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3.2 Bildekriterier for røntgen thorax

3.2.1 PA

3.2.1.10 Bildekriterium 10 – PA

alterações observadas nas var primária em saúde, demonstrad

Gráfico 6 – Evolução das va

Fontes: Ministério da Saúde; Datasu As proporções do estratégia Saúde da Famíli relação ao percentual de co observa-se, também, uma pequ a inaugurar uma nova tendênc de saúde voltou a elevar-se no É importante co maneira uniforme em todos os 7, a seguir, que, durante todo apresentou-se sensivelmente m de maior porte. Os percentuais dos municípios.

108.218; 109.049; 108.023; 107.988 após a divisão pelos contingentes po

17,3 26,3 33,0 45,5 51,0 57,7 13,7 22,2 28,6 0 10 20 30 40 50 60 70 80 2000 2001 2002 20 P e rc e n tu a l d e c o b e rt u ra

Evolução das variáve

is representativas da expansão da atenção básic análise das variáveis dependentes, procedeu-se à variáveis explicativas que representam a expansã tradas no Gráfico 6, a seguir.

variáveis representativas da expansão da atenç Brasil – 2000 a 2007

sus; IBGE.

de cobertura das ESFs e da população cadastrad ília elevaram-se, ao longo do período. O mesmo cobertura dos ACS. Entretanto, para este últim equena queda no último exercício, que, entretanto ência, pois o percentual de cobertura dos agentes no ano subsequente, 2008, atingindo a marca de 69

considerar que a expansão da atenção básica n os grupamentos de municípios. Pode-se observar odo o período considerado na análise, a cobertu e mais elevada em municípios pequenos do que em

ais de cobertura decrescem na medida em que aum

88; 110.656; 110.221; 111.834. A tendência decrescente s populacionais. 37,1 40,8 46,5 49,9 50,4 59,8 61,7 65,7 68,3 64,8 32,8 36,5 40,8 44,5 47,5 2003 2004 2005 2006 2007

iáveis representativas da expansão da atenção bás

Percentual de c ESFs Percentual de c ACS Percentual da p cadastrada (mo sica à aferição das são da atenção enção básica – rada no modelo mo ocorreu em ltimo indicador nto, não chegou es comunitários 69,8%.

não se deu de ar pelo Gráfico rtura das ESFs em municípios aumenta o porte e somente aparece básica de cobertura das de cobertura por da população (modelo PSF)

Gráfico 7 – Evolução do per

Fontes: Ministério da Saúde; Datasu Nota: Os percentuais de cobertura su

3.450 (número médio de pes atender), excede a população

4.1.3 Evolução das variáveis Para possibilitar presentes nas estimações, é demais variáveis explicativas, dessas variáveis é apresentada

37,9 60,0 72,4 21,0 32,5 39,7 19,1 29,7 33,9 14,2 18,9 23,5 6,6 12,1 19,7 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 120,0 2000 2001 2002 P e rc e n tu a l Evoluçã

percentual de cobertura das ESFs por porte do Brasil - 2000 a 2007

sus; IBGE.

superiores a 100% ocorrem quando o número de equipes, m pessoas que o Ministério da Saúde considera que uma equ ão residente no município.

is de controle

itar uma melhor compreensão da interação de toda é importante considerar, também, a progressão s, inseridas nas regressões para efeito de controle da nos Gráficos 8, 9 e 10. 80,9 85,2 98,7 104,0 104,9 45,1 48,3 60,0 65,4 67,2 37,6 40,9 44,3 47,4 48,6 26,9 31,2 34,2 37,1 37,4 21,4 24,0 25,8 28,1 28,2 2003 2004 2005 2006 2007

lução do percentual de cobertura das ESFs

Municípios c habitantes Municípios d habitantes Municípios d mil habitant Municípios d mil habitant Municípios c mil habitant o município – s, multiplicado por equipe é capaz de das as variáveis são havida nas le. A evolução ios com até 20 mil ios de 20 mil a 50 mil

ios de 250 mil a 100 tantes

ios de 100 mil a 900 tantes

ios com mais de 900 tantes

Gráfico 8 – Evolução dos p população inscrita em plano

Fontes: Datasus; IBGE, Inep. Nota: O percentual de jovens matr relação à população situada dent Considerando que no período prece que existem, ainda, alunos adultos, nacional acabou sendo maior do que Os percentuais população formalmente ocupa uma tendência de crescimento O percentual de fundamental e médio, além do do período, mas houve uma re que, em 2007, ocorreu uma passaram a ser capturadas por Em decorrência disso, os dado alunos matriculados, em fun (INSTITUTO DE PESQUISA que essa situação possa ter int no número de matrículas é u 115,0 115,7 116,5 18,1 18,1 17,8 17,8 18,9 19,9 0 20 40 60 80 100 120 140 2000 2001 2002 P e rc e n tu a l

Evolução dos percen população inscrita

s percentuais de jovens matriculados no ensino nos de saúde e da população formalmente ocup

– 2000 a 2007

atriculados no ensino formal mede a quantidade total de ntro da faixa etária adequada para os níveis fundam cedente as políticas de universalização do ensino foram b s, repetentes e atrasados cursando o ensino formal, o resul ue 100%.

is da população inscrita em planos de saúde p pada apresentaram medições muito semelhantes e to durante todo o período.

de matrículas de crianças e jovens no ensino f do EJA presencial, também apresentou crescime

redução entre os anos de 2006 e 2007. É importan a mudança nos critérios do senso escolar. As or aluno e não somente a partir de dados agregad ados do censo escolar teriam registrado um núme função da eliminação de fraudes ou de dup

AS ECONÔMICAS APLICADAS, 2008, p. 108 interferido na mensuração do indicador. Entretan

é um fenômeno já identificado em pesquisas so 117,6 117,6 116,5 116,6

110,8

17,9 18,7 19,3 20,0 20,7

20,1 20,9 21,7 22,4 22,8

2003 2004 2005 2006 2007

rcentuais de jovens matriculados no ensino forma rita em planos de saúde e da população formalme

ocupada Percentual de j matriculados n Percentual da p inscrita em pla Percentual da p formalmente o no formal, da upada - Brasil de matrículas em amental e médio. bem sucedidas e sultado em âmbito privados e da s e mantiveram formal, níveis mento ao longo tante considerar As informações ados por escola. mero menor de upla contagem 08). Acredita-se tanto, a redução sobre o tema, rmal, da lmente l de jovens os no ensino formal l da população planos de saúde l da população te ocupada

especialmente, em relação aos de controvérsia42.

Gráfico 9 – Evolução do P mu

Fontes: Ministério da Saúde; Datasu Nota: I – As variáveis “PIB per c apresentam-se deflacion 2000 a 2007, respectivam 44,71; 54,79; 70,13; 79, II – Os valores do PIB per c dos municípios 1999 a 2 2007.

Ao se analisar o real oscilou negativamente at 2007.

Já as despesas recursos, mesmo em termos r período, passando de R$44,71

42 Fatores citados como possíveis ca

ingresso no mercado de trabalho; concluintes do ensino fundamental, que se considerar que o percentual d função de políticas de correção de continuada (INSTITUTO DE PESQU

6886,28 6785,69 6003,5063 44,71 49,63 50,25 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 8000 2000 2001 2002 R e a is p e r ca p it a

Evolução do PIB per

os alunos do ensino médio, contudo, as causas ain

o PIB per capita e dos recursos aplicados em saú municípios - Brasil – 2000 a 2007

sus; IBGE, Inep.

r capita” e “despesas com recursos próprios dos municíp

ionadas pelo IGP-DI. As sequências de valores nominais des vamente são: 6.886; 7.491; 8.378; 9.498; 10.692; 11.658; 12

9,71; 94,41; 111,72; 128,02; 146,06.

r capita dos anos de 2000 e 2001 foram obtidos da Série R

a 2001. Os valores seguintes foram obtidos do PIB dos mu r o Gráfico 9, pode-se observar que o PIB nacion até 2002 e depois tomou uma tendência de cre

as realizadas com saúde pelos municípios com s s reais , apresentaram um franco crescimento du 71 per capita, em 2000, para R$ 76,47 em 2007.

causas para a diminuição das matrículas no ensino médio o; diminuição da defasagem entre idade e série; queda l, aumento de matrículas na educação de jovens e adultos. l de alunos matriculados no início da década apresentava-s

e fluxo dos alunos do ensino fundamental e de programa QUISAS ECONÔMICAS APLICADAS, 2006, 2007). ,506320,78 6345,64

6835,197166,38 7573,11

53,05 56,03 65,50 72,32 76,47

2003 2004 2005 2006 2007

per capita e dos gastos em saúde com recursos do municípios per capita

PIB municipal

Despesas com empenhadas dos município

ainda são objeto

saúde pelos

cípios per capita” destas variáveis de ; 12.687; 14 465; e e Revisada do PIB municípios 2002 a ional per capita crescimento até

seus próprios durante todo o

io: pressão para o da no número de s. Além disso, há se aumentado em mas de progressão s dos

ipal per capita

com saúde das com recursos cípios

Gráfico 10 – Evolução dos

Fontes: Ministério da Saúde; Datasu A quantidade d durante o período analisado, acompanhando, de certa forma

Já a quantidad apresentou uma tendência gera de 2003 e 2004.

4.2 Mensuração dos efeitos d