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Kapittel 2- Den menneskelige hjerne og bevissthet

2.2 Bevissthet og hukommelse

desenvolvidos tridimensionalmente e a extração de representações bidimensionais.

Devido ao tamanho do arquivo e às dificuldades consequentes, como lentidão de computadores e servidores para lidar com os mesmos, foi necessário fazer uma modulação nos sistemas BIM.

Esta divisão foi feita em três partes principais, de forma a alcançar tamanhos gerenciáveis de dados e grupos de usuários. O escritório decidiu, em função do fluxo de trabalho, fracionar o modelo, ainda que isto aumentasse as dificuldades em relação ao fluxo de informação.

O fracionamento do modelo facilitou a edição e transmissão de dados, mas por outro lado dificultou o gerenciamento e a integração dos mesmos. O uso de ferramentas paramétricas BIM para a criação de famílias foi crucial para a eficiência e adaptabilidade de modelagem de grande escala, como o T2- GARDEMOEN.

O conhecimento adquirido pela equipe de projeto revelou que se tivessem se decidido, desde o início do processo, a dividir o modelo em módulos funcionais e semânticos para o Projeto, isto teria facilitado as coisas.

Desta forma, as informações referentes ao projeto são disseminadas por três arquivos distintos. A novidade aqui reside na integração necessária entre os diferentes modelos BIM para que as soluções propostas não sejam conflitantes.

Convenções de nomenclatura (padronização) devem ser consistentes para todos os arquivos de modelo, mesmo que os arquitetos em geral adotem sua própria "lógica" de nomear objetos, deve-se aplicar rigorosa convenção de nomenclatura para todos os objetos.

Como parte dos requisitos para a entrega dos produtos realizados em BIM, o cliente realizou especificação descrevendo o que entregar. E grande parte desses requisitos exigia formatos abertos de trocas de arquivos e de servidor, como o Open BIM e o IFC. Além disso, todas as disciplinas tiveram liberdade para escolher quais aplicativos BIM atenderiam melhor as suas necessidades (RENGIFO et al, 2008, p. 6).

Neste projeto a equipe teve que organizar um mergulho profundo no mercado e testar programas capazes de preencher a necessidade precisa de cada disciplina.

A figura a seguir exemplifica por cores diferentes arquivos BIM, representando o fracionamento do modelo utilizado (Figura 21).

Fracionando o modelo, apesar de uma coordenação mais trabalhosa, os computadores puderam trabalhar de forma menos demorada em relação ao tamanho dos arquivos gerados.

F

igura 21- Arquivo de Modelo após dividir áreas. Estudo de Caso AutoDesk: Aeroporto de

GARDERMOEN, Oslo, Noruega. Fonte: RENGIFO et al, 2008, p. 6.

O uso de ferramentas paramétricas BIM para criação de famílias é extremamente crucial para eficiência e adaptabilidade de modelagem de grande escala, como o T2, GARDEMOEN. Os processos de desenvolvimento de estética, funcional e estrutural para os componentes da biblioteca são complexos e criam elementos que podem flexionar, adaptar e registrar informações que podemos melhorar o atual nível de precisão dentro do modelo. O projeto paramétrico de componentes permite que o modelo cresça ao longo do seu desenvolvimento através de cada fase do projeto.

Variáveis desconhecidas podem ser testadas, testadas e validadas com o uso da flexibilidade dos componentes paramétricos. Ao longo do processo de projeto, como importantes decisões de projeto são feitas, os componentes puderam ser editados e atualizados, e agrupados em tipos semelhantes para permitir que uma mesma família torne-se parte do projeto conceitual e dos desenhos de detalhamento e construção. Isso é benéfico, quer em termos de tempo, de eficiência e de manutenção permitido pela colocação precisa dos elementos dentro do modelo. A estrutura do aeroporto englobou muitos elementos repetitivos, tipos similares de elementos e contínua adaptação técnica dos repetidos detalhamentos (Figura 22 a seguir).

Figura 22 – Detalhamento e repetição de elementos construtivos. Fonte: RENGIFO et al, , p. 6). Por esta razão, muitos componentes criados foram projetados para adaptar-se parametricamente às diferentes circunstâncias dentro do modelo do T2. Tamanho, cálculo, materialidade, além de outras opções de componente permitem que uma família possa ser repetida e sofrer alterações, para refletir a geometria desejada e também permitir que o arquivo fique de tamanho menor. O grande tamanho do arquivo, quando muitos componentes são adicionados, é problemático em projeto como esse por causa da variedade de componentes necessários, equipamentos especializados, detalhes e estrutura complexa (Figura 23).

É possível citar exemplos que incluem equipamentos especiais de aeroportos, tais como esteiras de bagagens, equipamentos de segurança, principais elementos estruturais (no sentido de cálculos necessários), peles de vidro e componentes de mobiliário. Através das variações paramétricas, podemos utilizar vasta gama de opções dentro de uma mesma família, conforme o projeto é desenvolvido, e assim refinar o componente de forma específica e salvá-lo como arquivo diferente, para que todos os arquivos sejam mantidos no banco de dados para posterior utilização.

Por isso, todas as famílias paramétricas, informações e catálogos estão disponíveis, como base de dados que pode ser adaptada facilmente para novas situações.

Por meio dos recursos dos sistemas BIM, os projetistas criaram diferentes famílias de componentes com diferentes níveis de detalhe e diferentes soluções para um mesmo problema de projeto (Figura 23 a 25).

Isto possibilitou o teste de diferentes alternativas e ainda a representação e a reunião de informações à medida que a tomada de decisões ia acontecendo e consequentemente, ao longo do desenvolvimento do projeto (Figuras 23 a 25).

Figura 24- Família 2 - Coluna e viga da estrutura. Fonte: RENGIFO et al, 2008, p. 6.

As Figuras 23 a 25 ilustram diferentes famílias de componentes que foram criadas para os projetos do T2, permitindo representar diferentes níveis de detalhamento e desenvolvimento do aeroporto.