neste retábulo, da oficina de Bruxelas, sobressai o coroamento muito elaborado.

18 Figure I-2.14 Anunciação do Retábulo da Virgem (Museu de la Ville de Bruxelles), realizado

cerca de 1490-1500. Nesta cena do retábulo da oficina de Bruxelas, demos particular atenção ao arco trilobado encimado por volutas enroladas como gavinhas.

19 Figure I-2.15 Enterramento e Ressurreição de Cristo, do Retábulo da Paixão (Museu Royaux

d’Art et d’Histoire, em Bruxelas). Neste retábulo da oficina de Bruxelas, realizado na secunda metade do século XV, notaremos os arcos trilobados encimados por chavetas simplificadas.

19

Figure I-2.16 Retábulo de pedra de Estinnes-au-Mont (capela de Nossa Senhora de Cambron), produzido cerca de 1530. Os arcos góticos, os pináculos e as chaves colgadas são dignos de um mecenato principesco, bem como a rede de pedra flamejante que serve de remate, idêntica à do retábulo da Sé Velha de Coimbra.

20

Figure I-2.17 Retábulo da Virgem da Flamengrie (capela de São Martinho, de Roubaix), produzido nos anos 1527-1530. A caixa é enfeitada com chavetas e florões que dão, ao conjunto escultórico, uma dinâmica notável.

21 Figure I-2.18 Retábulo da Paixão de Claude Villa e Gentina Solaro, realizado cerca de 1470.

Neste retábulo da oficina de Bruxelas, típico do mecenato que gozava a arte da Corte, são dignos de menção os ornatos rendilhados de madeira que enfeitam as arcaturas.

22

Figure I-2.19 Retábulo de sainte Dymphne da igreja Sainte-Dymphne de Geel, produzido cerca de 1510-1520. Neste retábulo do Brabante, sobressai o motivo do Calvário que serve de remate.

23 Figure I-2.20 Altar da Santa Cruz da igreja de Santo Lesmes em Burgos (capela dos Salamanca).

Retábulo de madeira entalhado, erguido num enorme nicho de pedra coroado por pináculos e florões, e rematado por consolas em forma de pedículos onde assentam as três principais figuras do Calvário.

Figure I-2.21 Nave e abside da Sé Velha, em 1871. 24 Figure I-2.22 Nave e abside da Sé Velha, em 1892. 25 Figure I-2.23 Pormenor do retábulo mor da Sé Velha, em 1892. 26 Figure I-2.24 Elementos em falta (assinalados) no retábulo mor, em 1892 : numerosos elementos

fitomórficos e flamejante da estrutura e da figuração (estatuetas dos Anjos da Assunção e brasão do bispo D. Jorge de Almeida debaixo dos pés da Virgem).

27 Figure I-2.25 Nave e vista parcial da abside (lado da Epístola) da Sé Velha, em 1893. 28 Figure I-2.26 Pormenor da talha barroca da abside da Sé Velha, em 1893. 29

Figure I-2.27 Retábulo mor da Sé Velha, em 1918. 30

Figure I-2.28 Retábulo mor da Sé Velha, em 1948. 31

Figure I-2.29 Retábulo mor da Sé Velha, em 1957. 32

Figure I-2.30 Pormenor do retábulo mor da Sé Velha, em 1957, sem o tabernáculo. 33

Figure I-2.31 Retábulo mor da Sé Velha, em 1962. 34

Figure I-2.32 Retábulo mor da Sé Velha, em 1988. 35

Figure I-2.33 Retábulo mor da Sé Velha, em 1997. 36

Figure I-2.34 Estatuetas dadas como provenientes do retábulo mor da Sé Velha, e pertencentes à

colecção do Museu Nacional Machado de Castro de Coimbra. 37

Figure I-2.35 Pormenor do Grande Retábulo da Catedral de Toledo (1498-1504). 37 Figure I-2.36 Retábulo mor da Catedral de Orense (c. 1500). 38 Figure I-2.37 Pormenor do retábulo mor da Catedral de Orense (c. 1500), onde o grupo

escultórico da Pietà, no centro do primeiro registo, contém uma figuração numerosa com S. João e as três Santas Mulheres (Maria Madalena, Maria de Cleophas, e Maria, mãe de João e Tiago).

39

Figure I-2.38 Retábulo mor da catedral de Oviedo (1511-1524). 40 Figure I-2.39 Pormenor do retábulo mor da Catedral de Oviedo (1511-1524), onde o grupo da

Assunção contém oito anjos distribuídos aos pares, bem como o comitente que assiste à elevação da Virgem.

41

Figure I-3.01 Camadas preparatórias góticas da estrutura retabular (amostra R-O1). a) Imagem geral no SEM (BSE) da preparação tripla ; b) difractograma da primeira demão (camada 1a) desta preparação tripla.

42 Figure I-3.02 Camadas preparatórias góticas da estrutura retabular (amostra R-O1). a) difrac-

tograma da segunda demão (camada 1b) da preparação tripla ; b) difractograma também da segunda demão (camada 1a) mas numa zona que apresenta uma partícula preta de grande dimensão.

43

Figure I-3.03 Camadas preparatórias góticas da estrutura retabular (amostra R-O1). Dois difractogramas da terceira demão (camada 1c) da preparação tripla.

44 Figure I-3.04 Camadas preparatórias góticas do retábulo (amostra R-Bl). b) difractograma da

primeira demão (camada 1a) desta preparação dupla. ; b) difractograma da segunda demão (camada 1b) desta preparação.

45 Figure I-3.05 Camadas preparatórias góticas do nicho de são Paulo (amostra 9-Br). a) Imagem

geral no SEM (BSE) da preparação simples ; b) difractograma desta preparação. 46

Figure I-3.06 Camadas preparatórias góticas subjacentes às carnações de um soldado da Ressurreição (amostra 4-Sb1). a) difractograma da segunda demão (camada 1b) da preparação tripla ; b) difractograma da terceira demão (camada 1c) desta preparação.

47

Figure I-3.07 Análise qualitativa por SEM-EDS da folha de ouro original aplicada, em 1502, sobre a estrutura retabular (amostra R-O1) – Os espectros e respectivas composições elementares indicam que a liga de ouro é pura.

48 Figure I-3.08 Análise quantitativa por SEM-EDS da folha de ouro original aplicada, em 1502,

sobre a estrutura retabular (amostra R-O1) – Os resultados obtidos indicam que a liga de ouro não contém nem prata (Ag) nem cobre (Cu). É pura.

49 Figure I-3.09 Análise qualitativa por SEM-EDS da folha de ouro original aplicada, em 1502,

sobre um brocado-aplicado do nicho de S. Paulo (amostra 9-Br2). Os dois espectros obtidos e respectivas composições elementares indicam que a liga de ouro é pura.

50 Figure I-3.10 Análise qualitativa e semi-quantitativa por SEM-EDS da folha de prata original

aplicada, em 1502, sobre o fundo do nicho da Virgem da Assunção (amostra R-Bl). A análise indica que a prata é pura.

51 Figure I-3.11 Actual aspecto das vestes de S. Paulo, susceptível de apresentar uma certa paridade

com o aspecto mais antigo de « brocados-aplicados justapostos ». 52

Figure I-3.12 Actual aspecto das meias de S. Damião, lembrando o aspecto mais antigo de

Figure I-3.13 Anjo da Charola do Convento de Cristo, de Tomar. Policromia gótica original (c. 1515) com « brocados-aplicados isolados ».

54 Figure I-3.14 Fundo do nicho de S. Lucas, coberto de placas justapostas de brocados-aplicados.

Estado de conservação em 1976. 55

Figure I-3.15 Os brocados-aplicados, que ornamentavam as partes laterais do nicho de S. Lucas, foram recobertos por uma nova policromia em 1685. Apenas são perceptíveis em luz rasante.

56 Figure I-3.16 Fundo do nicho de S. Lucas, coberto de placas justapostas de brocados-aplicados.

Estado de conservação em 2004. 57

Figure I-3.17 Fragmentos de placas de brocados-aplicados justapostos, cujo recorte e orientação aleatória não permitem ter uma boa leitura do padrão têxtil imitado, até mesmo quando certas partes conservaram alguns dos realces a vermelho (com laca) destinados a definir melhor o motivo.

58

Figure I-3.18 A placa maior de brocado-aplicado, fixa no sentido vertical no canto superior

esquerdo do nicho de S. Lucas, mede 17,1 cm x 11 cm. 59

Figure I-3.19 Pormenores dos brocados-aplicados, cujas riscas em relevo correspondem às gravadas na matriz (em madeira ou em metal), na altura da sua manufactura. Contam-se 11-12 linhas/cm2.

60 Figure I-3.20 a) Desenho dos motivos, outrora realçados com laca vermelha ; b) sobreposição do

decalque do motivo superior esquerdo (a vermelho) sobre o motivo superior direito (a preto). Os desenhos não coincidem totalmente.

61 Figure I-3.21 Tecido de brocado representando um baldaquino, numa pintura de Jérôme Bosch (c.

1470-1485). 62

Figure I-3.22 Tecido de brocado numa pintura do Maître de la Vie de Sainte Lucie (activo em

1480). 63

Figure I-3.23 Tecido de brocado numa pintura de Gérard David (c. 1506). 64 Figure I-3.24 Tecido de brocado numa pintura de Paul Véronèse (1562). 65 Figure I-3.25 a) Pyrograma e b) Cromatograma (m/z = 74) da pasta de um brocado-aplicado do

nicho de S. Lucas (amostra 2-Br2), por THM-GC/MS. A pasta é à base de cera e contém um óleo não identificado.

66 Figure I-3.26 a) Pyrograma e b) Cromatograma (m/z = 74) da pasta de um brocado-aplicado do

nicho de S. Lucas (amostra 2-Fundo Nicho), por THM-GC/MS. A pasta é à base de cera e contém um óleo não identificado.

67 Figure I-3.27 Difractograma da camada amarelo alaranjado, a óleo, que serviu para fazer aderir os

brocados-aplicados no fundo do nicho de S. Paulo (amostra 9-Br1). 68

Figure I-3.28 Análise por SEM-EDS da pasta de um brocado-aplicado colocado no nicho de S. Paulo (amostra 9-Br2). Espectro e análise semi-quantitativa que indicam nitidamente o recurso a pigmentos à base de chumbo (mínio laranja e branco de chumbo), à base de ferro (ocre amarelo), e à base de cálcio (cré para cerusa ?). Estes pigmentos servem de carga e talvez como secativos.

69

Figure I-3.29 a) Pyrograma e b) Cromatograma (m/z = 74) da pasta de um brocado-aplicado do nicho de S. Paulo (amostra 9-Br), por THM-GC/MS. A pasta é à base de cera. Contém um pouco de óleo, impossível de identificar.

70 Figure I-3.30 Análise por SEM-EDS da folha de estanho que permitiu dar forma ao brocado-

aplicado, antes da sua colocação no nicho de S. Paulo, em 1502 (amostra 9-Br2). O espectro, acusando unicamente Sn, confirma que o metal é puro.

71 Figure I-3.31 Estudo por SEM-EDS da camada de « or de couleur » utilizada no douramento do

brocado-aplicado do nicho de S. Paulo, em 1502 (amostra 9-Br2). Espectro e análise semi-quantitativa que sugerem a presença de pigmentos secativos à base de chumbo (lithargírio ?) et também de cobre (verdigris ?), nesta técnica de douramento a óleo e mate.

72

Figure I-3.32 Estudo por SEM (imagens BSE e SE) e SEM-EDS da laca corada que se sobrepõe localmente à folha de ouro, sobre um brocado-aplicado do nicho de S. Paulo, em 1502 (amostra 9-Br2). A composição elementar acusa nitidamente o cobre (Cu), que faz supor a utilização de resinato de cobre, ou seja, de uma laca verde.

73

Figure I-4.01 Estudo por SEM-EDS da folha de ouro aplicada em 1583 sobre a estrutura retabular

(amostra R-O1). Análise semi-quantitativa que indica que a liga de ouro é pura. 74

Figure I-4.02 Exames ao MO e SEM das diferentes camadas constituindo um dos fundos azuis da estrutura (amostra R-B3), em particular do pigmento esmalte aplicado em 1583. A análise pontual por SEM-EDS reflecte bem a sua constituição: um vidro (Si) potássico (K) tingido com cobalto (Co) e contendo vestígios de níquel (Ni).

Figure I-5.01 Retábulo mor da Sé Velha de Coimbra. Pormenor dos nichos do terceiro registo e dos quatro santos patronos que albergam.

76 Figure I-5.02 Pormenores dos nichos vazios que albergam os santos patronos do retábulo mor da

Sé Velha. Contrariamente aos paneis laterais que apresentam a imitação de um tecido de brocado, pintado em dois tons de rosa na época barroca, o painel central do fundo desses nichos não tem policromia. Ou deixou de ter, já que parece ter marcas de raspagem das camadas antigas sob a forma de vestígios da preparação branca entranhada nas fibras da madeira. Esses painéis não ficam à vista quando as esculturas estão expostas e portanto encostadas nos seus respectivos nichos.

77

Figure I-5.03 Pormenor do nicho vazio de S. Paulo, ao nível do terceiro registo do retábulo mor da Sé Velha. As camadas antigas parecem ter sido raspadas no painel central. É possível que esta intervenção tenha ocorrido em 1685, para atender à uma das cláusulas do contrato de policromia, a qual estipulava que o retábulo havia de “ser lavado até que fique em madeira”.

78

Figure I-5.04 Pormenor do nicho vazio que alberga o grupo escultórico de são Mateus, ao nível do primeiro registo do retábulo da Sé Velha. O duplo painel central do fundo deste nicho não tem policromia. As camadas antigas foram obviamente raspadas, em

particular as correspondentes aos « brocados-aplicados justapostos» que

constituíam o seu principal acabamento.

79

Figure I-5.05 Pormenor do reverso dos suportes dos quatro santos patronos do retábulo da Sé Velha. As marcas de ferramentas, de goiva (S. Paulo e S. Cosme) ou de enchó (S. Pedro e S. Damião), deixadas no trabalho de eliminação da médula e aligeiramento dos toros de madeira, parecem dever atribuir-se a dois escultores com práticas diferentes.

80

Figure I-5.06 Pormenor de quatro anjos da cúpula. É óbvio que dois deles, que levam os instrumentos da Paixão de Cristo – aquele com a coroa de espinho (Nº 220, em baixo à esquerda) e o outro com a lança da Crucificação (Nº 187, em baixo à direita) –, não são da mesma autoria que os dois restantes, cujos atributos estão perdidos (Nº 183 e 189, em cima). Somos de opinião que esses dois últimos são originais, ou pelo menos de factura mais antiga. O entalhe dos volumes e das pregas é simultaneamente mais complexo e mais sofisticado. Os traços morfológicos dos rostos parecem ter sido esculpidos com mais cuidado.

81

Figure I-8.01 Frente e verso do grupo escultórico de S. Lucas, entalhado cerca de 1500 para o retábulo mor da Sé Velha de Coimbra. Tanto a factura das personagens, como a essência da madeira utilizada (carvalho) indicam que este grupo é original.

82 Figure I-8.02 Frente e verso do grupo escultórico da Ressurreição, entalhado cerca de 1500 para o

retábulo mor da Sé Velha de Coimbra. Tanto a factura das personagens, como a essência da madeira utilizada (carvalho) indicam que este grupo é original.

83 Figure I-8.03 Frente e verso da Natividade entalhada em 1899 aquando do restauro do retábulo

mor da Sé Velha. Tanto a factura das personagens, como a essência da madeira utilizada (castanho) indiciam logo que este grupo data de uma época diferente da do retábulo.

84

Figure I-8.04 Frente e verso do grupo escultórico de S. Marcos, entalhado em 1899 aquando do restauro do retábulo mor da Sé Velha. Tanto a factura das personagens, como a essência da madeira utilizada (castanho) indiciam logo que este grupo data de uma época diferente da do retábulo.

85

Figure I-8.05 Frente e verso do grupo escultórico de S. João, restaurado em 1899 aquando da intervenção no retábulo mor da Sé Velha. Tanto a factura da águia, como a essência da madeira utilizada (castanho) indiciam que este atributo de S. João foi restituído.

86 Figure I-8.06 Assunção no retábulo mor da Sé Velha. No conjunto dos anjos que rodeiam a

Virgem, somente dois (vestidos de vermelho) são originais. Os outros seis foram refeitos em 1899.

87 Figure I-8.07 Pormenores de dois Anjos da Assunção da Virgem, no retábulo mor da Sé Velha.

As suas formas, bem como a sua respectiva policromia, revelam os gostos de duas épocas diferentes. O primeiro (Nº 12-A1), cuja expressão é gótica, ostenta o esgrafitado típico da policromia de 1685. O secundo (Nº 12-A3), de factura muito mais recente, apresenta o douramento e a cor próprios do restauro de 1900.

88

Figure I-8.08 Pormenores de diferentes intervenções realizadas em 1899-1900, no retábulo mor da Sé Velha, ao nível dos elementos esculpidos da estrutura : fixação com parafusos de elementos decorativos e aplicação de um douramento a óleo numa das estrelas do fundo celestial. O mordente amarelo claro transborda sobre a camada azul.

Figure I-8.09 Difractograma da preparação aplicada sobre a Virgem da Natividade, em 1900. 90 Figure I-8.10 Difractograma da camada pictórica amarelo claro aplicada, em 1900, para dourar

uma estrela da estrutura retabular (amostra R-E1). 90

Figure I-8.11 Estudo por SEM (imagens BSE) e SEM-EDS da camada pictórica amarelo claro aplicada, em 1900, para dourar uma estrela da estrutura retabular, numa técnica de douramento a óleo (amostra R-E1).

91 Figure I-8.12 Espectros EDS da folha de ouro aplicada em 1900, sobre as vestes da Virgem do

grupo da Natividade (amostra 3-V3). Análises pontuais que demonstram que a liga de ouro contém prata (Ag) e cobre (Cu).

92 Figure I-8.13 Análise semi-quantitativa por SEM-EDS da folha de ouro aplicada em 1900 sobre

as vestes da Virgem da Natividade (amostra 3-V3). A liga de ouro, que contém prata (Ag) e cobre (Cu), assemelha-se a um ouro de 19,5 quilates.

93 Figure I-8.14 Espectros EDS da folha de ouro aplicada, em 1900, sobre uma estrela do retábulo

(zona superior do Primeiro Corpo - Amostra R-E1). Os resultados obtidos mostram que a liga de ouro contém prata (Ag) e cobre (Cu).

94 Figure I-8.15 Estudo semi-quantitativo por SEM-EDS da folha de ouro aplicada, em 1900, sobre

uma estrela do retábulo (zona superior do Primeiro Corpo - Amostra R-E1). As análises pontuais mostram que a liga de ouro contém prata (Ag) e cobre (Cu).

95 Figure I-8.16 Espectro FTIR da camada azul aplicada, em 1900, no nicho de S. Lucas (Amostra

2.Br2 camada 9). Os picos são característicos do azul da Prússia, do branco de chumbo e do aglutinante oleoso.

96 Figure I-8.17 Difractograma da camada com azul da Prússia que revestiu, em 1900, os fundos da

estrutura retabular (amostra R-B3). 96

Figure I-8.18 Estudo qualitativo e semi-quantitativo por SEM-EDS da camada azul da Prússia

que revestiu, em 1900, os fundos da estrutura retabular (amostra R-Bl) 97

Figure I-8.19 Grupo do Evangelista S. Mateus, ao nível da predela do retábulo mor da Sé Velha

de Coimbra. Pormenor do retoque feito no manto de S. Mateus, em 1902. 98

Figure I-9.01 Primeiro Corpo do retábulo-mor da Sé Velha onde figura a Assunção. Estado de conservação e sujidade, em 1975. Foto José Pessoa (IJF/IMC), Classificador nº 233, Foto nº 14.

99 Figure I-9.02 Anapaula Abrantes examinando um dos grupos escultóricos da predela, durante o

diagnóstico do retábulo, em 1975. Foto José Pessoa (IJF/IMC), Classificador nº 233, Foto nº 25.

99 Figure I-9.03 Limpeza a seco de poeiras, com escovas e aspiradores, em 1976. Tratamento

efectuado por José Torrado (em cima) e Arménio Fontes. Foto José Pessoa (IJF/IMC), Classificador nº 233, Foto nº 235.

100 Figure I-9.04 Luísa Santos e Anapaula Abrantes procedendo à fixação da policromia do grupo

escultórico de S. Mateus, em 1976. Foto José Pessoa (IJF/IMC), Classificador nº 236, Foto nº 307.

101 Figure I-9.05 Remoção dos excessos de cera-resina num dos grupos da predela, após o tratamento

de fixação da policromia, em 1976. Foto José Pessoa (IJF/IMC), Classificador nº 238, Foto nº 355.

102 Figure I-9.06 Aspecto do retábulo mor após a intervenção de conservação (limpeza e fixação da

policromia), em 1976. Foto José Pessoa (IJF/IMC), Classificador nº 238, Foto 365. 103 Figure I-9.07 Preparação da cera-resina que serviu à fixação das camadas pictóricas, tal como

este adesivo era confeccionado no Departamento de Escultura policromada no Instituto de José de Figueiredo, por Anapaula Abrantes, a partir dos anos 70. Fotocópia da primeira página da receita transcrita por Gracelina Barros.

104

Figure I.9.08 Preparação da cera-resina (continuação). Fotocópia da segunda página da receita

transcrita por Gracelina Barros. 105

Figure I-9.09 Espectros FTIR da cera-resina de 1976 (a vermelho), presente na amostra 9-4, e de uma mistura referência de cera-resina de 1997 (a azul).

106 Figure I-9.10 Amostra 2-L3 (túnica de S. Lucas). Camada superficial de um ornato de alcachofra,

vista ao MO e analisada por FTIR. Resíduos de cera-resina de 1976. 106

Figure I-9.11 Amostra 10-6 (manto de S. Damião). Camada superficial de um florão quadrilobado vista ao MO e analisada por FTIR. Resíduos de cera-resina de 1976.

107 Figure I-9.12 Amostra 8-9 (manto de S Paulo) Camada superficial de um ornato lacunar do

debrum, vista ao MO e analisada por FTIR. Resíduos de cera-resina de 1976. 107

Figure I-9.13 Amostra 9-2 (manto de S. Paulo) Camada superficial de um ornato de alcachofra, vista ao MO e analisada por FTIR. Resíduos de cera-resina de 1976.