6. VURDERINGER AV VIDEREUTDANNINGEN
6.1 Beskrivelse av deltakerutvalget
7.1 Implementação do Modelo
Como já foi referido no capítulo IV da presente dissertação, a implementação do modelo deverá ser feita de acordo com a Metodologia de Desenvolvimento SIG Composta cujo fluxograma descritivo, apesar de já ter sido apresentado no capítulo IV, volta a ser ilustrado, por uma questão de comodidade.
Figura 7. 53 – Metodologia de Desenvolvimento SIG Composta
90 A descrição da Metodologia de Desenvolvimento SIG Composta tem sido feita em sintonia com a evolução da presente dissertação e consequentemente do modelo do SIT, tendo-se por isso abordado no capítulo IV as duas primeiras fases desta metodologia («Consciencialização inicial» e «Ambiente externo / Investigação interna» ). No capítulo V foram apresentados os modelos de dados e seleccionou-se também o hardware e software a utilizar, acções estas que fazem parte da terceira fase da metodologia SIG composta, denominada de “Desenho e Análise Detalhada”. Nesta fase, como se poderá constatar pela figura anterior, aconselha-se ainda a realização de um estudo piloto o que para este caso é perfeitamente ajustado já que o modelo criado é expansível e retrata apenas aquilo que poderíamos considerar um módulo do SIT, mais precisamente o da rede eléctrica. Este módulo retratado pelo modelo, pode perfeitamente ser utilizado num estudo piloto a efectuar num determinado período, efectuando-se ao mesmo tempo alguns testes de bench-marking ao sistema. A realização de um estudo piloto é aconselhável e reduz muito os riscos associados à implementação, no caso do SIT falhar por não corresponder às expectativas iniciais.
A quarta fase corresponde precisamente à implementação do sistema e envolve várias acções, nomeadamente as que passo seguidamente a citar:
Gestão de projecto – Convém realizar um plano de implementação onde se discriminem na forma de diagrama de Gant as principais tarefas da implementação do sistema, os recursos e os custos. Para este efeito poderá utilizar-se diverso software existente no mercado. Pela facilidade de utilização, sugiro o Ms-Project 2003.
Criação da base de dados e documentação – é durante a fase de implementação que se introduzem os dados e metadados nas tabelas do sistema, referindo-me eu quer ao subsistema SIG quer ao subsistema «SGBD para gestão de equipamentos».
Formação – Será necessário expandir as capacidades técnicas (reskilling) do pessoal que fica a operar o sistema o que poderá ser conseguido através de acções de formação sobre Sistemas de Informação Geográfica, bases de dados relacionais e sobre o Sistema de Informação Técnica (SIT) propriamente dito.
Se o controle de custos o permitir, poderão também realizar-se estágios em Portugal ou no estrangeiro, no sentido de observar sistemas semelhantes já a funcionar.
91 Periodicamente, deverão realizar-se auditorias de revisão e/ou manutenção do sistema, como aliás é sugerido pela quinta e última fase da Metodologia de Desenvolvimento SIG Composta.
Sempre que o sistema seja expandido, ou sejam simplesmente feitas actualizações de software ou hardware, a metodologia aconselha a que seja novamente percorrido o caminho entre a segunda e última fase da metodologia.
Para finalizar, quero ainda realçar que o sucesso da implementação do sistema, dependerá também em grande medida da persistência e entusiasmo dos seus percutores (lideres de projectos e técnicos envolvidos, os paladinos) e também dos apoios que receber da estrutura hierárquica superior (Padrinhos).
7.2 Expansão do Modelo
Apesar do caris académico deste trabalho, o processo de criação o modelo não se aliou da realidade, permitindo facilmente visualizar o sistema, na situação descrita, numa situação futura, numa organização diferente a VW-Autoeuropa e ainda noutro tipo de infra-estruturas. De facto, a partir do modelo temos facilmente a percepção da capacidade de expansão do modelo a outro tipo de organizações e infra-estruturas. Por exemplo, no caso da VW- Autoeuropa, o SIT pode ser expandido à rede de águas e saneamento, bastando para isso criar os temas adequados a partir de desenhos CAD, e seguindo o processo prescrito pelo modelo. Nesta situação bastaria criar mais quatro temas de linhas e alguns temas de pontos para as redes de água industrial, potável, esgoto doméstico e esgoto industrial. De forma análoga o modelo pode ser expandido para as redes de gás, de ar comprimido, e de informática, bastando para o efeito criar os temas adequados (pontos, linhas e polígonos) e «inputar» a restante informação nas tabelas do sistema.
A VW-Autoeuropa possui também uma rede de luminárias de emergência conectadas a um sistema de bases de dados relacional que disponibiliza informação sobre as luminárias. A adopção do modelo do SIT seria uma grande mais valia, uma vez que seria possível integrar a informação deste sistema de gestão iluminação de emergência no SIT, possibilitando não só localizar cada luminária da rede através da utilização de informação georeferenciada mas também obter as informações fornecidas pelo actual sistema de gestão de iluminação de emergência para essa luminária, por exemplo a informação relativa aos estados da respectiva lâmpada e bateria. Também nesta situação a expansão do modelo não seria complicada, bastaria criar no subsistema SIG um tema de pontos para as luminárias, e um tema de linhas
92 para cada anel da rede de luminárias, introduzindo ao mesmo tempo o código das luminárias e dos anéis nas tabelas dos temas respectivos.
Uma vez criados os temas e introduzidos os códigos nas tabelas, bastaria fazer a junção das tabelas do subsistema SIG com as tabelas do sistema de gestão da rede de luminárias, utilizando-se nesta caso a capacidade que o subsistema SIG tem para integrar tabelas em formato dBASE ou outro.
Actualmente a VW-Autoeuropa está a remodelar a iluminação de emergência no sentido de possibilitar a sua expansão à iluminação de substituição e anti-pânico. Para esta situação o SIT, tornar-se-ia um verdadeiro sistema de apoio ao conhecimento e decisão permitindo de uma forma mais rápida e fácil detectar os locais onde seria necessário instalar estes tipos de iluminação de emergência.
Como já foi referido, a VW-Autoeuropa é uma empresa que dispõe de uma enorme diversidade de equipamentos, portanto, é natural que uma vez integrado o SIT na estrutura da empresa viesse a ser expandido a outro tipo de equipamentos. De facto transparece do modelo que para que tal fosse possível, bastaria criar mais temas de pontos (em principio um tema de pontos por cada tipo de equipamentos), introduzindo ao mesmo tempo a informação descritiva dos respectivos equipamentos no subsistema «SGBD para gestão de equipamentos».
Transparece também do modelo do SIT criado, a sua aplicação a outras organizações. De facto, a aplicação do modelo a outras organizações diferentes da VW-Autoeuropa utilizada como estudo de caso na presente dissertação, exige apenas a criação dos temas geográficos adequados a cada organização, variando a magnitude de expansão do modelo, em função da variedade de infra-estruturas e equipamentos disponíveis em cada organização. Tudo o resto, incluindo a metodologia a seguir na integração do modelo SIT, deverá manter-se.
Por outro lado, através do recurso a outras ferramentas e extensões do pacote de software «ArcGis Desktop / ArcView 8.x» podem-se também aumentar as capacidades de análise e exposição da informação do modelo.
Através do recurso à extensão 3D Analyst é possível representar as coberturas vectoriais em 3D, podendo-se desta forma criar modelos finais em 3D, que poderão facilitar a análise de determinados problemas.
93 Recorrendo à ferramenta ArcIms é possível criar um Web Site, podendo-se desta forma disponibilizar na Intranet da VW-Autoeuropa, a informação já analisada e tratada pelo SIT sob a forma de mapas.